sexta-feira, 29 de março de 2013

A ICOMi nasceu para concorrer com a Vale. Eliezer Batista Vale, Itabira; Augusto Antunes Icomi, Caemi, Hanna, MBR, Jari; Ludwig Jari; Moreira Salles Araxá: operações obscuras

Nota minha: Usando ousadia e o secreto, os angloamericanos criaram no Brasil as mineradoras camuflando seus verdadeiros usurpadores, usando os nacionais entreguistas, lesa-pátria, "laranjas", à praticar durante todo o tempo, o DESCAMINHO fraudulento dos minérios brasileiros, sem que o Tesouro Nacional receba para reservas estratégicas, o numerário condizente pelo assalto praticado no solo brasileiro. 
01) Constituída pelos principais "juniores" da estrutura de poder Organizações não-governamental (ONGs) Internacional, The Natural Conservancy, consolidada no Brasil após a Segunda Guerra Mundial sob a orientação de  Nelson Rockefeller, que estruturou às relações angloamericanas.   Augusto Azevedo Antunes que fundou a Mineradora ICOMI,  foi o front-man para o falecido Nelson Rockefeller e seus interesses comerciais no Brasil, também membro do Conselho das Américas. O grupo CAEMI assumiu o projeto Jarı, criado pela ONG WWF-Brasil com supervisão do milionário Daniel K. Ludwig projeto este que faliu, pelas dívidas acumuladas com o governo federal; Ludwig do Jari também era um membro do conselho da ONG WWF, braço de angariação de fundos do Clube 1001.  A WWF, foi criada pelo príncipe Philip da Grã-Bretanha e o príncipe Bernhart dos Países Baixos em 1961; clube 1001 é um clube de elite com 1.001 das pessoas mais ricas do mundo, cujos nomes não são revelados; Industriais, filantropos, ultraconservadores, naturalistas da classe alta, elas formariam uma rede de "velhos amigos com influência nos corredores do poder político e corporativo global". Mario Frering, neto e herdeiro de Antunes do grupo Caemi também na época membro da WWF-Brasil. EIR de 23 de fevereiro de 2001 Pag. 04 – Internacional 49 Vol. 28  número 8 EIRInternational Príncipe Philip's WWF Leads Ofensiva contra o Brasil 
02) Em 1953, o cientista geoquímico Djalma Guimarães do ITI (Instituto de Tecnologia Industrial) descobriu o Nióbio em Araxá-MG. Acabaram com a Fertisa exoneraram o geoquímico Djalma Guimarães (link abaixo)
 - Na década de 60,  Walter Moreira Salles como sócio de Nelson Rockefeller nas incursões do bilionário americano pelo mundo dos negócios no País. A principal delas foi a criação do fundo Crescinco, que pavimentou  estradas para o desenvolvimento do mercado brasileiro de capitais.
 - Em 1964, por razões pessoais, o presidente Costa e Silva decidiu cassar o embaixador Walter Moreira Salles e perguntou a opinião do então ministro Delfim Netto (justo para quem!). A resposta de Delfim!: “Teremos apenas problemas com toda a imprensa internacional, com os banqueiros estrangeiros e com os governos dos Estados Unidos e da França.  Costa e Silva (morte misteriosa!) desistiu da ideia.  Naquele momento, o presidente linha-dura descobria o que muitos já sabiam: o embaixador estava acima do bem e do mal.  Moreira Salles construiu em torno de si uma reputação fictícia de  integridade entreguista.  cegos foram todos (hoje aparecem os filhos fora do casamento!).  No mundo dos negócios, era um cavalheiro cuja palavra era uma só (minério brasileiro!). Quem negociava com ele dormia tranqüilo. Jamais seria passado para trás (só o Brasil!).
- Em 1964 durante a ditadura veio ao Brasil o almirante Arthur Radford, agente do imperialismo angloamericano, requisitar o banqueiro brasileiro Walther Moreira Salles para a tarefa de ser o “laranja” de interesses angloamericanos no Brasil.
 - Em 1965, o almirante da marinha americana Arthur Radford que presidia o conselho da companhia de mineração Molycorp The Rockfeller, adquiriu os direitos pelos depósitos de NIÓBIO do Estado de Minas Gerais. Moreira Salles decidiu "comprar" uma participação majoritária, os Moreira Salles/Rockfeller agora produz 85% do nióbio do mundo. O Brasil entrava na roda financeira internacional, preso à oligarquia angloamericana. http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2010/10/niobio-e-dr-djalma-guimaraes-do-iti.html
Resumo: Venderam o Brasil!

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Desde 1956, quando comecei a fazer coluna e artigo no Diário de Notícias (continuando na Tribuna da Imprensa- Helio Fernandes) Eliezer Batista era meu personagem inestimável e prioritário. Não era perseguição-obsessão, e sim obrigação. Ele era dono e não presidente da Vale, a grande empresa de minérios, depois DOADA por FHC (a quem?) e o Brasil recebendo tostões em títulos desvalorizados.

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Eliezer Batista da Silva nasceu no dia 04 de maio de 1924, em Nova Era (MG) (Como ? se Nova Era MG microrregião Itabira foi fundada em 17 de dezembro de 1938?) filho de José Batista da Silva e de Maria da Natividade Pereira. —  Diplomou-se pela Escola de Engenharia da Universidade do Paraná, em 1948. No ano seguinte, passou a trabalhar na Companhia Vale do Rio Doce, chefe do Departamento da Via Permanente (1951), Assistente de Engenharia (1957) e superintendente da Vitória à Minas 1959, sendo nomeado presidente em 1961. 

