terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Aécio Neves, sua mãe Inês Maria Neves Faria, sua irmã Andréa Neves responsáveis pelo descaminho financeiro do nióbio em MG junto a CBMM

Declarações do jornalista MARCO AURÉLIO FLORES CARONE  na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, E A CONTA BANCÁRIA PESSOAL DA FAMÍLIA NEVES ABERTA NO PRINCIPADO DE   LIECHTENSTEIN  o mais fechado de todos os paraísos fiscais do mundo . O RESTANTE VOLTAVA AO Brasil e financiava a macroestrutura de atividades para manter Aécio Neves que tinha que tomar injeção para trabalhar devido suas over dose.


https://www.youtube.com/watch?v=HP2mfv4nBwo&feature=share

A Conta foi citada por Delcídio do Amaral, na delação homologada no STF, e está sendo investigada pela PGR na Lava Jato - anos atrás, MP chegou a arquivar o caso, sem apurá-lo.
Havia ali, especialmente, uma pasta-arquivo amarela, identificada pela PF nos autos de busca e apreensão pelo número 41. Nela, o doleiro Muller escrevera, a lápis, a identificação “Bogart e Taylor”. Era o nome escolhido por Inês Maria Neves Faria, mãe e sócia do senador Aécio Neves, do PSDB de Minas, então presidente da Câmara dos Deputados, para batizar a fundação que, a partir de maio de 2001, administraria o dinheiro da conta secreta 0027.277 no LGT.
A conta da família de Aécio Neves em Liechtenstein
https://www.youtube.com/watch?v=8c6atQVrqiQ

Aos procuradores, o senador Delcídio disse que fora informado "pelo ex-deputado federal José Janene, morto em 2010, que Aécio era beneficiário de uma fundação sediada em um paraíso fiscal, da qual ele seria dono ou controlador de fato; que essa fundação seria sediada em Liechtenstein". Delcídio diz que não sabe dizer ao certo, mas que "parece que a fundação estaria em nome da mãe ou do próprio Aécio Neves; que essa operação teria sido estruturada por um doleiro do Rio de Janeiro". Delcídio disse não saber se há relação entre essa fundação e as acusações que fez ao tucano – entre elas, de ser beneficiário de propinas em Furnas e de ter agido para interferir nas investigações da CPI dos Correios, da qual o petista foi presidente, em 2006. Janene era um dos líderes do esquema em Furnas, segundo as investigações.
Aécio acabara de assumir a Presidência da Câmara dos Deputados quando a conta em Liechtenstein foi aberta. De acordo com os documentos apreendidos pela PF, ela poderia ser movimentada por Inês Maria e por Andréa Neves, irmã de Aécio. Segundo os papéis, Aécio não estava autorizado a movimentar a conta da fundação no banco LGT. Era, no entanto, seu beneficiário, de acordo com um documento apreendido pela PF e conhecido como “By Law”. Trata-se de um documento sigiloso, cujas cópias estão disponíveis apenas para os signatários e seus advogados – e que nem sequer é registrado perante as autoridades de Liechtenstein. O beneficiário, ou membro, de uma fundação tem direito a receber bens e dinheiro dela. Uma cláusula da conta do By Law da fundação Bogart & Taylor especificava que, no caso da morte de Inês Maria Neves, Aécio herdaria a fundação e, com isso, o direito de movimentar livremente a conta no LGT. Ele, a mãe e a irmã são sócios em diversos outros empreendimentos, entre eles uma rádio e duas empresas de participação, de acordo com documentos da Junta Comercial de Minas Gerais.
http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/03/documentos-revelam-que-doleiro-abriu-conta-secreta-da-familia-de-aecio-neves-em-liechtenstein.html

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