quarta-feira, 31 de março de 2010

Máfia Verde A Ong WWF era presidida por José Roberto Marinho



O Movimento Solidariedade Íbero-americana, juntamente com a Capax Dei Editora, vêm mostrando a realidade do movimento ambientalista internacional, como é mostrado neste blog, e a participação ativa do WWF contra os interesses da nação brasileira. Um dia, o WWF achou que deveria calar o MSIa e a Capax Dei e tentou, na Justiça, interromper os trabalhos de conscientização do povo brasileiro para as verdadeiras intenções daquela ONG e das outras centenas, sob seu comando. Não deu certo. O WWF perdeu a batalha, como mostra o artigo ora apresentado, publicado no site do MSIa, de 19/03/2010, e em seu jornal, de fevereiro/2010, nº 15. Os subtítulos foram acrescentados por mim para melhor leitura do texto.
O WWF é a maior ONG ambientalista do mundo, e dela, praticamente, originaram-se quase todas as outras. Em seguida, um texto do livro «Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial», da Capax Dei editora que conta, em poucas palavras, sua história.Eis o texto, e em seguida o artigo em pauta.


História concisa do WWF

«O WWF foi fundado em 1961, com o nome Fundo Mundial Para A Vida Selvagem (World Wildlife Fund) , por um grupo de estrategistas e planejadores políticos e econômicos doestablishment britânico, com o objetivo de compor, juntamente com a União Internacional para a Conser­vação da Natureza (UICN), o “Estado-Maior” do movimento ambien­talista internacional. Os patronos do WWF são grandes corporações britânicas (como a Shell, ICI, Cadbury, National Westminter Bank e outras), fundações “filantrópicas” estadunidenses (Rockefeller, Ford, MacArthur) e até mesmo instituições governamentais como a USAID. Sua diretoria é predomi­nantemente constituída de luminares das grandes famílias doestablishment oligárquico da Europa e América do Norte. Sediado em Gland, Suíça, o WWF, que mudou o nome para Fundo Mundial para a Natureza (World Wide Fund for Nature), tem escritórios em 27 países, inclusive o Brasil.

O WWF luta pela manutenção do subdesenvolvimento do Brasil

Em nosso país, desenvolve cerca de 40 projetos, sendo suas duas principais linhas de atuação a “conserva­ção” da Amazônia e do Pantanal Matogrossense. Neste último caso, desde 1992, o WWF coordena a campanha contra a implementação da hidrovia Paraná-Paraguai, “esterilizando” o Pantanal contra o desen­volvimento econômico que acompanharia a plena operação da hidro­via. Com a obstaculização da hidrovia, o WWF pretende bloquear o seu desdobramento natural, a ligação das bacias do Amazonas e do Prata, que, juntamente com a interligação com a bacia do Orenoco (que já está naturalmente ligada à Bacia Amazônica pelo canal de Cassiquiare), formariam a chamada Grande Hidrovia, com dez mil qui­lômetros de extensão, integrando todos os países sul-americanos, exce­to o Chile.

Um conglomerado de ONGs comandado pelo WWF

Em 1994, o WWF auspiciou a criação da Coalizão Rios Vivos, um agrupamento de mais de 300 ONGs de vários países, dedi­cado à campanha contra as hidrovias brasileiras. No início de 1998, o WWF e o Greenpeace estabeleceram uma divisão de trabalho no Bra­sil, segundo a qual o primeiro se concentraria na campanha anti-hidro­via e o segundo, na Amazônia. Para tanto, o WWF estabeleceu um escritório em Corumbá (MT) e o Greenpeace, outro em Manaus (AM). Em 1996, o WWF anunciou que seu capítulo brasileiro seria “autô­nomo”, contando com um orçamento anual de 5 milhões dólares. Como ocorre com a organização internacional, a diretoria do WWF-Brasil era constituída na época por uma constelação de representantes do establishment. Entre eles, destacavam-se: presidente: José Roberto Marinho (Organizações Globo); vice-presidentes: Mario Augusto Frering (CAEMI) e Paulo Nogueira Neto (ex-presidente da SEMA); diretores: José Pedra de Oliveira Costa (atual secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente), Joseph Safra (Banco Safra) e Roberto Paulo Cezar de Andrade (BRASCAN).»
Máfia Verde/Capax Dei Editora


MSIa impõe contundente derrota jurídica ao WWF

Em 26 de junho de 2008, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou provimento ao recurso especial interposto pela ONG WWF Brasil no processo movido contra o Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa), no qual pedia uma indenização por «danos morais» por supostas denúncias infundadas do MSIa sobre a natureza antidesenvolvimentista das suas atividades no País. Devido aos sucessivos recursos posteriores interpostos pelos advogados da ONG, a decisão final do processo ainda levou mais de um ano, com o devido trânsito em julgado ocorrendo apenas em 17 de agosto de 2009, tendo sido a documentação referente ao processo recebida pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro apenas no final de outubro. Com isso, colocou-se um ponto final no longo e polêmico contencioso movido pela ONG internacional contra o MSIa, no qual seus dirigentes pretendiam, de forma explícita, estabelecer um precedente para silenciar antecipadamente quaisquer críticas à sua agenda política intervencionista.
De fato, a petição inicial do WWF-Brasil, ajuizada pelo escritório jurídico Barbosa, Müssnich & Aragão, afirmava textualmente:
(…) «A repercussão da ofensa perpetrada à Autora adquire proporções intensas, devendo ensejar uma reparação tamanha que seja capaz de atribuir caráter de real punição aos agressores, de forma a inibi-los a novas atitudes semelhantes, fornecendo, inclusive, exemplo positivo e claro a restante da sociedade» [grifos nossos].

