"OS MINÉRIOS SÃO PARA O BEM DO BRASIL" O Brasil está perdendo centenas de bilhões de dólares por ano com o descaminho na exportação dos minérios estratégicos vendidos de qualquer jeito em moeda podre, isentos de ICM pela Lei Kandir! uma traição ao país e ao povo brasileiro. Marcos Valério na CPI dos Correios, o grosso do dinheiro do mensalão vem do contrabando do Nióbio. O governo atual está vendendo em segredo o Nióbio para a China sem aprovação do modelo econômico que nos beneficie.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
A conquista da Amazônia
Reindustrialização do Brasil
A conquista da Amazônia está sendo iniciada com a construção de usinas hidroelétricas, cuja necessidade energética é imperiosa para o País. Assim, haverá aumento inexorável da densidade demográfica, mesmo que seja aos trancos e barrancos (expressão do DarcyRibeiro) com a ocupação efetiva do
nosso território.
Se podemos [mas não devemos] exportar petróleo, isso não será possível com os MWatts e teremos eletricidade abundante para reindustrialização do Brasil.
Mas precisamos também esclarecer as mentes, hoje seduzidas por falsas utopias indigenistas e ambientalista, insufladas do exterior.
nosso território.
Se podemos [mas não devemos] exportar petróleo, isso não será possível com os MWatts e teremos eletricidade abundante para reindustrialização do Brasil.
Mas precisamos também esclarecer as mentes, hoje seduzidas por falsas utopias indigenistas e ambientalista, insufladas do exterior.
30 hidrelétricas na Amazônia Legal
Introdução
É urgente uma discussão mais aprofundada sobre os impactos em escala que advirão das hidrelétricas em construção ou planejadas na Amazônia Legal. No balanço do 1. ano do PAC II, divulgado em março de 2012, é apresentado um conjunto de 27 Hidrelétricas – UHE, entre obras em avançado estágio de construção e obras que ainda não saíram do papel. Além destas já estão em fase inicial de licenciamento outras 03 hidrelétricas: UHE Santa Isabel entre Pará e Tocantins; UHE Bem Querer e UHE Paredão, ambas em Roraima.
São, até agora, nada menos que 30 hidrelétricas com potencias e impactos variados, mas que em conjunto trarão uma nova configuração ambiental, social e territorial para a Amazônia.
O objetivo desta Nota é reunir informações sobre estas obras e discutir as dificuldades que o Estado brasileiro demonstra em avaliar, evitar e mitigar os impactos gerados por este conjunto de obras.
A lista, que poderia estender-se por páginas, indica um quadro de fragilidade da presença do governo federal na Amazônia que se torna ainda mais complexo e desani mador diante da crescente pressão por mais bens e serviços públicos gerado pelos investimentos hidrelétricos.
Parte do problema da baixa presença do governo federal deve-se ao fato de que boa parte dos programas e ações do governo federal endereçados para enfrentar os problemas acima mencionados é executada de forma indireta, ou seja é preciso que o estado e os municípios estejam aptos para propor e executar as ações com os recursos do orçamento federal.
Sobreposto a isto, nos parece não existir de parte do governo um compromisso - expresso, mensurável e passível de monitoramento pela sociedade - com a ampliação destas ações nos territórios afetados. Diante disso, embora frágil, insuficiente e pouco transparente, o planejamento das ações de compensação social presente nos Projetos Básicos Ambientais apresentados pelas empresas e aprovados e monitorados pelo Ibama aparece como algo “mais avançado”. Nesses, pelo menos do ponto de vista formal, é possível identificar metas, recursos, responsabilidades e prazos para execução dos planos que são orientados, aprovados e monitorados, com muitas dificuldades e lacunas, pelo órgão licenciador.
De outro lado, o governo federal impõe aos seus órgãos ambiental e indigenista um mandato que eles não podem cumprir: o de garantir sob as condições legais hoje postas que esta grande quantidade de empreendimentos hidrelétricos sejam conciliáveis com a proteção ambiental e com direitos sociais e territoriais.
O grande número de ações judiciais envolvendo estas obras é um reflexo e expressão desta incongruência.
Não é demais dizer que tão fundamental quanto a Ciência, é trazer para o debate as vozes e realidades vivenciadas pelas populações afetadas por tais obras.
