quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A COIAB repudia o acordo assinado pela Secretaria Estadual dos Povos Indígenas (SEIND), do Estado do Amazonas, na segunda-feira 29 de agosto, com a empresa mineradora canadense Cosigo Resources Ltda, que tem o propósito de realizar um inventário das potencialidades de mineração de terras indígenas no Estado.


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Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro

Noticias da FOIRN

NOTA PÚBLICA SOBRE PROJETOS DE EXTRATIVISMO MINERAL EM TERRAS INDÍGENAS DO AMAZONAS


COORDENAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES INDIGENAS DA AMAZÔNIA BRASILEIRA
UNIR PARA ORGANIZAR, FORTALECER PARA CONQUISTAR
A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), considerando o resurgimento e avanço de interesses diversos – de governos, empresas nacionais e internacionais e até de indígenas que agem a título pessoal – em torno da extração de recursos minerais que as terras indígenas abrigam na Amazônia, vem de público manifestar.
Primeiro – A COIAB declara-se indignada pela forma autoritária e truculenta como a questão é tratada e encaminhada, ignorando radicalmente os direitos fundamentais e coletivos dos povos indígenas, reconhecidos pela Constituição Federal e reafirmados por tratados internacionais, como a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho e a Declaração da ONU sobre esses direitos.
Segundo – A COIAB repudia nesse sentido o acordo assinado pela Secretaria Estadual dos Povos Indígenas (SEIND), do Estado do Amazonas, na segunda-feira 29 de agosto, com a empresa mineradora canadense Cosigo Resources Ltda, que tem o propósito de realizar um inventário das potencialidades de mineração de terras indígenas no Estado.
O “Projeto de Extrativismo Mineral no Estado do Amazonas”, intermediado pela Secretaria de Estado de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos (SEMGRH) pretende abranger as terras indígenas das regiões dos rios Içana e Tiquié, no Alto Rio Negro, e Apaporis, no rio Japurá.
Terceiro - O Acordo, ao contrário do declarado pela assessoria de imprensa da SEIND, para o Jornal A Crítica, não obedece à legislação brasileira,
convenções e tratados internacionais. O Ato ignorou totalmente o fato de a questão da mineração em terras indígenas ainda não ter sido regulamentada pelo Congresso Nacional, dependendo do cumprimento de acordo consensuado entre o Governo Federal e o Movimento Indígena brasileiro no âmbito da Comissão Nacional de Política Indigenista (CNPI), segundo o qual todos os aspectos que afetam a vida dos povos indígenas, incluindo o da mineração, deverão ser tratados no Novo Estatuto Povos Indígenas, a lei infra-constitucional que deve regulamentar o capítulo da Constituição Federal relacionada aos direitos indígenas.
Quarto – A mineração não é uma questão de consenso entre povos e comunidades indígenas, e por momentos aparece mais como uma questão de interesse pessoal de indivíduos residentes há algum tempo em cidades. É por tanto muito delicado e preocupante a decisão de órgãos de Governo, mesmo presididos por indígenas, de sair por ai negociando e falando em nome desses povos, muitos dos quais já vivenciaram ou sofrem até hoje as conseqüências desastrosas desta atividade, seja ela empresarial ou garimpeira.
Nesse sentido, a COIAB reafirma o seu apoio à carta de repúdio divulgada pela Federação das Organizações Indígenas do Alto Rio Negro (FOIRN) contra o acordo assinado pela SEIND. A FOIRN denuncia o fato de não ter havido diálogo com as lideranças locais e com a organização indígena, conforme é falsamente divulgado.
Quinto – O compromisso das partes em constituir, junto às comunidades indígenas, organizações e lideranças a “Anuência Prévia e Consentimento Esclarecido” implica na usurpação de uma competência da União, pois a questão indígena é de responsabilidade federal. Por outro lado, o Projeto de Lei relacionado aos assuntos de “interesse relevante da União” ainda não tramitou no Congresso Nacional e o direito dos povos indígenas à consulta livre, previa e informada, estabelecido pela Convenção 169 da OIT (Artigos 6 e 7), ainda não foi regulamentada pelo governo brasileiro.
Sexto – A afirmação do representante da empresa canadense, Andy Rendle, de que a atividade mineradora não causará impacto ao meio ambiente e de que os projetos irão beneficiar as comunidades é notadamente um discurso de persuasão, pois em lugar nenhum do mundo, grandes empreendimentos deixaram de provocar impactos sócio-ambientais irreversíveis. E quanto aos benefícios, sabe-se bem quais são os mais comuns: divisão nas comunidades, conflitos internos, problemas sociais (prostituição, alcoolismo, drogas etc), descaracterização cultural, entre outros. E quanto aos lucros, evidentemente milionários, nem precisa falar, sobram para os donos do capital envolvidos e outros beneficiários que não as comunidades indígenas.
Sétimo – Sem ir muito longe, considerando o exemplo da Hidrelétrica de Belo Monte, a promessa de projetos de apoio, inclusive antecedendo o início dos empreendimentos, visa certamente cooptar e dividir lideranças e comunidades, e condicionar a dita “Anuência Prévia e Consentimento Esclarecido”, isto é, para que as comunidades aprovem depois sem muita resistência à implantação da pesquisa e a exploração mineral nas suas terras, incorporando-se inclusive ao batalhão de mão de obra, explorada, requerida pelas empresas.
Diante de todos esses fatos, a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira - COIAB se manifesta SOLIDÁRIAcom a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro - FOIRN e aos povos indígenas afetados, para que iniciativas como estas não voltem a se repetir, em respeito à autonomia, os direitos constitucionais e originários dos nossos povos.
Manaus, 15 de setembro de 2011.