Advogado pertencia ao WWF

Vale registrar que, na ocasião, o advogado Francisco Antunes Maciel Müssnich, um dos principais sócios do escritório, era integrante da diretoria do WWF-Brasil, juntamente com outros pesos pesados do establishment nacional, como o vice-presidente das Organizações Globo, José Roberto Marinho.
O motivo do processo foi a publicação, em maio de 2000, de uma edição especial do jornal Solidariedade Ibero-americana, intitulada «A trampa florestal do WWF», que descrevia as múltiplas atividades da ONG criada pelas monarquias britânica e holandesa no Brasil, em especial a sua atuação em favor da controvertida reforma do Código Florestal e as agressivas campanhas contra projetos de infra-estrutura como a hidrovia Paraguai-Paraná. A capa da edição reproduzia uma caricatura publicada no exterior sobre o animal símbolo do WWF, o panda, considerada pela ONG como uma “apropriação indébita” de imagem.

O WWF era presidido por José Roberto Marinho

Em outubro do mesmo ano, o WWF-Brasil, então presidido pelo vice-presidente das Organizações Globo, José Roberto Marinho, ajuizou uma medida cautelar de busca e apreensão de publicações do MSIa, que, segundo a ONG, atingiam a sua «boa fama e imagem». O pleito foi rejeitado pelo juiz Paulo Maurício Pereira, da 24ª Vara Cível do Rio de Janeiro, que entendeu ser «livre a manifestação de pensamento» e que inexistia «prova concreta de que as informações emitidas» nas publicações do MSIa fossem falsas.
Em decorrência, o WWF interpôs um Agravo de Instrumento na Ação Cautelar junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), o qual foi deferido em janeiro de 2001 pelo desembargador Edson Scisinio. No dia 19 daquele mês, oficiais de justiça apreenderam exemplares do jornal Solidariedade Ibero-americana e outras publicações referentes ao WWF e sua rede encontradas no escritório do MSIa.
Em 21 de fevereiro, o WWF ajuizou na 24ª Vara Cível uma ação ordinária de indenização por danos morais, «no valor mínimo de R$ 50.000,00», juntamente com a intenção de silenciar um dos seus mais ativos críticos.

Censura prévia, alegações infundadas…

Em setembro de 2001, a turma da 14ª Câmara Cível do TJ-RJ julgou o mérito do Agravo de Instrumento na Ação Cautelar, mantendo a decisão do desembargador Scisinio por dois votos a um. Porém, cabe ressaltar o voto contrário do desembargador Mauro Fonseca Pinto Nogueira, que qualificou como «censura» a «apreensão de material de divulgação do MSIa contra o WWF-Brasil». Citando o Artigo 5 da Constituição Federal, ele concluiu a declaração de voto vencido afirmando que «cada qual responde pelos excessos que cometer, não podendo o Judiciário, nem pessoa alguma ou entidade, fazer censura prévia, direta ou indiretamente».
Com efeito, o juiz de primeiro grau considerou que, na Ação Cautelar, não lhe restava alternativa a não ser a de julgá-la procedente, em razão de já ter sido a matéria julgada pelo TJ-RJ, órgão hierarquicamente superior. No entanto, em relação à Ação Principal, cuja Cautelar é acessória, juiz Paulo Maurício Pereira a julgou improcedente, destacando em sua decisão, inclusive, que:
(…) «No mérito, afirmam [o MSIa] ser infundadas as alegações da autora, pois as informações transmitidas pelo MSIa são de domínio público e têm sido mencionadas por diversos estudiosos no mundo todo, citando trechos de vários autores. Seguem impugnando, uma a uma, as alegações autorais, finalizando por dizerem serem verdadeiras as afirmações efetivamente veiculadas, extraídas de diversas fontes, daí que apenas foi exercido o direito à liberdade de manifestação de pensamento e expressão.» (…)

O MSIa não inventou nada

Ainda, no âmbito do mérito da questão, ressaltou:
(…) «Ressalte-se que as opiniões emitidas pelos réus nada mas são do que repetição daquilo que já foi dito antes por inúmeras outras pessoas, como referido na defesa, sem falsidades ou distorções, certo que tudo resume-se na discussão envolvendo o que os nacionalistas chamam de “política imperialista das grandes potências mundiais” e “política de internacionalização da Amazônia”, matérias estas que de há muito vêm sendo discutidas pela imprensa, inclusive por membros do governo e militares brasileiros, estes pelo dever que têm de resguardar nossas fronteiras e soberania.» [grifos nossos].