O exemplo recente do Código Florestal evidencia a importância do debate aprofundado. Mesmo que não gostemos do resultado final, a experiência do debate público envolvendo o Código Florestal nos mostra que é no debate e embate que se produzem o esclarecimento e a tomada de posição da sociedade diante de temas tão complexos e caros como estes.
Beira ao absurdo que depois de tantas lições aprendidas no Brasil, ao longo de décadas, sobre os custos sociais, ambientais e econômicos de planejamentos “capengas e autoritários” , que miraram o crescimento a qualquer custo, o governo federal continue a reproduzir os mesmos paradigmas de planejamento e de crescimento.
É urgente que se abra o debate sobre o atualplanejamento de investimentos hidrelétricos do governo federal na Amazônia.
Trata-se de um debate que diz respeito não somente às populações e territórios diretamente atingidos, mas a toda a sociedade brasileira.
Um “espaço” potencial para isto seria o “Macro Zoneamento da Amazônia Legal”. Aprovado pelo Decreto N°7.378 de 1° de Dezembro de 2010, este plano tem o suposto desafio de planejar e ordenar o desenvolvimento sustentável na Amazônia, mas sua elaboração e seus instrumentos não refletem e não dão conta da realidade. Além de pouco objetivo nas suas estratégias e agendas, mas parecendo uma peça de marketing socioambiental, este planejamento passou distante de discutir com a sociedade qual deve ser o projeto de governo para a Amazônia e quais os riscos e impactos que este projeto implica.
O debate sobre hidrelétricas na Amazônia precisa ser devidamente suportado por informações seguras e relevantes sobre a dimensão dos impactos envolvidos, agregando não só as informações já produzidas pelos órgãos envolvidos no processo (ICMBIO, IBAMA, SFB, IPHAM, FUNAI, INCRA, MMA, MDS, MDA) mas também informações e reflexões trazidas por pesquisadores e cientistas.
Não é demais dizer que tão fundamental quanto a Ciência, é trazer para o debate as vozes e realidades vivenciadas pelas populações afetadas por tais obras.
O exemplo recente do Código Florestal evidencia a importância do debate aprofundado. Mesmo que não gostemos do resultado final, a experiência do debate público envolvendo o Código Florestal nos mostra que é no debate e embate que se produzem o esclarecimento e a tomada de posição da sociedade diante de temas tão complexos e caros como estes.
Julho, 2012 -
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Nióbio na novela da TV Record Máscaras Capítulo 86 07/08/2012 - Parte 06 HD
https://www.youtube.com/watch?v=YxY5cS8STyU
A novela Máscara apresentada pela TV Record pelo roteirista Lauro Cézar Muniz, aborda o assunto Nióbio Minério Brasileiro.
A sociedade brasileira deve assistir esta novela que aborda na forma de drama, o assunto Nióbio que é importante para o conhecimento de todos.
O Nióbio mineral estratégico que a sociedade brasileira desconhece porque o governo omisso esconde, levaria o Brasil a sua auto-independência como Nação próspera e rica... porém, os especuladores internacionais não permitem, para tanto, se apoderam das terras raras brasileiras subornando, sequestrando, matando, usurpando, praticam as maiores barbaridades contra quem intervir, tomando suas terras e fazendas a preço de banana, para dali extraírem o minério mais cobiçado do mundo aonde 98% da extração mundial é brasileira. E tem mais, os mega-especuladores internacionais, pagam a preço de ouro os infiltrados, para minarem qualquer tentativa deste precioso mineral permanecer nas mãos dos patriotas brasileiros, de chegar ao conhecimento do povo, e no mesmo tempo, impedir manifestações populares de chegar as governanças O BASTA AO DESCAMINHO E AO CONTRABANDO DO NIÓBIO
domingo, 19 de agosto de 2012
Nióbio o rico minério brasileiro expropriado, e a pá matará Araxá a cidade roubada

O resultado do trabalho de uma mineradora. Onde está o benefício?
Este artigo é uma homenagem à Maria Teresa de Paiva, natural de Araxá/MG.
Nióbio e Eike Projeto Phosphate-Araxá desenvolvido pelos canadenses da MBac.
