quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

“Corredor Triplo A” Trama Secreta!!! Brasil, Colômbia, FARC, Foro de São Paulo

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Enfatizou-se, então, o "buraco" existente no espaço aéreo, por onde se escoavam os bens mais preciosos, e outros locais de "vazamentos" representados pelas passagens sensíveis existentes nos rios da região, com destaque para a verdadeira foz do rio Amazonas, então denominada "braço norte do rio", e para o rio Içá, por onde transitavam livremente embarcações colombianas. - Vinte anos já decorridos e a situação continua a mesma! Urge, portanto, que se acelerem as providências para impedir que os argumentos lançados por antigo responsável pela "CPRM", "antimilitarismo" e "anti-xenofobismo", sejam novamente usados para que se entregue, de mão beijada, os bens preciosos que o Criador resolveu colocar à disposição dos brasileiros, não para serem repassados aos estrangeiros, mas para que com eles seja edificado um país próspero e feliz, povoado por raça cósmica, modelo de civilização fraterna! (+)ROBERTO GAMA e SILVA Contra-Almirante Reformado
Mangabeira Unger [.] e Professor na Harvard University de Rockfeller
O que será que o então ministro Mangabeira Unger foi dizer à CIP na visita que fez na Assembléia dos Tuxauas realizada no Surumu Roraima/Amazônas, DENTRO DO TERRITÓRIO NACIONAL, que o general o Exército brasileiro comandante da Brigada, Eliéser Girão Monteiro e alguns parlamentares foram proibidos de ouvir?, ALEGANDO uma determinação do ministro da Defesa Nelson Jobim, CORROBORADA pelo ministro da Justiça, Tarso Genro? UNGER informou que apenas o administrador da Fundação Nacional do Índio, Gonçalo Teixeira, o bispo de Roraima, dom Roque Paloschi(o clero sempre...) e parte de sua própria comitiva estavam autorizados a participar da assembléia no Surumu. Os demais poderiam ir somente até Uiramutã. Sua segurança pessoal também sairia da responsabilidade do Exército e seria feita pela Polícia Federal. “É um absurdo que as ONGS ditem quem anda por dentro de Roraima/Amazônas Território Brasileiro e limitem o próprio Exército” A pior ditadura é a civil. A nação brasileira está passando por esta situação, ou seja, uma ditadura dos presidentes que não escutam ninguém, que agem de forma ilegal e faz prevalecer suas vontades. Como resultado está acontecendo o pior, vemos essa gente corroborar na Internacionalização da Amazônia. 
E o STF Supremo Tribunal Federal em dez/2008 "virou a página" e homologou como contínua a Reserva indígena Raposa Serra do Sol em Roraima.
O Brasil perderá parte da soberania sobre a região, havendo o risco de que nações estrangeiras, com o disfarce de ONGs ambientalistas ou religiosas, passem a exercer o controle das reservas com a possibilidade de que essas reservas venham mais tarde a requerer a sua independência como nação, passando a constituir um país dentro de outro país, controlado por outro país, que não será o Brasil. 

Tríplice Fronteira norte do Brasil
As tramas de Lula  2008
Tabatinga Letícia. As cidades-gêmeas funcionam nos últimos anos como centro nervoso de operações conjuntas de patrulhamento aéreo e naval da fronteira, nos marcos de acordo firmado em 2008 por Lula, Alvaro Uribe e pelo presidente peruano, Alan García.[3]
Imagem relacionada
Observem acima de Letícia Colômbia, mapa em formato da Cabeça do cachorro Brasil lá, existe as maiores jazidas minerais do mundo.
A trama em andamento  conduzida por Cuba e pelo Foro de SP, querem ligar o Peru ao Oceano para escoar naturalmente o narcotráfico e os minérios da região mais rica do mundo. Esse corredor ecológico será o nosso corredor polonês.
As tramas de Dilma  2015
Dilma Rousseff, Cadê o Decreto que homologou 232.544 hectares de terras na Amazonia justamente na rota do corredor polonês?? [1]
Dilma homologou reservas "indígenas" na região das maiores jazidas minerais do mundo: O  “Corredor Triplo A” !!!
- Vejam no mapa abaixo, a maior reserva indígena  homologada por Dilma em abril/15 fica na divisa com a Colômbia (Farc) e Venezuela (Maduro), a reserva cercará a região dos Seis Lagos em S.Gabriel da Cachoeira observem no topo do mapa abaixo,  acima de Japurá,  a cabeça do cachorro é ali, rica em nióbio, urânio, ouro, esmeraldas, terras raras,... as maiores jazidas do mundo, para quem?  Seria a liberação das FARC mediante o falso acordo de Paz negociado por Cuba e firmado pelo comunista presidente da Colômbia Santos para acontecer o "Corredor Triplo A"?? [2]

https://guerraearmas.wordpress.com/2015/06/08/triplo-a-a-nova-ameaca-a-soberania-brasileira-na-amazonia/

Os militares do Exército brasileiro que atuam na Amazônia estão preocupados com o narcotráfico e os riscos de enfraquecimento da soberania do Brasil na região. Entre as ameaças, a atuação de ONGs estrangeiras e o projeto do presidente da Colômbia de criação de um “corredor ecológico” dos Andes até o Oceano Atlântico. https://guerraearmas.wordpress.com/2015/07/21/brasil-se-preocupa-com-a-ameaca-de-ongs-e-governos-a-soberania-da-amazonia/