Vitória do MSIa: três a zero!

Em agosto de 2004, a 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro confirmou por três votos a zero o resultado da sentença de primeira instância, negando o recurso interposto pelo WWF-Brasil e considerando a Ação Principal improcedente, o que levou a ONG a recorrer ao STJ. Com a decisão deste último, ano sentido de confirmar a sentença de primeira instância, por via de consequência, perdeu os efeitos da liminar obtida em sede de Agravo de Instrumento na referida Ação Cautelar. Com a nova derrota, o WWF-Brasil partiu para Brasília, para recorrer ao STJ.

Decisão final do STJ favorável ao MSIa

Agora, com a decisão final do STJ, o MSIa fica livre das amarras judiciais que durante nove anos restringiram parcialmente as suas atividades de esclarecimento sobre a agenda ambientalista, no tocante ao papel do WWF e, agora, pode relatar a contento esse episódio emblemático da arrogância dos mentores do ambientalismo internacional e de sua agenda contrária aos interesses dos países em desenvolvimento. Da mesma forma, espera-se que o desfecho se imponha como um exemplo da importância e da oportunidade da defesa da verdade, mesmo quando feita por uma força modesta em meios, como é o caso do MSIa.
Movimento Solidariedade Íbero-americana
Para saber mais sobre o tema, visitar os sites da MSIa/Capax Dei:
Imagem: msia.org.br
PS: Dentendimentos societários motivo das denúncias!!!!!

Máfia Verde 1 e 2 José Goldemberg, Lutzenberger e o governo mundial

Adendo 2014:
O Império Britânico emprega uma grande estrutura para levar a cabo este genocídio.
Você tem o movimento ambientalista internacional, o qual foi abertamente descrito no período pós-guerra como o restabelecimento da eugenia sob novo nome. A mais grande fonte de genocídio hoje no mundo é a política verde, que, por exemplo, transforma comida em combustível num tempo em que o mundo está encarando severas restrições alimentares. Grandes partes da África são controladas pelo jogo de preservação ambiental do WWF, que estão fornecendo territórios privilegiados para provocação de guerras tribais e outros genocídios, assassinatos de quaisquer líderes políticos de mentalidade independente, e outras maquinações. Lyndon LaRouche

Trecho do capítulo 5 do livro "Mafia Verde: o ambientalismo a serviço do Governo Mundial"

Mais sofisticado que Lutzenberger, o físico nuclear José Goldemberg
  Gaúcho de Santo Ângelo, de 82 anos, ganhou notoriedade nacional a partir de meados da década de 70, na esteira da oposição de parte da comunidade científica brasileira ao programa nuclear brasileiro, em especial o Acordo Nuclear com a Alemanha. A militância antinuclear e em favor das fontes energéticas alternativas o levaram a aproximar-se dos círculos da ?Nova Ordem Mundial? que promovem o ambientalismo e as restrições tecnológicas. A sua entusiasmada adesão ao catastrofismo ambientalista - condição básica para o ingresso naqueles meios - pode ser constatada com o parágrafo introdutório de seu livro S.O.S. Planeta Terra - o efeito estufa: ?O planeta Terra está ameaçado. O Eden original no qual viveram nossos antepassados distantes - em equilíbrio com a natureza - já não existe mais a não ser em regiões isoladas e protegidas.?

No livro, repleto de informações e dados incorretos sobre os fenômenos atmosféricos, Goldemberg abraça a tese de que os recursos necessários para ?combater as conseqüências do efeitos estufa, ou preveni-las?, sejam gerados pela aplicação de impostos sobre a produção dos derivados do carbono.

Em 1989, ao concluir o seu mandato na reitoria da Universidade de São Paulo (USP), Goldemberg iniciou em grande estilo a sua escalada na hierarquia dos serviçais do Establishment oligárquico. Por intermédio de Yevgeny Velikhov e outros contatos soviéticos, foi convidado a integrar a junta diretora do Fundo Internacional para a Sobrevivência e o Desenvolvimento da Humanidade, entidade sediada em Moscou, cuja finalidade era a de criar um foro de debates Leste-Oeste para a agenda malthusiana-ambientalista. No mesmo ano, ele havia participado do Foro Global de Líderes Espirituais e Parlamentares para a Sobrevivência Humana, também realizado em Moscou, com patrocínio do Fundo. No Foro, Goldemberg foi convidado pela ONG Greenpeace para escrever um dos capítulos do livro Global Warming (Aquecimento global) , publicado no ano seguinte pela organização e o qual constituiu uma das maiores peças propagandísticas em favor das teorias catastrofistas sobre o fenômeno e das drásticas medidas de controle de emissões sugeridas para minimizá-lo, das quais Goldemberg se mostrou um ferrenho adepto.
Os contatos de Goldemberg com Velikhov datam pelo menos de 1986. Sintomaticamente, Velikhov foi também o responsável pelo estabelecimento de um escritório do Greenpeace em Moscou.