MARCOS APURINàSÔNIA GUAJAJARA
Coordenador Geral da COIAB Vice Coordenadora da COIAB

“Projeto de Extrativismo Mineral no Estado do Amazonas”


Acordo permitirá que mineradora canadense faça inventário em terras indígenas do Amazonas

O projeto vai abranger terras indígenas das regiões do Alto Rio Negro e rio Japurá


A Secretaria Estadual dos Povos Indígenas (Seind) assinou nesta segunda-feira (29) com a empresa mineradora canadense Cosigo Resources Ltda um acordo para realização de um inventário das potencialidades de mineração na região do município de São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, e na calha do Japurá, no Amazonas. A assinatura do documento teve intermediação da Secretaria de Estado de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos (SEMGRH).

O “Projeto de Extrativismo Mineral no Estado do Amazonas” vai abranger as terras indígenas das regiões dos rios Içana e Tiquié, Alto Rio Negro, e Apaporis, no rio Japurá. Segundo a assessoria de imprensa da Seind, o acordo obedece a legislação brasileira, convenções e tratados internacionais.


De acordo com o documento, as partes se comprometem em constituir, junto às comunidades indígenas, organizações e lideranças, a “Anuência Prévia e Consentimento Esclarecido” para realização de inventário das potencialidades por perfuração e viabilidades econômicas das terras referidas para, posteriormente, submeter à aprovação e licenciamento do projeto junto aos órgãos competentes.


Assinaram o memorando, Paulo Cristiano Dessano, da Vila José Mormes, na comunidade indígena de Japurá; Irineu Lauriano Baniwa, liderança de Jandu Cachoeira; Pedro Machado Tukano, de Pari-Cachoeira (todos em São Gabriel da Cachoeira), além do secretário da Seind, Bonifácio José Baniwa, e o vice-presidente CosigoAndy Rendle.


Projetos

O resultado das discussões e os projetos pilotos elaborados vão ser apresentados durante o seminário que será organizado pela Secretaria de Estado de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos (SEMGRH), no dia 27 de outubro, na Feira Internacional da Amazônia (Fiam).


Quatro projetos em parceria com a Seind estão em fase de aprovação para inserção no Plano Plurianual da Secretaria de Mineração: o projeto Lapidart, em São Gabriel, com apoio no arranjo produtivo; a cerâmica artesanal, que envolve todas as comunidades indígenas; o geoturismo, que transforma São Gabriel em um grande geoparque, que une a compra das jóias a um roteiro turístico até o Pico da Neblina; e a geração de energia.
  
