domingo, 26 de dezembro de 2010

Minérios Brasileiros Século de Exploração e Descaminho né Eliezer Batista?

Eike Batista disse: “Paguei meu imposto de renda com um cheque de 670 MILHÕES; 
 -Eliezer Batista (pai do Eike Batista), em 1965 já tinha doado todo o Manganês do Brasil. a preço de banana e disse: eu não sabia que valia mais, quando então aceitou o convite do Dr. Augusto Trajano Antunes para ser o presidente da MBR;
 -Não recusou o convite para retornar à Vale do Rio Doce que recebeu do professor Antônio Dias Leite (ministro de Minas e Energia de 1969 a 1974); 
-Por que? Eliezer Batista presidente eterno da vale não reconheceu e patrocinou para pesquisas o ITI ( o ITI descobriu o Nióbio em Araxá em 1953) que laços terá com os globalistas?;
-FORTUNA DOS BATISTAS Rico não vai para a cadeia;
-Em 1968, Eliezer Batista assumiu a diretoria da Itabira Eisenerz GMPH, em Dusseldorf (Alemanha Ocidental), lá casou!;
-Eliezer Batista DOAVA os bens da Vale, empobrecia o Brasil, os brasileiros;
-Como Presidente da Vale pela segunda vez, Eliezer Batista foi o responsável pelo Projeto --Grande Carajás, que doou para a clã Sarney os políticos do norte;
-1997 Vale do Rio Doce Privatização Fraudulenta e Ilegal, roubo;
É preciso que alguém obrigue Eike Batista a explicar como se tornou O HOMEM MAIS RICO DO BRASIL. Acho que quem pode fazer isso é a RECEITA FEDERAL. É A POLÍCIA FEDERAL, É O MINISTÉRIO PÚBLICO, É O SEU PAI ELIEZER BATISTA.

A venda feagaciana da Vale do Rio Doce, o maior patrimônio mineral do planeta, envolvendo solo, subsolo, água, portos, ferrovias e florestas, abrangendo nove estados do país. Falar em preço aí é pura ignomínia. É como vender sua própria mãe, todavia a mãe não é uma commodity, a mãe não tem preço, a não ser para os executivos da mineradora Billington e do Bank of America, Gencor e Anglo-American, os globalistas!
A venda da Vale do Rio Doce foi o suicídio da nação brasileira. Esse entreguismo (“crime inominável”) teria anulado as possibilidades do desenvolvimento atual e futuro da Amazônia.

PORQUE FHC DECRETOU O ARQUIVO SECRETO POR "MAIS" 60 ANOS E LULA DA SILVA ENDOSSOU... ISTO DEVE SER INVESTIGADO.

Dizia Bulhões que o Estado falira - A inflação destruía sua capacidade arrecadadora. Ninguém recolhia impostos indiretos. Sem recursos suficientes, para enfrentar mesmo os encargos mais rotineiros qualquer governador perde a capacidade de exercer autoridade e a sociedade caminhara para o desastre; - culparam Gougart pela falência da capacidade arrecadadora do Estado mas, em momento algum os governantes, a justiça e as autoridades governamentais, cobraram do Eliezer Batista, o retorno financeiro de todo o Minério que ele “vendeu” para o Japão... Quanto aos EUA houve um Acordo de Getúlio: O Brasil passou a fornecer aos americanos materiais estratégicos como bauxita, berilo e manganês e recebeu EM TROCA armas modernas e autorizou a instalação de bases militares americanas no Brasil, no Brasil Parnamirim (RN) era a mais importante. De lá decolaram entre 400 e 600 aviões para o combate na Europa e para a vigilância do Atlântico Sul, formando um cinturão de 1.700 milhas entre Natal e Dacar, na África... Mas isto aconteceu na época da 2ª, guerra por acordo feito por Getúlio. E após este período, permaneceu qual acordo de troca, para o descaminho dos minérios estratégicos. 
No final do século XVIII,foram descobertas as lavras de ouro de Conceição, Itabira e Santana e a exigência de técnicas de explorações sofisticadas fez surgir companhias de mineradoras que utilizavam a mão-de-obra escrava. Este segundo ciclo do ouro se estendeu até meados do século XIX. Na primeira metade do século XX, a economia de Itabira sofreu influência da conjuntura econômica internacional e nacional: o Congresso Geológico Internacional de Estocolmo, realizado em 1908, divulgou o potencial ferrífero do Brasil e atraiu o interesse de vários investidores estrangeiros na região. Assim, em 1910, um grupo de ingleses construiu a Itabira Iron Ore Company Limited com a intenção de garantir as reservas de minério e o controle da estrada de ferro que seria construída entre Minas Gerais e Espírito Santo. Com o fim da Primeira Guerra Mundial, o controle da Companhia foi transferido para um grupo de "investidores europeus e norte-americanos" liderados por Percival Faquhar, homem da confiança dos Rothschild
Getúlio Vargas, que não estudou em Harvard, mas sabia das coisas, deixou claro em sua Carta Testamento que o imperialismo é a política de expansão internacional dos monopólios. O trabalhismo surgiu em 1945 fazendo a denúncia dos super-lucros coloniais, “os lucros exportáveis”

O que os países ricos hoje querem do Brasil? Eles querem o potencial energético (biomassa) dos trópicos. As corporações multinacionais não são burras, não apostam seu futuro em pré-sal no fundo do mar. Como é que pode existir desenvolvimento sustentável se a economia brasileira não é autocentrada? não existe justiça ecológica sem justiça social, e no capitalismo inexiste justiça social.

Sofrendo pressões por parte dos seus grupos apoiadores, os nacionalistas e militares, Getúlio Vargas é impelido a tomar uma decisão a respeito da questão da exploração e exportação do minério de ferro. Assim, por meio de decreto, confiscou todo o patrimônio de Percival Farquhar nesse setor, e formou uma nova empresa, estatal. Estes entendimentos foram denominados os Acordos de Washington. Hoje, a Herdeira de Percival Farquhar, o lendário empreendedor norte-americano, luta para receber uma indenização - já ganha em última instância na Justiça - que pode chegar a US$ 3,3 bilhões. (01)

Getúlio Vargas em seu governo foi criado o Código de Minas que proibia a mineração no Brasil por estrangeiros; naquela época Eliezer Batista já rondava a Alemanha! Dessa forma, Farquhar estabeleceu sociedade com brasileiros e fundou a Companhia Brasileira de Mineração e Siderurgia. Com a Segunda Guerra Mundial e o acordo de Washington: ingleses cederam as minas, americanos financiaram 14 milhões de dólares,em decorrência dos quais, Getúlio Vargas assina o decreto n° 4.352 criando a Companhia Vale do Rio Doce.(02).


A ICOMI, foi fundada para concorrer com a própria Vale. Utilizando a ESTATAL para produzir lucros PARTICULARES.