Foi dono da Vale, depois dirigiu a Caemi, foi presidente da Minerações Brasileiras Reunidas, resultado da fusão da Caemi com a Bethlehem Steel e, logo em seguida, o de vice-presidente da Itabira International Company (Nova Iorque). Depos, assumiu a diretoria da Itabira Eisenerz GmbH, em Düsseldorf, Alemanha Ocidental, posto no qual permaneceu até 1974, quando passou a dominar a Rio Doce Internacional S.A., subsidiária da Vale em Bruxelas.  — Eliezer Batista viajou muito, morou várias vezes no exterior. Mais de um ano na União Soviética e quase dois anos na Alemanha, onde casou com Jutta Fuhrken, natural de Hamburgo, e desse casamento nasceram sete filhos, dentre eles Eike Batista. Seus filhos e até um neto (Thor) têm esses nomes por causa da residência. http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/Jango/biografias/eliezer_batista

Inacreditável: presidentes da República e até ditadores não cobravam nada dele. Voltava, não precisava reassumir, retomava a rotina diária, sem o menor constrangimento.

PS - Deixou para o filho, fortuna em espécie e o mapa-da-mina mineral, começo (e parece que o fim) da aventura.

PS2 - Na única vez em que fingiu responder, indiretamente, afirmou: "Paguei 697 milhões de Imposto de Renda".

PS3 - Agora, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, afirmou audaciosamente: "O BNDES emprestou 37 bilhões, APENAS 10 BILHÕES foram para EIKE BATISTA.

PS4 - A desesperança chega ao apogeu, quando o presidente de um banco de fomento, estatal, EMPRESTA 10 BILHÕES a um aventureiro, e como ressalva, coloca a palavra A-P-E-N-A-S.

Porque a Polícia Federal, as autoridades, NUNCA contestaram Augusto Trajano e Eliezer Batista?  —  Qual ligação tiveram com o poder oculto, com os Consensos  com os acordos realizados com as elites globalistas internacionais, omissão pelas governanças civis e militares, entreguistas convictos,  surgindo assim, o descaminho dos minérios estratégicos a preço de banana como aconteceu com o Manganês, com a Mineradora Vale do Rio Doce, com o Jari no Amazonas assim, por lastimar, Trajano, Eliezer contribuíram com a oligarquia internacional para a desnacionalização dos minérios no Brasil.

O que os países ricos querem do Brasil? Eles querem o potencial energético (biomassa) dos trópicos. As corporações multinacionais não são burras, não apostam seu futuro em pré-sal no fundo do mar. Como é que pode existir desenvolvimento sustentável se a economia brasileira não é auto centrada? não existe justiça ecológica sem justiça social, e no capitalismo inexiste justiça social. Por este motivo que os empresários financiam o partido comunista, que disfarçados clandestinamente, protegem as grandes fortunas em suas gerações futuras, cumprindo o entreguismo privativista dos políticos corruptos.

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Manganês de graça para os estrangeiros especial o Japão:

Imprensa Popular 28/03/1950 pag. 1 e 4 por Medro Motta Lima

O pagamento de 10 e 12 cruzeiros é apenas símbolos, pois a tonelada no mercado externo vale 900  -  sem inversão de capital, os trustes ianques U. S. Steel e Bethleelem apossam-se de todo o minério.

O empréstimo de 35 milhões de dólares que o  Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento vai conceder para a exploração das jazidas de manganês de Urucum é um dos últimos atos da entrega total do minério brasileiro aos trustes de aço americanos. A exploração de Urucum pelos ianques completa o assalto às nossas jazidas. No Brasil são três as principais fontes de minérios de manganês: Conselheiro Lafaiete em Minas, Amaparí no território do Amapá, e Urucum, em Mato Grosso. Pois bem, todas essas fontes de manganês estão direta ou indiretamente sendo exploradas pelos dois maiores grupos americanos de aço, a United States Steel Corporation e a Bethleem Steel Corporation. As jazidas de Conselheiro Lafaiete estão com os dias contados. O seu potencial atual é de apenas  5 milhões de toneladas. Apesar disso o manganês dessa região continua sendo exportado, o que é uma grave ameaça ao funcionamento de Volta Redonda. Segundo cálculos feitos pelos técnicos se a exportação continuar no mesmo ritmo dentro de 5 a 6 anos Volta Redonda não terá mais o minério indispensável do fabrico do aço. As jazidas de Conselheiro Lafaiete estão nas mãos de concessionários que são companhias subsidiárias daqueles trustes americanos. Desde 1920 a United States Steel explora a melhor jazida que é a do Morro de Mina, através da Companhia Meridionqal de Mineração do Grupo brasileiro Jaffet-Chama. Outras jazidas são exploradas pela ICOMI Ind. e Com. de Mineração Ltda ligada a Bethleehen Steel. As jazidas do Amapá, em 1950 o governo entregou de mão beijada o manganês das jazidas de Amapari a Betheehem Steel. Neste caso também o Banco Internacional entrou com o financiamento de 35 milhões de dólares endossados pelo Tesouro Brasileiro. O truste assim não entra com algum., mas recebe 49 por cento de ações. As restantes ações perfazendo 51 por cento do total, foram dadas a ICOMI. Um grupo de testas de ferro do Estado de Minas Gerais não entrou no no negócio com um centavo. O governo entra com o financiamento total, pois endossa o empréstimo. O que os gringos têm a fazer é somente retirar o manganês e mandá-lo para os seus altos fornos. Tudo de graça dando margem ainda a lucros astronômicos. As jazidas de Amaparí tem um potencial de vinte milhões de toneladas, com um teor metálico de 50 por cento e estão localizadas a apenas 220 kms. do porto de Macapá. O manganês desse porto irá diretamente para Sparraw Point onde estão as usinas da Tetheehem. O custo do transporte será de cindo dólares por tonelada. De acordo com a revisão do contrato feito entre ICOMI e o governo do território do Amapá, em 0706/1950, poderão ser exportadas 500 mil toneladas anuais recebendo o governo "royalties" de 4% s/ o  valor FOB do manganês exportado. 