Sintomático das idéias de Goldemberg é um artigo publicado pelo jornal Folha de S. Paulo (29/01/89), intitulado ?Amazônia e seu futuro?. Nele, Goldemberg pergunta: ?Se for possível converter parte da dívida externa em apoio a tais medidas (proteção da Floresta Amazônica - n.a.), por que não usar este instrumento?? Em seguida, ele mesmo propõe: ?Cálculos preliminares mostram que cerca de 30% da Amazônia poderiam ser convertidas em parques e/ou áreas protegidas com um dispêndio de US$ 3 bilhões (atualmente só 2% da Amazônia são parques nacionais). Três bilhões de dólares é menos do que três por cento da nossa dívida externa. Não nos parece nenhuma perda de soberania aceitar estes dólares, o que aliás, seria uma forma de testar a sinceridade (ou hipocrisia) de senadores e outras autoridades da floresta amazônica?.

Em 1990, além da nomeação para o gabinete de Collor, Goldemberg foi convidado pela Fundação Rockefeller para integrar o conselho diretor da Leadership for Environment and Development (LEAD), uma organização destinada a formar ?lideranças ambientais? em países-chave para os propósitos do Establishment  G20, entre eles o Brasil. Em uma década, o programa já treinou milhares de profissionais para difundir o ideário malthusiano-ambientalista em postos governamentais, empresariais e acadêmicos.

Em maio do ano seguinte, a mesma fundação colocou Goldemberg à frente de uma nova fundação internacional, criada para promover a adoção de fontes energéticas ?alternativas? nos países SEMPRE em desenvolvimento. Na ocasião, ele voltou a manifestar a sua insatisfação com os rumos do debate internacional em torno da assinatura de um tratado internacional sobre o controle das mudanças climáticas, previsto para a Conferência de 1992, devido à oposição de alguns países que ?não compreendem o problema?, A Agenda 21!


Ainda em 1990, Goldemberg ampliou seus vínculos com a cúpula ambientalista ao ser indicado para o conselho diretor do Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (IISD), ONG baseada em Winnipeg, Canadá. Outro membro do conselho do IISD é ninguém menos do que Maurice Strong.

No Governo, um dos primeiros alvos de Goldemberg foi o programa nuclear desenvolvido pelas Forças Armadas. Em setembro, por insistência sua, Collor protagonizou um dos mais deprimentes episódios de emasculação de um país diante da oligarquia internacional, ao lançar uma pá de cal simbólica num poço existente no campo de provas da Aeronáutica em Cachimbo (PA), o qual supostamente serviria para testes de artefatos nucleares. Ao lado de Collor e Goldemberg, estava José Lutzenberger.

Em 10 de outubro, o New York Times publicou uma entrevista com Goldemberg, na qual este revelou a existência de ?um relatório confidencial de 50 páginas a respeito do projeto da bomba atômica brasileira, entregue ao presidente Collor?. Na entrevista, ele aponta o ex-presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) Rex Nazaré Alves e o brigadeiro Hugo de Oliveira Piva, ex-diretor do Centro Técnico Aeroespacial (CTA) como os principais responsáveis pelo programa secreto, denominado ?Projeto Solimões? - ao qual descreve, depreciativamente, como ?uma mistura de Irãgate com Sonho de uma Noite de Verão?.

Goldemberg foi também um dos primeiros a propor que os países do Grupo dos Sete (G-7) financiassem um programa para a conservação da Floresta Amazônica. Em sua forma inicial, ele propôs que o G-7 concedesse ao Brasil uma ajuda anual de 2 bilhões de dólares para projetos de reflorestamento.

Igualmente, ele foi um dos pioneiros de um esforço que se desenrolou ao longo de toda a década de 90, no sentido de mudar a matriz energética brasileira - baseada predominantemente na energia hidrelétrica -, para dar maior ênfase ao gás natural. Durante a sua gestão, ele se empenhou pela construção do gasoduto Bolívia-Brasil, o que só viria a ocorrer no Governo Fernando Henrique Cardoso.

Em março de 1991, Goldemberg foi agraciado nos EUA com o Prêmio Internacional para o Desenvolvimento Sustentável, por suas propostas sobre políticas dos países em desenvolvimento frente às supostas mudanças climáticas.

Com a demissão de Lutzenberger, Goldemberg assumiu interinamente a Secretaria do Meio Ambiente, à frente da qual participou da conferência Rio-92, em junho, e a genocida Agenda21.
Durante toda a sua participação no Governo Collor, encerrada em setembro (depois de assumir o Ministério da Educação), pouco antes de o presidente ser defenestrado do cargo por acusações de corrupção, Goldemberg atuou como um eficiente agente de influência do Establishment oligárquico. Em grande medida, por influência sua, o Brasil aderiu a todos os acordos internacionais elaborados pelos estrategistas oligárquicos para a escalada rumo ao pretendido ?governo mundial?, tanto na área ambiental como na científico-tecnológica. Entre eles, destacaram-se: o Protocolo de Montreal; o Tratado de Tlatelolco, de banimento de armas nucleares na América Latina; o Acordo Quadripartite de Salvaguardas Nucleares, que estabeleceu a criação de uma agência argentino-brasileira para fisaclizar as atividades nucleares dos dois países; e fez sérios acenos para a adesão ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares e ao Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis, que seria efetivada no Governo Fernando Henrique Cardoso. Efetivamente, ele tem feito por merecer os numerosos postos e galardões com os quais tem sido agraciado pelos seus patronos oligárquicos. 
http://jspontes.blogspot.com/2009/04/jose-goldemberg-e-o-governo-mundial.html   -

Lula da Silva seguiu as diretrizes4 de Berlin, a genocida agenda21, a ratificação a OIT169 "ONU " futuramente poderá usá-la para tomar as reservas contínuas aonde estes governos não nacionalistas instalaram os falsos índios".