Esta foto foi tirada no Porto suburbano de Leatron, em Nova York (EUA), na manhã do dia 11 de março de 1955, onde teve a presença do Dr. Augusto Trajano Antunes (ICOMI), Mr. Hummel (US Sttel) e Sr. Lerry James (representante da General Motors-GM, empresa que fabricou as 03 locomotivas que foram vendidas para a ICOMI, em contrato firmado em 1954). Essas locomotivas eram tipo diesel-elétricas SW de 1200HP, projetadas por engenheiros-ferroviários da Electro-Motive Division, setor vinculado à multinacional G.M.
Elas vieram diretamente dos EUA para o Brasil, chegando no canteiro de obras do Porto de Santana no início da tarde do dia 30 de março de 1955, nessa ocasião meu avô (soldador Luís Silva) assistiu a chegada dos maquinários e participou do desembarque, onde mais de 40 homens tiveram que usar a força dos braços e de alguns guinchos inconfiáveis para içá-los.Observe que ao fundo ainda nem existiam casas onde hoje fica a Avenida Santana.JOÃO LÁZARO  por e-mail

A chegada dessas locomotivas foi registrada por um correspondente da revista "Ferroviária", que tirou diversas fotos do momento do desembarque no cais da ICOMI que depois foram publicadas na edição de novembro daquela revista, com direito a uma extensa reportagem falando das nossas riquezas minerais e das intenções econômicas da mineradora.( Fonte: Fotos e informações históricas - contribuição  do amigo Emanoel Jordânio, blogueiro, pesquisador da história de Santana - via e-mail)
Augusto Antunes, paulista, engenheiro civil eletricista pela Escola Politécnica de São Paulo no ano de 1930. Transferiu-se pára o Estado de Minas Gerais, dedicando-se à área de mineração e fundando em 1942 a empresa Ind.e Com.de Minérios - ICOMI, assumindo a Direção Técnica. Em 1946, quando manteve os primeiros contatos com o Governador do Território do Amapá, Capitão Janary Gentil Nunes, interessado nas pesquisas minerais da região. Augusto Antunes visitou os locais onde foram localizadas as minas de manganês, acompanhado dos Srs. Homero Charles Platon e Mário Cruz, levando quantidade expressiva de minério para exames laboratoriais. A 6 de dezembro de 1947, represerntando o grupo ICOMI, assina na Representação do Governo do Amapá, no Rio de Janeiro o contrato de exploração das minas de manganês da Serra do Navio estando presentes ao ato o Governo do Amapá, Ministros, Deputados e Senadores. O início das atividades da empresa no Amapá ocorreu em 1948, com a chegada da equipe técnica, composta de engenheiros americanos, holandeses e ingleses que espantaram a população por nada entender do que falavam ou o que queriam. Em 1949 começaram a chegar a Santana os navios carregados de ferragens e equipamentos. Em 15 de novembro de 1950 o Congresso Nacional referendou os termos do contrato de exploração do minério de manganês pela ICOMI. Na década de 1950, Antunes já comandava o que viria a ser um dos maiores grupos privados da área de mineração do país. Nascia a Companhia Auxiliar de Empresas de Mineração - Caemi, que incorporou a Icomi e deu partida na exploração de manganês na Serra do Navio, no Amapá. Um caso emblemático foi o duelo, em meados da década de 60, contra a norte-americana Hanna Mining Leia.
Presidente JK (de terno à esq.) recebe das mãos do Dr. Augusto Antunes, uma placa alusiva ao primeiro embarque de manganês do Porto de Santana, ocorrido em 10 de janeiro de 1957, transportado pelo navio Areti-XS – Baltimore, que havia chegado no dia 9 e saiu no dia seguinte, levando 9.050,05 toneladas de manganês.
A cerimônia foi presenciada pelo Dr. Amilcar da Silva Pereira, que na época era o Governador do Amapá. Amilcar 
Pereira governou o Amapá no período de fevereiro de 1956 a fevereiro de 1958. 
Trem iniciando a descida da mina para o portoFoto: Icomi, 1964(–). Coleção: Flávio de Britto Pereira. 
 
JK ao lado de Trajano no primeiro embarque do Manganês do Amapá. O Brasil era o maior produtor de manganês do mundo. Como era de outros minérios, todos controlados por Eliezer Batista, presidente eterno da Vale, o entreguista, o traidor do Brasil.
Eliezer Batista (pai do Eike Batista), em 1965, aceitando o convite do Dr. Augusto Trajano Antunes para ser o presidente da MBR Trajano disse: "É certo que a humanidade viveu do trabalho escravo. Mas é preciso, por isso mesmo, eliminar as desigualdades e injustiças. Na medida em que o indivíduo tenha consciência disso, terá mais humildade e consciência de que do mundo nada se leva. (Lembra Eliezer? Foi o que você nunca aplicou...) Terá muito o que pagar e um dia a justiça será feita e tudo o que roubou do Brasil, tudo o que entregou a seu filho Eike e a não nacionais, será revelado. Será feita e Lei da Natureza, a Lei dos Minérios que são Brasileiros, não lhe pertence não.


Em 1964, logo após a Revolução Militar, Eliezer Batista foi ejetado da presidência da Vale do Rio Doce por determinação dos militares. Foi salvo do exílio pela intervenção de Antunes, que convenceu os generais  convidando Eliezer  para trabalhar com ele na MBR.

Em 1965, Antunes criou a Minerações Brasileiras Reunidas (MBR), resultado da junção de reservas da Caemi e da St. John Del Rey Mining, que havia sido comprada pela Hanna. Antunes ficou com 51% da nova empresa e os americanos com 49%. O projeto da Hanna Mining passava dos interesses da MBR e, por conseqüência, do Brasil. 

Em 1968, José Luiz Bulhões Pedreira governador da Guanabara em 1964 a pedido do ministro Roberto Campos, recebeu Eliezer Batista para discutir a implantação de um posto de minério para viabilizar a Companhia Siderurgica da Guanabara – Cosipa (hoje controlada pelo grupo Gerdau). Em atenção a pleito ao presidente Castelo Branco e o terminal de minério da Caemi para o Estado da Guanabara uma vez que o terminal de minério era crítico para o florecimento de uma zona industrial fundamental para a sobrevivência autônoma da Guanabara. No final prevaleceu a racionalidade da escolha de Guaiba/Guaibinha, no Estado do Rio como terminal da Caemi de Augusto Trajano empresa comprada pela Vale pós privatização. A Caemi como exportadora de minérios de ferro é peça-chave. Projeto este interrompido em 1967 e só retornado, com vigor à partir de 1968. 


Em 1968, Eliezer Batista  deixou a MBR. Não recusou o chamamento para retornar à Vale do Rio Doce que recebeu do professor Antônio Dias Leite (ministro de Minas e Energia de 1969 a 1974).  E a Vale não foi sequestrada, emparedada e destruída nos tempos da DOAÇÃO. Pelo menos 30 anos antes já era uma propriedade feudal de Eliezer Batista, que dominava e controlava a empresa, também doando seus  principais minérios, pelos mesmos preços aviltantes.

Porque a Polícia Federal, as autoridades, NUNCA contestaram Eliezer Batista? Qual ligação teve Batista com o poder oculto, interessado na desnacionalização do Brasil? Entregou para o seu filho Eike todos os veios minerais importantes, tudo mapeado. Será o seu filho Eike o dono? Ou será o seu filho Eike o laranja de não nacionais importantes? Porque Eliezer ficou tanto tempo na Alemanha? Muito mistério né Eliezer Batista. Um dia prestará contas Eliezer Batista se não aqui, em outro mundo e  a pena será sofrível viu?