A proposta de extrativismo mineral vem sendo estudada há algum tempo pela Seind. Reuniões foram realizadas com organizações indígenas do Alto Rio Negro, além de intercâmbio em outros países.

Impacto
Em julho, em Niagara Falls, na Província de Ontario, no Canadá, o titular da Seind , Bonifácio José, esteve na Reunião Internacional de Cúpula Indígena sobre Energia e Mineração.

Segundo a assessoria da Seind, a relação de parceria e cooperação técnica entre os governos do Amazonas e do Canadá, comunidades indígenas e iniciativa privada daquele país ficaram mais estreitas, após o evento em Ontario.

A Cosigo é uma empresa de mineração canadense que já possui nove propriedades requeridas no município de Japurá (a 1.498 quilômetros de Manaus) para trabalhar na exploração de ouro e alumínio.

De acordo com Andy Rendle, a meta é promover grandes projetos de mineração em terras indígenas que beneficiem diretamente a essas populações no Amazonas e não causem impacto ao meio ambiente.
Ele disse que a empresa trabalha em pesquisa de subsolo sem causar nenhum impacto e se devastar a floresta.

Fonte: Jornal A Critica (Manaus)

TERÇA-FEIRA, 30 DE AGOSTO DE 2011

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

TRIBOS DA AMAZÔNIA EXIGEM O DIREITO DE MINERAÇÃO

Por que vocês acham Tupiniquins que existem mais de 100MIL ONGS, nacionais e estrangeiras atuando na Amazônia?
O “olho grande” das grandes potências que controlam o mundo, não “desgrudam” da Amazônia. Sob as mais sutis insinuações, intenções veladas e subterfúgios descardos, jogam pesado no propósito de retirar a região da soberania nacional.
Uma das ações mais descaradas é utilizar as tribos, por elas nominadas de “nações”, ou ainda mais insanamente, de “povos indígenas”, para justificar a necessidade da internacionalização da região.
O avanço em direção a Amazônia continua. Não mais sutil ou disfarçado mas, como diria Machado de Assis, às escâncaras.
Assistimos espantados, e temerosos, pouco mais de 200 mil indivíduos ( o total de índios existentes em diversas reservas espalhadas pelo país), alguns já aculturados, ter a posse permanente de 25% do território brasileiro.
A Constituição é clara: a terra é da união. Os índios tem a posse permanente.
Confira abaixo, mais um assalto estrangeiro à soberania brasileira.

É o primeiro passo rumo à independência política, econômica e administrativa.
Carlos Newton - segunda-feira, 12 de setembro de 2011 
Demorou, mas acabou acontecendo, como era mais do que previsível. As tribos indígenas da chamada Amazônia Legal, que detêm cerca de 25% do território brasileiro de reserva ambiental onde é proibida atividade econômica, estão mobilizados para defender a mineração nessas áreas de preservação. E não se trata de um movimento brasileiro, mas de caráter internacional.

Representantes de etnias do Brasil, da Colômbia, do Canadá e do Alasca preparam uma “carta declaratória” aos governos brasileiro e colombiano, reivindicando os direitos indígenas à terra e o apoio à mineração.

“Solicitamos ao Estado brasileiro a aprovação da regulamentação sobre mineração em territórios indígenas, porque entendemos que a atividade legalmente constituída contribui com a erradicação da pobreza”, diz o documento ao qual a Folha de S. Paulo teve acesso.

A mineração em terras indígenas é debatida desde a Constituição de 1988, que permitiu a atividade nessas áreas, caso regulamentadas. O projeto de lei nº 1.610, que trata dessa regulamentação, está em tramitação no Congresso desde 1996.

Mas este é apenas o primeiro passo. Quando se fala em tribos indígenas, na verdade está se tratando de um movimento internacional muito poderoso, integrado pelas mais de 100 mil ONGs nacionais e estrangeiras que atuam na Amazônia. A reivindicação da extração mineral é apenas a ponta do iceberg. Os índios querem mais, muito mais.

