terça-feira, 30 de agosto de 2011

Rio Hamza de uma ponta a outra pelas bacias de Solimões, Amazonas e Marajó, até adentrar no Oceano.

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Indícios da existência de um rio subterrâneo, com a mesma extensão do Rio Amazonas, que estaria a 4 mil metros abaixo da maior bacia hidrográfica do mundo, foram divulgados neste mês em um estudo realizado por pesquisadores da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional (ON), no Rio de Janeiro.
O Rio Hamza nasce no Peru, na Cordilheira dos Andes, mesma região que o Rio Amazonas. “Essa linha de água permanece subterrânea desde sua nascente, só que não tão distante da superfície. Tanto que temos relatos de povoados daquele país, instalados na região de Cuzco, que utilizam este rio para agricultura. Eles sabem desse fluxo debaixo de terrenos áridos e por isso fazem escavações para poços ou mesmo plantações”, afirmou o pesquisador do pesquisador indiano Valiya Hamza do Observatório Nacional.
O fluxo da água deste rio segue na vertical, sendo drenado da superfície até dois mil metros de profundidade. Depois, próximo à região do Acre, o curso fica na horizontal e segue o percurso do Rio Amazonas, no sentido oeste para o leste, passando pelas bacias de Solimões, Amazonas e Marajó, até adentrar no Oceano.
“A água do Hamza segue até 150 km dentro do Atlântico e diminui os níveis de salinidade do mar. É possível identificar este fenômeno devido aos sedimentos que são encontrados na água, característicos de água doce, além da vida marinha existente, com peixes que não sobreviveriam em ambiente de água salgada”, disse.
Características – A descoberta é fruto do trabalho de doutorado de Elizabeth Pimentel, coordenado por Hamza. Ela indica que o rio teria 6 mil km de comprimento e entraria no Oceano Atlântico pela mesma foz, que vai do Amapá até o Pará. A descoberta foi feita a partir da análise de temperatura de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980.
“A temperatura no solo é de 24 graus Celsius constantes. Entretanto, quando ocorre a entrada da água, há uma queda de até 5 graus Celsius. Foi a partir deste ponto que começamos a desenvolver nosso estudo. Este pode ser o maior rio subterrâneo do mundo”, afirma Hamza.
“Não é um aquífero, que é uma reserva de água sem movimentação. Nós percebemos movimentação de água, ainda que lenta, pelos sedimentos”, disse o pesquisador cujo sobrenome batizou o novo rio.
De uma ponta a outra – Apesar de ser um rio subterrâneo, sua vazão (quantidade de água jorrada por segundo) é maior que a do Rio São Francisco, que corta o Nordeste brasileiro. Enquanto o Hamza tem vazão de 3,1 mil m³/s, a do Rio São Francisco é 2,7 mil m³/s. Mas nenhuma das duas se compara a do rio Amazonas, com 133 mil m³/s.
“A velocidade de curso do Hamza é menor também, porque o fluxo de água tem que vencer as rochas existentes há quatro mil metros de profundidade. Enquanto o Amazonas corre a 2 metros por segundo, a velocidade do fluxo subterrâneo é de 100 metros por ano.
Outro número que chama atenção é a distância entre as margens do Hamza, que alcançam até 400 km de uma borda a outra, uma distância semelhante entre as cidades de São Paulo e o Rio de Janeiro.
“Vamos continuar nossa pesquisa, porque nossa base de dados precisa ser melhorada. A partir de setembro vamos buscar informações sobre a temperatura no interior terrestre em Manaus (AM) e em Rondônia. Assim vamos determinar a velocidade exata do curso da água”, complementa o pesquisador do Observatório Nacional. (Fonte: Eduardo Carvalho/ Globo Natureza
fonte:
http://www.guardian.co.uk/environment/2011/aug/26/underground-river-amazon

domingo, 28 de agosto de 2011

Nióbio Aplicação na indústria espacial e nuclear

Barra pura do nióbio da alta qualidade

Barra pura do nióbio da alta qualidade

O Brasil produz 70 mil toneladas do nióbio por ano, segundo dados do Departamento Nacional de Produção Mineral. Ele foi descoberto em 1801, na Inglaterra, por Charles Hatchett, que lhe deu o nome de colúmbio. Anos depois, foi “redescoberto” por Heinrich Rose, ao tentar fragmentar o tântalo. O químico alemão, porém, não se deu conta de que era a mesma substância e o batizou de nióbio, em homenagem à Níobe, filha do rei Tântalo. 