Porque? Eliezer Batista presidente eterno da vale não reconheceu e patrocinou  para pesquisas o ITI ( o ITI descobriu o Nióbio em Araxá em 1953), Quando o cientista geoquímico Djalma Guimarães do ITI propôs, em uma entrevista, que o Governo de Minas devia formar um Fundo com uma pequena parte dos futuros lucros daquelas jazidas (royalties) para dar suporte a órgãos de pesquisa geocientíficas e agronômicas estaduais, houve um completo silêncio, que perdurou por vários governos, iniciando, naquela hora, um doloroso processo de decadência do ITI (Instituto de Tecnologia Industrial). A Fertisa, detentora das duas jazidas, foi logo extinta e sucedida, em 1957, pela Camig, que, por sua vez, foi também extinta, passando as jazidas e os royalties respectivos para a Metamig, que se transformou em Comig, em 1990. Esta última foi extinta em 2003, sendo criada a Codemig, que, hoje, administra, com invejável autonomia, os royalties que resultaram das pesquisas do velho ITI. (05)


FORTUNA DOS BATISTAS  Rico não vai para a cadeia 
Quem nasce Batista se reproduz na riqueza de outro Batista. Só o manganês não se reproduz, dá apenas uma safra). Mas como Eliezer foi sempre muito PREVIDENTE, controlou todos os minérios, que deixou para o filho, de "papel passado", ou então em indicações DEBAIXO DA TERRA. Mas com os mapas atualizados e do conhecimento APENAS DO FILHO, A MAIOR FORTUNA DO BRASIL, ANTES MESMO DE NASCER.

(O Brasil tem quase a totalidade da produção desses minérios, como tinha do manganês, raríssimos.
 E como tem do NIOBIO, ainda mais raro e IMPRESCINDÍVEL, 98 por cento de tudo o que existe no mundo). Alternando de pai para filho, afinal onde termina Eliezer e começa o Eike?

A partir do "Diário de Notícias" (1956/1962) e depois já na "Tribuna da Imprensa", Eliezer era personagem quase diário. O roubo das jazidas de manganês do Amapá, assunto exclusivo deste repórter, ninguém participava, Eliezer era tão GENEROSO com os jornalões, como foi depois com o filho Eike. O Brasil era o maior produtor de manganês do mundo. Como era de outros minérios, todos controlados por ele, presidente eterno da Vale.

Eliezer devastou o Amapá, entregou todo o manganês aos americanos, a "preços de banana" (royalties para o presidente dos EUA, Theodore Roosevelt, que inventou essa expressão para identificar os países debaixo do Rio Grande. Isso em 1902). No Porto de Nova Iorque, os navios que vinham do Brasil com manganês, atracavam lá longe para não provocar comentários. E este repórter dava o número dos navios, os nomes, o total da carga, o miserável preço da venda, EMPOBRECENDO o Brasil, ENRIQUECENDO os "compradores" e o grande  VENDEDOR (sem aspas) Eliezer Batista. Sempre Eliezer Batista, o expropriador, o destruidor da natureza brasileira e dos brasileiros. Passou para o seu filho Eike Batista a sua herança genética de enganar, furtar, praticar o descaminho, fraudar. 

Em 1968, Eliezer Batista assumiu a diretoria da Itabira Eisenerz GMPH, em Dusseldorf (Alemanha Ocidental), "ele foi obediente a Percival Faquhar?" posto no qual permaneceu até 1974. Quando da fundação da Rio Doce Internacional S.A., subsidiária da Vale em Bruxelas, tornou-se seu presidente. O que foi fazer na Alemanha Eliezer Batista? conte para o povo Brasileiro por favor Eliezer revele os mistérios que existem por detrás dos Minérios Brasileiros.

Eliezer Batista DOAVA os bens da Vale, parceladamente, mas mantinha a empresa, era mais lucrativa para ele.(04) Eliezer Batista doava para o seu filho, para outros laranjas, para não nacionais, Eliezer Batista o grande traidor da pátria.

Como Presidente da Vale pela segunda vez, Eliezer Batista foi o responsável pelo Projeto Grande Carajás, oficialmente conhecido por Programa Grande Carajás (PGC), que passou a explorar as riquezas da província mineral dos Carajás – abrangendo uma área de 900.000 km², cortada pelos rios Xingu, Tocantins e Araguaia, e englobava terras do sudoeste do Pará, norte de Tocantins e oeste do Maranhão. Tudo beneficiando os do norte,
os políticos do norte à praticar o descaminho, a manterem clãs políticas e NADA! NADA, ser arrecadado, somente desviado, expropriado.

1997 Vale do Rio Doce Privatização Fraudulenta e Ilegal

Em 1997 Eliezer Batista tornou-se um dos fundadores do Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentado (CEBDS) deixando neste ano a Rio Doce Internacional e assumindo uma cadeira no Conselho Coordenador de Ações Federais do Rio de Janeiro, da Federação das Indústrias do estado (Firjan). No segundo governo de Fernando Henrique Cardoso (1998-2002), foi membro do Conselho Coordenador das Ações Federais no Rio de Janeiro, órgão ligado à presidência da República, hoje é o principal conselheiro do filho Eike, o homem mais rico do Brasil ?.Fale Eliezer Batista o grande segredo do descaminho dos Minérios Brasileiros, quem é o laranja e quem tem o poder por detrás do seu grande silêncio e omissão

Riqueza vai, pobreza fica. Como um todo, um péssimo negócio. Mas para o BNDES, facilitar a transferência da riqueza dos pobres do Brasil para os ricos do país e do mundo e deixar aqui a pobreza é, ‘como um todo’, um bom negócio para você né Eliezer? Fale Eliezer Batista quanto dos seus empréstimos foram devolvidos, foram pagos para o BNDES?
No caso da ICOMI, a participação de capitais estrangeiros no negócio foi efetivada por intermédio da Bethlehem Steel Company.  

Tratou-se de associação efetivada ainda nos anos 50 do século passado e que ensejou, no decorrer de sua operação, a utilização de técnicas e práticas ambientais hoje julgadas como prejudiciais  e as quais legaram passivos ambientais que necessitam ser mensurados.
Icomi - Maquinários foram abandonados
Recomenda-se a efetivação de uma auditoria ambiental em todas as áreas industriais ocupadas pela ICOMI em especial na Serra do Navio.
http://www.observatoriosocial.org.br/download/ReGeicomiport.pdf
CAEMI / VALE –  Incorporação Confusa e Obscura:   
Caemi dona de 85% do capital da MBR. ... maior empresa de mineração do mundo, atrás da anglo-australiana BHP Billiton... (Caemi, que incorporou a Icomi)
Eike Batista disse: “Paguei meu imposto de renda com um cheque de 670 MILHÕES DE REAIS.  Deve ser verdade. Mas de onde vem essa fortuna, que segundo ele, é a maior do Brasil? Do pai, o melhor do Brasil? Ninguém duvida, as dúvidas estão todas na sua vida, ou melhor, na vida do pai, que montou sua herança, antes mesmo dele nascer. Ninguém tem uma trilha (que gerou o trilhão) de irregularidades tão grande quando Eliezer Batista.
PS5 – É preciso que alguém obrigue Eike Batista a explicar como se tornou O HOMEM MAIS RICO DO BRASIL. Acho que quem pode fazer isso é a RECEITA FEDERAL. É A POLÍCIA FEDERAL, É O MINISTÉRIO PÚBLICO, É O SEU PAI ELIEZER BATISTA.

http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=11364 Helio Fernandes  quarta-feira, 08 de setembro de 2010 |07:10


Fontes: Porta Retrato (Macapá/Amapá de Outrora)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Amazônia – PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO


Amazônia – PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO
    Adendo 02/01/2012:
    http://xa.yimg.com/kq/groups/15930296/1477287790/name/EXPEDIENTE%20NOBRE%20DA%20CAMARA%20DE%20VEREADORES%20DESANTAMARIA.pdf
    Amazônia
    PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO  