Com a progressiva ocupação da Amazônia, a partir do período colonial as tribos foram se afastando, subindo os afluentes do Rio Amazonas, para ficarem o mais longe possível dos colonizadores. Resultado: por questões geológicas, as terras mais altas que hoje as tribos ocupam são justamente onde estão localizadas as mais ricas jazidas minerais da região.

As tribos na verdade estão exigindo que o Brasil reconheça e obedeça os termos da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas. O Brasil em 2007 assinou esse tratado da ONU, que reconhece a independência administrativa, política, econômica e cultural das chamadas nações indígenas, mas depois se arrependeu e não quer cumprir as determinações do documento.

Se o governo brasileiro já estivesse cumprindo os termos do tratado, as tribos nem precisariam estar reivindicando o direito de mineração em suas respectivas reservas, porque seriam países independentes, onde nem mesmo as Forças Armadas brasileiras teriam o direito de entrar, segundo os incisivos termos da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que está disponível a todos na internet, mas poucos se interessam em ler.

O tratado foi assinado pelo Brasil no governo Lula, quando Celso Amorim era ministro das Relações Exteriores. O fato de o Brasil ter aceitado sem ressalvas o acordo internacional, que foi rejeitado por vários países, como Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Rússia e Argentina, é um dos motivos do baixo prestígio de Celso Amorim junto à cúpula das Forças Armadas.
ADENDO 04/10/2011:
A desintegração em marcha do território nacional, em ação combinada de ONGs, governos e potentados econômicos estrangeiros, servida pela subserviência total dos pseudo-governos brasileiros, eleitos pelo dinheiro concentrado, pela grande mídia e por fraudes diversas.0000000000000
Uma das coisas notáveis a esse respeito é que os brasileiros foram perdendo o direito de utilizarem imensos territórios em nome da preservação ambiental e agora também o estão perdendo por força de intervenções “pro-indigenistas” destinadas, em benefício das mineradoras transnacionais, a viabilizar a exploração vedada aos brasileiros, desaparecendo, neste caso, o “cuidado” com a preservação da Amazônia.
Adriano Benayon -   02/10/2011 

Mestre Benayon,
Existe uma Lei, onde o proprietário de uma terra, não é dono das riquezas minerais do sub-solo...Se essa Lei, existe, (eu não tenho certeza, ouvir isso por alto há muito tempo)...Se existe repito, essa Lei..., os indios também não terão direito a explorar os trilhões de dólares que existe em nióbio e diamantes na Serra Raposo do Sol, em Roraima..., área do tamanho da Inglaterra, doada pelo Governo Lula. (José Barboza da Hora) 