Em 1816, o tenente-coronel do
Real Corpo de Engenheiros, o Barão de Eschwege, esteve pela primeira vez na
área do Barreiro de Araxá/MG a fim de analisar as características hidrotermais
de suas já famosas fontes. Por sua posição geográfica de difícil acesso
naqueles tempos coloniais, um complexo de exploração das águas minerais
araxaenses só começou a se viabilizar pelo Estado brasileiro republicano dos
anos 1920.
O Barreiro de Araxá faz parte da
bacia do Córrego do Sal, localizada numa região de origem vulcânica. Por esta
razão, suas águas são ricas em sais minerais de grande valor medicinal.
Resolveu-se assim construir ali uma estrutura que pudesse receber todos os
interessados em usufruir das águas de Araxá. Embora a pedra fundamental de um
hotel tenha sido colocada em 1925, suas obras só foram de fato iniciadas em 1938,
no Estado Novo de Getulio Vargas. Quando o mesmo presidente veio do Rio de
Janeiro para inaugurar o Grande Hotel de Araxá em 1944, a
população local se deslumbrou com os projetos paisagístico de Roberto Burle
Marx e arquitetônico de Luiz Signorelli. No interior do hotel, havia, além dos
famosos cassinos, fechados nacionalmente pelo presidente Eurico Gaspar Dutra
dois anos depois, bares, restaurantes e até um cinema. O complexo hidrotermal
do Grande Hotel tornou-se a joia da cidade. Quase 70 anos após sua inauguração,
todo o turismo local é fundado na mesma obra.
Tudo ia muito bem até o momento
em que se descobriu no Barreiro traços de nióbio. Não por coincidência, foi no
mesmo período que o Grande Hotel entrou em completa decadência. O glamour dos
velhos tempos havia definitivamente partido e a população araxaense, triste em
ver seu grande tesouro se esvair em completo abandono, culpava a proibição do
jogo no Brasil pelo desprezo generalizado ao hotel. Quem se tornou a menina dos
olhos da cidade foi o setor da mineração, que ali aportou para trazer riqueza e
bem-estar. Foi a versão oficialmente divulgada. Todos infelizmente acreditaram.
O mineral NIóbio é utilizado
industrialmente para a produção de aço de alta resistência. No planeta inteiro,
só há três minas de nióbio, sendo a do Barreiro a segunda maior, atrás somente
da goiana Catalão. As reservas minerais do Barreiro de Araxá são exploradas
desde 1995 pela Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) cujo
capital pertence a metade aos estadunidenses da Molybdenum Corp, 20% aos
Moreira Salles, 15% a um consórcio nipo-coreano e os outros 15% a um grupo
chinês.
Desde esta época, os moradores do Barreiro sofrem diariamente com a poeira produzida pela exploração intermitente das mineradoras. Além disso, as famosas águas de Araxá estão cada vez mais contaminadas por bário, um elemento químico tóxico, pertencente à família dos metais alcalinos terrosos. Na Justiça Estadual de Araxá, já foram protocoladas centenas de ações cíveis contra a CBMM e a Bunge Fertilizantes por causa da contaminação da água do Barreiro por bário.
A presença de bário no organismo pode causar derrames e acidentes vasculares, pois sua deposição nos órgãos provoca forte vasoconstrição. Nas crianças ele causa retardamento mental e pouco desenvolvimento físico. Nos idosos, o problema é a demência senil.
No fim de 2011, o prefeito Jeová Moreira da Costa, anunciou em entrevista coletiva a descoberta de uma mina de ouro no Barreiro de Araxá. “Uma mineradora chinesa vem para Araxá para explorar esta mina de ouro encontrada no Barreiro. Esta notícia é um verdadeiro presente de Natal para todos os araxaenses, uma vez que a cidade vai ganhar muito com a geração de emprego e renda”, disse Jeová. Presente de Natal ou presente de Grego?
Parece que a entrevista de Jeová chegou longe, pois, dias depois, veio a Araxá o empresário Eike Batista, proprietário da mineradora MMX. Com a ameaça dos chineses, esta empresa estaria disposta a acelerar o andamento do projeto Phosphate-Araxá desenvolvido há alguns anos pelos canadenses da MBac. O prefeito de Araxá foi prudente ao declarar que “não houve reunião” com Eike. Mas, como escreveria Gustavo Machado do Brasil Econômico*, “sem que a cidade tenha grandes atrativos visuais, além da sede da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) e de uma mina de exploração da Vale, a prefeitura não possui grandes dúvidas sobre o interesse do voo panorâmico feito por Eike.”