    Um paraíso verde, permeado pela abundância de rios caudalosos, que esconde riquezas ainda desconhecidas dos estudiosos. Suas florestas com árvores gigantescas localizadas em áreas ainda não exploradas pelo homem espicaçam a curiosidade estimulando a imaginação das mentes mais férteis originando as populares crendices.  
    Exploradores estrangeiros disfarçados de turistas e ambientalistas levam para os seus países, frutos, sementes, vegetais, insetos, animais, pássaros, répteis e diversidades biológicas, onde princípios medicamentosos e essências para cosméticos dão origem a novos remédios, produtos de beleza e de aplicação diversas. (No futuro água será causa de guerras  http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/no-futuro-agua-sera-causa-de-guerras/)

    A marcha para o oeste

    Orlando Villas Boas e os irmãos Leonardo e Cláudio encetaram uma marcha para o oeste do Brasil desbravando durante quatro anos mais de 1.000 quilômetros de rios e florestas. A aventura teve início em Aragarças, margens do rio Araguaia, em janeiro de 1946.  Parti rumo ao desconhecido, o temido oeste do território brasileiro, porta de entrada para o inferno verde – Amazônia.
    Os irmãos aventureiros foram os primeiros a atravessar as serras do Roncador e Cachimbo, descobrindo o rio Xingu onde mantiveram contato com povos indígenas.  Não foi fácil a conquista dessa terra desbravada com a cara e a coragem. Com apenas facões e enxadas, os heróicos exploradores abriram pistas de pouso para os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB), que levavam mantimentos e comunicações para aquela região isolada do resto do mundo. Orlando, Leonardo e Cláudio marcaram as suas passagens no rio Xingu, Rio das Mortes e demais rios amazônicos. Em seis de outubro de 1946 fizeram os primeiros contatos pacíficos com os temidos indígenas calapalos.
    A tomada de conhecimento e posse da conquista do inferno verde pelo povo brasileiro, que se acostumara a viver, curtir o conforto, beleza e vida fútil do litoral, desconhecendo toda imensidão e riquezas escondidas no interior deste gigantesco país, foi um presente que somente os verdadeiros e despojados heróis podem oferecer sem nada exigir para si em troca.
    (Ameaça à Amazônia – Perigo que alguns insistem em não ver http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/ameaca-a-amazonia-perigo-que-alguns-insistem-em-nao-ver/)

    Origem do nome do rio Amazonas
    Em 1541, o espanhol Francisco de Orellana navegando pelos rios a leste dos Andes com a missão de avaliar a dimensão das terras pertencentes a coroa espanhola, foi surpreendido por rios e mais rios que aumentavam a distância entre as suas margens, densas florestas e grande diversidade de animais.
    Durante a navegação pelos rios amazônicos, Francisco Orellana e a sua tripulação são atacados por silvícolas que disparam flechas envenenadas. O navegante e seus homens conseguem se livrar do ataque indígena. Entretanto, impressionado com a aparência dos nativos, que julga serem mulheres, por analogia com a mitologia grega – as mulheres guerreiras, amazonas – batiza o imenso rio com o nome Rio das Amazonas. 

    A maioria da população brasileira e das demais partes do mundo tem a idéia errônea de que a internacionalização da Amazônia é para conservá-la como patrimônio da humanidade. É um engano pensar que os países mais poderosos estejam preocupados com o futuro bem-estar do ser humano. Por trás desse falso interesse humanitário que pretende impedir a destruição da Amazônia por meio da desapropriação dos países que a têm, existe uma cobiça irrefreável de passar por cima dessas soberanias e explorar desde a biodiversidade florestal, os recursos hídricos, os minerais preciosos e principalmente os estratégicos que jazem no solo e subsolo da região.                                                                                                         
    (Heranças Malditas http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/herancas-malditas/)

    Países ricos querem o domínio do bioma amazônico
    Esmagadora maioria dos países, mais de 80% da humanidade, é indiferente à existência da Amazônia e não se manifesta em relação a sua conservação. A pressão contra o Brasil, no que se refere às áreas florestadas amazônicas, é exercida por países reconhecidos como colonizadores, ricos, em estado de reconhecida decadência, que esgotaram as suas riquezas, destruíram as suas florestas, poluíram o mundo, com tendências hegemônicas.
    A Amazônia é uma extensa planície localizada entre a curvatura formada pelas terras baixas da Cordilheira dos Andes a oeste, o Planalto das Guianas ao norte e ao sul o Planalto Brasileiro. Corresponde a 42% do território brasileiro com rica hidrografia e vasta floresta pluvial equatorial que se estende por 3,7 milhões de quilômetros quadrados. A Amazônia brasileira com 4.871.487 Km² compreende toda a Região Norte, englobando os Estados do Amazonas, Pará, Acre, Rondônia, Roraima e Amapá. Abrange também o oeste do Estado do Maranhão, o Estado do Tocantins e norte do Estado do Mato Grosso.
    O bioma amazônico, sistema constituído do solo, relevo, clima, fauna, floresta e outros componentes, há séculos visto com cobiça por países economicamente ricos, poderosos e desenvolvidos, que no passado destruíram suas coberturas florestais e hoje a pretexto de preservar as áreas florestais brasileiras exercem fortes pressões para a internacionalização da Amazônia.
    Devido à inacessibilidade e à precariedade da preservação da saúde resultante ao alto índice de insalubridade, a exploração econômica da Região Amazônica representa um desafio a ser enfrentado.

    Os motivos para a internacionalização
    Os Estados Unidos da América do Norte (EUA) e Inglaterra, França e Holanda (Países Baixos) estão na vanguarda da cobiça da Região Amazônica. 
    MAIOR RESERVA DE NIÓBIO DO PLANETA – MORRO DOS SEIS LAGOS (São Gabriel da Cachoeira na Cabeça do cachorro, norte da Amazônia) 
    Não existe intenção alguma de preservação do patrimônio florestal tropical para a humanidade.(Amazônia em perigo http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/amazonia-em-perigo/)
    Com o assustador crescimento da população mundial – atualmente 6,5 bilhões e em 2050 poderão ser nove bilhões –, superpovoamento em determinados países com cidades abarrotas de gente, desaparecimento de diversos países que serão engolidos pelo aumento do nível dos mares e oceanos, países constantemente assolados por abalos sísmicos e tsunamis, diminuição da água potável do planeta, esgotamento de recursos minerais e biodiversidade, e, por outro lado, a existência de gigantescos vazios territoriais desprezados na Amazônia brasileira é um irrecusável convite para que países hegemônicos empreguem ardilosas estratégias para ocupação desse abandonado bem territorial que os brasileiros estão menosprezando. E, para piorar a situação, devido à incompetência dos últimos governantes brasileiros estão obtendo resultados. (Perderemos o norte de Roraima e do Amazonas até a Cabeça do cachorro? http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/perderemos-o-norte-de-roraima-e-do-amazonas-ate-a-cabeca-do-cachorro/)