Em 1949 o preço médio da tonelada exportada pelo Brasil foi de 321 cruzeiros. Portanto o truste de aço norte-americano da a ninharia de Cr$12,00 por tonelada pelo manganês retirado do Amapá. Na verdade o valor da tonelada no mercado internacional é de 800 a 900 cruzeiros. O grande negócio feito pela Bethleehem animou a United States Steel e a avançar sobre o manganês de Urucum. E o fez por meio do grupo Jaffet-Chama, isto é da Companhia meridional de Mineração, também aqui foi organizada a companhia mista, com 49 por cento das ações do truste e 51 por cento da Meridional. Ainda neste caso o Banco Internacional entrará com 35 milhões de dólares também endossados pelo Tesouro brasileiro. A marmelada é a mesma: os assaltantes não entram com capital algum, mas somente com o direito de avançar sobre as jazidas. O poder de Urucum é de 30 milhões de toneladas com teor metálico de 15 milhões. Pelo acordo firmado om o governo do Estado de mato Grosso, a companhia pagará 10 cruzeiros por tonelada do Manganês retirado das jazidas de Urucum. Estes dados mostram perfeitamente que todas as jazidas de manganês do Brasil estão nas mãos dos americanos e absolutamente de graça. Maiores concessões pretende ainda o governo oferecer dos gringos na Conferência dos Chanceleres, constando o manganês num dos itens das discussões.

Dizia o Ministro Bulhões que o Estado falira - A inflação destruía sua capacidade arrecadadora. Ninguém recolhia impostos indiretos. Sem recursos suficientes, para enfrentar mesmo os encargos mais rotineiros qualquer governador perde a capacidade de exercer autoridade e a sociedade caminhara para o desastre. Quanto aos EUA houve um Acordo  de Getúlio: O Brasil passou a fornecer aos americanos materiais estratégicos como bauxita, berilo e manganês e recebeu EM TROCA armas modernas e autorizou a instalação de bases militares americanas no Brasil,  no Brasil  Parnamirim (RN) era a mais importante. De lá decolaram entre 400 e 600 aviões para o combate na Europa e para a vigilância do Atlântico Sul, formando um cinturão de 1.700 milhas entre Natal e Dacar, na África... Mas isto aconteceu  na época da 2ª, guerra por acordo feito por Getúlio.  Após este período, com a morte do Getúlio, permaneceu no Brasil os acordos realizados  pelos militares  e civis  vinculados aos EUA e entreguistas convictos,  surgindo o descaminho dos minérios estratégicos, e a desnacionalização do Brasil  ocorreu de forma galopante.

Estradas de Ferro para o transporte dos minérios Farguhar, o enviado dos angloamericanos:

No final do século XVIII, foram descobertas as lavras de ouro de Conceição, Itabira e Santana e a exigência de técnicas de explorações sofisticadas fez surgir companhias de mineradoras que utilizavam a mão-de-obra escrava. Este segundo ciclo do ouro se estendeu até meados do século XIX. Na primeira metade do século XX, a economia de Itabira sofreu influência da conjuntura econômica internacional e nacional: o Congresso Geológico Internacional de Estocolmo, realizado em 1908, divulgou o potencial ferrífero do Brasil e atraiu o interesse de vários investidores estrangeiros na região. Assim, em 1910, um grupo de ingleses construiu a Itabira Iron Ore Company Limited com a intenção de garantir as reservas de minério e o controle da estrada de ferro que seria construída entre Minas Gerais e Espírito Santo.  Esse ousado e gigantesco projeto, orçado em 80 milhões de dólares, obteve toda a simpatia do presidente da república Epitácio Pessoa, que assinou o famoso Contrato Itabira de 1920.  Com o fim da Primeira Guerra Mundial, o controle da Companhia foi transferido para um grupo de "investidores europeus e norte-americanos" liderados por Percival Faquhar seu principal sócio e dono da Light do Rio de Janeiro – Alexandre Mackenzie. Imediatamente Percival Farquhar passaria a sofrer uma feroz oposição de Arthur Bernardes, presidente do estado, então quase autônomo, de Minas Gerais  

http://pt.wikipedia.org/wiki/Percival_Farquhar

Sofrendo pressões por parte dos seus grupos apoiadores, os nacionalistas e militares, Getúlio Vargas é impelido a tomar uma decisão a respeito da questão da exploração e exportação do minério de ferro. Porque  o ministro do exterior João Neves e o ministro do Exército Góes Monteiro começaram a induzir o processo de derrubada de Vargas, quando articularam com os EUA o Acordo Militar de 1952, sem conhecimento do Gen. Estillac Leal, ministro da Guerra, nacionalista e sustentador da base militar do presidente. Estillac demitiu-se e daí tudo perdeu o rumo, a entrega do Brasil aos centralizadores internacionais foi crescendo. Assim, por meio de decreto, confiscou todo o patrimônio de Percival Farquhar nesse setor, e formou uma nova empresa, estatal. Hoje, a Herdeira de Percival Farquhar, o lendário empreendedor norte-americano, luta para receber uma indenização - já ganha em última instância na Justiça - que pode chegar a US$ 3,3 bilhões. http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/6914_FARQUHAR+O+FANTASMA+QUE+ASSOMBRA+A+UNIA

Getúlio Vargas em seu governo foi criado o Código de Minas que proibia a mineração no Brasil por estrangeiros. 16 de julho de 1934 Promulgada a Constituição do Brasil. O artigo 119, que trata do aproveitamento de jazidas e minas, estabelece que todas as explorações minerais, concessões de pesquisa e lavra de minérios só podem ser conferidas a brasileiros ou a empresas organizadas no Brasil.  Dessa forma, Farquhar estabeleceu sociedade com brasileiros (laranjas) e fundou a Companhia Brasileira de Mineração e Siderurgia. -  Com a Segunda Guerra Mundial e o acordo de Washington: ingleses cederam as minas, americanos financiaram 14 milhões de dólares, em decorrência dos quais, Getúlio Vargas assina o decreto n° 4.352  em 1º de junho de 1942 criando a Companhia Vale do Rio Doce.
.ICOMI, foi fundada para concorrer com a própria Vale. Utilizando a ESTATAL para produzir lucros PARTICULARES. (concorrer, ou  tomar)