Não há necessidade de nem mais uma linha. A máscara caiu.
Quer dizer então que para os “modernos” a grande atração visual de Araxá é a sede da CBMM e uma mina da Vale? Nem uma mínima menção ao complexo hidrotermal do Barreiro? Nada sobre o sexagenário Grande Hotel, onde ficará hospedada uma seleção de futebol durante a Copa do Mundo de 2014?
Não precisa ser um gênio para saber aonde vão as riquezas culturais, hídricas e biológicas daquele belo lugar no coração do Brasil. Em breve tudo aquilo será terra arrasada em que as ruínas de uma imensa construção dos anos 1940 velarão por todos os mortos.
Enquanto vivermos numa sociedade em que o dinheiro está acima de qualquer outro bem, teremos de nos acostumar a ver as riquezas naturais pagarem o preço. Tudo por que o Dutra proibiu o jogo no Brasil em 1946, né?http://arespublica.wordpress.com/2012/02/02/a-pa-matara-araxa/#comment-95
adendo:
Por trás do contrabando do Nióbio, os Barões da Imprensa. Araxá cidade roubada
(Transcrito do Novo Jornal, Minas Gerais)
Esta rede criada desde Tancredo Neves, primeiro-ministro, isto é, Chefe do Governo do Brasil, no então sistema parlamentarista imposto pelos militares, foi fortalecida pelo neto Aécio Neves, candidato do nióbio e da Globo a presidente.
"Terras Raras" fazem Araxá (MG) ser cobiçada por mineradoras internacionais
O município de Araxá (MG), com 94,7 mil habitantes, virou o queridinho de gigantes do setor de mineração do Brasil, como Vale e CBMM, e da canadense Mbac, que começaram a ver possibilidades de novos lucros na cidade.
Veja galeria de imagens de jazida em Araxá
Os minerais existem em Araxá e agora são foco de investimentos, afirmou o especialista em recursos minerais Romualdo Paes de Andrade, geólogo do DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), do Ministério de Minas e Energia.
Embora as reservas de Araxá ainda não tenham sido oficialmente medidas, a atividade é promissora, diz Andrade, pois o nióbio e o fosfato, de onde são extraídas, são abundantes na região.
A mineração já é o principal motor da economia local, que movimenta R$ 3 bilhões ao ano só da iniciativa privada, conforme a prefeitura.
O PIB araxaense em 2009 (último medido) foi de R$ 1,98 bilhão, 258,6% superior ao de uma década atrás, quando era de R$ 552 milhões.
A extração do nióbio, metal que dá mais resistência ao aço, é um dos destaques da economia local. As maiores reservas mundiais estão em Araxá e são exploradas pela CBMM, com cerca de 65 mil toneladas por ano (90% da produção global).
DIFERENCIAL DO NIÓBIO
A companhia afirma que encontrou a solução para obter as terras-raras do nióbio.
Em uma fábrica-piloto com capacidade para 1.200 toneladas/ano, produz concentrados de terras-raras e pode elevar a produção para 3.000 toneladas "sem grande esforço", afirmou em nota.
É pouco diante das 120 mil toneladas/ano de produção mundial. Mas já seria um salto consideradas as 239 toneladas produzidas pelo Brasil em 2011, segundo o DNPM.
A companhia confirma que o diferencial, em Araxá, é a possibilidade de obter as terras-raras dos resíduos.
A empresa investiu R$ 50 milhões na nova tecnologia. Outros R$ 12,5 milhões foram do governo de Minas, que tem participação de 25% nos lucros da CBMM.
A Vale não dá detalhes dos estudos para a extração das terras-raras, que se encontram em suas minas de fosfato em Araxá e na vizinha Tapira, de 4.200 habitantes.
Já a Mbac, segundo a Prefeitura de Araxá, vai investir R$ 280 milhões numa unidade. ÀFolha a empresa não revelou valores, mas confirmou que prepara a construção de uma planta-piloto em Araxá e que estudos feitos por ela mostram que as terras-raras são viáveis no município.
BENEFÍCIOS A LONGO PRAZO
Embora gigantes da mineração já vislumbrem possibilidades de ampliar seus lucros com a atividade em Araxá, alguns setores da cidade ainda são cautelosos sobre as terras-raras.
