quarta-feira, 6 de outubro de 2010

INDIO CARLOS PANKARARUÀ CARTA-RESPOSTA À REVISTA "CAROS AMIGOS"



Nós, Carlos Pankararu, Lúcia Munduruku e Korubo, líderes do Acampamento Indígena Revolucionário (AIR), agredidos pela revista Caros Amigos Especial, que, no nosso ponto de vista, essa edição pode ser mais uma idéia dos brancos para ganharem altas fontes de renda nas costas dos índios - como tem acontecido com muitas organizações de brancos que trabalham com índios e que se mostram santinhos, mas que, na verdade, são demônios de alta periculosidade. 


Nós, indígenas, se não nos cuidarmos, ficaremos sem terras, sem rios, sem matas e jogados à própria sorte.


A edição especial desse mês de outubro da "Caros Amigos" publicou muitas mentiras para denegrir a imagem do Movimento Indígena Revolucionário, na intenção de melhorar a situação do Partido dos Trabalhadores (PT), que fez muitas cagadas contra a população indígena. Um dos maiores crimes foi colocar um incompetente, Márcio Meira, como presidente da FUNAI, o qual já tinha sido expulso do Ministério da Cultura pelo ministro Gilberto Gil.


Analisem que máfia miserável que está mantendo este presidente da FUNAI, o padrinho de Márcio Meira é o deputado Paulo Rocha do PT, super conhecido por estar envolvido no mensalão. O ministro da Justiça também é do PT, um anti-índio que publica uma portaria dando poderes à Força Nacional para atirar em índios dentro da sua própria casa, a FUNAI.


Somos obrigados a aceitar um presidente da FUNAI corrupto, que não está na FUNAI para defender os índios, mas sim para abrir as portas do PAC dentro dos Territórios Indígenas, assim como Belo Monte e assim como o Decreto 7.056/09, como também Portarias de polícias dentro dos órgãos da FUNAI.


Além disso, muitas coisas ruins virão pela frente se esse miserável presidente continuar. Se Dilma Roussef ganhar, nós índios brasileiros, estaremos com processo acelerado de extermínio.


Queremos dizer para os governos, principalmente, para o Presidente da República, que o AIR não teve vínculo ou incentivo do ex-presidente da FUNAI, Mércio Gomes: o Acampamento Indígena Revolucionário nasceu espontaneamente, criado por indígenas que têm a visão de águia e conseguem ver o perigo à distância.


Este movimento iniciou-se em janeiro, basicamente com 700 índios ou mais, inclusive índios que fazem ou faziam parte da CNPI, como é o caso de Caboclinho, Kretã Kaingang, Neguinho Truká e outros. Isto comprova que a insatisfação veio por parte também de membros do conselho dirigido pelo PT.


É uma pena que no decorrer do tempo alguns desses indígenas se corromperam para este governo do PAC, mas quero deixar claro que o AIR lutou contra estes projetos que são ameaças à população indígena em todas as nossas audiências.


Nós fomos contra a Usina de Belo Monte, contra a mineração em Territórios Indígenas e contra bases militares dentro de TIs. Nós fomos e ainda somos contra tudo aquilo que é ruim para nós, principalmente, quando querem fazer na marra, na raça, sem negociação justa. Assim como o governo Lula quer fazer, com abuso de poder.


Nas marchas que estavam o CIMI e a COIAB, quem estava com quantidade de índios era o AIR.


Hoje, a FUNAI não é mais do índio, pois ela virou uma agência de ong’s com um presidente que pertence ao ISA (Instituto Sócioambiental), chamado Márcio Meira.


A CNPI também é presidida por esse tal de Márcio Meira. E o que é CNPI? É o CIMI, COIAB, ISA, CTI, APIME, APIB, CIR, CESE, APOIME, Missão Kaiowá, entre outras tantas ONGs. Essas, sim, vivem de ganhar fortunas às custas dos índios e nada de bom têm mostrado às comunidades.


Quando fazem um movimento é de 4 ou 5 dias, chorando misérias. Nós, do AIR, nos mantemos por nove meses sem ganhar um centavo do governo, simplesmente vivendo de doações. Todas as organizações sabem disso e nunca tiveram coragem de nos ajudar com nada. Ao contrário, fizeram foi nos ofender, como no caso de Paulo Maldos, assessor do Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva, que junto do vice-presidente da FUNAI, Aluysio Guapindaia, e da assessora do Ministério da Justiça, Ana Patrícia, ofereceram hotéis de luxo e a mais descarada propina disfarçada sob o eufemismo de “reposição de gastos” para que encerrássemos o protesto. Mas não aceitamos, porque temos objetivos puros e bons para o nosso povo. Faríamos uma fogueira com esse dinheiro, caso tivesse chegado em nossas mãos e chamaríamos a imprensa para mostrar um pouco do que é chamada “política indigenista” do Governo Lula.


