quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

2006: Prof Enéas fala sobre Nióbio; ONGs+reservas indígenas

"Questão do Nióbio"

Ronaldo Schlichting, administrador de empresas e membro da Liga da Defesa Nacional, em seu excelente artigo, que jamais deveria ser do desconhecimento do povo brasileiro, chama a atenção sobre a "Questão do Nióbio" e convoca todos os brasileiros para que diga não à doutrina da subjugação nacional.

Menciona que a história do Brasil foi pautada pela escravidão das sucessivas gerações de cidadãos submetidos à vergonhosa doutrina de servidão.
Schlichting, de forma oportunista, desperta na consciência de todos que "qualquer tipo de riqueza nacional, pública ou privada, de natureza tecnológica, científica, humana, industrial, mineral, agrícola, energética, de comunicação, de transporte, biológica, assim que desponta e se torna importante, é imediatamente destruída, passa por um inexorável processo de transferência para outras mãos ou para seus 'testas de ferro' locais".

Identificam-se, nos dizeres do membro da Liga de Defesa Nacional, as estratégias atualmente aplicadas contra o Brasil nesta guerra dissimulada com ataques transversais, característicos dos combates desfechados durante a assimetria de "4ª. Geração". Os brasileiros têm que ser convencidos que o Brasil está em guerra e que de nada adianta ser um país pacífico. 

A HISTÓRIA DO NIOBIO E DA CBMM EM ARAXÁ..


Por: Morador de Araxá

Estimado amigo Antuérpio Pettersen, sabendo que tens um grande amigo aqui em Araxá (MG), cuja a casa se encontra de portas abertas e a disposição do nobre amigo, reitero votos de elevada estima a você e família, bem como a conceituada ABDIC. 

Caro amigo, a respeito da matéria veiculada no Jornal da ABDIC sobre o Contrabando do nosso Nióbio (Brasileiro), esclareço que como araxaense e morador desta linda e bela cidade, cabe-me endossar o comentário da matéria supra, bem como fazer algumas pequenas correções.

Eis que o nome correto da "empresa detentora da Jazida da maior reserva de Nióbio do mundo" é CBMM - Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, e ela situa-se á apenas 5 Kms do centro da cidade de Araxá (Como pode ver, ela fica praticamente dentro da cidade). E as os problemas causados por essa empresa em solo araxaense vão muito além do exposto pelo Jornal da ABDIC, pois devido a extração deste minério ela coloca a mercê do ambiente onde é extraída uma gama muito grande no mineral de nome "BÁRIO", que devido a terra ser revolvida, a sua oxidação é levada a efeito quando o mesmo entra em contato com oxigênio.e uma vez que isso ocorre ele assim que chove é levado para o lençol freático de água, contaminando-o com esse metal pesado (Bário) numa proporção de que o permitido de Bário na água potável pela Fundação Mundial de saúde é de 0,07 e aqui esse montante chega a 8.7, e 8.9 .
Varias foram as famílias que tiveram seus parentes falecidos com câncer devido beberem por anos água do solo e dos rios que abastecem a nossa cidade com esta água contaminada; a maioria da cidade aqui hoje bebe água de garrafões que vem de outras cidades da região, por se tratarem de água pura e sem Bário.
A empresa Superagua (Do Grupo SuperGásBras) comprou os direitos para envasar e vender aos incautos e desavisados pelo país a fora, esta água contaminada pelas empresas CBMM e a hoje Vale Fertilizantes (ex-Arafértil e posteriormente ex-Bunge).
Vale ressaltar que a empresa "CBMM" de instalou na cidade de Araxá a cerca de 50 anos atrás com o nome de "DEMA", e anos depois recebeu a nova denominação de CBMM. Esta empresa pertence ao Grupo Moreira Sales (Donos do Unibanco) e ao Grupo Molicorp dos E.U.A., este ultimo, quando da descoberta da Jazida de Nióbio em Araxá a décadas atrás não podia ser dono majoritário de uma empresa em solo brasileiro, pois a lei do país na época assim não os permitia, então como o negôcio era muito lucrativo, eles ofereceram e deram de graça (mão beijada) o domínio majoritário ao então embaixador brasileiro nos E.U.A. na época, Dr. Walther Moreira Salles.