O material só começou a ser bastante utilizado no século seguinte. A partir de 1925, substituiu o tungstênio na produção de ferramentas de aço. Anos mais tarde, colaborou na prevenção de corrosão intergranular em aços inoxidáveis. Mesmo assim, o nióbio ainda tinha um alto custo e era utilizado mais como subproduto do tântalo. 

A situação só mudou nos anos 50, quando as reservas naturais de nióbio no Brasil e no Canadá foram descobertas. O interesse, a partir disso, só aumentou. Na mesma década, a corrida espacial fez com que cientistas descobrissem o nióbio como o mais leve entre os metais refratários e o usassem em ligas para utilização nas indústrias espacial e nuclear. A aeronáutica também utilizou o produto para o aperfeiçoamento de suas turbinas. 

Anos mais tarde, foi a vez de a indústria automobilística se beneficiar das facilidades do nióbio. Com a mistura do metal com o aço carbono comum, criou-se uma microliga usada na fabricação de veículos. A ligação com o aço representa 75% do uso de nióbio no mercado mundial. 

Atualmente, é bastante utilizado na fabricação de tubos transportadores de água e petróleo a longas distâncias. Quando entra em contato com o ar em temperatura ambiente, deixa a coloração cinza brilhante para ganhar tons de azul. Por conta da cor, é usado ainda na produção de joias e piercings. (MB/AAN) 
Fonte: Ciência,Tecnologia,Inovação. http://www.rac.com.br

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Nióbio pode ser substituido pelo Manganês?

Substituir o Minério Nióbio é como comer margarina ou invés de manteiga
O mundo depende da produção brasileira

Óxido do nióbio (Nb2O5)http://portuguese.alibaba.com

Potências mundiais como Estados Unidos e Japão dependem do nióbio do Brasil. Mas ele pode ser substituído por manganês e vanádio, cujos maiores produtores são África do Sul, China e Rússia. “Trocar o nióbio pelo vanádio é como comer margarina ou invés de manteiga. O nióbio tem mais qualidade, é superior, mas o vanádio pode ser usado em qualquer aplicação”, explicou o economista do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Rui Fernandes Pereira Júnior. O Brasil não exporta o nióbio puro, mas uma liga de ferro-nióbio, informa o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Para o economista, o medo de perder mercado faz com que o Brasil não interfira diretamente no preço. A tonelada da liga é vendida a US$ 26 mil e era o segundo metal mais rentável na pauta de exportação, atrás do minério de ferro, até o ano passado, quando perdeu a posição para o ouro, diz o Ibram. “Se subir o preço, o Brasil pode enfrentar problemas a longo prazo. A perda do mercado pode ser crucial no futuro”. (MB/AAN)



O Brasil é também um grande produtor de manganês, o que explica a inclusão do produto na lista dos ativos brasileiros importantes. Segundo documento da USGS referente a esse mineral, o Brasil teve a quarta maior produção em 2009, ano em que foi responsável por 5% das importações americanas da commodity. Os Estados Unidos não produzem manganês desde a década de 70, também por causa da baixa qualidade das jazidas domésticas.o

A lista divulgada pela WikiLeaks inclui a produção de minério de ferro pela "mina Rio Tinto", que não tem mais ativos brasileiros nesse segmento. A companhia operava uma mina em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, que foi vendida à Vale do Rio Doce do ano passado. Nenhuma das empresas comentou a inclusão do projeto na lista.

PARA ENTENDER

O nióbio, um metal nobre descoberto em 1801, é usado para a fabricação de peças inoxidáveis e em outras ligas de metais não-ferrosos, como as utilizadas em oleodutos e gasodutos. Por suas propriedades, também é largamente utilizado em indústrias nucleares. Grande quantidade de nióbio é utilizada em superligas para a fabricação de motores de jatos e subconjuntos de foguetes - equipamentos que necessitam de alta resistência à combustão. Pesquisas avançadas com este metal foram utilizados no programa Gemini, da Nasa.