Para: José Barboza da Hora
Terça-feira, 4 de Outubro de 2011
Não é lei, não!
É a própria Constituição Federal do Brasil/1988 que dispõe, no artigo 20,inciso VII que são bens da União  os recursos minerais inclusive do subsolo.
Constituição Federal do Brasil/1988 , também, dispõe no artigo 176, caput que as jazidas, em lavra ou não, os demais recursos minerais  e os potenciais de energia hidráulica constituem propriedade distinta do solo, para efeito de exploraçãoe pertencem à União, garantida ao concessionário a propriedade do produto da lavra, e somente da lavra!
Assim, se o Estado brasileiro, representado pelo Governo Federal decidir conceder a algum grupo de indígenas que já tenha obtido a concessão, a propriedade do produto da lavra, Ok., sem problemas. 
A Constituição é a Lei Maior, nenhuma lei, Poder/Exe., Leg., Jud., de nenhum Estado, Poder Exe., e Leg. de nenum Município etc., nada nem ninguém tem poder para contrariá-la, descumprí-la etc.
A União é União dos Estados, Municípios e Territórios, porque, o Brasil tem a forma de Estado federativo, onde cada Estado-membro da União tem: os seus Poderes/Exe., Leg., Jud.,  e, respectivas, Constituições Estaduais próprias etc.,  independentes e harmônicos entre si, os quais não podem desobedecer às normas constitucionais federais.
E onde os Municípios tem as suas respectivas Leis Orgânicas, têm os seus Poderes/Exe. e Leg. municipais, e não têm o Judiciário, igualmente, sob os ditames das normas constitucionais federais (não têm Constituição e sim lei que os organiza) portanto se subordinam à Constituição Estadual de seu respectivo Estado, o qual por sua vez se subordina à CF/88).
Quanto aos índios - penso que  já está na hora deles saberem que os seus patrocinadores/orientadores/apoiadores massacraram os próprios indios que viviam nas terras de seus respectivos Estados, que até poucos anos atrás, cowbois/mocinhos das histórias cinematográficas eram aquele que matavam o maior número de índios sioux, apaches e outros. Cadê os filmes de Allan Ladd, Jpohn Wayne e outros e outros? Está na hora de reprisá-los nos acampamentos indígenas.
Quanto a devolver (?) entregar terras férteis do Estado brasileiro para os índios, os nativos residentes antes da colonização e independência do Brasil - isto somente deverá ser aceitável se houver um pacto internacional no qual vários Estados desenvolvidos - cujos agentes no Brasil são os patrocinadores/apoiadores/agitadores/insufladores/instrutores das reivindicações dos indígenas brasileiros -  devolveriam as terras da Califórnia, do Texas e bom pedaço da Flórida para os mexicanos, as duas partes do Congo para os congoleses/africanos, enfim, a África para os africanos, as possessões para os desapossados,  os protetorados para os protegidos e as colõnias  para os colonizados. Se este pacto, acordo, tratado internacional ou que nome tenha, não for aceito - inaceitável para o Brasil idem idem a mesma coisa.
Saudações,
Guilhermina Coimbra. 

Caro compatriota Barboza da Hora,
O amigo tem razão quanto à legislação, creio que até constitucional.
Entretanto, o problema está na prática. Primeiro, está-se fazendo muita coisa ilegalmente. Segundo e mais importante, a questão é que a Constituição e as leis brasileiras valem, pelo menos em tese, em relação ao território nacional, e o que está na pauta é, em razão do afastamento dos brasileiros de zonas indígenas, inclusive com a sentença do STF na demarcação contínua da área da Raposa do Sol, e, além disso, a tal Declaração das Nações Unidas aprovada com o voto do Brasil (representado por picaretas, mas picaretas oficiais), basta as potências imperiais decidirem que está na hora, para simplesmente ocuparem as áreas indígenas e as desligarem do território brasileiro.
Mais significativo, ainda, como o Brasil está com a economia desnacionalizada há muito tempo, não temos  indústria militar que imponha respeito, nem meios de combater intervenções estrangeiras, estando a resistência prevista pelas próprias FFAA restrita a operações de guerrilha, que evidentemente não evitam a ocupação militar estrangeira.
Adriano Benayon - 4 de outubro de 2011
Leiam:  “CNJ STF ANULAR Decisao Raposa Do Sol”, Plinio Marcos M Rocha
http://pt.scribd.com/doc/13502960/CNJ-STF-ANULAR-Decisao-Raposa-Do-Sol 

Reserva Mineral de Maicuru Calha Norte paraense

Reserva Biológica Maicuru tem plano de manejo aprovado


Belém (12/09/11) - A Reserva Biológica (Rebio) Maicuru, localizada na Calha Norte paraense, teve seu plano de manejo aprovado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) neste início de setembro. A Reserva, que vai do rio Maicuru até o Jari, chega a se estender até o Estado do Amapá e tem 1.151.761 hectares.

O plano de manejo da Reserva de Maicuru foi elaborado pela Conservação Internacional (CI), em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi (Mpeg) e o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e analisado tecnicamente pela Coordenadoria de Unidades de Conservação (CUC) da Sema.