Um pouco da história do Nióbio e da CBMM: 
O elemento 41 foi descoberto na Inglaterra em 1801, por Charles Hatchett, que na época o denominou de colúmbio. Posteriormente, o químico alemão Heinrich Rose, pensando haver encontrado um novo elemento ao separá-lo do metal tântalo, deu-lhe o nome de nióbio em homenagem a Níobe, filha do mitológico rei Tântalo. 

As informações mais antigas sobre o uso de nióbio datam de 1925, referindo-se à substituição do tungstênio na produção de ferramentas de aço. No início da década de 1930, o nióbio passou a ser utilizado na prevenção de corrosão intergranular em aços inoxidáveis.

Até a descoberta quase simultânea de depósitos de pirocloro no Canadá (em Oka) e da maior jazida do mundo no Brasil (em Araxá-MG), na década de 1950, o uso do nióbio era limitado pela oferta limitada (era um subproduto do tântalo) e custo elevado. Com a produção primária de nióbio, o metal tornou-se abundante e ganhou importância no desenvolvimento de materiais de engenharia.

Na década de 1950, com o início da corrida espacial, aumentou muito o interesse pelo nióbio, o mais leve dos metais refratários. Ligas de nióbio, como Nb-Ti, Nb-Zr, Nb-Ta-Zr, foram desenvolvidas para utilização nas indústrias espacial e nuclear, e também para fins relacionados à supercondutividade. Os tomógrafos de ressonância magnética para diagnóstico por imagem, utilizam magnetos supercondutores feitos com a liga NbTi.

As superligas aeronáuticas também utilizam nióbio. Destas, a mais importante é o IN718, introduzida em 1966 e cujo aperfeiçoamento resultou numa família de superligas utilizadas nas turbinas aeronáuticas e estacionárias mais modernas.

Outro desenvolvimento importante da década de 1950 foi o aço microligado. Estudos conduzidos na Inglaterra -na Universidade de Sheffield e na British Steel - e também nos Estados Unidos, tornaram o aço microligado uma realidade industrial quando a Great Lakes Steel entrou no mercado, em 1958, com uma série de aços contendo cerca de 400 gramas de nióbio por tonelada, exibindo características (resistência mecânica e tenacidade) que até então somente podiam ser obtidas com aços ligados muito mais caros.

A descoberta de que a adição de uma pequena quantidade de nióbio ao aço carbono comum melhorava consideravelmente as propriedades deste, levou à utilização em grande escala do conceito de microliga, com grandes vantagens econômicas para a engenharia estrutural, para a exploração de óleo e gás e para a fabricação de automóveis.

Atualmente, os aços microligados respondem por 75% do consumo de nióbio. São materiais sofisticados, desenvolvidos a partir de princípios de metalurgia física que refletem o esforço conjunto da pesquisa e desenvolvimento conduzidos na indústria e nos laboratórios de universidades.
O conhecimento científico se revelou essencial para o elemento 41. Os avanços conseguidos até aqui ampliaram o raio de aplicação do nióbio em aços, superligas, materiais intermetálicos e ligas de Nb, bem como em compostos, revestimentos, nanomateriais, dispositivos optoeletrônicos e catalisadores.

Parte importante desses esforços está presente nos projetos agraciados com o Prêmio Charles Hatchett, organizado pela CBMM.

A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, do Grupo Moreira Salles, é uma empresa nacional que extrai, processa, fabrica e comercializa produtos à base de nióbio.

Uma Conta de Participação nos Lucros entre a estatal CODEMIG e a CBMM garante a exploração racional do depósito de nióbio localizado próximo à cidade de Araxá, em Minas Gerais. O contrato concede 25% de participação nos lucros operacionais da CBMM ao Governo do Estado de Minas Gerais.

