PROVAVELMENTE REFERIA-SE AO MINÉRIO NIÓBIO.
"OS MINÉRIOS SÃO PARA O BEM DO BRASIL" O Brasil está perdendo centenas de bilhões de dólares por ano com o descaminho na exportação dos minérios estratégicos vendidos de qualquer jeito em moeda podre, isentos de ICM pela Lei Kandir! uma traição ao país e ao povo brasileiro. Marcos Valério na CPI dos Correios, o grosso do dinheiro do mensalão vem do contrabando do Nióbio. O governo atual está vendendo em segredo o Nióbio para a China sem aprovação do modelo econômico que nos beneficie.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Enéas, olha pra câmera em 1994 e fala sobre as riquezas minerais no sub-solo brasileiro!
PROVAVELMENTE REFERIA-SE AO MINÉRIO NIÓBIO.
domingo, 28 de dezembro de 2008
ONG BRITÂNICA NEGA COMPRA DA AMAZÔNIA, QUANTO CINISMO!
ONG BRITÂNICA FICOU CHOCADA COM A DENÚNCIA. QUANTO CINISMO!...



a socialite brasileira, Ana Paula Junqueira;
Vou sempre ao Fórum Mundial de Davos e ultimamente passo um bom tempo em Nova York por causa da ONU”, afirma. Não votei na Dilma e me arrependi, e tento vaga na Câmara de SP como vereadora agora pelo PMDB(!!!)
Márcia de Goldschmidt-Rothschild. e Ana Paula Junqueira socialites inseparáveis.
Márcia Marcelino nasceu numa família humilde e começou a trabalhar aos
nove anos como babá. Mesmo sem condições financeiras, estudou muito e por isso
conseguiu uma proposta de emprego, e foi morar em Paris em meados da década
de 1980 onde
trabalhava com o agenciamento de artistas brasileiros que iam atuar na França.
Seis anos depois morando e trabalhando na capital francesa, retornou ao Brasil, conheceu o barão suíço Cyril von Rudolf Maximilian Goldschmidt-Rothschild.
Eles ficaram juntos alguns anos, até que se casaram, e Márcia passou a assinar
como Márcia de Goldschmidt-Rothschild. O casal viveu na Suíça por alguns anos, e voltaram a morar
no Brasil. A união gerou um filho, James Von Goldschmidt-Rothschild,
nascido na Cidade de São Paulo, em 1994. Após alguns anos juntos, divorciaram-se.,abaixo, as confusões do barão e quando se fala em Rothschild, todo o cuidado é pouco.
Imagem:http://www.terra.com.br/istoe/1957/fotos/comp_amazonia_03.jpg (imagem retirada)
Imagem:http://business.timesonline.co.uk/multimedia/archive/00320/Eliasch_320569a.jpg (imagem retirada)
Imagem:http://business.timesonline.co.uk/multimedia/archive/00320/Eliasch_320569a.jpg (imagem retirada)
ONG BRITÂNICA NEGA COMPRA DA AMAZÔNIA
France Presse
A organização de proteção do meio ambiente Cool Earth, com sede em Londres, disse ter ficado "chocada", nesta terça-feira, depois que a imprensa brasileira divulgou informações sobre a abertura de uma investigação a respeito de suas atividades na Amazônia.
A organização de proteção do meio ambiente Cool Earth, com sede em Londres, disse ter ficado "chocada", nesta terça-feira, depois que a imprensa brasileira divulgou informações sobre a abertura de uma investigação a respeito de suas atividades na Amazônia.
"Estamos chocados, porque não possuímos nenhuma terra na Amazônia. Financiamos diferentes projetos por intermédio de parceiros", explicou à AFP Matthew Owen, diretor da Cool Earth, acrescentando que não recebeu "nenhuma notificação" de investigação no Brasil.
O jornal "O Globo" publicou que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) abriu uma investigação sobre um dos fundadores da Cool Earth, o empresário Johan Eliasch, que possui dupla cidadania (britânica e sueca).