Fonte: Ciência Tcnologia e Informação http://www.rac.com.br

Nióbio Metal Utilizado na Medicina Brasileira como Prótese

O engenheiro Éder Najar Lopes, da Unicamp, criou uma prótese de quadril com a liga de nióbio
(Foto: César Rodrigues/AAN)

O nióbio é usado em foguetes, jatos e armas. A compatibilidade com outros metais possibilita avanços também na área da medicina. Pesquisadores do Laboratório de Metalurgia Física e Solidificação da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) da Universidade de Campinas (Unicamp) criaram uma prótese total de quadril, feita com a mistura do nióbio e do titânio.


A liga é fundamental para que a prótese não seja rejeitada pelo corpo humano.

O nióbio é biocompatível e possui menor rigidez que o titânio. Quando combinados, os dois formam uma liga que se assemelha ao osso e, portanto, não causa efeitos colaterais aos usuários.

“Juntos, nióbio e titânio criam um coeficiente de calcificação entre 40 e 50. O osso tem coeficiente de 30. Uma prótese de outro material pode calcificar mais facilmente e causar prejuízo aos humanos”, explicou o engenheiro Éder Sócrates Najar Lopes, autor do trabalho. 

O protótipo feito com a liga entre nióbio e titânio só foi testado em animais até agora, mas a expectativa é de que os resultados sejam positivos quando colocados em prática. Segundo estudos da Unicamp, 90% dos brasileiros acima de 40 anos sofrerão de degeneração articular e podem precisar de cirurgia. Nesses casos, a prótese fabricada nos laboratórios é um alternativa. 

Além de ser menos prejudicial ao corpo humano se comparada com as de aço inoxidável, a liga de nióbio e titânio oferece menor custo de fabricação e, consequentemente, maior disseminação entre os pacientes. “É uma tecnologia que serve também para reduzir custos.

Com o implante de titânio e nióbio, podemos oferecer algo mais acessível e de maior qualidade à população”, disse Lopes.
Apesar da facilidade na construção de próteses, o titânio não é o único metal que pode se beneficiarda disseminação do nióbio na medicina nacional. Segundo o engenheiro, o aço e o ferro são exemplos de substâncias que também têm significativa melhora se entrarem em contato com o metal. “Se adicionarmos uma parcela de nióbio no aço ou no ferro, há um melhor aproveitamento. E a formação de uma liga nacional entre os metais também ajudaria nas descobertas científicas dos próximos anos.” 

Novas utilidades Para o engenheiro da Unicamp, o Brasil poderia aproveitar melhor as suas reservas de nióbio.
Além da aplicação de próteses para o quadril e também joelhos, o metal pode ser utilizado em outras áreas da medicina, sempre misturado com outra substância.

“Estamos utilizando de forma errada. O Brasil foca muito em melhorar a liga do nióbio com o aço, mas existem muitos outros campos de análise.

Por exemplo: se misturarmos nióbio em pó com titânio e fizermos um processo de fusão a laser, é possível construir qualquer tipo de geometria. Poderíamos aplicar na indústria odontológica e também na de cirurgias plásticas”, disse Lopes.

A implementação da prótese produzida em laboratório na Unicamp ainda não tem data para acontecer, mas os testes e a facilidade de adaptação do nióbio ao corpo humano aumentam o otimismo do pesquisador. “Daqui a alguns anos, as próteses podem ser encomendadas pelas pessoas e hospitais em todo o Brasil.”


Os tomógrafos de ressonância magnética para diagnóstico por imagem, utilizam magnetos supercondutores feitos com a liga NbTi. (Nióbio)



Fonte: Ciência, Tecnologia e Inovação http://www.rac.com.br/institucionais/cenario-xxi/2011/08/26/95508/niobio-o-metal-polivalente-tem-a-maior-jazida-no-brasil