A CBMM é a única produtora de nióbio com presença em todos os segmentos de mercado. Com subsidiárias na Europa (CBMM Europe BV - Amsterdam), Asia (CBMM Asia Pte - Cingapura) e na América do Norte (Reference Metals Company Inc. - Pittsburgh), a CBMM dedica atenção especial aos consumidores, onde quer que estejam no mapa-mundi.

OBS: O Autor do Artigo, por questões de Segurança, Cidadão de araxá, pede Privacidade, portanto: Anonimato.

http://www.abdic.org.br/historia_niobio.htm

Nióbio, Eneas,Villas Bôas



 nióbio: o mais leve dos metais refratários
http://en.wikipedia.org/wiki/Niobium


Orlando Villas Boas disse: E a ONU vai dar a nação, sem saber na época, que os governantes entreguistas ratificariam junto a ONU, a OIT/169 doando a Amazônia que futuramente poderá ser dividida em 216 Estados independentes do Brasil e o povo brasileiro poderá perder sua nacionalidade.

Pouco antes de morrer, Orlando Villas Boas denunciou interesses estrangeiros na Amazônia e fez uma profecia sobre o futuro de terras indígenas na região. Veja na reportagem de Fábio Pannuzio, que em uma reportagem anterior já denunciava a presença ostensiva de estrangeiros na região. http://www.youtube.com/watch?v=dA2AcSNHR6U&feature=related


A verdade sobre a Demarcação como contínua da Raposa/Terra do Sol 

em Roraima

https://www.youtube.com/watch?v=XpYsvQnfAFY

ONU quer a Amazônia 
Funcionário graduado da ONU afirmou que o Brasil pode ser punido se a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol for alterada.
https://www.youtube.com/watch?v=VUJHK-bMi6k&feature=related
2006: Prof Enéas fala sobre Nióbio; ONGs+reservas indígenas
https://www.youtube.com/watch?v=WQhR0Dvtnn8



Nióbio


Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV
para todo o Brasil, dizendo: "O dinheiro do mensalão
não é nada, o grosso do dinheiro vem do 
contrabando do nióbio “ e ainda “O Ministro José
Dirceu estava negociando com bancos, uma Mina de
Nióbio na Amazônia”.                             

Tudo isso comprova, irrefutavelmente, que existe uma conspiração internacional antiga, para espoliar o Brasil de seus minérios, que impede o acesso da Nação Brasileira às riquezas do seu território. É o paradoxo do povo pobre de país riquíssimo.
A maior reserva de nióbio do mundo - O governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente.                                                                         
A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente(?), deixando assim o contrabando fluir livremente. Um acordo entre a presidência da república e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil, que vai para contas numeradas em paraísos fiscais. Será que o ideário socialista apátrida vê nessa possibilidade, a criação de futuras nações independentes do Brasil na Amazônia, que possam vir a ser governadas por socialistas brasileiros ou venezuelanos em acordos com os principais sócios beneficiários do G8 daquela riquíssima província mineral, por hora ainda brasileira?

Nosso judiciário, nossas Forças Armadas, Conselho de Defesa Nacional, órgão assessor da Presidência que zela o solo brasileiro sem entreguismos, precisam impedir esse negócio escuso entre um governo corrupto e traído e seus clientes ou patrões externos. 
O Brasil está pagando para ter todo o seu nióbio roubado... roubado...? ou já doado a troco de conveniências  pelos governantes entreguistas que até hoje com ganância direcionaram este País?

sábado, 28 de novembro de 2009

Minério Cavalcanti e Daniel Dantas bilionários naturais da Bahia, enquanto no norte/nordeste a pobreza e contaminação aumentando