Ele teria dito que se poderia comprar toda a Amazônia por 50 bilhões de dólares. "Eliasch realizou, entre 2006 e 2007, reuniões com empresários e propôs que comprassem terras na Amazônia, chegando a afirmar que seriam necessários 'apenas' 50 bilhões de dólares para adquirir toda a floresta",informou "O Globo", citando relatório da Abin.
http://schirrmann.blogspot.com/2008_05_05_archive.html

A história de Eliasch não gerou só as investigações da Abin. Na quinta-feira passada, o governo federal anunciou que fará uma revisão nas normas jurídicas para dificultar a compra de terras por estrangeiros. Hoje, 55% das propriedades registradas em nome de estrangeiros estão na Amazônia. Em 1998, uma decisão da Advocacia-Geral da União liberou empresas brasileiras controladas por capital estrangeiro da necessidade de pedir autorização para adquirir imóveis. O governo Lula quer agora criar controles mais rígidos. “É preciso estabelecer regras urgentes, porque há uma disputa mundial pelas nossas terras”, diz Rolf Hackbart, presidente do Incra.
ELE PODE COMPRAR A AMAZÔNIA?
Quem é o milionário Sueco Johan Eliasch que entrou na mira do serviço secreto brasileiro por ter adquirido áreas de floresta Amazônica para preservação (?)


O DONO DE TERRAS Johan Eliasch diz ter investido na Amazônia por causa do aquecimento global!!!. Para a Abin, ele aproveitou lacunas na lei
União e usurpação:
Ana Paula Junqueira e
o milionário sueco Johan Eliasch, com quem vive há cinco anos, trouxeram o
príncipe de Londres Andrew Albert Christian Edward, quarto na linha de sucessão
ao trono britânico. E foi a cicerone informal do filho de Elizabeth II. para o Brasil no avião do casal e ofereceram a
ele um magnífico jantar com direito a pista de dança. Lindas mulheres – muitas
delas desacompanhadas – estavam ansiosas em conhecer de perto, na festa, aquele
que já foi o príncipe mais bonito do Reino Unido. Corre a notícia de que
algumas trocaram os papéis de assentos reservados para arranjar uma posição
melhor junto
ao convidado. “Andrew é meu amigo há muito tempo. Ele levou uma imagem superboa
do Brasil”, conta Ana Paula, após o riso cristalino que a acompanha em sua
agitada vida social.
Ela também
tem chamado a atenção da imprensa – daqui e do Exterior – pela extensa
propriedade que o marido arrematou no coração do Amazonas. É uma área maior do
que Londres, cidade onde Johan Eliasch cresceu e consolidou sua fortuna
estimada em 355 milhões de libras, o equivalente a R$ 1,44 bilhão. Segundo Ana
Paula, que deve se casar oficialmente com o empresário no final do ano, são
mais de 140 mil hectares divididos em duas fazendas localizadas a cerca de uma
hora de avião de Manaus. “Para falar a verdade, é difícil encontrar algo
parecido com aquilo. É uma imensidão verde. Quando você olha, são 360 graus de
florestas”, revela. Nesse terreno situado entre Manicoré e Itacoatiara, Ana
Paula é a própria rainha. A socialite visita as famílias que vivem nos
arredores, planeja fazer um documentário da região.
A velha paranoia brasileira de que a soberania brasileira na Amazônia está sob ameaça de potências estrangeiras e de ONGs ambientalistas acaba de ganhar um rosto. É o do milionário sueco Johan Eliasch, conselheiro para assuntos de meio ambiente do primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown. Em outubro de 2005, Eliasch comprou 160.000 hectares de terras de florestas na região norte do país, uma área maior que a da cidade de São Paulo. Em seguida, criou a ONG Cool Earth (Esfrie a Terra), que tenta angariar doações para adquirir e conservar florestas na Amazônia. Numa palestra para seguradoras, Eliasch disse que US$ 50 bilhões seriam o bastante para preservar toda a Amazônia. Eliasch jamais levantou tal quantia e não há ilegalidade na posse de terras por estrangeiros na Amazônia, mas sua declaração atraiu para ele e suas terras os olhares da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o serviço secreto do governo brasileiro.
Num relatório de investigação, a Abin acusa Eliasch de ter comprado as áreas de floresta aproveitando-se de “lacunas do Direito brasileiro”. Não há nenhum registro fundiário em nome de Eliasch ou de sua ONG no Brasil. Mas registradas em nome de empresas nacionais como Floream e Empresa Florestal da Amazônia, todas as áreas estão, na verdade, sob a gestão de Eliasch. O relatório dos arapongas segue o mesmo tom das ácidas declarações recentes do presidente Lula contra editoriais de jornais como The New York Times, que questionaram se a preservação da Amazônia não é um assunto global. De acordo com o relatório da Abin, “tanto a compra de terras quanto a fundação da ONG partem do mesmo pressuposto de que países em desenvolvimento necessitam de intervenções externas para conservar as florestas tropicais”.