A situação lembra, em parte, a desconfiança que rodeava o pré-sal, antes de serem confirmadas sua existência e viabilidade.
O presidente da Acia (Associação Comercial, Industrial, de Turismo, Serviços e Agronegócios de Araxá), Marcio Antonio Farid, reconhece a importância da mineração para o desenvolvimento do município, mas diz que os benefícios à cidade ainda devem demorar.
Para ele, o clima de otimismo está no fato de as mineradoras já estarem trabalhando na cidade. "Mas, no caso das terras-raras, acho que os benefícios devem aparecer mais a longo prazo, e não tão imediatamente."
O corretor de imóveis Danilo de Souza afirma que o setor imobiliário já se beneficia da atividade mineradora.
"[As mineradoras] geram uma massa salarial expressiva, o que é bom para o setor imobiliário", disse.
Souza disse acreditar, porém, que é preciso esperar se consolidar o plano de novas empresas na cidade.
O PIB per capita em Araxá, conforme medição do IBGE, é de R$ 21,3 mil. Já é mais do que em BH -R$ 18,1 mil.
CENTRO INTERNACIONAL DE PESQUISA
A importância das terras-raras também já foi percebida pelo poder público.
O governo diz estimular novos projetos e incluiu o tema no Plano Nacional de Mineração, que trata de questões estratégicas do setor.
Para o subsecretário de Política Mineral e Energética do Estado de Minas, Paulo Sérgio Machado Ribeiro, a exploração dos minerais de Araxá ajudará o país a reduzir as importações da China.
Hoje, o Brasil enfrenta dificuldades, por exemplo, para comprar o lantânio, que é um elemento utilizado nos catalisadores para refino de petróleo da Petrobras.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, as empresas que detêm o direito de explorar ambientes geológicos favoráveis -como ocorre em Araxá- são estimuladas a desenvolver pesquisas ou a extração mineral propriamente dita, de acordo com a pasta.
O Serviço Geológico do Brasil, empresa pública vinculada ao ministério, iniciou levantamento em todo território nacional para identificar as áreas potenciais para a ocorrência de terras-raras.
Além de Araxá, sabe-se que em Catalão (GO) também existem jazidas importantes.
Por enquanto, segundo o DNPM, foram oficialmente dimensionadas apenas reservas nas regiões de Poços de Caldas e Vale do Sapucaí, ambas em Minas, e no norte do Estado do Rio de Janeiro, mas nesses lugares o volume de terras-raras é bem pequeno.
A Prefeitura de Araxá iniciou uma série de tratativas para atrair instituições internacionais de pesquisa.
Foram programados R$ 40 milhões na construção de um parque tecnológico para incubadoras de empresas e universidades estrangeiras.
Protocolos de intenção chegaram a ser assinados, segundo Alex Ribeiro, assessor especial para assuntos internacionais da prefeitura. O projeto, no entanto, só será continuado após as eleições de outubro.
ARARIPE CASTILHO
DE RIBEIRÃO PRETO
19/08/2012 - 06h57
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1124201-terras-raras-fazem-araxa-mg-ser-cobicada-por-mineradoras.shtml
Veja galeria de imagens de jazida em Araxá
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O motivo vem da China, que concentra 97% da produção de terras-raras do mundo e, em 2010, passou a restringir suas vendas.
Terras-raras são elementos químicos essenciais na fabricação de eletrônicos de alta tecnologia, como tablets, smartphones e telas de LCD.
Embora as reservas de Araxá ainda não tenham sido oficialmente medidas, a atividade é promissora, diz Andrade, pois o nióbio e o fosfato, de onde são extraídas, são abundantes na região.
A mineração já é o principal motor da economia local, que movimenta R$ 3 bilhões ao ano só da iniciativa privada, conforme a prefeitura.
O PIB araxaense em 2009 (último medido) foi de R$ 1,98 bilhão, 258,6% superior ao de uma década atrás, quando era de R$ 552 milhões.
A extração do nióbio, metal que dá mais resistência ao aço, é um dos destaques da economia local. As maiores reservas mundiais estão em Araxá e são exploradas pela CBMM, com cerca de 65 mil toneladas por ano (90% da produção global).
DIFERENCIAL DO NIÓBIO
A companhia afirma que encontrou a solução para obter as terras-raras do nióbio.