    A verdade que o povo precisa saber
    A opinião de inocentes brasileiros, favoráveis à entrega da Região Amazônica para garantia da preservação do bioma para países que tenham mais capacidade, retrata a profunda ignorância reinante no seio do povo. Esses países reconhecidamente escravagistas, arrogantes, solapadores das riquezas de nações ansiosas por desenvolvimento, enrustidos inimigos do Brasil, uma vez detendo o direito internacional de posse da Amazônia brasileira, rapidinho a devastarão para a extração de minerais preciosos, energéticos, estratégicos e demais riquezas, com fúria maior do que a dos maus brasileiros. (Nióbio – Riqueza desprezada pelo Brasil http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/niobio-riqueza-desprezada-pelo-brasil/)
    A intenção dos países hegemônicos é impedir o desenvolvimento, difundir a noção de incapacidade e instauração de pleno domínio das regiões mais ricas dos estados nacionais que querem evoluir para o estágio de nações desenvolvidas. O tipo de política intervencionista aplicada por meio de organizações não-governamentais (ONGs), nacionais e estrangeiras, a ação de organizações religiosas comprometidas com os seus propósitos, aproveitando a ignorância do povo e de autoridades, seviciando os corruptos e colaboracionistas, é presenciada atualmente na questão da retirada da população não-indígena da RIRSS – Reserva Indígena Raposa/Serra do Sol. A esse tipo de guerra, identificada como assimétrica ou irregular classificada como de 4ª Geração, está sendo contraposta um tipo novo de resistência que poderia muito bem ser denominada de “Defesa de 4ª Geração” – tem-se mostrado eficaz e já apresenta vitórias. (190 milhões de brasileiros poderão ser despejados do Brasil http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/190-milhoes-de-brasileiros-poderao-ser-despejados-do-brasi/) 

    Autor:
    Edvaldo Tavares – Médico, Diretor Executivo do Sistema Raiz da Vida www.raizdavida.com.br. Projeto Rondon I (1969) – acadêmico de medicina em Iauaretê/AM (Cabeça do cachorro). Projeto Rondon II (1970) – acadêmico de medicina em Parintins/AM. Projeto Rondon III (1971) – Chefe de Equipe em Dourados/MS. Foi membro da equipe precursora da instalação do Campus Avançado da UEG (Universidade do Estado da Guanabara em 1970) em Parintins/AM. Foi 1º Ten e Cap Médico do glorioso Exército Brasileiro na Colônia Militar do Oiapoque, Clevelândia do Norte/AP e Maj Médico Diretor do Hospital de Guarnição de Tabatinga, Tabatinga/AM.

    sábado, 18 de dezembro de 2010

    Minério no Nordeste a próxima fronteira brasileira

    Historicamente, o território brasileiro já deu origem a várias províncias minerais, do Tapajós, ao norte, ao Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, para não falar das gigantescas reservas de petróleo do pré-sal. E agora o país pode estar diante de mais uma fronteira para o setor mineral, com as descobertas de jazidas de vários minerais na região Nordeste. 

    Enquanto a Rio Tinto Alcan prospecta alumínio em Jaguaquara, cidade de 50 mil habitantes no sul da Bahia, a Bamin começa a produzir minério de ferro no Recôncavo Baiano em 2014, a um ritmo de 20 milhões de toneladas anuais e mediante US$ 2,5 bilhões em investimentos. 

    Outros estados do Nordeste, como o Rio Grande do Norte e o Ceará, também vem sendo alvo das empresas, com minerais ferrosos, potassa e diamantes, dentre outros, despertando a cobiça de mineradoras.




    Caetité - O geólogo que virou bilionário
    Resultado de imagem para O GEÓLOGO BAIANO JOÃO CARLOS CAVALCANTI

    O geólogo baiano João Carlos Cavalcanti, o JC, acabou de comprar o 38º carro da sua frota pessoal. Também está na lista de espera de uma Mercedes SR McLaren, de US$ 1,2 milhão - modelo que só existe na garagem de outros três brasileiros - e de um jato Hawker 900, para viagens internacionais. Será seu segundo avião. Ao mesmo tempo, reforma uma mansão em Salvador, uma casa de campo no interior de São Paulo e um resort em Itacaré. Pensa em abrir uma escola de elite, comprar um hangar e montar um banco de investimentos. JC, ainda um anônimo, é o mais novo sócio do clube dos bilionários do Brasil. 

    A fortuna do geólogo cresceu praticamente da noite para o dia, após uma grande descoberta de minério de ferro na Bahia. Desde que vendeu a jazida para o investidor indiano Pramod Agarwal, há dois anos, JC fala mais de cifras do que de pedras.

    Segundo fontes de mercado, ele recebeu US$ 210 milhões por 70% da reserva e, mais tarde, outros US$ 150 milhões pelos outros 30%. Agarwal é tido como o representante de Lakshimi Mittal, dono do maior grupo siderúrgico do mundo. Bancos europeus batizaram o projeto de Bahia Mittal, numa clara referência ao grupo. O geólogo está proibido por contrato de falar sobre o assunto. Ele diz que Mittal é seu amigo, de quem ganhou uma estátua de Ganesha (um deus hindu), que hoje habita o jardim de uma de suas mansões em Salvador.

    Depois da venda, JC tornou-se um descobridor em série de jazidas. Encontrou níquel em Tocantins e zinco em Minas Gerais e vendeu parte das minas para a Votorantim. Ainda continua sócio do grupo. Seu novo negócio é a GME4, uma espécie de banco de jazidas avaliado internamente em R$ 2 bilhões, em sociedade com o banco Opportunity, de Daniel Dantas. JC calcula que seu patrimônio vai atingir US$ 1 bilhão neste ano, incluindo aplicações financeiras, imóveis e participações em empresas. “Se eu for fazer as contas de Eike, já tenho mais de US$ 1 bilhão”, diz o geólogo.

    “Tudo o que tenho eu agradeço ao invisível”, diz JC, que é monge leigo, flerta com o Budismo e acredita em numerologia e astrologia. “Eike também é assim, Bill Gates é assim, Antonio Ermírio de Moraes é assim, Warren Buffett é assim”, diz, sem modéstia. “Toda vez que chego ao campo, entro em silêncio. Aí as coisas vêm.”

    As “coisas” não vieram fácil para JC. Quem conversa com ele percebe a necessidade que o empresário tem de ser reconhecido. Embora diga que ganhou o primeiro milhão antes dos 30 anos, trabalhando como consultor, o geólogo não foi levado a sério pelos seus pares. Por ser polêmico, exibicionista, ter fama de brigão e de exagerar nas histórias que conta, o mercado não lhe deu credibilidade. “Eles têm inveja de mim. É um bando de geólogos de sapato de bico fino”, diz JC. 

    CONFLITO

    A sua primeira descoberta de minério de ferro, a norte de Caetité, foi derrubada publicamente em um seminário de mineração em Ouro Preto (MG). “Muitos o chamaram de maluco. Mas quem legitimou foi quem comprou”, diz o diretor-adjunto do Departamento Nacional de Produção Mineral da Bahia (DNPM), o geólogo João César Freitas Pinheiro. 

    O empresário Eike Batista comprou a reserva e criou a IRX, da qual JC ainda detém 5% das ações. A relação entre os dois é conflituosa. Procurado, Eike não quis dar entrevista. A reserva foi avaliada por João Carlos Müller, consultor contratado pelo Rio Tinto, parceira de Eike no negócio. Ele viajou até Caetité e não encontrou nada, segundo a Rio Tinto. “Esse sujeito é um destruidor de jazidas”, defende-se JC.

    Até vender a primeira mina de ferro, JC gastou mais de US$ 1 milhão do bolso para começar as pesquisas. O geólogo já era rico, mas teve de vender casas de praia, carros e raspar a poupança. Trocou o terno e a gravata por bota e chapéu. Dormiu no mato, subiu serra. “Nunca tive e não pretendo ter relação pessoal com ele, mas é preciso reconhecer o mérito de JC. Ele chegou primeiro”, afirma o diretor-geral do DNPM, Teobaldo Rodrigues de Oliveira Júnior. “O ferro existia, mas o preço era tão baixo que ninguém ligava.”