Esta foto foi tirada no Porto suburbano de Leatron, em Nova York (EUA), na manhã do dia 11 de março de 1955, onde teve a presença do Dr. Augusto Trajano Antunes (ICOMI), Mr. Hummel (US Sttel) e Sr. Lerry James (representante da General Motors-GM, empresa que fabricou as 03 locomotivas que foram vendidas para a ICOMI, em contrato firmado em 1954). Essas locomotivas eram tipo diesel-elétricas SW de 1200HP, projetadas por engenheiros-ferroviários da Electro-Motive Division, setor vinculado à multinacional G.M.
A chegada dessas locomotivas foi registrada por um correspondente da revista "Ferroviária", que tirou diversas fotos do momento do desembarque no cais da ICOMI que depois foram publicadas na edição de novembro daquela revista, com direito a uma extensa reportagem falando das nossas riquezas minerais e das intenções econômicas da mineradora.( Fonte: Fotos e informações históricas - contribuição  do amigo Emanoel Jordânio, blogueiro, pesquisador da história de Santana - via e-mail)  —  Elas vieram diretamente dos EUA para o Brasil, chegando no canteiro de obras do Porto de Santana no início da tarde do dia 30 de março de 1955, nessa ocasião meu avô (soldador Luís Silva) assistiu a chegada dos maquinários e participou do desembarque, onde mais de 40 homens tiveram que usar a força dos braços e de alguns guinchos inconfiáveis para içá-los.Observe que ao fundo ainda nem existiam casas onde hoje fica a Avenida Santana.JOÃO LÁZARO  por e-mail
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Augusto Antunes, paulista, engenheiro civil eletricista pela Escola Politécnica de São Paulo no ano de 1930. Transferiu-se pára o Estado de Minas Gerais, dedicando-se à área de mineração. Fundou em 1942 a empresa Ind. e Com. de Minérios - ICOMI, assumindo a Direção Técnica. Em 1946, quando manteve os primeiros contatos com o Governador do Território do Amapá, Capitão Janary Gentil Nunes, interessado nas pesquisas minerais da região. Augusto Antunes visitou os locais onde foram localizadas as minas de manganês, acompanhado dos Srs. Homero Charles Platon e Mário Cruz, levando quantidade expressiva de minério para exames laboratoriais. A 6 de dezembro de 1947, representando o grupo ICOMI, assina na Representação do Governo do Amapá, no Rio de Janeiro o contrato de exploração das minas de manganês da Serra do Navio estando presentes ao ato o Governo do Amapá, Ministros, Deputados e Senadores. O início das atividades da empresa no Amapá ocorreu em 1948, com a chegada da equipe técnica, composta de engenheiros americanos, holandeses e ingleses que espantaram a população por nada entender do que falavam ou o que queriam. Em 1949 começaram a chegar a Santana os navios carregados de ferragens e equipamentos. Em 15 de novembro de 1950 o Congresso Nacional referendou os termos do contrato de exploração do minério de manganês pela ICOMI (ESSE CONGRESSO NÃO PERCEBEU QUE A EXPLORAÇÃO ERA DE NÃO NACIONAIS?). Na década de 1950, Antunes já comandava o que viria a ser um dos maiores grupos privados da área de mineração do país. Nascia a Companhia Auxiliar de Empresas de Mineração - Caemi, que incorporou a Icomi e deu partida na exploração de manganês na Serra do Navio, no Amapá. Em fins dos anos 50, a Hanna decidiu entrar em Minas Gerais, liderando um consórcio de investidores que adquiriu o controle da "The Association for Working the Mines of São João d'El Rey Mining Company", associação constituída em 1830 para explorar minas em São João Del Rey e São José, nas serras do Bonfim e do Lenheiro, em Minas Gerais, cujo controle havia sido adquirido na Bolsa de Londres pelo corretor nova-iorquino Leo Model, da firma Model & Roland.

Presidente JK (de terno à esq.) recebe das mãos do Dr. Augusto Antunes, uma placa alusiva ao primeiro embarque de manganês do Porto de Santana, ocorrido em 10 de janeiro de 1957, transportado pelo navio Areti-XS – Baltimore, que havia chegado no dia 9 e saiu no dia seguinte, levando 9.050,05 toneladas de manganês. A cerimônia foi presenciada pelo Dr. Amilcar da Silva Pereira, que na época era o Governador do Amapá. Amilcar Pereira governou o Amapá no período de fevereiro de 1956 a fevereiro de 1958. Trem iniciando a descida da mina para o portoFoto: Icomi, 1964(–). Coleção: Flávio de Britto Pereira.

JK ao lado de Trajano Antunes no primeiro embarque do Manganês do Amapá. O Brasil era o maior produtor de manganês do mundo. Como era de outros minérios, todos controlados por Eliezer Batista.
Em 1964, logo após a Revolução Militar, Eliezer Batista foi ejetado da presidência da Vale do Rio Doce por determinação dos militares, por receber suborno de empreiteiros. Assume então a presidência de empresa de Antunes (a ICOMI no Amapá, que mais tarde surge em nome de Eike). Protegido por Antunes Eliezer volta à Vale, e continua a cometer crime de peculato, transferindo mercados da Vale para a sua própria MBR. Foi salvo do exílio pela intervenção de Antunes, que convenceu os generais  convidando Eliezer  para trabalhar com ele na MBR.
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Eliezer Batista (pai do Eike Batista! como enriqueceu!), em 1965, aceitando o convite do Dr. Augusto Trajano Antunes (CAEMI) para ser o presidente da MBR Trajano disse: "É certo que a humanidade viveu do trabalho escravo. Mas é preciso, por isso mesmo, eliminar as desigualdades e injustiças. Na medida em que o indivíduo tenha consciência disso, terá mais humildade e consciência de que do mundo nada se leva. Eliezer Batista - Membro Vogal da CEBRI (braço do CFR) no Brasil  http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-cebri-o-bra%C3%A7o-do-cfr-no-brasil
Um caso emblemático foi o duelo, em meados da década de 60, contra a norte-americana Hanna Mining  Leia:


Os entreguistas  instalado no poder entrega a Companhia Vale do Paraopeba, detentora de imensas jazidas minerais  para a Mineradora  Hanna Corporation , empresa reconhecidamente não-idônea nos Estados Unidos,  –  A Hanna recebe, ainda, a estrada de ferro que liga Minas ao Rio para exportação de ferro e manganês, em competição com a Cia. Vale do Rio Doce. Desgastada no uso mais intensivo para transferir as montanhas de Minas para os Estados Unidos, a Rede Ferroviária custa ao governo brasileiro, em subsídios anuais, muito mais do que tudo que a Hanna paga pelo minério. Pelo uso daquela rede ferroviária de 633km de Belo Horizonte ao porto privado de Sepetiba, a Hanna pagava uma tarifa de 125 cruzeiros por tonelada, quando o preço de custo para o governo era de 160 mil cruzeiros. Em consequência desta outorga, o governo inicia a construção de uma outra estrada, por nossa conta, a Ferrovia do Aço, para levar o minério de Minas a Volta Redonda. Nela, já se gastaram mais de 2 bilhões de dólares, e falta outro tanto. Um avião militar norte-americano desembarca em Brasília os diretores da Hanna Corporation que vêm firmar com Azevedo Antunes a ata de fundação da empresa nominalmente nacional, Minerações Brasileiras Reunidas - MBR, a fim de legalizar a apropriação estrangeira de 720km² das terras de Minas Gerais, onde se encontra uma das maiores reservas de minérios deste mundo.

Em 1965, Antunes criou a Minerações Brasileiras Reunidas (MBR), resultado da junção de reservas da Caemi e da St. John Del Rey Mining, que havia sido comprada pela Hanna. 3 de dezembro de 1834 Adquirida, em Congonhas do Sabará (hoje município de Nova Lima em Minas Gerais, Brasil), pela St. John d’El Rey Mining Company Limited — empresa fundada em Londres e controlada por sócios e acionistas britânicos — a mina de ouro daquela localidade (Mina de Morro Velho). Nas terras compradas pela companhia inglesa, situam-se também jazidas de minério de ferro, entre elas a de Águas Claras. 21 de dezembro de 2000 Entra em vigor a Lei municipal 8.137 que determina à Prefeitura de Belo Horizonte a elaboração de um plano de recuperação, preservação, conservação, ocupação e uso da Serra do Curral.  2001 Neste ano, a Organização das Nações Unidas (ONU) decide que 2002 seria proclamado o “Ano Internacional das Montanhas”. Fevereiro de 2003 O último estoque armazenado de minério de ferro proveniente da mina de Águas Claras é exportado pela MBR. http://www.ofm.org.br/informaximo/imagens/%7B91F482D8-64BE-49B8-9B83-BF73A0F7D3FE%7D_O_Caso_Hanna_MBR.pdf


Antunes ficou com 51% da nova empresa e os angloamericanos com 49%. O projeto da Hanna Mining passava dos interesses da MBR e, por conseqüência, do Brasil. Hanna Mining Company, que se associou a capitalistas brasileiros (MBR) para explorar o minério de ferro da jazida de Águas Claras, alterando assim a paisagem natural  para desvastadora da Serra do Curral.


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Em 1968, Eliezer Batista  deixou a MBR. Não recusou o chamamento para retornar à Vale do Rio Doce que recebeu do professor Antônio Dias Leite (ministro de Minas e Energia de 1969 a 1974).  E a Vale propriedade feudal de Eliezer Batista, que dominava e controlava a empresa, doando seus  principais minérios, pelos mesmos preços aviltantes. - ? Em 1968, Eliezer Batista assumiu a diretoria da Itabira Eisenerz GMPH, em Dusseldorf (Alemanha Ocidental),  posto no qual permaneceu até 1974. Quando da fundação da Rio Doce Internacional S.A., subsidiária da Vale em Bruxelas, tornou-se seu presidente.  “Eliezer foi obediente a Percival Faguhar que por meio de decreto, Getúlio confiscou todo o seu patrimônio” 
http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2010/04/a-vale-surgiu-para-atender-o-tratado-de.htm
Eliezer Batista DOAVA os bens da Vale, parceladamente, mas mantinha a empresa, era mais lucrativa para ele. Eliezer na Presidência da Vale  vende cerca de 30% deste gigantesco patrimônio por 180 milhões de dólares (menos de 5% do valor)! O governo chega a perder o controle da Vale: sua participação cai abaixo de 50%. Reina a confusão, a Folha de S Paulo, a Tribuna da Imprensa, O Globo, denunciam o crime. A revista Senhor publica um mapa de jazidas da Vale sobre o qual se lê: “a ser cedido ao grupo Antunes”. Denuncias abortam a transferência de jazidas de ouro (Bahia) para sócios de Eike, e de jazidas de bauxita para grupo americano (oeste do Para). Jazidas da Vale em Corumbá (Urucum) surgem nas mãos de Eike. O senador Severo Gomes aprova uma CPI e publica livro expondo a gigantesca roubalheira (leitura obrigatória: Companhia Vale do Rio Doce: Uma Investigação Truncada. Editora Paz e Terra. Prefacio de Paulo Sergio Pinheiro ). Eliezer é demitido. Porem permanece imensamente rico e impune. http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=17103

Mesmo como presidente, "DONO" da Vale, embora já carregasse como propriedade pessoal a ICOMI, fundada para concorrer com a própria Vale, Utilizava a ESTATAL para produzir lucros PARTICULARES.