Em uma fábrica-piloto com capacidade para 1.200 toneladas/ano, produz concentrados de terras-raras e pode elevar a produção para 3.000 toneladas "sem grande esforço", afirmou em nota.
É pouco diante das 120 mil toneladas/ano de produção mundial. Mas já seria um salto consideradas as 239 toneladas produzidas pelo Brasil em 2011, segundo o DNPM.
A companhia confirma que o diferencial, em Araxá, é a possibilidade de obter as terras-raras dos resíduos.
A empresa investiu R$ 50 milhões na nova tecnologia. Outros R$ 12,5 milhões foram do governo de Minas, que tem participação de 25% nos lucros da CBMM.
A Vale não dá detalhes dos estudos para a extração das terras-raras, que se encontram em suas minas de fosfato em Araxá e na vizinha Tapira, de 4.200 habitantes.
Já a Mbac, segundo a Prefeitura de Araxá, vai investir R$ 280 milhões numa unidade. ÀFolha a empresa não revelou valores, mas confirmou que prepara a construção de uma planta-piloto em Araxá e que estudos feitos por ela mostram que as terras-raras são viáveis no município.
BENEFÍCIOS A LONGO PRAZO
Embora gigantes da mineração já vislumbrem possibilidades de ampliar seus lucros com a atividade em Araxá, alguns setores da cidade ainda são cautelosos sobre as terras-raras.
A situação lembra, em parte, a desconfiança que rodeava o pré-sal, antes de serem confirmadas sua existência e viabilidade.
O presidente da Acia (Associação Comercial, Industrial, de Turismo, Serviços e Agronegócios de Araxá), Marcio Antonio Farid, reconhece a importância da mineração para o desenvolvimento do município, mas diz que os benefícios à cidade ainda devem demorar.
Para ele, o clima de otimismo está no fato de as mineradoras já estarem trabalhando na cidade. "Mas, no caso das terras-raras, acho que os benefícios devem aparecer mais a longo prazo, e não tão imediatamente."
O corretor de imóveis Danilo de Souza afirma que o setor imobiliário já se beneficia da atividade mineradora.
"[As mineradoras] geram uma massa salarial expressiva, o que é bom para o setor imobiliário", disse.
Souza disse acreditar, porém, que é preciso esperar se consolidar o plano de novas empresas na cidade.
O PIB per capita em Araxá, conforme medição do IBGE, é de R$ 21,3 mil. Já é mais do que em BH -R$ 18,1 mil.
CENTRO INTERNACIONAL DE PESQUISA
A importância das terras-raras também já foi percebida pelo poder público.
O governo diz estimular novos projetos e incluiu o tema no Plano Nacional de Mineração, que trata de questões estratégicas do setor.
Para o subsecretário de Política Mineral e Energética do Estado de Minas, Paulo Sérgio Machado Ribeiro, a exploração dos minerais de Araxá ajudará o país a reduzir as importações da China.
Hoje, o Brasil enfrenta dificuldades, por exemplo, para comprar o lantânio, que é um elemento utilizado nos catalisadores para refino de petróleo da Petrobras.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, as empresas que detêm o direito de explorar ambientes geológicos favoráveis -como ocorre em Araxá- são estimuladas a desenvolver pesquisas ou a extração mineral propriamente dita, de acordo com a pasta.
O Serviço Geológico do Brasil, empresa pública vinculada ao ministério, iniciou levantamento em todo território nacional para identificar as áreas potenciais para a ocorrência de terras-raras.
Além de Araxá, sabe-se que em Catalão (GO) também existem jazidas importantes.
Por enquanto, segundo o DNPM, foram oficialmente dimensionadas apenas reservas nas regiões de Poços de Caldas e Vale do Sapucaí, ambas em Minas, e no norte do Estado do Rio de Janeiro, mas nesses lugares o volume de terras-raras é bem pequeno.
A Prefeitura de Araxá iniciou uma série de tratativas para atrair instituições internacionais de pesquisa.
Foram programados R$ 40 milhões na construção de um parque tecnológico para incubadoras de empresas e universidades estrangeiras.
Protocolos de intenção chegaram a ser assinados, segundo Alex Ribeiro, assessor especial para assuntos internacionais da prefeitura. O projeto, no entanto, só será continuado após as eleições de outubro.