[1]http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2015/09/reservas-de-minerios-estrategicos.html
[2]http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2016/12/o-general-villas-boas-alertou-o-senado.html
[3]http://docplayer.com.br/5269172-A-triplice-fronteira-brasil-colombia-peru.html
Letícia  nasceu  em  1867  como  uma  aldeia  peruana.  Os  peruanos  instalaram  aí  o  posto militar  de  São  Antônio,  provavelmente  para  controlar  o  tráfico  de  borracha,  em  pleno  vigor depois  da  abertura  do  Amazonas  à  navegação  internacional em  1966.    Passou  nas  mãos colombianas pelo Tratado Salomon Lozano de 1922, que fixou os limites entre Peru e Colômbia e imprimiu à fronteira sua atual forma de trapézio. Em 1932 os peruanos tentaram recuperar Letícia,  iniciando  a  Guerra  do  Amazonas  entre  C
olômbia  e  Peru  (1932 1934);  foi  quando Bogotá  organizou  uma  intensa  colonização  militar  para  definir  sua  soberania  nesta  remota região  amazônica.  Um  decreto  de  1930  cria  a  Comisaría  del  Amazonas  com  Letícia  como capital,  mesmo  se  a  cidade  continua  habitada por  peruanos.  Um  censo  do  mesmo  ano  conta em Letícia 150 habitantes.
    Com  a  criação  da  comarca  do  Alto  Solimões  em  1891,  Tabatinga  é  integrada  ao município  de  São  Paulo  de  Olivença,  sede  da  comarca.  Em  1938  nasce  o  município  de Benjamin-Constant e Tabatinga passa a pertencer a esta zona distrital. Sua posição estratégica a  transforma  em  colônia  militar  em  1967  e,  através  da  Emenda  constitucional  do  Estado  do Amazonas, consegue sua autonomia municipal em 1983
    Em 1906, Brasil e Colômbia se acordam e definem seus confins em dois trechos: ao norte desde  as  Guyanas  até  o  rio  Apaporis,  e  ao  sul  até  a  foz  do  Apaporis  no  Caquetá-Japurá  até Tabatinga. O primeiro trecho se define no Tratado de Bogotá de 1907. O segundo se define só em 1928, com o Tratado de Limitese Navegação Fluvial.
Este Tratado, que estabelece uma Comissão Mista colombo-brasileira para a demarcação da  fronteira,  começa  seus  trabalhos  em  1930  e  os  conclui  em  1937.    Ainda  hoje  a característica  dos  marcos  de  fronteira  é  conduzida  por  uma  Comissão Mista  de  Inspeção  dos Marcos da Fronteira brasilero-colombiana, estabelecida em 1976
     Em   Tabatinga   e   Letícia   a   fronteira   contradiz   as definições   tradicionais    de    limite    estadual:    mesmo encontrando  os marcos ao  lado  do  bairro Santa  Rosa  e  no bairro La Unión, muitas das casas, bairros e pessoas vivem indiferentes   a   marcos   e   tratados   estabelecidos   pelas autoridades.  A  fronteira  aparece  só  através  do  controle migratório (precário, mas presente) e pelas regras de acesso ao   trabalho,   as   expulsões   e/ou   os   assentamentos    das comunidades  de  baixa  renda  e  dos  grupos  indígenas  que historicamente  têm-se  movido  pela  região  a  despeito  das fronteiras.  É  comum  encontrar  pessoas  que  trabalham  no lado  brasileiro  e  residem  no  lado  colombiano  e  vice-versa.
    Existem, inclusive,casas com alguns cômodos em Colômbia e outros no Brasil.
A Constituição  colombiana  de  1991  converteu  a Camisaria  Amazonas  em  departamento  e Letícia em capital e sede de governo departamental.
É assim que ficou a Tríplice Fronteira conformada por um trio administrativamente desigual: no lado  peruano,  na  ilha  aluvial  do  mesmo  nome,  o  assentamento  humano  de  Santa  Rosa  e  no lado oposto do rio Amazonas, Letícia (capital departamental) e Tabatinga (um dos 9 municípios da Mesorregião do Alto Solimões) aderidas pela permeável fronteira.
     “As  três  cidades  se  converterão,  desde  então,  no  núcleo  populacional  e  administrativo  que ordenará a região. Desde aí se organizará seu desenvolvimento.
Três legislações antagônicas regerão a fronteira, três  ordens territoriais se enfrentarão, três sistemas de alfândegas não coincidirão, três tradições
 institucionais e operativas não serão afines, três tipos de políticas públicas
se sobreporão, dos idiomas latinos e inumeráveis línguas indígenas formarão parte do cotidiano, três maneiras de encarar a segurança na fronteira se consolidarão, dos aeroportos duplicarão as razões de seu funcionamento,
mas, simultaneamente uma interação gradualmente mais complexa dos problemas fundamentais aparecerá com a convivência da gente e os fluxos migratórios pendulares”

2 comentários:

Caio disse...

Marilda, sabe se algo está sendo feito para conter esse projeto criminoso e manter nossa soberania na região?

Marilda Oliveira disse...

Caio dizem que o acordo não foi aceito pela Venezuela e Brasil oras, quem acreditará nisso? Só quem enxerga e finge que não vê. Se é a Venezuela a principal interessada no corredor para facilitar o transporte das drogas da Bolívia, Colômbia, e em pacto com esta que se alia aos EUA desenvolver o "Grande Caribe?". Não devemos esquecer que a Venezuela é um país caribenho e o México o grande consumidor caribenho também!!!