Eliasch nega ter pretendido em qualquer momento ferir a soberania nacional. “A Floresta Amazônica brasileira pertence aos brasileiros”, disse a ÉPOCA. Aos 46 anos, Eliasch é dono da companhia de materiais esportivos Head e é a 214a pessoa mais rica da Grã-Bretanha, segundo a lista do jornal britânico Sunday Times. Separado e pai de dois filhos adolescentes, ele mantém há seis anos um relacionamento com a socialite brasileira Ana Paula Junqueira. Os dois se conheceram num jantar de aniversário da modelo Naomi Campbell em Saint-Tropez, balneário no sul da França freqüentado por milionários de todo o mundo. De lá para cá, o casal se divide entre temporadas em Saint-Tropez, onde mantém uma casa e um confortável catamarã, Londres e São Paulo, outros locais de domicílio. O casamento com Ana Paula Junqueira foi um dos motivos que levaram Eliasch a investir 8 milhões de libras (cerca de R$ 26 milhões) na compra de terras na Amazônia. Outro motivo foi a perspectiva sombria de um mundo sem neve por causa dos efeitos do aquecimento global. Num texto intitulado “Por que eu decidi lutar contra as mudanças climáticas”, Eliasch lembra como, há 40 anos, durante os invernos em Estocolmo, na Suécia, gostava de ir para a escola deslizando de esqui na densa neve que cobria as ruas. “Hoje, um garoto sueco pode ser considerado um menino de sorte se tiver neve o bastante para esquiar durante uma semana no inverno”, escreveu.
Seu engajamento na luta contra o aquecimento global tem também um interesse econômico: evitar um esfriamento nos próprios negócios. “A Head vende esquis e a cada ano há menos neve nas montanhas européias”, diz a mulher, Ana Paula Junqueira. Eliasch nasceu rico, mas sua fortuna atual (avaliada em 400 milhões de libras ou R$ 1,3 bilhão) se deve ao próprio esforço. Antes de morrer, seu avô, um industrial da construção civil, determinou que o neto só teria direito à herança aos 50 anos. Eliasch fez curso de Administração na Suécia e, na década de 80, radicou-se em Londres, onde criou alguns fundos de investimentos. Em 1996, comprou a Head, então uma empresa à beira da falência, com prejuízo estimado em US$ 65 milhões. Doze anos depois, a empresa alcançou a receita de mais de US$ 600 milhões. “Ele trabalha das 8 horas à meia-noite, incluindo os fins de semana”, afirma Ana Paula. (tadinho né?)

Quando comprou as terras na Amazônia, de uma madeireira que fazia manejo florestal e estava à beira da falência, Eliasch imaginava que poderia repetir a história de sucesso da Head. “Tivemos três reuniões, em todas ele falava sobre tentar salvar a empresa”, afirma o engenheiro ambiental Alberto Guerreiro, um dos executivos da madeireira. “Ele não entendia quase nada do assunto, mas nós dávamos relatórios de mais de cem páginas para ele ler e no dia seguinte ele já tinha lido tudo e tinha novas perguntas.” Em 2006, Eliasch concluiu que não seria viável manter a madeireira e demitiu cerca de 800 trabalhadores. Comunicou a decisão ao então secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas, Virgílio Viana. “Eu o interpelei, disse que aquilo causaria desemprego, traria problemas”, diz Viana. “Mas ele estava decidido. Acho que tinha percebido que a fama que conseguiria com a idéia de preservação da floresta compensava mais do que seguir o plano de manejo da madeireira.” Em março de 2007, com a madeireira fechada, Eliasch foi o cicerone do príncipe Andrew, quarto na linha de sucessão do trono inglês e seu amigo de uma década, numa excursão pelo Rio Madeira, no Amazonas, em que mostrou suas áreas de preservação.