    Pouco antes de JC começar a perfurar o solo baiano, o ferro estava cotado a US$ 10. Hoje vale pelo menos dez vezes mais. O geólogo diz que foi desafiado a pesquisar ferro por um grupo siderúrgico espanhol e por um banco de investimentos. “Só se falava de ferro em dois lugares no Brasil: Minas Gerais e Pará. Mas geologia não tem fronteira”, diz JC. 

    O geólogo não saiu a campo aleatoriamente. O mapa da mina foi um artigo publicado numa revista de mineração em 1937. Nele, o engenheiro de minas Otto Henry Leonardo Júnior já falava das ocorrências de minério de ferro em Caetité. “Parece que essa coisa estava guardada para mim”, diz. 

    Na geologia, é mais ou menos assim. No Brasil, quase tudo já foi estudado e catalogado de alguma maneira. “A descoberta é muito mais da oportunidade de mercado de minério de ferro do que da mina propriamente dita, que já estava mapeada”, diz Pinheiro. “Mas o caso do JC é raro. No Brasil, a geologia rendeu mais políticos do que empreendedores.”

    16/06/2008 - Por: iGuanambi/ Com informações da Folha de São Paulo

    quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

    Catalão de Goiás Nióbio

    http://www.angloamerican.com/aal/business/other_mining/products/products_06/                                        Niobium
    Our wholly-owned niobium mine, Mineração Catalão de Goiás, in Brazil is one of the three principle producers of niobium in the world.

    • Tradução: Nossa [deles?] mina de nióbio subsidiária integral, a Mineração Catalão de Goiás, no Brasil é um dos três produtores princípio de nióbio do mundo.
    •  - Vista aérea de Catalão, Brasil
    •  - Mineração Catalão de Goiás produz e exporta ferronióbio. O minério é extraído do poço de Boa Vista abertos e processados em Ouvidor, no estado de Goiás, a 800 quilômetros a noroeste do porto de Santos.
    •  - Catalão é um dos três principais produtores de nióbio do mundo, com toda a sua produção ser exportada para indústrias de aços especiais na Europa, América do Norte, Ásia, Austrália, África e Oriente Médio.
    •  - O nióbio é usado como elemento de micro-liga de aço para criar uma liga que é mais forte, mais durável e também proporciona maior facilidade de moldagem e soldagem. Misturas de aço e nióbio têm sido utilizados na construção de tubos para água e esgoto, componentes em diversos tipos de automóveis e na criação de varas de soldagem. O elemento é também usado em uma série de produtos de aço inoxidável,especialmente os itens para o lar.

    terça-feira, 7 de dezembro de 2010

    Nióbio de MG é chave


    07/12/2010

    Thobias Almeida
    Internacional


    As riquezas do subsolo de Minas Gerais são consideradas vitais para a segurança dos Estados Unidos. A informação surgiu ontem em mais um turno de vazamentos de documentos sigilosos norte-americanos promovido pelo site Wikileaks. A lista de locais estratégicos ao redor do globo, elaborada em 2009 a pedido do Departamento de Estado dos EUA, não surpreende especialistas em relações internacionais, dado o histórico da diplomacia americana e o cuidado redobrado com a segurança nacional presenciado na última década. 

    Os documentos revelam que o nióbio e o minério de ferro presentes em Minas chamam a atenção do radar americano. “Recursos como esses são estratégicos e se tornam preocupação tanto pela questão do fornecimento em caso de conflito quanto pelo destino comercial dado a eles ”, explica o professor do Departamento de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), Onofre dos Santos.

    O professor aponta a crescente importância de alguns minerais no atual cenário de escassez de matrizes energéticas. “Há uma corrida pelo controle de fonte de recursos que todos sabem que são estratégicas para o futuro. O nióbio é um exemplo”, aponta Santos.

    O Brasil detém 90% das reservas mundiais do minério e Minas é o principal produtor. A maior mina do mundo está em Araxá, no Alto Paranaíba. O minério apresenta propriedades muito valorizadas, como a resistência à corrosão e a temperaturas extremas, o que expande o uso para variadas cadeias produtivas, desde a automobilística até a fabricação de tubos condutores, como os usados no transporte do petróleo. No entanto, é seu uso na fabricação de armas e o uso na indústria aeroespacial que é considerada mais estratégica. 

    Onofre dos Santos não prevê abalos na relação Brasil-EUA a partir da divulgação e acredita que a atenção americana a recursos naturais brasileiros já era de conhecimento do Itamaraty. “A política internacional tem duas faces, a oficial e a oculta. Todos sabem que há espionagem, a questão é vir a público”, avalia o professor. Segundo ele, os EUA sempre usaram as embaixadas não somente para a prática diplomática, mas também para obter informações preciosas e vigiar amigos e inimigos. 

    Santos diz que, além do pano de fundo da segurança, como a possibilidade de fontes de recursos essenciais virem a se tornar alvos de ataques terroristas, a questão econômica também fala alto. “Países de economia avançada estão nessa corrida, eles necessitam destes produtos. Assim, Minas pode sim ser visto como interessante, mas nada que chegue a preocupar” , opina o especialista, afastando a hipótese de um domínio concreto dos americanos sobre riquezas naturais brasileiros.

    Além dos minérios presentes em Minas, reservas em Goiás e cabos de telecomunicações submarinos com ramificações em Fortaleza (CE) e no Rio de Janeiro (RJ) também são apontados como vitais, de acordo com os documentos publicados pelo Wikileaks. “Os americanos até hoje estão paranóicos com a segurança. O problema é que, devido a posição brasileira de se relacionar compaíses considerados párias pela diplomacia americana, como Irã e Venezuela, há a desconfiança sobre o destino de produtos estratégicos”, esclarece o professor.

    segunda-feira, 18 de outubro de 2010

    Índios são jogo de manobra dos governantes entreguistas, leiloar o Brasil para enriquecerem.

    adendo: agosto 2018.
    A CIMI, a FUNAI, as ONGs, a CNBB atua no norte do Brasil,  com aval do governo entreguista brasileiro, com aval do Vaticano gerenciado pela igreja católica/anglicana(o lúcifer via Inglaterra), com apoio dos exércitos infiltrados envolvidos no lesa-pátria. No norte do Brasil  são poucos os verdadeiros índios (inocentes) envolvidos com a NWO maçônica, a maioria são os mercenários nacionais e internacionais infiltrados como falsos índios. No entanto, em Roraima, no norte do Brasil, não apenas os índios ficaram cegos pela ideologia maçônica, os políticos e muito da população 70% funcionários públicos, também,  “sem saberem verdadeiramente o significado dessa crença e qual o objetivo dela dentro do Brasil porque a verdade acima do grau 33,  jamais aos pedreiros subordinados,  será revelada.  NO ENTANTO, HOJE, esses ocupantes do norte do Brasil estão desesperados com os mercenários venezuelanos e outros infiltrados e ainda não perceberam(espero que acordem), que  apoiados pelas leis maçônicas dentro do Brasil, estão a aterrorizar os brasileiros  instalados com história milenar dentro dessas regiões, esses moradores ligados as leis  maçônicas não sabem ainda o que de pior está por vir, e o pior é que defendem a maçonaria dizendo: existem várias divisões da maçonaria! Não existe não! A maçonaria é única e doutrinada pelos mesmos senhores, que querem o norte do Brasil para a NOW deles e o povo roraimense e redor perderá seu habitar, acordando para a verdadeira  ideologia da crença tarde demais.  https://agroemdia.com.br/2018/08/24/maconaria-chega-a-indigenas-da-amazonia/

    adendo: junho/2016.