Porque? Eliezer Batista presidente eterno da vale não reconheceu e patrocinou  para pesquisas o ITI ( o ITI descobriu o Nióbio em Araxá em 1953), Quando o cientista geoquímico Djalma Guimarães do ITI propôs, em uma entrevista, que o Governo de Minas devia formar um Fundo com uma pequena parte dos futuros lucros daquelas jazidas (royalties) para dar suporte a órgãos de pesquisa geocientíficas e agronômicas estaduais, houve um completo silêncio, que perdurou por vários governos, iniciando, naquela hora, um doloroso processo de decadência do ITI (Instituto de Tecnologia Industrial). A Fertisa, detentora das duas jazidas, foi logo extinta e sucedida, em 1957, pela Camig, que, por sua vez, foi também extinta, passando as jazidas e os royalties respectivos para a Metamig, que se transformou em Comig, em 1990. Esta última foi extinta em 2003, sendo criada a Codemig, que, hoje, administra, com invejável autonomia, os royalties que resultaram das pesquisas do velho ITI. 
http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2010/10/niobio-e-dr-djalma-guimaraes-do-iti.html

Fortuna dos Batistas: Rico não vai para a cadeia 

Quem nasce Batista se reproduz na riqueza de outro Batista. Só o manganês não se reproduz, dá apenas uma safra). Mas como Eliezer foi sempre muito PREVIDENTE, controlou todos os minérios, que deixou para o filho, de "papel passado", ou então em indicações DEBAIXO DA TERRA. Mas, com os mapas atualizados e do conhecimento APENAS DO FILHO, A MAIOR FORTUNA DO BRASIL, ANTES MESMO DE NASCER. - É preciso que alguém obrigue Eike Batista a explicar como se tornou O HOMEM MAIS RICO DO BRASIL. 
O Brasil tem quase a totalidade da produção desses minérios, como tinha do manganês, raríssimos. E como tem do NIOBIO, ainda mais raro e IMPRESCINDÍVEL, 98 por cento de tudo o que existe no mundo). Alternando de pai para filho, afinal onde termina Eliezer e começa o Eike?


Eliezer devastou o Amapá, entregou todo o manganês aos americanos, a "preços de banana" (royalties para o presidente dos EUA, Theodore Roosevelt, que inventou essa expressão para identificar os países debaixo do Rio Grande. Isso em 1902). No Porto de Nova Iorque, os navios que vinham do Brasil com manganês, atracavam lá longe para não provocar comentários. E este repórter dava o número dos navios, os nomes, o total da carga, o miserável preço da venda, EMPOBRECENDO o Brasil, ENRIQUECENDO os "compradores" e o grande  VENDEDOR (sem aspas) Eliezer Batista.

Eliezer Batista DOAVA os bens da Vale, parceladamente, mas mantinha a empresa, era mais lucrativa para ele.  http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=17103

Como Presidente da Vale pela segunda vez, Eliezer Batista foi o responsável pelo Projeto Grande Carajás, oficialmente conhecido por Programa Grande Carajás (PGC), que passou a explorar as riquezas da província mineral dos Carajás – abrangendo uma área de 900.000 km², cortada pelos rios Xingu, Tocantins e Araguaia, e englobava terras do sudoeste do Pará, norte de Tocantins e oeste do Maranhão.


1997 Vale do Rio Doce Privatização Fraudulenta e Ilegal. Em 1997 Eliezer Batista  tornou-se um dos fundadores do Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentado (CEBDS) deixando neste ano a Rio Doce Internacional e assumindo uma cadeira no Conselho Coordenador de Ações Federais do Rio de Janeiro, da Federação das Indústrias do estado (Firjan). No segundo governo de Fernando Henrique Cardoso (1998-2002), foi membro do Conselho Coordenador das Ações Federais no Rio de Janeiro, órgão ligado à presidência da República.

A venda *feagaciana da Vale do Rio Doce, o maior patrimônio mineral do planeta, envolvendo solo, subsolo, água, portos, ferrovias e florestas, abrangendo nove estados do país. Falar em preço aí é pura ignomínia. É como vender sua própria mãe, todavia a mãe não é uma commodity, a mãe não tem preço, a não ser para os executivos da mineradora Billington e do Bank of America, Gencor e Anglo-American.
A venda da Vale do Rio Doce foi o suicídio da nação brasileira. Esse entreguismo (“crime inominável”) teria anulado as possibilidades do desenvolvimento atual e futuro da Amazônia. (*feagaciana::o conjunto da política social empreendida pelo ex-presidente FHC). 


Nos anos 70 Avança o loteamento da Amazônia. Além dos 6 milhões de hectares de Ludwig, são doados 668 mil à Suyá-Missu, 600 mil à Codeara, 500 mil à Paragominas e outros tantos à Georgia Pacific, à Bruynzeel, à Volkswagen e à Robin Mac. Também entram na negociata a Anderson Clayton, a Swift-Armour, a Goodyear, a Nestlé, a Mitsubishi, a Bordon, a Mappin, além dos nativos Camargo Corrêa, Bradesco,...


Em 1982 a   Hanna e Antunes inauguram, na baía de Sepetiba, no Rio de Janeiro, um porto próprio, destinado a transportar para os Estados unidos as montanhas de ferro de Minas Gerais, a fim de constituir, ali, uma gigantesca reserva que garantirá tanto a prosperidade futura deles como a nossa pobreza.
CAEMI / VALE –  Incorporação Confusa e Obscura:   
Caemi dona de 85% do capital da MBR. ... maior empresa de mineração do mundo, atrás da anglo-australiana BHP Billiton... (Caemi, que incorporou a Icomi !) Confusão generalizada de fusões para embaralhar propositalmente o entendimento.