A história de Eliasch não gerou só as investigações da Abin. Na quinta-feira passada, o governo federal anunciou que fará uma revisão nas normas jurídicas para dificultar a compra de terras por estrangeiros. Hoje, 55% das propriedades registradas em nome de estrangeiros estão na Amazônia. Em 1998, uma decisão da Advocacia-Geral da União liberou empresas brasileiras controladas por capital estrangeiro da necessidade de pedir autorização para adquirir imóveis. O governo Lula quer agora criar controles mais rígidos. “É preciso estabelecer regras urgentes, porque há uma disputa mundial pelas nossas terras”, diz Rolf Hackbart, presidente do Incra.
“O papel do governo deve ser monitorar, fiscalizar e dirigir a ação desses grupos que querem investir, sejam brasileiros ou não”, diz Danilo Igliori, professor da Universidade Cambridge, na Inglaterra. “Mas o governo não tem dinheiro para investir na área e faz sentido que o mundo pague para preservar a floresta.” Eliasch parece não ser o exemplo mais adequado a seguir, porque seu projeto, segundo os especialistas, carece de sustentação técnica. Mas satanizar estrangeiros que querem investir na Amazônia também não é a melhor forma de manter a floresta em pé.
Mariana Sanches - 30/05/2008 - atualizado em 02/07/2008 17:29 - Revista Época
http://www.ef.adv.br/ reportagem-001 - as trapalhadas do barão
https://www.terra.com.br/istoegente/edicoes/560/artigo175531-2.htm
O Nióbio e a Segurança Nacional
Mais uma riqueza nacional que fica no bolso de poucos. Quanta sujeira acontece diariamente neste país e o quanto incessantemente somos lesados.
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| Metal, elemento químico de número atômico 41, do grupo 5 da Tabela Periódica |
O Jornal "Folha de São Paulo", no dia 05 de novembro de 2002, noticiou (e ninguém prestou atenção) que o ex-presidente Lula havia passado o final de semana em Araxá em casa da CBMM do Grupo Moreira Salles e da Multinacional Molycorp... A Companhia exporta 95% do Nióbio que retira de MG e é a maior exploradora do metal do mundo. Por meio de uma ONG, a empresa financiou projetos do "Instituto Cidadania", naquele tempo presidido por Lula, inclusive o "Fome Zero", que integrava o programa de governo do PT. (Folha de São Paulo de 05/11/02, pg. A4.)
A matéria obriga à reflexão, porque evidencia a aliança entre um político, supostamente de esquerda, e uma multinacional que, de acordo com os dados do I.B.G.E., da Secretaria do Comércio Exterior e da "CPRM", subfatura exportações de nióbio, causando prejuízos anuais de bilhões de dólares americanos ao Brasil.
O raciocínio é simples: o Brasil, considerando as reservas de São Gabriel da Cachoeira AM, não computadas pelo DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), detém 98% (noventa e oito por cento) das reservas mundiais exploráveis de nióbio. O mundo consome anualmente cerca de 37.000 toneladas do minério, totalmente retiradas do Brasil.
O nióbio bruto é comprado no garimpo a 400 dólares americanos o quilo. Portanto, sem contar a necessidade de formação de reservas estratégicas dos países do primeiro mundo, e o acréscimo do preço em razão do beneficiamento do minério, feito em Araxá MG e Catalão Goiás, deveríamos contabilizar, pelo menos, 14 bilhões e oitocentos milhões de dólares, a mais, em exportações anuais, ou seja: cerca de 30% (trinta por cento) a mais no total de todas as exportações brasileiras.
US$ 400 x 1000 = US$ 400.000 a ton.
US$ 400.000 x 37000 ton. = US$ 14.800.000.000,00
Esses valores não aparecem no balanço comercial, logo, está provado que osexportadores estão subfaturando as exportações de nióbio, em detrimento dos interesses do país e da Nação Brasileira.
Os preços do nióbio, cotados na Bolsa de Metais de Londres (50 libras esterlinas o quilo), são meramente simbólicos, porque o Brasil é o único fornecedor mundial, portanto, quem deveria determinar o preço é o vendedor (mercado do vendedor).
Mal comparando, nióbio a 50 libras o quilo é o mesmo que petróleo a três dólares o barril. No caso do petróleo, a OPEP estabelece o preço do mineral, equilibrando os interesses dos consumidores e produtores, porque o preço do petróleo é uma "questão de Estado". O mesmo não ocorre com o nióbio; absurdamente, quem estabelece o preço de venda do produto são os compradores, em conluio com as empresas que exploram o minério no Brasil e que nessa ação deletéria contam com a conivência "oficial", de políticos cujas campanhas e "projetos" financiam. Tanto os preços de venda como as quantidades exportadas são subfaturados, há décadas.