    TODOS OS GOVERNANTES CIVIS ESTÃO COMPROMISSADOS COM A 
    VENDA DO BRASIL, 
    A DESTRUIÇÃO DA SOBERANIA BRASILEIRA. INCLUINDO A USURPADORA ONU A SERVIÇO DA NOVA ORDEM GLOBALISTA.



    NÃO SÃO OS ÍNDIOS OS CAUSADORES, OS VERDADEIROS ÍNDIOS SÃO ÀS VÍTIMAS,  OS ÍNDIOS SÃO JOGO DE MANOBRA, SÃO OS GOVERNANTES ENTREGUISTAS QUE ESTÃO LEILOANDO O BRASIL PARA ENRIQUECEREM. NÃO EXISTE TRANSPARÊNCIA ENTRE OS GOVERNANTES BRASILEIROS. 
    E AS FFAA, O ALTO ESCALÃO, O EXÉRCITO BRASILEIRO SE CALA.
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    18/10/2010:

    Índios querem criar Estado independente em Roraima, diz Abin 
    MENTIRA! NÃO SÃO OS ÍNDIOS, É A FUNAI A SERVIÇO DA NWO.

    Relatório à Presidência diz que conselho indígena quer formar "cinturão" de reservas
    MENTIRA!  O conselho indigenista quer a Amazônia toda vejam as Diretrizes N. 4 feita por eles:
    https://mudancaedivergencia.blogspot.com/2014/05/diretrizes-no-4-ano-0-do-conselho.html

    MATHEUS LEITÃO

    LEONARDO SOUZA 

    DE BRASÍLIA


    Um relatório da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) revela preocupação com a criação de um Estado indígena independente em Roraima, "com apoio de governos estrangeiros e ONGs".
    O documento, ao qual a Folha teve acesso, foi enviado pelo serviço secreto para o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência em 2010. O texto diz que índios de RR teriam o desejo de "autonomia política, administrativa e judiciária".
    Em nota, o GSI afirmou que "não se pronuncia sobre atividades de inteligência".
    O relatório diz que o CIR (Conselho Indígena de Roraima) "passou a defender abertamente a ampliação e demarcação de outras terras indígenas" após o julgamento da reserva Raposa/Serra do Sol pelo STF em 2008.
    A preocupação da Abin é que o CIR forme "um cinturão de reservas indígenas". Segundo a Funai, as 32 terras indígenas de Roraima ocupam 46% da área do Estado.


    MILÍCIAS ARMADAS

    Apesar das rivalidades entre as nove etnias indígenas de RR -o que dificulta a criação de um Estado independente- a Abin acredita na existência de milícias armadas. "Revólveres e espingardas foram encontrados e teriam sido contrabandeadas da Venezuela e da Guiana."
    A Abin diz ainda que a advogada licenciada do CIR, Joênia Batista de Carvalho, confidenciou um desejo dos índios junto ao Congresso: a transformação da Raposa/ Serra do Sol no primeiro território autônomo indígena.
    A advogada nega e diz que "é absurda a intenção da Abin em procurar o afastamento geral da sociedade contra os índios".
    A agência também se mostra preocupada com a ratificação do Brasil à Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, assinada em 2007 na ONU. Para a Abin, se confirmado pelo Congresso, torna ineficaz "as restrições elaboradas pelo STF ao usufruto da terra pelos índios".
    As ressalvas impostas pela corte são o marco constitucional para terras indígenas e em futuras demarcações. Elas dão usufruto das terras para os índios, mas as mantêm sob as rédeas da União.
    "Nós já fizemos a nossa parte. Que o governo seja digno ao fazer a parte dele", afirma o ministro Ayres Britto, relator do processo.


    OUTRO LADO

    Por e-mail, o CIR informou que "nunca propugnou a criação de uma nação independente" e"sempre atuou no sentido de promover a cidadania plena dos povos indígenas como membros do Estado brasileiro", ajudando "na inclusão de nossos povos como determina a Constituição Federal".

    REPORTAGEM DA FOLHA DE SÃO PAULO DE 2006.

    quarta-feira, 6 de outubro de 2010

    INDIO CARLOS PANKARARUÀ CARTA-RESPOSTA À REVISTA "CAROS AMIGOS"



    Nós, Carlos Pankararu, Lúcia Munduruku e Korubo, líderes do Acampamento Indígena Revolucionário (AIR), agredidos pela revista Caros Amigos Especial, que, no nosso ponto de vista, essa edição pode ser mais uma idéia dos brancos para ganharem altas fontes de renda nas costas dos índios - como tem acontecido com muitas organizações de brancos que trabalham com índios e que se mostram santinhos, mas que, na verdade, são demônios de alta periculosidade. 


    Nós, indígenas, se não nos cuidarmos, ficaremos sem terras, sem rios, sem matas e jogados à própria sorte.


    A edição especial desse mês de outubro da "Caros Amigos" publicou muitas mentiras para denegrir a imagem do Movimento Indígena Revolucionário, na intenção de melhorar a situação do Partido dos Trabalhadores (PT), que fez muitas cagadas contra a população indígena. Um dos maiores crimes foi colocar um incompetente, Márcio Meira, como presidente da FUNAI, o qual já tinha sido expulso do Ministério da Cultura pelo ministro Gilberto Gil.


    Analisem que máfia miserável que está mantendo este presidente da FUNAI, o padrinho de Márcio Meira é o deputado Paulo Rocha do PT, super conhecido por estar envolvido no mensalão. O ministro da Justiça também é do PT, um anti-índio que publica uma portaria dando poderes à Força Nacional para atirar em índios dentro da sua própria casa, a FUNAI.


    Somos obrigados a aceitar um presidente da FUNAI corrupto, que não está na FUNAI para defender os índios, mas sim para abrir as portas do PAC dentro dos Territórios Indígenas, assim como Belo Monte e assim como o Decreto 7.056/09, como também Portarias de polícias dentro dos órgãos da FUNAI.


    Além disso, muitas coisas ruins virão pela frente se esse miserável presidente continuar. Se Dilma Roussef ganhar, nós índios brasileiros, estaremos com processo acelerado de extermínio.


    Queremos dizer para os governos, principalmente, para o Presidente da República, que o AIR não teve vínculo ou incentivo do ex-presidente da FUNAI, Mércio Gomes: o Acampamento Indígena Revolucionário nasceu espontaneamente, criado por indígenas que têm a visão de águia e conseguem ver o perigo à distância.


    Este movimento iniciou-se em janeiro, basicamente com 700 índios ou mais, inclusive índios que fazem ou faziam parte da CNPI, como é o caso de Caboclinho, Kretã Kaingang, Neguinho Truká e outros. Isto comprova que a insatisfação veio por parte também de membros do conselho dirigido pelo PT.


    É uma pena que no decorrer do tempo alguns desses indígenas se corromperam para este governo do PAC, mas quero deixar claro que o AIR lutou contra estes projetos que são ameaças à população indígena em todas as nossas audiências.


    Nós fomos contra a Usina de Belo Monte, contra a mineração em Territórios Indígenas e contra bases militares dentro de TIs. Nós fomos e ainda somos contra tudo aquilo que é ruim para nós, principalmente, quando querem fazer na marra, na raça, sem negociação justa. Assim como o governo Lula quer fazer, com abuso de poder.


    Nas marchas que estavam o CIMI e a COIAB, quem estava com quantidade de índios era o AIR.


    Hoje, a FUNAI não é mais do índio, pois ela virou uma agência de ong’s com um presidente que pertence ao ISA (Instituto Sócioambiental), chamado Márcio Meira.