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Leia aqui a denuncia do roubo da Amazônia!

DENÚNCIA
Livros de Geografia dos EUA e de varias paises do mundo estão mostrando o mapa do Brasil amputado, sem o Amazonas e o Pantanal. Eles estão ensinando nas escolas, que estas áreas são internacionais ou seja, em outras palavras, eles estão preparando a opinião pública deles, para dentro de alguns anos se apoderarem de nosso território com legitimidade. Nós somos brasileiros no mínimo, temos de nos indignar com esta afronta. Embora eles não noticiem o fato, nós, povo, estamos sabendo.

Vejam a página deste livro abaixo, onde a Amazônia é dita como da responsabilidade dos Estados Unidos e das Nações Unidas, pois ela está localizada na "...América do Sul, uma das regiões mais pobres do mundo", é parte de"...oito países diferentes e estranhos...", que são "irresponsáveis, cruéis e autoritários...", e tem "povos cruéis, tráfico de drogas", e o
"...povo é inculto, ignorante", ...podendo "...causar a morte do mundo todo dentro de poucos anos..." 

É só conferir na página 76 do livro DIDÁTICO norte-americano "Introdução à Geografia", do autor David Norman, utilizado na Junior High School  (equivalente à 6ª série do 1º grau brasileira).

Isso explica a "Operação Colômbia", as tropas americanas (100 mil) homens! no Suriname, a apropriação da base aérea (da FAB) de lançamentos de Alcântara, a intenção dos Estados
Unidos de colocar um escritório da CIA na tríplice fronteira (Foz do Iguaçu), e a implementação de DUAS bases militares na Argentina, uma na Patagônia e outra próxima a Buenos Aires.

Ou seja, a Amazônia está CERCADA, sitiada por forças Americanas, que garantirão a posse da região a qualquer hora dessas. Como já foi mostrado (ou justificado?) que a "guerra" contra Osama Bin Laden e o Talibã é muito mais uma questão de passar um oleoduto pelo Afeganistão (para tirar o petróleo russo do Mar Cáspio), que o Talibã não concordava, é de uma clareza solar os motivos dos Estados Unidos na sua pretensão de "pacificar" a América do Sul, e de "combater" o narcotráfico na Colômbia, enviando para lá  o imenso arsenal de 100 MIL homens!

Vamos ficar de braços cruzados e boca calada? Ou vamos reagir?

Dos parlamentares, esperamos AÇÃO IMEDIATA.
Dos cidadãos, que REPASSEM esta notícia a todos os seus conhecidos!
Dos jornalistas, que DIVULGUEM este absurdo, para que a Nação se levante contra essa violência inominável!


 
A HORRORIZANTE TRADUÇÃO DO TEXTO QUE ESTÁ AO LADO DO MAPA
Uma introdução à Geografia

Em uma seção ao norte da América do Sul, uma extensão de terra com mais
de 3.000 milhas quadradas.

3.5-5 - A PRIMEIRA RESERVA INTERNACIONAL DA FLORESTA AMAZÔNICA

Desde meados dos anos 80 a mais importante floresta do mundo passou a ser responsabilidade dos Estados Unidos e das Nações Unidas. É chamada PRINFA ( A PRIMEIRA RESERVA INTERNACIONAL DA FLORESTA AMAZÔNICA), e sua fundação se deu pelo fato de a Amazônia estar localizada na América do Sul, uma das regiões mais pobres do mundo e cercada por países irresponsáveis,cruéis e autoritários. Fazia parte de oito países diferentes e estranhos, os quais ,em sua maioria, são reinos da violência, do tráfego de drogas , da ignorância , e de um povo sem inteligência e primitivo. A criação da PRINFA foi apoiada por todas as nações do G-23 e foi realmente uma missão especial para nosso país e um presente para o mundo todo, visto que a posse destas terras tão valiosas nas mãos de povos e países tão primitivos condenariam os pulmões do mundo ao desaparecimento e à total destruição em poucos anos.

Texto à direita da borboleta

Podemos considerar que esta área tem a maior biodiversidade do planeta, com uma grande quantidade de espécimes de todos os tipos de animais e vegetais.

O valor desta área é incalculável, mas o planeta pode estar certo de que os Estados Unidos não permitirão que estes países Latino Americanos explorem e destruam esta verdadeira propriedade de toda a humanidade.
PRINFA é como um parque internacional, com severas regras para exploração.