Os dados sobre o nióbio fornecidos pelo DNPM estão eivados de vício, porque tanto as quantidades do minério quanto os preços apontados pelo departamento são subfaturados e fornecidos pelos próprios interessados da conspiração Araxá/Catalão.
Uma fração dos valores e quantidades reais do nióbio "exportado" seria suficiente para erradicar a subnutrição da população carente, e livrar o Brasil da desfavorável condição de devedor, além de financiar o desenvolvimento.
Estados Unidos, Europa e Japão são 100% (cem por cento) dependentes das reservas brasileiras de nióbio, minério que é tão essencial como o petróleo, só que muito mais raro.
Sem nióbio não existiria a indústria aeroespacial, de armamentos, de instrumental cirúrgico, de "gilete azul", de ótica de precisão e etc... Os foguetes não iriam à lua e os vetores atômicos transcontinentais seriam ficção científica, assim como a "Guerra nas Estrelas" dos americanos.
Ora, se por petróleo as potências vão à guerra, imagine-se o que não fariam para garantir o nióbio grátis, que retiram do Brasil, com a complacência de governantes, cujas campanhas políticas e projetos são previamente financiados.
O governo que finda (C.T. - do outro salafrário FHC) tentou "privatizar" as reservas de nióbio "a céu aberto", de São Gabriel da Cachoeira AM, em outubro de 1.997, pelo miserável "preço mínimo" de R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais), quando a avaliação da CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) é, pasme-se, 1 trilhão de dólares americanos (Fio da Meada V e VII- Revista Carta Capital de 19/3/97, pg. 70/72)"
Tudo isso comprova, irrefutavelmente, que existe uma conspiração internacional antiga, para espoliar o Brasil de seus minérios, que impede o acesso da Nação Brasileira às riquezas do seu território. É o paradoxo do povo pobre de país riquíssimo.
A intimidade de vários governos com a "Conspiração de Araxá" (Collor já era assíduo freqüentador da cidade), sinaliza que a estrutura político-institucional vigente é incompatível com a autodeterminação do país. O "tratamento VIP" (segundo a Folha de São Paulo) dispensado a Lula e ao seu vice, em Araxá, bem como os financiamentos que sua campanha presidencial e seus "projetos" mereceram, são exemplos marcantes dessa falha institucional.
Evidenciando a "conspiração Araxá", Lula, após hospedar-se na CBMM, reuniu-se com governadores do PSDB, em Araxá, entre os quais Aécio Neves-MG, cujo tio, Gastão Neves é a "eminência parda" dos minérios no Brasil.
ARAXÁ – Foi produtiva a primeira reunião de trabalho do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, com os 7 novos governadores do PSDB, feita ontem em Araxá. Os governadores de sete Estados (SP, MG, CE, PB, PA, GO e RO) acenaram com proposta de parceria e apoio de suas bancadas no Congresso para aprovar propostas de interesse do futuro governo, como a que mantém a arrecadação nos níveis atuais, sem reduzir de 27,5% para 25% a alíquota do imposto de renda pessoa física. “Me senti numa reunião de amigos, diz o Presidente eleito" (O Estado de São Paulo – 26/11/2002).
Lula poderia até não esposar a proposta, de ideologia esquerdista, mas o seu partido objetiva estatizar a economia através do confisco tributário, ação que conta com a complacência do Poder Judiciário, que depende do aumento da arrecadação para custear os seus orçamentos. É o mesmo processo comunizante aplicado na Romênia em 1947/48. Todo esse retrocesso histórico poderia ser evitado observando-se os erros de países que viveram essa amarga experiência político-econômica e adotando-se os acertos das economias capitalistas, principalmente, aproveitando-se, adequadamente, o potencial de recursos naturais do território brasileiro, ao invés de exaurir a população e as empresas com impostos e juros escorchantes.