Esse documento é fundamental para a implantação da Unidade de Conservação. Por meio dele se estabelece o zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, conforme o inciso I do Artigo 12, do Decreto Nº 4340, de agosto de 2002, que regulamenta a lei Nº 9885, do Sistema Nacional de Unidade de Conservação da Natureza (SNUC).

O plano contém as características físicas, biológicas, socioeconômicas, caracterização da paisagem e todo o planejamento para a execução do plano de manejo. Segundo os técnicos da Sema, 98,5% dessa reserva não possui registro de pressão humana.

Ascom Sema
            (91) 3184-3332 begin_of_the_skype_highlighting            (91) 3184-3332      end_of_the_skype_highlighting      
http://www.sema.pa.gov.br/interna.php?idconteudocoluna=6413

sábado, 10 de setembro de 2011

Senhores Generais sobre o Nióbio, estamos dormindo ou em coma profundo? Antonio Ribas Paiva

Essa trama internacional, que data dos anos 50, submete a vida política brasileira, e os destinos da Nação, a interesses transnacionais, configurando, sem dúvida alguma, guerra de 5ª geração, que nos vitima e, contra a qual, estamos indefesos, desde sempre, porque esse antagonismo não foi detectado. É bom marcar, que não se trata, simplesmente, de lucro, porque para as empresas envolvidas no processo, tanto faria lucrar aqui como no exterior. O objetivo do poder internacional, com a fraude do subfaturamento de exportações, é limitar as potencialidades do Brasil, usurpando o poder da Nação, através da ação criminosa de governantes, que na verdade, são simples prepostos de seus interesses.

Por Antônio Ribas Paiva


O Brasil é um país agrícola e mineral. Essas vocações naturais são estratégicas para a humanidade e, poderiam propiciar imediatamente melhor qualidade de vida para a nação brasileira. Todavia, em razão de evidente traição de governantes, o nosso povo é mantido artificialmente na miséria.

Historicamente, diversos governos brasileiros, têm negligenciado, ostensiva e criminosamente, o poderoso instrumento de autodeterminação e projeção do poder nacional, representado pelas nossas reservas de minérios estratégicos (Nióbio, Urânio, Terras Raras, etc).

Desde 1996, temos procurado informar o nosso EXÉRCITO sobre a negligência criminosa com esses minérios. Sua Excelência, o Ministro Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena, considerando nossas análises, bloqueou a "privatização" das Reservas de Nióbio de São Gabriel da Cachoeira (AM), avaliadas em 1 trilhão de dólares, (que Fernando Henrique Cardoso queria "doar" por R$ 600.000,00) e, garantiu militarmente esse patrimônio, transferindo a nossa Brigada Militar de Niterói para São Gabriel da Cachoeira.

Posteriormente, requeremos ao então Ministro da Defesa, José de Alencar, providências, no sentido de coibir o subfaturamento nas exportações de Nióbio, a partir de Araxá (MG), sem que aquela autoridade se sensibilizasse com o assunto.
Diante da recente divulgação, pela mídia internacional, dos pontos nevrálgicos para a Segurança Nacional dos Estados Unidos da América, compete-nos, como patriotas, voltar à questão mineral, porque o nosso Nióbio de Araxá é essencial, não só para a grande Nação Americana, mas para todas as Nações desenvolvidas e tem sido desdenhado pelos nossos governos, que nunca coibiram o subfaturamento nas exportações de Nióbio. O prejoízo anual para a economia do Brasil é de 100 bilhões de dólares.  Desde 1996 já são 1,4 trilhão e quatrocentos bilhões de dólares. Há que dar um basta nessa sangria!

Essa trama internacional, que data dos anos 50, submete a vida política brasileira, e os destinos da Nação, a interesses transnacionais, configurando, sem dúvida alguma, guerra de 5ª geração, que nos vitima e, contra a qual, estamos indefesos, desde sempre, porque esse antagonismo não foi detectado.

É bom marcar, que não se trata, simplesmente, de lucro, porque para as empresas envolvidas no processo, tanto faria lucrar aqui como no exterior. O objetivo do poder internacional, com a fraude do subfaturamento de exportações, é limitar as potencialidades do Brasil, usurpando o poder da Nação, através da ação criminosa de governantes, que na verdade, são simples prepostos de seus interesses.