Porto do Pecém vai escoar minério do Piauí em 2012,


PORQUE OS ESPECULADORES, CENTRALIZADORES,  EXPLORAM O SOLO BRASILEIRO DEIXANDO NA REGIÃO EXPLORADA BURACOS NA EXTRAÇÃO DO MINÉRIO,  E NA CONSTRUÇÃO DOS MINERODUTOS COLOCAM EM RISCO  SEU ENTORNO NO PERIGO DE ROMPER SOTERRANDO CIDADES INTEIRAS, DEIXAM A POBREZA, À ÁGUA CONTAMINADA, E AS GOVERNANÇAS OMITEM, NADA FAZEM PARA LEGALIZAR A EXPLORAÇÃO DOS MINÉRIOS NO BRASIL, SERÁ  CONIVÊNCIA, SERÁ OMISSÃO, SERÁ PARTICIPAÇÃO EM TUDO ISSO?

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DANIEL DANTAS e João Carlos Cavancanti: 
o banqueiro  Daniel Dantas criou a GME4 para investir em vários metais e prevê que a empresa valerá US$ 1,2 bilhão


É escoando a produção de minério de ferro por um porto cearense que o vizinho Piauí vai se tornar um dos gigantes da mineração do Brasil e do mundo. Isso de acordo com investimentos feitos pela empresa brasileira de mineração Global Mining Exploration, ou GME4.

Segundo o geólogo João Carlos Cavalcanti, um dos sócios da GME4, o projeto do Piauí está em fase final, sendo que a exportação deve acorrer a partir de 2012. "O minério do Piauí vai escoar pelo Porto do Pecém. Isso é uma realidade. O projeto está bem avançado, estamos calculando reservas, vendo convênios e em 2012 a mina já deve estar operando``, afirmou Cavalcanti, ontem, antes de ministrar palestra sobre empreendedorismo e geologia durante a abertura do GeoCeará 2009, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).
Pelos cálculos do empresário, a exploração de minério de ferro vai proporcionar o importante impacto na economia piauiense, estimada em 20% do Produto Interni Bruto (PIB).
Ceará
Cavalcanti destacou o potencial geológico do Ceará para a exploração de metais básicos, como cobre, níquel e platina, e para as chamadas ``terras raras``, com capacidade para a exploração de metais utilizados pela indústria automobilística e, portanto, de grande demanda mundial.
O empresário afirmou que existem estudos de interesse da GME4 para prospecção e exploração de cobre na região norte do Ceará. "Mas parece que não existe vontade política por parte do Governo do Estado", disse Cavalcanti complementando que o interesse está "em fase embrionária", precisando de mais estudos no local.
Para Cavalcanti, falta ao Estado uma política voltada para a prospecção e exploração de metais. "Existem realmente um potencial para exploração de minério no Ceará, mas tem que haver vontade política, como aconteceu na Bahia, que hoje tem muitas empresas internacionais buscando áreas para pesquisar", disse.
O geólogo explicou que para que empresas internacionais tenham interesse em investir no Ceará é necessário que antes haja uma base já estruturada. ``O Governo do Ceará ainda não acordou para isso``, finalizou Cavalcanti lembrando que o Ceará já teria vantagens na exploração de minérios por ter um bom porto e não ser tão extenso.
MINÉRIOS
- O geólogo e empresário João Carlos Cavalcanti cita como exemplo países como o Canadá, que investe US$ 2 bilhões na exploração de minérios, e a Austrália, com investimentos de US$ 1,5 bilhão. O Brasil, segundo Cavalcanti, investe US$ 300 milhões.
- Cavalcante avalia que existe um amplo potencial de minérios a ser explorado no País, sendo que apenas 14% do território brasileiro está estudado em uma escala geológica precisa. (Fonte)
Postado por: NewsComex - Comércio Exterior e Logística -http://www.newscomex.com.br/mostra_noticia.php?codigo=19833

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Exploração sustentável de florestas nativas.