Tudo o que nessa carta citamos, temos provas nas mãos, tanto impressas quanto audiovisuais. O que aqui estou falando não é nem 10% do que o governo tem feito de malefício aos povos indígenas, não é nem 1% do que sabemos. Um dos exemplos: ataques policiais sem ordem judicial, crianças indígenas agredidas, mulheres e idosos indígenas arrastados, gestantes indígenas perdendo filhos, prisões ilegais de indígenas - tudo isso defronte ao Ministério da Justiça e do Congresso Nacional, a mando do governo Lula.


Estamos à disposição da justiça e da opinião pública para provar o que dizemos e, nós, do Movimento Revolucionário Indígena exigimos DIREITO DE RESPOSTA da revista Caros Amigos, publicação da Editora Casa Amarela. Assim como, exigimos provas judiciais de que no AIR não tinha lideranças – até mesmo porque o Acampamento Indígena Revolucionário era apenas uma mera base na Esplanada dos Ministérios e o Movimento Indígena Revolucionário é nacional, capilarizado em vários Estados da Federação.Também exigimos judicialmente provas de que o ex-presidente da FUNAI, Mércio Gomes, algum dia deu suporte ou dirigiu, de alguma forma, o Movimento Indígena Revolucionário.


Atenciosamente,
Carlos Pankararu, Lúcia Munduruku e Korubo,
fundadores do Acampamento Indígena Revolucionário (AIR).





Política Indigenista do Governo Lula para os Povos Originários Brasileiros
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(Foto por Bruno Costa)


CARTA-RESPOSTA DE CARLOS PANKARARU À REVISTA “CAROS AMIGOS”




Carta-Resposta do Movimento Indígena Revolucionário à publicação burguesa Caros Amigos, que, na edição especial de outubro, supostamente financiada por Ongs indigenistas aliadas à gestão petista da Funai, vedou a participação de representantes indígenas na revista – com exceção a dois quadros dessas mesmas Ongs e um representante de conselho do Ministério da Cultura – e, ignorando a Resistência Espontânea dos Povos Originários à supressão de seus Direitos constitucionalmente garantidos pelo Decreto 7056/09 e às agendas etnocidas e genocidas do Presidente Lula e do PAC durante NOVE MESES instalada diante do Ministério da Justiça e do Congresso Nacional no Acampamento Indígena Revolucionário (AIR), com mais de sete centenas de militantes na Esplanada e dezenas de milhares em todo o Brasil, afirma que o protesto teria tido o suporte do ex-presidente da Funai, o filósofo e antropólogo Mércio Gomes, reduzindo um levante legítima e naturalmente gerado nas aldeias indígenas contra o fechamento covarde dos Postos e Administrações da Funai e um movimento indígena autêntico que levou aos Poderes da República uma pauta de reivindicações nascida das discussões entre lideranças indígenas e comunidades das mais diversas etnias brasileiras, algo completamente inusitado e inédito na História das relações entre Povos Indígenas e Estado Brasileiro, a uma “briga de brancos”pelo poder.


Em nenhum momento, durante os nove meses em que o AIR esteve instalado na Esplanada dos Ministérios (ou mesmo depois do refluxo estratégico do Movimento), nenhuma das lideranças, membros ou apoiadores do Acampamento Indígena Revolucionário foi procurado pelos repórteres Bianca Pyl ou Maurício Hashizume – ambos colaboradores do CIMI (Conselho Indigenista Missionário), entidade devoradora de recursos públicos nacionais e estrangeiros instalada no Governo Federal e formada por agentes para-eclesiásticos e eclesiásticos do Vaticano em solo brasileiro que, em 12 de junho de 2010, por meio de Paulo Maldos, do Gabinete Pessoal do Presidente Lula, do Vice-Presidente da Funai, Aluysio Guapindaia, e da representante do Gabinete do Ministro da Justiça, Ana Patrícia, assessorados por agentes à paisana, tentaram corromper as lideranças do Acampamento Indígena Revolucionário para que encerrassem protesto – para saber quem forneceu ou fornece suporte ao Movimento Indígena Revolucionário.


Deixamos claro que o suporte do professor Gomes muito nos honraria, mas a tentativa de vinculá-lo ao protesto do AIR é mais uma tentativa "chapa-branca" de deslegitimar as vozes indígenas que se ergueram espontaneamente contra a política genocida do Governo Federal, levada a cabo pelo Ministério da Justiça, Funai e Casa Civil, entre outros violadores de direitos - tão criminosa quanto a nota da Funai, distribuida à imprensa na segunda semana de julho corrente pela assessoria de comunicação (que se esconde sob anonimato), negando a condição de indígenas aos manifestantes na Esplanada dos Ministérios.