Informações Importantes
O que o autor e os EUA esquecem de dizer no texto do livro acima,  e que 70% da madeira que é retirada da Amazônia ilegalmente, vai parar no próprio EUA para se construírem casas pré fabricadas (que são largamente usadas pela população de classe media e pobre) e 20% vai para a Europa e ganha nome de moveis caríssimos Ingleses e Franceses, e os próprios compradores não sabem que a madeira é da Amazônia.
Apenas 10% da Madeira retirada ilegalmente da Amazônia fica na América do Sul e apesar de os EUA serem os maiores responsáveis pela devastação ambiental, eles colocam a culpa nos paises latinos e ainda querem tomar posse de tudo!
 
Também se esqueceram de falar, de que eles próprios (EUA), são responsáveis por 45% da poluição mundial e a Europa 33%, enquanto o Brasil só é responsável por 0,8%.

Eles também esqueceram de falar, que os próprios cidadãos americanos vem para o Brasil para pescar no pantanal, porque as industrias americanas e o descuido dos EUA acabou com os lagos, florestas e regiões naturais de lá.
 
Além da Amazônia ser um ótimo ponto estratégico militar e possuir a maior biodiversidade do planeta, com milhares de espécies de animais e plantas, principalmente as medicinais, que alguns cientistas e biólogos acreditam que até 70% das curas de muitas doenças de hoje em dia podem vir a serem descobertas graças as suas raras ervas e plantas medicinais.
E se não bastasse ainda há um outro grande motivo para os EUA quererem se apossar da Amazônia e o principal.....É a maior reserva natural de urânio do mundo.
Isso mesmo, o mesmo urânio que abastece as 103 usinas nucleares do EUA, e o mesmo urânio que serve para fazer armas nucleares para os EUA se armarem até os dentes!
O urânio só é encontrado em larga escala na Ásia e na Amazônia, aparecendo muito raramente em outra parte do mundo.
Se eles querem o desarmamento do Iraque, porquê não se desarmam também???
Espero que alguém ou algum pais ou paises possam pará-los porque os EUA levam o Planeta terra a beira da extinção. http://rav.br.tripod.com/amazonia/home.html

"Eles Levam Nossas Riquezas"
O general Marco Aurélio, que viveu 5 anos no Comando Militar da Amazônia, não acredita ainda que exista mesmo um movimento organizado para tomar a Amazônia. Mas destaca que há grandes interesses de potências econômicas, pois já atuam individualmente. Há grande número de estrangeiros dentro de nossa Amazônia. São mais de 600, entre ONGs, instituições religiosas, cientificas e culturais.
Este levantamento foi feito pelo exercito brasileiro. Tais instituições atuam entre a população branca pobre e os índios. E o mais grave: estão levando nossa riqueza de todo o tipo.
È inacreditável que estão nos cercando 20 bases militares dos Estados Unidos, a título de combater o narcotráfico e a guerrilha.
Depois desta reportagem você acredita que estão combatendo mesmo o narcotráfico ou estão de olho nesta região?
Na operação Timbó, realizada pelas forças armadas, foi detectado um contrabando de mogno realizado por representantes de empresas estrangeiras, que para tanto, usam caboclos e índios brasileiros para marcar as melhores árvores, e a seguir arrancadas por tratores as arrastavam para o território peruano.
Um dado importante mostra sem dúvida a presença marcante de estrangeiros no nosso território: O governo da Guiana Francesa paga um salário por criança nascido no Brasil, que ali seja registrada, para retornar ao nosso país, mas com cidadania daquele departamento ultramarino da França.
O general destaca o trabalho dos pelotões de fronteira, praticamente única presença brasileira na área.
Essas unidades militares são procuradas para por índios e caboclos em busca de assistência de todo tipo, inclusive médica.

O Brasil Inteiro Contra o Mundo

O general Marco Aurélio busca com muita apreensão despertar a consciência nacional para a necessidade de ocupação racional, de fato, pelos brasileiros, da Amazônia, onde a cobiça estrangeira cada vez mais estende seus tentáculos.
Do seus documentos, imagens e de sua experiência como Comandante Militar da Amazônia por 5 anos, contam opiniões manifestadas por vários "donos do mundo" que passaram pelas nações mais ricas da Terra sobre a posse da Amazônia pelo Brasil.
Vejamos tais declarações dos "donos do mundo":
Margareth Thatcher, primeira ministra do Reino Unido (Inglaterra) em 1983:


"Se os países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dividas externas, que vendam suas riquezas, seus territórios e suas fábricas."
John Major, Primeiro ministro sucessor de Thatcher, líder do Partido Conservador inglês, em 1992:
" As nações desenvolvidas devem estender o domínio da lei ao que é comum de todos no mundo. As campanhas ecológicas sobre a região amazônica estão deixando a fase propagandista para dar inicio a uma fase operativa, que pode definitivamente engajar intervenções militares sobre a região."
François Mitterrand, primeiro socialista presidente da França em 1989:
"O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia".
Mikhail Gobachev, estadista que liderou o fim do regime comunista e a volta do mundo socialista à economia de mercado:
"O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes."

Patrice Hugles, chefe do órgão central de informações das Forças Armadas Americanas:

"Caso o Brasil resolva fazer um uso da Amazônia que ponha risco o meio ambiente nos
Estados Unidos, temos de estar prontos para interromper esse processo imediatamente".