Se não bastasse a doação da Vale do Rio Doce planejada desde que ela nasceu por Eliezer Batista,  ainda se aproveitou dos governos entreguistas  ICMBio, de 24 de julho de 2008,  para conseguir áreas e mais áreas na localidade estratégica de Mato Grosso do Sul,  na Serra do Amolar vejam: 

de Eliezer Batista ou do Rockfeller/Rothschild do clube dos 1001 da WWF-Brasil fundos aguardando o momento da exploração?
https://www.youtube.com/watch?v=rzlaAXl0FG8
PORQUE TODAS AS GOVERNANÇAS CIVIS DECRETARAM O ARQUIVO SECRETO POR "MAIS" 50 ANOS.  ISTO DEVE SER INVESTIGADO. SERÁ QUE VENDERAM O BRASIL PELA INCAPACIDADE DE ADMINISTRÁ-LO? DE GERENCIÁ-LO? OU ATRELARAM TUDO AO FMI POR CONTA DA "DÍVIDA EXTERNA BRASILEIRA?"
No caso da ICOMI, a participação de capitais estrangeiros no negócio foi efetivada por intermédio da Bethlehem Steel Company.  Tratou-se de associação efetivada ainda nos anos 50 do século passado e que ensejou, no decorrer de sua operação, a utilização de técnicas e práticas ambientais hoje julgadas como prejudiciais  e as quais legaram passivos ambientais que necessitam ser mensurados.
Para o BNDES, facilitar a transferência da riqueza dos pobres do Brasil para os ricos do país e do mundo e deixar aqui a pobreza é, ‘como um todo’, um bom negócio.
Icomi  - Crateras e contaminação
deixadas
Icomi - Maquinários foram 
abandonados
Recomenda-se a efetivação de uma auditoria ambiental em todas as áreas industriais ocupadas pela ICOMI em especial na Serra do Navio.

Notas:
http://memoria.bn.br/DocReader/hotpage/hotpageBN.aspx?bib=108081&pagfis=207&pesq=&url=http://memoria.bn.br/docreader
Fontes: Porta Retrato (Macapá/Amapá de Outrora)

sábado, 23 de março de 2013

OP NIÓBIO


contínua perturbação contra:
molycorp.com 
cbmm.com 
funai.gov.br 
rainforestsos.org
a partir de 20 de março de 2013 

Flyer: http://static.anonfiles.com/1363910566547.jpg





http://operationgreenrights.blogspot.fr/

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Defesa de nossa Amazônia, região da Cabeça do Cachorro



O Governo Federal está formando tribos indígenas? Não! São reservas de minérios como Nióbio, Tântalo, Ouro, Urânio, Tório e Diamante, destino... DESCAMINHO, é o que está ocorrendo com os minérios no Brasil. FAVORECEM POUCOS MILIONÁRIOS, E PREJUDICANDO O DESENVOLVIMENTO DO POVO BRASILEIRO TRABALHADOR, INGÊNUO E SOFRIDO.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Justiça de MINAS GERAIS vai investigar a questão do NIÓBIO, explorado sem licitação a mais de 40 anos em Araxá

 – Vale dizer que os Estados Unidos, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro, mas o Brasil detém apenas 55% dessa produção. Os 45% restantes estariam saindo extra-oficialmente do país. Durante a Comissão Parlamentar De Inquérito (CPI) dos Correios, um pequeno germe da investigação sobre o Mensalão, o publicitário Marcos Valério revelou na TV : “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio” e que “José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.

Estranhamente veículos pertencentes à Rede Globo de Televisão nunca tocaram no assunto, nem mesmo quando tornou Dirceu sua Geni preferida. Contou com a ajuda – e o silêncio – dos veículos da grande mídia, de grupos como Abril e Folha.

Outro comentário, ao qual não podemos nos furtar é que o “Triângulo” de Minas Gerais se assemelha ao das Bermudas: tudo que se passa por lá misteriosamente desaparece. 
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O estranho caso do precioso metal, supostamente sub-faturado e que pode estar financiando ilicitamente desde atividades políticas a emissoras de TV volta a tona nesse início de 2013 graças ao uso das redes sociais, a questão do precioso metal se tornou notícia ha cerca de 3 anos por conta de uma revelação feita no site Wikileaks. Promotores já falam até sobre a necessidade da criação de um órgão nos moldes da Petrobras para a administração das jazidas.