Por outro lado, se o Brasil receber pelo nióbio que é contrabandeado e subfaturado pelos exportadores, poderá autofinanciar o seu desenvolvimento sem dívidas, garantindo empregos, renda, alimentação e oportunidades a todos os brasileiros. Nessa medida, o programa "Fome Zero", cujos "estudos" foram financiados pela CBMM, não passa de manobra diversionista da "CONSPIRAÇÃO ARAXÁ", com claro objetivo de manter a dominação do NIÓBIO, a custa de outros segmentos econômicos e sociais brasileiros, que serão demonizados e tributados, ao exaurimento, pelo governo supostamente esquerdizante do PT. Este já demonstrou, com a "aliança ARAXÁ", que está a serviço de interesses transnacionais. O mesmo pode-se dizer do MST (apêndice guerrilheiro do PT) que está a serviço do agronegócio internacional e tem como missão desestabilizar o agronegócio no Brasil, país com vocação agrícola e mineral insuperável
Essas estratégias não são novidade histórica. O Império Britânico, por exemplo, ganhou a "guerra fria" contra a Rússia Czarista, pelo domínio da Ásia, financiando a Revolução Bolchevic de 1917. O único caminho para a nação brasileira é autodeterminar-se, reintegrando-se na exploração dos seus recursos.
O subsolo é propriedade da UNIÃO FEDERAL. Os recursos minerais estão sendo desviados em detrimento do interesse nacional, logo, o governo federal, por dever de ofício, deverá encampar a comercialização e a exportação do nióbio, ficando a cargo das mineradoras apenas a extração e a transformação do minério, remunerando-se-as, pelos mesmos preços que praticam atualmente.
Coordenando as exportações de NIÓBIO, terras raras e outros minérios (quartzo), a administração federal poderá alavancar as exportações brasileiras, para a Europa, E.U.A e Japão que são os maiores mercados mundiais em poder aquisitivo. Utilizando, adequadamente, suas potencialidades minerais, como "moeda de troca", o Brasil poderá exportar, rapidamente, 300 bilhões de dólares anuais e importar 250 bilhões, por exemplo, criando empregos e fortuna na mesma proporção.
Partindo-se da premissa que o aprimoramento institucional é um processo de outorga, é imprescindível que os brasileiros responsáveis dediquem toda a sua capacidade, na busca de soluções, que adeqüem as instituições à preservação dos interesses nacionais.
São Paulo, 28 de novembro de 2002.
GRUPO DAS BANDEIRAS (mudou de nome para UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA - UND)
Antônio Ribas Paiva
Presidente
Amazônia a soberania está em xeque
Diretrizes N.4 - do Conselho Mundial de Igrejas Cristãs
para a Amazônia Brasileira no seu item c: É preciso
infiltrar missionários e contratados, inclusive não religiosos, em todas as
nações indígenas, para aplicar o Plano Base destas Diretrizes,
infiltrando-os também em todos os setores da atividade pública, a fim de
viabilizarem a boa execução desse plano. " Mudança e
Divergência: Diretrizes No 4 - ANO "0" do Conselho Mundial de Igrejas
Cristãs para a Amazônia Brasileira (plano criminoso!)
Por OCTÁVIO COSTA Colaboraram: Cláudio Camargo, Luciana Sgarbi e Luís Pellegrini
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| CONTROLE Exército e Ibama agem contra desmatamento ilegal feito pelas madeireiras |
A cobiça de potências estrangeiras não é surpresa e tudo começa pela extensão territorial. A Amazônia Legal se estende por nove Estados e ocupa 61% do território brasileiro – sua área equivale à metade do continente europeu e nela cabem 12 países, incluindo Alemanha e França. Ela seria, assim, o sexto maior país do mundo, com uma população de 20 milhões de pessoas. A região faz fronteira de 11 mil quilômetros com Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. O rio Amazonas é o soberano da Terra em volume de água e possui um quinto da água doce do planeta. Segundo avaliações da ONU, o século 21 será marcado por graves conflitos entre as nações, com origem numa única causa: a escassez de água potável. É isso que torna a Amazônia ainda mais estratégica, pois em seus rios estão 21% da água doce vital ao homem. Em seu livro A guerra do amanhã, o assessor para assuntos estratégicos da ONU, Pascal Boniface, previu, entre os cenários de guerras desse século provocadas pelo aquecimento global, a provável invasão da região amazônica por uma coligação internacional. A ação contra a soberania brasileira se justificaria porque “salvar a Amazônia é o mesmo que salvar a Humanidade”. O francês Pascal Lamy, ex-comissário de Comércio da União Européia, é da mesma opinião: “As florestas tropicais como um todo devem ser submetidas à gestão coletiva, ou seja, à gestão da comunidade internacional.”