A exemplo do que fez Sua Excelência, o Ministro Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena, é inafastável o nosso dever, civis e militares, de interrompermos essa conspiração internacional, que sacrifica o presente e o futuro da Nação Brasileira, sob pena, de incorrermos todos, nos típicos dos artigos 142 e 357 do código penal militar.
É bom marcar, que o Poder Instituinte é inerente ao exercício da cidadania e não pode ser exercido por representação. 

As instituições nacionais, a começar pelas Forças Armadas são propriedade da Nação e devem cumprir seus deveres institucionais, independentemente, da provocação ou vontade da classe política, ou de governos, muito menos de traidores.

O Estado e demais instituições foram estabelecidos pelo Poder Instituinte dos cidadãos, para proteger as pessoas. No Brasil, as instituições, apesar de adequadas, servem apenas ao poder, o que consubstancia desvio de finalidade, do que se aproveitam os inimigos internos e externos da Nação.

Diante desses crimes continuados de traição, praticados por vários governos, "a nação espera que cada um cumpra o seu dever", principalmente, as Forças Armadas, que sabem, podem e devem proteger a Soberania Nacional. Estamos juntos!
Antônio José Ribas Paiva é Presidente da 
União Nacionalista Democrática – UND
 undbrasil2015@gmail.com
http://undbrasil.org/?cat=3

A INVASÃO TERRITORIAL DO BRASIL ( RORAIMA )



Foi doado na Serra Raposo do Sol, em Roraima, uma área do tamanho da Inglaterra, a um pequeno grupo de índios, (que hoje é dominada pelas ONGs estrangeiras), onde se encontra as maiores minas de nióbio e diamantes do planeta...Futuramente, esses piratas internacionais, vão querer fundar naquela região um País independente do Brasil...Para esse intento, convenceram um recente ex-Presidente da República brasileira , a assinar na ONU, que as terras dos indios são intocáveis.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

“NIÓBIO PARA O BEM DO BRASIL” Contra-Almirante Roberto Gama e Silva


De: ROBERTO GAMA e SILVA
Contra-Almirante Reformado
Prezados compatriotas
Com o patriotico objetivo de ajudar a Presidência da República resolver a gravíssima situação fiscal/orçamentária/financeira do Estado e que compromete perigosamente a sua estabilidade social e a sua segurança interna e externa, pedimos um mísero Real a cada cidadão brasileiro para financiar uma campanha cívica a fim de demonstrar ao Congresso Nacional que ao invés de se criar uma nova CPMF e mais impostos como quer agora o Ministério da Fazenda, o nióbio e todos os outros metáis raros produzidos pelo Brasil se explorados, comercializados e taxados corretamente gerariam recursos mais do que suficientes para financiar e sustentar:
1) A Saúde.
2) A Previdência Social.
3) A compra dos caças.
4) O projeto do submarino nuclear.
5) O reequipamento do Exercito Brasileiro.
6) O Programa Espacial Próprio Brasileiro.
7) A Educação.
8) A infraestrutura.
9) E tudo o mais que fosse necessário.
10) Com a redução dos impostos e taxas de juros.
Como?
Enviando à direção dos principais jornais do pais a quantia de R$ 1,00 para que os mesmos se dignem a colocar o tema “NIÓBIO PARA O BEM DO BRASIL” nas primeiras páginas de seus periódicos, pois, só assim os Srs. Parlamentares criariam coragem para redigir e votar a ” LEI DO NIÓBIO E METÁIS RAROS” que regulamentaria a exploração, fiscalização, comercialização, preços, impostos e a segurança das reservas estratégicas brasileiras.
ROBERTO GAMA e SILVA
Contra-Almirante Reformado
Presidente do “Partido Nacionalista Democrático-PND”
Rio de Janeiro, em 5 de maio de 2003 – Aniversário da promulgação do Alvará que “manda estabelecer a Real Academia de Guardas-Marinha no Convento de São Bento” (1808).