O Ministério Público estadual vai abrir uma investigação para apurar possíveis danos que a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) possa ter cometido contra os cofres do governo de Minas na comercialização do nióbio para o exterior.
Que o Ministério Público de Brasília também investigue a Mina de Nióbio da Amazônia:  "Marcos Valério disse na CPI dos Correios "O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando DO NIÓBIO" e  JOSÉ DIRCEU negociava a mina de Nióbio na Amazônia"  [1]
nióbio fraude ministério público
Mundial - A CBMM, que integra o Grupo Moreira Salles, tem subsidiárias na Europa (CBMM Europe BV-Amsterdam), Ásia (CBMM Asia Pte - Cingapura) e na América do Norte (Reference Metals Company Inc.-Pittsburgh), de onde são comercializados os minerais que vão para o exterior.
Fraude - O Ministério Público desconfia que o nióbio vendido para o exterior tenha o valor da tonelada subfaturado. O MP acredita que, depois que o nióbio deixa o Brasil, as subsidiárias nos três continentes revendem o mineral para o resto do mundo com valor maior do que o estipulado no Brasil, lesando o cofre do governo de Minas, que tem participação nos lucros da mineradora.
INVESTIGAÇÃO- Promotores de Justiça preparam um arsenal de documentos para abrir a caixa-preta da exploração de nióbio em Araxá. O mineral é explorado com exclusividade pela Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), de propriedade da família Moreira Salles, que fundou o Unibanco.
Privilégios - O Ministério Público de Minas pretende usar esses documentos para entender como a CBMM tem o privilégio de extrair o mineral, considerado um dos mais estratégicos do mundo, sem licitação, há mais de 40 anos.
Acordo - O governo de Minas Gerais detém a concessão federal para explorar a jazida, mas arrendou à CBMM sem nenhum critério.
Em 1972, o Estado constituiu a Companhia Mineradora de Piroclaro de Araxá (Comipa) para gerir e explorar o nióbio em Araxá. Como não tinha know-how, à época, definiu que arrendaria 49% da produção do nióbio para a CBMM, sem licitação.
Depois da investigação e análises dos dados obtidos, o Ministério Público quer acabar com a farra e obrigar o governo de Minas a abrir licitação para a exploração deste que é o maior complexo mínero-industrial de nióbio do mundo.
O nióbio.  As Jazidas estão presentes em 3 cidades brasileiras: 61% proveniente de Araxá (MG), 21% das reservas em Catalão (GO) e outros 12% em São Gabriel da Cachoeira (AM). O Brasil é detentor de mais de 95% das reservas mundiais e especula-se que os mineradores brasileiros comercializem o material de forma sub-faturada. "O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio" e que "José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia".
Adriano Benayon, ex-diplomata, professor aposentado do departamento de Economia da Universidade de Brasília e autor do livro “Globalização versus Desenvolvimento”, apresentou a sua conta sobre o prejuízo que o país tem ao não se investir em tecnologias que agreguem valor ao mineral:  “Só com o nióbio o Brasil deixa de ganhar anualmente centenas de bilhões de dólares. Diretamente perde cerca de US$ 40 bilhões, com o descaminho e com a diferença entre o valor das ligas ferro-nióbio no exterior e seu preço oficial  de exportação, vezes a quantidade. Por ter a economia brasileira sido desnacionalizada e desindustrializada, a perda total é um múltiplo, maior que dez, dessa quantia. De fato, os  bens finais em cuja produção o nióbio entra atingem preços até 50 vezes maiores que os valores reais no exterior dos insumos à base de nióbio. Esses insumos — como os do tântalo, do titânio, do quartzo etc –  são ‘vendidos’ pelo Brasil por frações de seu valor no exterior. Já a China industrializa suas matérias-primas. Com isso o produto nacional bruto multiplicou-se por 20 nos últimos 30 anos, tornando-se a 2ª maior potência mundial”.

http://sociedademilitar.com.br/index.php/joomla-overview/193-justica-de-minas-gerais-vai-investigar-a-questao-do-niobio-que-e-explorado-sem-licitacao-a-mais-de-40-anos.html

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A mineração e os riscos a saúde da população



Cabe ao Governo Federal implantar metas e gestão, aos governantes supervisionar, e as prefeituras cobrar o cumprimento das Leis punindo os infratores.
No Brasil não existe Leis, No Brasil os minérios são contrabandeados, expropriados,
No Brasil o descaminho é realizado as vistas das autoridades beneficiando os centralizadores internacionais.


Como a mineração afeta o meio ambientemineração, se não for planejada de modo sustentável, pode se revelar uma atividade econômica altamente destrutiva para o meio ambiente, degradando a vegetação e o solo com desmatamentos e queimadas. Na verdade a mineração, atividade com o objetivo de extrair metais e minerais do solo em suas áreas mais profundas, é uma das principais causas do desmatamento em muitas regiões ricas em termos de minérios. Já que a mineração afeta o meio ambiente é drasticamente afetado, naturalmente, as pessoas serão atingidas negativamente.
Os poços escavados durante as operações de dragagem na mineração em terras ricas permanecem como poças de água estagnada, que servem como terreno fértil para os mosquitos e outros insetos que vivem água. Pessoas que residem próximo a áreas como essas têm grande possibilidade de contrair doenças, entre elas a malária e a dengue. A lama, o cascalho e as rochas deslocadas durante a dragagem do rio enquanto acontece o processo de mineraçãointerrompem o fluxo natural do rio. Como resultado, os peixes e outros organismos aquáticos vivos morrem, prejudicando também as atividades de pesca na região. Cabe lembrar que muitas comunidades ribeirinhas, que vivem às margens de rios em regiões de mineração, sobrevivem à base de pesca e da agricultura familiar. O acúmulo de areia e cascalho de mineração, por vezes, abre caminho para a contaminação da água subterrânea.
MineraçãoOs produtos químicos utilizados durante o processo demineração provocam a poluição ao meio ambiente, provocam doenças nos animais e afetam as comunidades locais. Elementos como o mercúrio, o cianeto (ou cianureto) ou o metil-mercúrio, usado para amalgamar os metais e minerais extraídos por mineração, são despejados nos rios, riachos, baías e oceanos, contaminando, dessa forma, os organismos aquáticos presentes nesses ambientes. As pessoas que consomem tais organismos aquáticos contaminados, como peixes, ficam mais propensas a riscos à saúde. A água contaminada não pode ser usada para tomar banho, beber, cozinhar ou lavar roupas, o que dá origem a problemas de escassez de água para quem vive nas proximidades.
Os resíduos tóxicos e rejeitos oriundos de minas abandonadas também são mais uma fonte de poluição ao solo e à água. As pessoas que estão expostas aos resíduos tóxicos dos rejeitos ficam sujeitas a sofrer de problemas de saúde, como erupções na pele, dores de cabeça, vômitos, diarréia, etc. A atividade de mineração envolve a dispersão acidental de metais pesados, como chumbo, na atmosfera. Isso pode ter efeitos graves para a saúde humana, inclusive de retardo mental nas crianças. O amianto disperso no ambiente durante a mineração se configura como uma ameaça à vida dos residentes locais e aos trabalhadores.