ARARIPE CASTILHO
DE RIBEIRÃO PRETO
19/08/2012 - 06h57
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1124201-terras-raras-fazem-araxa-mg-ser-cobicada-por-mineradoras.shtml
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
As tramas do Nióbio na novela Máscara da Record
Este vídeo foi retirado!
https://www.youtube.com/watch?v=YxY5cS8STyU
clicar no link
DESISTIRAM SEUS PRODUTORES DE TENTAR ENTRAR EM CONTATO COM AUTORIDADES, ESPECIALISTAS NA ÁREA DE ESPECULAÇÃO DO MINÉRIO NIÓBIO, FOI POR DEMAIS CANSATIVO. ATÉ QUE, A NOVELA ANTECIPOU O SEU FIM.
A novela Máscara apresentada pela TV Record pelo roteirista Lauro Cézar Muniz, aborda o assunto Nióbio Minério Brasileiro.
A sociedade brasileira deve assistir esta novela que aborda na forma de drama, o assunto Nióbio que é importante para o conhecimento de todos.
Porque tanto interesse nas terras brasileiras, inclusive alocando falsos índios para demarcá-las??? a oligarquia internacional de olho nos minérios existentes...
O Nióbio mineral estratégico que a sociedade brasileira desconhece porque o governo omisso esconde, levaria o Brasil a sua auto-independência como Nação próspera e rica... porém, os especuladores internacionais não permitem, para tanto, se apoderam das terras raras brasileiras subornando, sequestrando, matando, usurpando, praticam as maiores barbaridades contra quem intervir, tomando suas terras e fazendas a preço de banana, para dali extraírem o minério mais cobiçado do mundo aonde 98% da extração mundial é brasileira. E tem mais, os mega-especuladores internacionais, pagam a preço de ouro os infiltrados, para minarem qualquer tentativa deste precioso mineral permanecer nas mãos dos patriotas brasileiros, de chegar ao conhecimento do povo, e no mesmo tempo, impedir manifestações populares de chegar as governanças O BASTA AO DESCAMINHO E AO CONTRABANDO DO NIÓBIO.
É uma pena que a TV Record apresenta a novela muito tarde às 11:30.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Minérios Mato Grosso do Sul
Morro do Urucum Mato Grosso
Mato Grosso ponte Rio Paraguai
MINÉRIO
Recentemente um levantamento aerogeofísico confirmou mais de 125.000 km² de áreas identificadas com potencialidades de depósitos minerais com informações confiáveis e de qualidade , oferecendo maior segurança para o investidor do setor mineral.
Há dois anos a venda de produtos minerais registrou um aumento de 34% em valor em função do expressivo crescimento das exportações de ouro em volume físico.
http://www.pantanal-brasil.com/page.aspx?pagina=198
Multinacional "que tomou" exploração mineral em MT; excluiu garimpeiros
Algo em torno de 11,4 milhões de hectares em Mato Grosso estão – digamos assim – “reservadas” para as grandes mineradoras fazerem prospecção sobre o potencial de exploração mineração. Especialmente, de diamantes. Até 2003, Mato Grosso tinha 4,5 milhões de hectares de seu solo requeridos. Isso significa em torno de 13% do território mato-grossense apenas para a exploração mineral. A empresa Diagem do Brasil Mineração Ltda, de origem canadense, requereu 220 mil hectares em Juína. Desse total, a empresa não cedeu nem 1% para que os garimpeiros pudessem trabalhar.
A questão das mineradoras foi levantada pelo deputado Wagner Ramos (PR), ao tratar do que chamou de “sérios contraste” que estão sendo registradas no município de Juina, no Noroeste do Estado, considerada uma das áreas mais ricas na produção de diamantes – e, consequentemente, de latente conflito social. O parlamentar criticou termos da legislação federal que permite a concessão desordenada de solo da região a diversas empresas estrangeiras e denunciou o impasse local que vem crescendo por conta das circunstâncias.
A questão das mineradoras foi levantada pelo deputado Wagner Ramos (PR), ao tratar do que chamou de “sérios contraste” que estão sendo registradas no município de Juina, no Noroeste do Estado, considerada uma das áreas mais ricas na produção de diamantes – e, consequentemente, de latente conflito social. O parlamentar criticou termos da legislação federal que permite a concessão desordenada de solo da região a diversas empresas estrangeiras e denunciou o impasse local que vem crescendo por conta das circunstâncias.