Como ressalta o The Independent, a Amazônia é uma poderosa reserva de recursos naturais. O diário espanhol El País também destaca que “o mundo tem os olhos postos nas riquezas da floresta”. É por isso que a soberania brasileira é questionada. O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, prefere não levar a sério o The New York Times e desqualifica a idéia de internacionalizar a região: “Quem faz uma proposta dessas deveria passar por uma requalificação psicológica, tal o disparate que contém. Os donos da Amazônia somos nós.” Por mais que o ministro tente reduzir a importância das ameaças, o fato, no entanto, é que os estrangeiros se sentem donos da região há muitos anos. Em 1862, logo após a vitória da União na Guerra Civil americana, o presidente Abraham Lincoln sugeriu a representantes dos negros libertados a criação de um Estado Livre na Amazônia. Dom Pedro II não foi consultado, mas o Brasil foi salvo pelos dirigentes negros que deram uma resposta boa e seca a Lincoln: “Não aceitamos a proposta porque este país também é nosso.” Ainda no Segundo Reinado, o comandante Matthew Maury, chefe do Observatório Naval de Washington, defendeu a livre navegação internacional pelo rio Amazonas. Cem anos depois, o urbanista e futurista americano Herman Kahn teve a idéia de inundar a região num sistema de grandes lagos, com as dimensões do Estado de São Paulo, para permitir a navegação até as minas da Bolívia, do Peru e da Venezuela, fornecedoras de matéria-prima para as indústrias metalúrgicas dos EUA. Em troca o Brasil receberia uma hidrelétrica gigantesca.

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| MOTOSSERRA Ação desordenada na floresta serve de argumento para estrangeiros: o problema é do Brasil, e não deles |
Felizmente, o Exército brasileiro está consciente do perigo. E diz estar preparado até mesmo para a possibilidade mais radical de uma intervenção militar. “Hoje, a Amazônia é nosso maior foco de preocupações com a segurança”, disse o ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, em recente entrevista em Brasília. Em sua avaliação, uma hipótese potencial seria a de “uma guerra assimétrica na Amazônia, ou seja, uma guerra contra uma potência muito superior, que nos forçaria a uma guerra de resistência nacional”. Outro cenário, segundo Unger, incluiria a ação militar de um país vizinho patrocinado por uma grande potência, bem como incursões de forças irregulares ou paramilitares. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, não vê um risco imediato, mas ressalta que, apesar de não sermos beligerantes, saberemos nos defender: “Não há nenhum país ameaçando o Brasil, mas precisamos de uma força dissuasiva para remover a possibilidade de que aconteça uma invasão.” Ou seja, pelo sim, pelo não, as Forças Armadas têm se preparado para a pior hipótese. Além de renovar seu armamento, vêm reforçando suas unidades na região com transferência de tropas do Sul para o Norte. “Os militares projetam um conflito futuro, para daqui a 30 ou 40 anos, com um inimigo mais provável, os Estados Unidos”, diz o cientista político Paulo Ribeiro Rodrigues da Cunha, da Unesp. “Não devemos ser paranóicos, mas muito menos devemos ser ingênuos”, conclui ele, tecendo elogios à movimentação das Forças Armadas.
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| AÇÃO ORQUESTRADA É ingenuidade crer que as publicações no Exterior não apontem para o risco de internacionalização da Amazônia |
Em sua explosiva reportagem, o The New York Times comete o exagero de comparar as novas exigências que serão feitas às ONGs aos tempos da Guerra Fria, quando determinadas áreas da ex-União Soviética eram vedadas a estrangeiros. Diz o jornal que, assim, o Brasil pode terminar como ela. A comparação é tão estapafúrdia quanto a proposta de internacionalizar a Amazônia por se tratar de “um patrimônio da Humanidade”. Só encontra paralelo nas versões que correm em círculos intelectuais europeus e americanos de que o Brasil estaria patrocinando um “pavoroso extermínio de seus índios”. Sob essa alegação, muitas ONGs de fachada defendem com unhas e dentes a política indigenista em vigor, que premiou algumas tribos com territórios maiores do que o de países europeus. A essas ONGs interessa que o Estado brasileiro não tenha domínio político sobre as extensas áreas ocupadas pelos indígenas, sobretudo porque são territórios de riqueza desconhecida – e é mais fácil aos estrangeiros que nos cobiçam tecer nebulosos negócios com os índios. É também por isso que é urgente modificar a atual política de demarcação de terras, uma vez que, se ela continuar como está, índios e ONGs ocuparão cada vez mais o território nacional. Assim, lamentavelmente, muito antes de enfrentar invasores externos, o Brasil terá de invadir uma porção do próprio Brasil para reaver a integridade de seu chão.