Al Gore, vice presidente Americano:

"A Amazônia não é dos brasileiros".

A CIA – Agência de Investigação Criminal Americana – Está na Região desde 1996

A opinião dos Estados Unidos pode ser encontrada nesta fala de Henry Kissinger, diplomata que foi assessor da Casa Branca e secretário de Estado, prêmio Nobel da Paz em 1973:


"Os países industrializados não poderão viver da maneira como existiram até hoje se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não renováveis do planeta. Terão que montar um sistema de pressões e constrangimentos garantidores da consecução de seus direitos".

Em 1996, Madaleine Albright, secretária de Estado dos Estados Unidos, revelou:


"Atualmente, avançamos em uma ampla gama de políticas, negociações, e tratados, em colaboração com programas da ONU, diplomacia bilateral e regional, distribuição de ajuda humanitária aos países necessitados e crescente participação da CIA em atividades de inteligência ambiental"

Ao bom entendedor já está claro que a CIA está na Amazônia, onde as ONGs e tantas outras instituições com rótulos de cientificas e culturais e defensoras do meio ambiente atuam de mil e uma maneiras.

A História Não Deixa Mentir
No começo do século 20 a então poderosa Alemanha comunicou ao Barão de Rio Branco:

"Seria conveniente que o Brasil não privasse o mundo das riquezas naturais da Amazônia"

A competência desse diplomata brasileiro extraordinário e patriota maior ainda abortou as tentativas de invasões estrangeiras, disfarçadas sob o argumento de que o Brasil não teria condições de explora-la e a humanidade não poderia se privar dde desfrutar da Amazônia.
O Brasil já repeliu a tentativa do Hudson Institute de junta as águas dos maiores rios do mundo para formar o Grande Lago Amazônico.
O Racista notório americano general James Watson Webb, ministro de Washington, elaborou um plano para que a Amazônia fosse destinada aos negros norte-americanos, evitando que se repetissem as condições sócio-econômicas que levaram o pais à Guerra de Secessão.
A companhia Amazon River Corporation tinha a finalidade de colonizar a Amazônia.
No principio do século 20, o Presidente Epitácio Pessoa ouviu, estarrecido, em Genebra a proposição do presidente americano Wilson um plano de Internacionlização da Amazônia.
No Japão vicejou a tese de que filhos de soldados americanos com japonesas durante a 2ª guerra mundial deveriam ser mandados para a Amazônia.
O presidente Eurico Gaspar Dutra rechaçou as propostas norte americanas de enviar para a Amazônia excedentes populacionais de Porto Rico e 200 mil refugiados árabe da palestina.
O general Juarez Távora denunciou as escandalosas concessões pretendidas pela Amazon Corporation of Delaware e a The CnadianAmazon Corporation Co. de extrair as riquezas nacionais amazônicas.
Em 1993 o ex presidente José Sarney denunciava a concentração de tropas norte americanas na Guiana, no Suriname e na Venezuela. Hoje, é público e notória a presença de militares dos EUA no Equador, Peru, Paraguai e na Colômbia, a título de combater o narcotráfico e a guerrilha.
É um cinturão de 20 bases que se encomprida e se alarga, fechando o cerco.
E quem pensa que essa ambição internacional é típica dos governo, da qual estão isentas as instituições que afirmam agir na Terra em nome dos Céus, oferecemos mais um quadro, o Conselho Mundial de Igrejas Cristãs, que em 1981, manifestou o seguinte em Genebra:

"A Amazônia é u patrimônio da humanidade. A posse dessa área pelo Brasil, Venezuela, Equador e Colômbia, é meramente circunstancial".

Pior do isso só o cartão muitas vezes encontrado até em forma de guardanapo de papel em restaurantes em Londres, cuja tradução do inglês é esta:

"Lute pela floresta. Torre um brasileiro."
Conclusão

Diante do quadro que acabamos de colocar a disposição de qualquer um cidadão brasileiro para refletir sobre a verdade que ocorre na questão da ocupação da Amazônia, ficamos estarrecidos com a reportagem que saiu no DM.
Como educador e biólogo não posso de a partir de agora levar aos meus alunos esta questão para refletirem sobre a soberania nacional.
Também gostaria de deixar bem claro que este tipo de matéria deveria estar em destaque em todos meios de comunicação para o livre pensar de cada cidadão sobre a nossa riqueza que está na Amazônia.
Assim sendo, espero que um dia não só os educadores que tiverem acesso a este documento, mas que os verdadeiros políticos que honram este País, possam ter mais vontade política de acabar com essa idéia de ocupação, desenfreada da Amazônia e que esses inescrupulosos "donos do mundo"possam estar mais preocupados em fazer uma política mais humana, sustentável e também estar preocupados com a melhoria da qualidade de vida de cada habitante deste planeta..