    A CNPI também é presidida por esse tal de Márcio Meira. E o que é CNPI? É o CIMI, COIAB, ISA, CTI, APIME, APIB, CIR, CESE, APOIME, Missão Kaiowá, entre outras tantas ONGs. Essas, sim, vivem de ganhar fortunas às custas dos índios e nada de bom têm mostrado às comunidades.


    Quando fazem um movimento é de 4 ou 5 dias, chorando misérias. Nós, do AIR, nos mantemos por nove meses sem ganhar um centavo do governo, simplesmente vivendo de doações. Todas as organizações sabem disso e nunca tiveram coragem de nos ajudar com nada. Ao contrário, fizeram foi nos ofender, como no caso de Paulo Maldos, assessor do Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva, que junto do vice-presidente da FUNAI, Aluysio Guapindaia, e da assessora do Ministério da Justiça, Ana Patrícia, ofereceram hotéis de luxo e a mais descarada propina disfarçada sob o eufemismo de “reposição de gastos” para que encerrássemos o protesto. Mas não aceitamos, porque temos objetivos puros e bons para o nosso povo. Faríamos uma fogueira com esse dinheiro, caso tivesse chegado em nossas mãos e chamaríamos a imprensa para mostrar um pouco do que é chamada “política indigenista” do Governo Lula.


    Tudo o que nessa carta citamos, temos provas nas mãos, tanto impressas quanto audiovisuais. O que aqui estou falando não é nem 10% do que o governo tem feito de malefício aos povos indígenas, não é nem 1% do que sabemos. Um dos exemplos: ataques policiais sem ordem judicial, crianças indígenas agredidas, mulheres e idosos indígenas arrastados, gestantes indígenas perdendo filhos, prisões ilegais de indígenas - tudo isso defronte ao Ministério da Justiça e do Congresso Nacional, a mando do governo Lula.


    Estamos à disposição da justiça e da opinião pública para provar o que dizemos e, nós, do Movimento Revolucionário Indígena exigimos DIREITO DE RESPOSTA da revista Caros Amigos, publicação da Editora Casa Amarela. Assim como, exigimos provas judiciais de que no AIR não tinha lideranças – até mesmo porque o Acampamento Indígena Revolucionário era apenas uma mera base na Esplanada dos Ministérios e o Movimento Indígena Revolucionário é nacional, capilarizado em vários Estados da Federação.Também exigimos judicialmente provas de que o ex-presidente da FUNAI, Mércio Gomes, algum dia deu suporte ou dirigiu, de alguma forma, o Movimento Indígena Revolucionário.


    Atenciosamente,
    Carlos Pankararu, Lúcia Munduruku e Korubo,
    fundadores do Acampamento Indígena Revolucionário (AIR).





    Política Indigenista do Governo Lula para os Povos Originários Brasileiros
    | 
    (Foto por Bruno Costa)


    CARTA-RESPOSTA DE CARLOS PANKARARU À REVISTA “CAROS AMIGOS”




    Carta-Resposta do Movimento Indígena Revolucionário à publicação burguesa Caros Amigos, que, na edição especial de outubro, supostamente financiada por Ongs indigenistas aliadas à gestão petista da Funai, vedou a participação de representantes indígenas na revista – com exceção a dois quadros dessas mesmas Ongs e um representante de conselho do Ministério da Cultura – e, ignorando a Resistência Espontânea dos Povos Originários à supressão de seus Direitos constitucionalmente garantidos pelo Decreto 7056/09 e às agendas etnocidas e genocidas do Presidente Lula e do PAC durante NOVE MESES instalada diante do Ministério da Justiça e do Congresso Nacional no Acampamento Indígena Revolucionário (AIR), com mais de sete centenas de militantes na Esplanada e dezenas de milhares em todo o Brasil, afirma que o protesto teria tido o suporte do ex-presidente da Funai, o filósofo e antropólogo Mércio Gomes, reduzindo um levante legítima e naturalmente gerado nas aldeias indígenas contra o fechamento covarde dos Postos e Administrações da Funai e um movimento indígena autêntico que levou aos Poderes da República uma pauta de reivindicações nascida das discussões entre lideranças indígenas e comunidades das mais diversas etnias brasileiras, algo completamente inusitado e inédito na História das relações entre Povos Indígenas e Estado Brasileiro, a uma “briga de brancos”pelo poder.


    Em nenhum momento, durante os nove meses em que o AIR esteve instalado na Esplanada dos Ministérios (ou mesmo depois do refluxo estratégico do Movimento), nenhuma das lideranças, membros ou apoiadores do Acampamento Indígena Revolucionário foi procurado pelos repórteres Bianca Pyl ou Maurício Hashizume – ambos colaboradores do CIMI (Conselho Indigenista Missionário), entidade devoradora de recursos públicos nacionais e estrangeiros instalada no Governo Federal e formada por agentes para-eclesiásticos e eclesiásticos do Vaticano em solo brasileiro que, em 12 de junho de 2010, por meio de Paulo Maldos, do Gabinete Pessoal do Presidente Lula, do Vice-Presidente da Funai, Aluysio Guapindaia, e da representante do Gabinete do Ministro da Justiça, Ana Patrícia, assessorados por agentes à paisana, tentaram corromper as lideranças do Acampamento Indígena Revolucionário para que encerrassem protesto – para saber quem forneceu ou fornece suporte ao Movimento Indígena Revolucionário.


    Deixamos claro que o suporte do professor Gomes muito nos honraria, mas a tentativa de vinculá-lo ao protesto do AIR é mais uma tentativa "chapa-branca" de deslegitimar as vozes indígenas que se ergueram espontaneamente contra a política genocida do Governo Federal, levada a cabo pelo Ministério da Justiça, Funai e Casa Civil, entre outros violadores de direitos - tão criminosa quanto a nota da Funai, distribuida à imprensa na segunda semana de julho corrente pela assessoria de comunicação (que se esconde sob anonimato), negando a condição de indígenas aos manifestantes na Esplanada dos Ministérios.


    O Movimento Indígena Revolucionário exige da publicação Caros Amigos, da editora paulista Casa Amarela, DIREITO DE RESPOSTA e exigirá judicialmente provas cabais de que o pensador Mércio Gomes esteve em algum momento dando suporte ao Acampamento Indígena Revolucionário, manifestação espontaneamente nascida das bases indígenas, uma combustão espontânea deflagrada pela revolta com a traição do governo petista aos Povos Indígenas Brasileiros totalmente LIVRE, INDEPENDENTE E AUTÔNOMA, SEM APOIO DE ONGS, GOVERNOS OU DE MENTORES E/OU FINANCIADORES “BRANCOS”.


    A publicação mensal Caros Amigos, publicação burguesa que simula dialogar com os movimentos sociais, nos parece ratificar o preconceito hegemônico da sociedade envolvente, expresso em entidades nocivas aos Povos Originários como o CIMI, ISA, CTI, CIR, Missão Kaiowá, entre outras que usam a questão indígena para angariar recursos, algumas dessas comprovadamente envolvidas na mais grossa corrupção, e em indivíduos escroques e venais, tais como Márcio Meira, Marcio Santilli, Aluisio Azanha, Dom Erwin Kräutler, Aluysio Guapindaia, Cristiano Navarro, Paulo Maldos, Antonio Salmeirão, Ana Patrícia, Glaucia Elaine de Paula, entre outros tantos que não acreditam no indígena como Sujeito Político capaz de construir a sua própria História.
    http://acampamentorevolucionarioindigena.blogspot.com/2010/10/carta-resposta-de-carlos-pankararu.html