Era para ser mais um debate sobre os impactos ambientais da construção da hidrelétrica Belo Monte, no rio Xingu. De repente, o engenheiro da Eletrobrás Paulo Fernando Rezende foi cercado e agredido a golpes de facão por vários índios caiapós, que participavam do evento em Altamira, no Pará. Rezende foi ferido no braço e teve a camisa rasgada. Os caiapós ficaram irritados com suas críticas ao ambientalista e professor da Unicamp Osvaldo Sevá. Daí a agressão que chocou o País na noite da terça-feira 20. A cena, infelizmente, vem confirmar que a questão indígena saiu do controle das autoridades há muito tempo. Basta ver o que acontece com a política de demarcação de terras. O Estado brasileiro não tem a mínima idéia do que se passa no interior das reservas indígenas. Jamais foi feito um inventário e o patrimônio é desconhecido e intocável. Mais grave ainda: as reservas, em seu total, representam 12,5% de todo o território nacional e estão nas mãos de 534 mil índios distribuídos em 220 povos. Somente em Roraima as 32 áreas em poder de várias etnias somam 103 mil quilômetros quadrados, ou seja, 46% do território estadual. A extensão das terras dos índios em Roraima é superior à área de um país como Portugal, de 92 mil quilômetros quadrados. Um símbolo maior da distorção na política de demarcação é a reserva Raposa Serra do Sol, que se estende por 17 mil quilômetros quadrados e abriga apenas 18 mil índios, a maioria da etnia macuxi. Sua homologação, em abril de 2005, deu origem a uma batalha judicial que foi parar no Supremo Tribunal Federal. O conflito envolve produtores rurais, moradores da região e até mesmo parte da população indígena, que prefere o desmembramento da imensa reserva em partes menores. Em lugar da homologação contínua, os próprios índios defendem a chamada demarcação na forma de ilhas, muito mais equilibrada e realista. Não há o que discutir: em Roraima, há muita terra para poucos índios. Por mais que o Estado se disponha a fazer um acerto de contas com o passado, nada justifica as dimensões gigantescas de reservas como a Raposa Serra do Sol. Não faz sentido as nações indígenas se transformarem num Estado dentro de outro. Em várias estradas na Amazônia, os índios chegam a cobrar pedágio e determinar os horários em que os caminhões podem trafegar. Com isso, desmoralizam o governo local e põem em xeque a segurança do País. Em recente palestra no Clube Militar, no Rio de Janeiro, o comandante militar da Amazônia, general-de-exército Augusto Heleno Pereira, mesmo sob o risco de ser punido por indisciplina, denunciou os disparates que acontecem na região. “A política indigenista está dissociada da história brasileira e tem de ser revista urgentemente”, afirmou o general Heleno. O general-de-brigada Antônio Mourão, comandante da 2ª Brigada de Infantaria da Selva, apóia integralmente seu colega de farda. “A demarcação contínua coloca a soberania em risco. Daqui a pouco, os índios vão declarar a independência de seus territórios”, adverte Mourão. Uma coisa que irrita os militares é a tendência de se tratar a questão indígena a partir de uma visão romântica, que trata como iguais índios desiguais, em estágios diferentes de civilização. A maior parte dos índios que vivem em Raposa Serra do Sul, por exemplo, é aculturada e não mora mais em malocas perdidas na floresta. Como em muitos casos os militares constituem a única presença de Estado na selva, eles afirmam, com alguma razão, que conhecem os índios melhor do que grande parte dos ambientalistas. Além disso, parece inaceitável a idéia de permitir aos índios autonomia total sobre as parcelas do território brasileiro em que vivem. “No bairro da Liberdade, vai ter japonês e não-japonês? Só entra quem é japonês? Como um brasileiro não pode entrar numa terra porque é uma terra indígena?”, indagou o general Heleno. Os generais estão certos. Mas manda a prudência que eles guardem distância dos facões dos índios caiapós.
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http://www.terra.com.br/istoe-temp/edicoes/2012/imprime89706.htm
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