sábado, 13 de agosto de 2011

ÍNDIOS, FANTOCHES, FACÕES E OS MALANDROS INTERNACIONAIS

Posted by Arthurius Maximus

Todo esse episódio envolvendo os índios brasileiros e as ONGs estrangeiras que os usam como massa de manobra para conseguir penetração e a posterior internacionalização da Amazônia; tem o único intuito de abocanhar nossos recursos minerais e biológicos na região. E traz a tona à questão da manipulação dos índios, e dos que se dizem índios; mas que, na verdade, apenas descobriram no apoio as ONGs uma forma rápida e eficaz de enriquecerem.
Agora parece claro que essas ONGs desejam apenas criar, incentivar e propagar o ódio e o repúdio a ordem e ao povo brasileiro entre os índios. Estes que sempre foram considerados como importantes guardiões da selva amazônica, hoje se reduziram a gananciosos “playboys” motorizados e recheados de recursos estrangeiros para fomentar confusões e violência na região.
As investigações da Polícia Federal em torno do ataque realizado ao engenheiro da Eletronorte, mostraram claramente como agem essas ONGs e esses malandros estrangeiros que posam de bons moços. Mas, na verdade, querem mesmo é meter a mão em nossas riquezas naturais.
O fato do líder da ONG que realizava o evento e um padre da pastoral associada terem sido filmados comprando os facões para os índios, é gravíssimo. E, muito além disso, é a prova cabal e inquestionável do que está acontecendo na Amazônia. A ingerência e a interferência estrangeira em nosso território.
Mesmo com as imagens; o padre e o “indigenista” negaram terem comprado os facões. Contudo, a simples verificação das notas fiscais emitidas pela loja, mostrou que foram eles mesmos os compradores dos facões e a própria ONG pagou por eles.
Por mais que neguem; foram filmados e a compra está documentada. Como negar o fato? Chegou a hora de dar um basta e eliminar esses aproveitadores escroques de nosso território. Da mesma forma, punir severamente com o rigor da lei, tanto os índios quanto o padre e o “indigenista”. Pois, ao contrário do que muitos pensam, pela legislação atual esses índios são considerados “integrados” e portanto, podem responder por seus atos criminalmente. É chegada a hora de botar ordem na casa e colocar os “pingos nos is”. As punições deveriam começar com o banimento e a expulsão dessas ONGs e seus integrantes; bem como a apreensão de todo o armamento em poder dos índios.
Infelizmente, a tradição brasileira reza que tudo será minimizado e ninguém será punido. Já há um advogado disposto a defender os acusados e afirma que não há ligação entre a compra dos facões e o ataque ao engenheiro.
Essa é o tipo de afirmação absurda que não convence ninguém que tenha mais de dois neurônios e que beiram o ridículo. Os índios, o indigenista e o padre foram até a loja; foram filmados e há uma nota fiscal que comprova a compra dos facões e o pagamento dos mesmos pela ONG NO MESMO DIA DO EVENTO. Logo depois, o engenheiro é atacado com esses facões pelos índios.
Se não há ligação entre esses fatos; o que há então: Coincidências? Apenas uma frase pode definir isso tudo:
Poupe-me caro “doutor”; esses índios são, na verdade, apenas meros fantoches.
E você leitor, o que pensa disso?  Posted by Arthurius Maximus on maio 23rd, 2008   http://www.visaopanoramica.com/2008/05/23/indios-fantoches-facoes-e-os-malandros-internacionais/

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

AQUI ESTÁ O DOCUMENTO QUE A ONG AMERICANA TENTA ESCONDER. SE TIRAREM DO AR, PUBLICO DE NOVO!

Se você  clicar aqui, terá acesso ao documento “Farms Here, Forests There”, que defende que os países ricos, devem desenvolver a agricultura, cabendo aos países tropicais, especialmente o Brasil, preservar as florestas. Essa seria a nossa missão.
Não só isso. O texto é rico em dados demonstrando como o desenvolvimento da agricultura nos países tropicais — que atribuem principalmente ao desmatamento — prejudica os agricultores americanos.
Reitero: tenho cópia do texto. Se derem sumiço, publico de novo! A “Union of Concerned Scientists”, ONG amiguinha de alguns de nossos mais notáveis “ecologistas”, divulgava esse documento até outro dia. Como denunciei o troço aqui, deram um jeito de  sumir com ele. Afinal, pegava mal revelar o que eles realmente pretendem… lá e aqui!

Por Reinaldo Azevedo 11/08/2011
 às 20:40
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/aqui-esta-o-documento-que-a-ong-americana-tenta-esconder-se-tirarem-do-ar-publico-de-novo/


O projeto de nação do PT e das esquerdas é tão carregado de boas intenções para os brasileros que inclui até confiná-los em verdadeiroscampos de concentração chamados de reservas extrativistas, (atualmente, já são 86!) onde eles poderão livremente viver do que - literalmente - cair no chão! O negócio é fazer de todos nós pobres e dependentes esmoléus!