Ramos participou – junto com os deputados José Riva e Eliene Lima, ambos do PP – de evento realizado pelas Cooperativas de Diamantes de Juína e de Aripuanã, ocorrida na cidade de Juina. “Eles estão vivendo uma realidade de preocupação muito grande, compartilhada pelos demais habitantes da região. Principalmente os que trabalham na atividade garimpeira” - revelou Ramos. Segundo ele, todos que conhecem Juína ou de alguma forma tomaram conhecimento da sua história sabem que seu crescimento se deu devido à sua grande potencialidade na extração de diamantes, associado à agricultura e à pecuária.
“Hoje, muitos daqueles garimpeiros se encontram parados, sem poder trabalhar por conta de concessão de subsolo dada a algumas empresas, principalmente estrangeiras. Com isso, o garimpeiro fica impossibilitado de trabalhar” -explicou.
A exploração comercial de diamantes em Juína, pela canadense Diagem, teve início no segundo semestre de 2003. A empresa estava fazendo estudos técnicos de avaliação das lavras. “Estes estudos podem demorar até três anos, já que a área de concessão de pesquisa é muito extensa” - explicou o engenheiro Jonathan Taylor, responsável pela execução do projeto. Ele esclareceu que o diamante a ser extraído em Juína é chamado de indian goods (tipo industrial) e seria todo exportado para a Índia, onde ocorreria a lapidação. Técnicos da empresa disseram que – antes maior produtor mundial de diamantes – Juína perdeu o posto para a Austrália.
De acordo com o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a “regularização da produção de diamantes, em Juína”, se deu no final de outubro de 2004, com a entrega das primeiras Permissões de Lavra Garimpeira. A medida aconteceu por meio de “acordos de cessões de direitos minerários”, firmados entre a Cooprodil (Cooperativa de Produtores de Diamantes Ltda), a Diagem e a SL Mineradora Ltda.
Segundo o deputado Wagner Ramos, esse cenário desfavorável para os garimpeiros de Juína precisa ser revertido. Ele anunciou o início de uma mobilização nesse sentido, a partir da Assembléia, envolvendo as bancadas federais de Mato Grosso. Durante a visita feita à região, Wagner Ramos e lideranças de Juína conheceram a área onde os garimpeiros descobriram – através de pesquisas – diamantes em aproximadamente 30 metros a 40 metros de profundidade.
“Hoje, muitos daqueles garimpeiros se encontram parados, sem poder trabalhar por conta de concessão de subsolo dada a algumas empresas, principalmente estrangeiras. Com isso, o garimpeiro fica impossibilitado de trabalhar” -explicou.
A exploração comercial de diamantes em Juína, pela canadense Diagem, teve início no segundo semestre de 2003. A empresa estava fazendo estudos técnicos de avaliação das lavras. “Estes estudos podem demorar até três anos, já que a área de concessão de pesquisa é muito extensa” - explicou o engenheiro Jonathan Taylor, responsável pela execução do projeto. Ele esclareceu que o diamante a ser extraído em Juína é chamado de indian goods (tipo industrial) e seria todo exportado para a Índia, onde ocorreria a lapidação. Técnicos da empresa disseram que – antes maior produtor mundial de diamantes – Juína perdeu o posto para a Austrália.
De acordo com o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a “regularização da produção de diamantes, em Juína”, se deu no final de outubro de 2004, com a entrega das primeiras Permissões de Lavra Garimpeira. A medida aconteceu por meio de “acordos de cessões de direitos minerários”, firmados entre a Cooprodil (Cooperativa de Produtores de Diamantes Ltda), a Diagem e a SL Mineradora Ltda.
Segundo o deputado Wagner Ramos, esse cenário desfavorável para os garimpeiros de Juína precisa ser revertido. Ele anunciou o início de uma mobilização nesse sentido, a partir da Assembléia, envolvendo as bancadas federais de Mato Grosso. Durante a visita feita à região, Wagner Ramos e lideranças de Juína conheceram a área onde os garimpeiros descobriram – através de pesquisas – diamantes em aproximadamente 30 metros a 40 metros de profundidade.
Edilson Almeida Redação 24 Horas News http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=235964
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