Neivaldo Lúcio Rosa de Oliveira   é educador e biólogo. 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

CRPM ligada a Lobão (MMEnergia) encerra licitação da maior jazida de nióbio do mundo dos Morro dos Seis Lagos

Jazida de nióbio é licitada na Amazônia  

A Companhia de Pesquisas e Recursos Minerais (CPRM), ligada ao Ministério das Minas e Energia, encerrou a licitação de maior jazida de nióbio do mundo, com cerca de 2,9 bilhões de toneladas, minério utilizado em produtos sujeitos a altas e baixas temperaturas, como aviões e foguetes.
A jazida fica em São Gabriel da Cachoeira, a 858 quilômetros de Manaus, na região dos Seis Lagos. A CPRM aparentemente ignora que o local é duplamente área de proteção ambiental: está dentro do Parque Nacional do Pico da Neblina e da Reserva Biológica Estadual do Morro dos Seis Lagos.



Segundo Ubiracy Araújo, procurador geral do Ibama encarregado de analisar o caso, foram enviados dois ofícios à CPRM solicitando a localização exata da área licitada. Não houve resposta. Araújo acredita, porém, que é quase impossível que ela esteja fora do Parque Nacional, "onde é proibido qualquer tipo de exploração dos recursos naturais". O procurador disse que enviou seu parecer para o superintendente do Ibama no Amazonas e para a Diretoria de Ecossistemas, responsável pelos parques nacionais. Sua recomendação, caso seja confirmada a localização, é que a licitação seja cancelada.

O presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipam), Vicente Nogueira, já avisou, em nota distribuída à imprensa local, que, embora não tenha sido consultado oficialmente, não dará autorização para exploração mineral na área.

Segundo o jurista Carlos Frederico Marés de Souza Filho, a exploração mineral pode até ser permitida dentro de Parques Nacionais, mas somente em casos muito particulares, quando o zoneamento do parque assim determinar. Enquanto não houver zoneamento, como é o caso do Parque Nacional da Neblina, qualquer atividade é terminantemente proibida. O local onde está a jazida é considerado uma das áreas mais belas da região. A ocorrência de diversos minerais no Morro dos Seis Lagos faz com que cada um deles tenha uma cor diferente, com várias tonalidades de verde e azul.

Viabilidade

Segundo dados da CPRM, o Brasil é o maior produtor de nióbio do mundo. Sua produção atual é de cerca de 22 mil toneladas de óxido de nióbio por ano. Desse total, 15% é consumido pelo mercado brasileiro, enquanto os 85% restantes são exportados. Quem controla este mercado é a Companhia Brasileira de Mineração e Metalurgia (CBMM), cuja mina, em Araxá (MG), responde por 80% da produção mundial do minério e tem nióbio suficiente para abastecer o mercado por um milênio. A outra grande produtora fica em Goiás. Canadá e Estados Unidos subsidiam, por interesse estratégico, outras duas minas de baixíssima produtividade.

Todos estes fatores, somados à dificuldade de acesso ao local, em plena floresta e perto da fronteira com a Venezuela, e ao fato do minério estar associado a outros, o que exigirá tecnologia avançada para exploração, parecem indicar a pouca viabilidade econômica de qualquer empreendimento em Seis Lagos.

Seis Lagos
No entanto, cinco empresas enviaram propostas à CPRM: a própria CBMM; a Rio Tinto Desenvolvimento Mineral Ltda (RTZ), originária da África do Sul, com filial em Brasília; a UGM - Serviços Técnicos Ltda, ligada à Minorco South América; as Organizações SR S/A, pertencentes ao grupo do Banco Rural; e a Companhia Industrial Fluminense (que entrou atrasada na licitação e não participou da visitação da área, que as outras quatro realizaram).
O local onde está a jazida é considerado uma das áreas mais belas da região.

Terras raras
Segundo Antônio Juarez Martins, diretor de Geologia e Recursos Minerais da CPRM, "o grande interesse das empresas pela jazida é a ocorrência de outros minerais associados ao nióbio, principalmente as chamadas terras raras, sobretudo dos grupos do ítrio e do europio, utilizados na indústria eletrônica". Martins afirma que a quantidade desses outros minérios não está quantificada e que a licitação foi feita para medir a reação do mercado - que parece ter sido ótima. Os interessados deverão pagar R$ 600 mil de prêmio à CBMM e um royaltie mínimo de 3%. Ganha quem oferecer a maior porcentagem.

Realmente, as terras raras - e até, quem sabe o ouro, encontrado em regiões próximas - parecem ser mais interessantes do que o nióbio. Com exceção da CBMM, que pode estar participando para evitar que outros entrem no mercado, se o vencedor conseguir explorar a jazida de Seis Lagos, o preço desse minério pode despencar a valores muito baixos, segundo artigo do geólogo Jorge Garcez Teixeira, no jornal A Crítica, de Manaus.

O fato da jazida estar em um local de preservação permanente é encarado pela CBMM apenas como um fator de dificuldade, já que o empreendedor deverá ter um EIA-RIMA. "Mas a mineração tem a vantagem de ser pontual. Carajás, de avião, é uma bolinha, enquanto uma fazenda de gado ou a atividade madeireira destróem milhares de hectares. Bem controlada, a mineração pode ser menos danosa ao meio ambiente", defende Martins.



Nióbio do Brasil Saque das Jazidas