FLONA de Carajás (PA) – Localiza-se em uma das maiores área de reserva de recursos minerais do mundo, são reservas gigantescas de ferro e manganês.  / Araquém Alcântara - www.terrabrasilimagens.com.br

A Floresta Nacional é uma área com cobertura florestal de espécies predominantemente nativas e tem como objetivo básico o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais e a pesquisa científica, com ênfase em métodos para exploração sustentável de florestas nativas. É de posse e domínio públicos, sendo que as áreas particulares incluídas em seus limites devem ser desapropriadas de acordo com o que dispõe a lei. É admitida a permanência de populações tradicionais que a habitam quando de sua criação, em conformidade com o disposto em regulamento e no Plano de Manejo da unidade. A visitação pública é permitida, condicionada às normas estabelecidas para o manejo da unidade pelo órgão responsável por sua administração.

FLONA de Carajás (PA) - Caminhão carregado de minérios 2010  / Marcelo Salazar

A pesquisa é permitida e incentivada, sujeitando-se à prévia autorização do órgão responsável pela administração da unidade, às condições e restrições por este estabelecidas e àquelas previstas em regulamento. A Floresta Nacional disporá de um Conselho Consultivo, presidido pelo órgão responsável por sua administração e constituído por representantes de órgãos públicos, de organizações da sociedade civil e, quando for o caso, das populações tradicionais residentes. A unidade desta categoria, quando criada pelo Estado ou Município, será denominada, respectivamente, Floresta Estadual e Floresta Municipal.1 A atividade minerária é permitida em uma Floresta.
CategoriaUnidade de conservaçãoInstância responsávelÁrea (ha)Ano de criação
FLONAAltamiraFederal689.0121998
FLONAAmanáFederal540.4172006
FLONAAmapáFederal412.0001989
FLONAAmazonasFederal1.573.1001989
FLONAAnauáFederal259.5502005
FLONABalata-TufariFederal1.077.8592005
FLONABom FuturoFederal97.3571988
FLONACarajásFederal411.9491998
FLONACaxiuanãFederal200.0001961
FLONACreporiFederal740.6612006
FLONAHumaitáFederal468.7901998
FLONAIquiriFederal1.476.0732008
FLONAItacaiúnasFederal141.4001998
FLONAItaituba IFederal220.0341998
FLONAItaituba IIFederal440.5001998
FLONAJacundáFederal220.6442004
FLONAJamanximFederal1.301.1202006
FLONAJamariFederal215.0001984
FLONAJatuaranaFederal580.2012002
FLONAMacauãFederal173.4751988
FLONAMapiá-InauiniFederal311.0001989
FLONAMulataFederal212.7512001
FLONAPau-RosaFederal827.8772001
FLONAPurusFederal256.0001988
FLONARoraimaFederal167.2681989
FLONASanta Rosa do PurusFederal230.2572001
FLONASão FranciscoFederal21.6002001
FLONASaracá-TaqueraFederal429.6001989
FLONATapajósFederal600.0001974
FLONATapirapé-AquiriFederal190.0001989
FLONATeféFederal1.020.0001989
FLONATrairãoFederal257.4822006

CategoriaUnidade de conservaçãoInstância responsávelÁrea (ha)Ano de criação
FESAmapáEstadual2.369.4002006
FESAntimaryEstadual65.9651997
FESApuíEstadual185.9462005
FESAripuanãEstadual336.0402005
FESCanutamaEstadual150.5882009
FESFaroEstadual635.9362006
FESIririEstadual440.4932006
FESManicoréEstadual83.3812005
FESMauésEstadual438.4402003
FESMognoEstadual143.8972004
FESParuEstadual3.612.9142006
FESRio GregórioEstadual216.0622004
FESRio LiberdadeEstadual126.3602004
FESRio PardoEstadual2010
FESRio UrubuEstadual27.3422003
FESSucunduriEstadual492.9052005
FESTapauáEstadual881.7042009
FESTrombetasEstadual3.172.9782006

Referências:

1.        BRASIL 2000. Lei Federal Nº 9.985 de 18/07/2000. Regulamenta o artigo 225 da Constituição Federal e institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação e da outras providências. Disponível clicando aqui.