O Movimento Indígena Revolucionário exige da publicação Caros Amigos, da editora paulista Casa Amarela, DIREITO DE RESPOSTA e exigirá judicialmente provas cabais de que o pensador Mércio Gomes esteve em algum momento dando suporte ao Acampamento Indígena Revolucionário, manifestação espontaneamente nascida das bases indígenas, uma combustão espontânea deflagrada pela revolta com a traição do governo petista aos Povos Indígenas Brasileiros totalmente LIVRE, INDEPENDENTE E AUTÔNOMA, SEM APOIO DE ONGS, GOVERNOS OU DE MENTORES E/OU FINANCIADORES “BRANCOS”.


A publicação mensal Caros Amigos, publicação burguesa que simula dialogar com os movimentos sociais, nos parece ratificar o preconceito hegemônico da sociedade envolvente, expresso em entidades nocivas aos Povos Originários como o CIMI, ISA, CTI, CIR, Missão Kaiowá, entre outras que usam a questão indígena para angariar recursos, algumas dessas comprovadamente envolvidas na mais grossa corrupção, e em indivíduos escroques e venais, tais como Márcio Meira, Marcio Santilli, Aluisio Azanha, Dom Erwin Kräutler, Aluysio Guapindaia, Cristiano Navarro, Paulo Maldos, Antonio Salmeirão, Ana Patrícia, Glaucia Elaine de Paula, entre outros tantos que não acreditam no indígena como Sujeito Político capaz de construir a sua própria História.
http://acampamentorevolucionarioindigena.blogspot.com/2010/10/carta-resposta-de-carlos-pankararu.html

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Brizola Neto denuncia rapina do nióbio


Deputado Federal do PDT, neto de Leonel Brizola, fala da defesa dos recursos naturais,da sua trajetória política e da luta contra a exploração das multinacionais.

Gilberto Felisberto Vasconcellos
 “Caros Amigos”: Que questões envolvem o nióbio no Brasil?

Brizola Neto: Toda indústria de alta tecnologia é altamente dependente do nióbio, não tem turbina de avião, não tem turbina de termoelétricas, não tem oleoduto se não tiver nióbio, porque ele é anticorrosivo. E o dado importante, é que justamente 95% das reservas de nióbio do mundo concentram-se só nas minas amazônicas, onde está demarcada a Reserva Raposa do Sol, sem serem exploradas. Há uma mina em atividade em Araxá, Minas Gerais, uma associação do grupo Moreira Sales com o grupo Rockefeller, a Cia. Brasileira de Mineração de Metais-CBMM. que vendem internacionalmente o nióbio a um preço abaixo do custo. Fato grave é que mesmo sendo o único exportador no mundo deste minério estratégico, o nosso país não é sequer capaz de determinar o preço do nióbio no mercado externo. Nos momentos de baixa dos valores das comodites como ocorre na crise atual, o preço da extração e do refino fica superior ao valor em que é cotado na bolsa de Londres, em média U$ 90 o kilograma. Na jazida atualmente mais explorada, em Araxá, Minas Gerais, a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) pertencente ao grupo Moreira Salles associado a multinacional MOLYCORP, do grupo Rockefellerr, exporta 90% do nióbioo extraído. Isso é mais um exemplo deplorável da simbiose da burguesia nativa com os interesses das grandes corporações multinacionais que engordam o imperialismo. Com o deputado mineiro José Fernando Aparecido, a gente tem lutado na Câmara por um novo marco regulatório na questão mineral no Brasil. Dá mais de um trilhão de dólares o nióbio que você tem hoje na Amazônia. Isso com preço estipulado lá na Bolsa de Londres, abaixo do custo, sem levar em conta a importância que tem o nióbio hoje na indústria, principalmente na indústria de ponta. É mais um caso da história de 500 anos de espoliação internacional do Brasil.


Renato Pompeu: A sua intervenção no Congresso teve repercussão na mídia?

Brizola Neto: Olha na grande mídia a gente pode dizer que essa repercussão ela realmente não acontece, e ai a gente entende inclusive as pressões que deve haver dos grandes grupos multinacionais nesse sentido, talvez os grandes anunciantes e sustentadores da grande mídia. Só para dar um exemplo, nós fizemos uma convocação na Comissão de Minas e Energia, requerimento meu e do deputado José Fernando Aparecido, convocando, para que se explicasse esse processo de privatizações da Companhia Vale do Rio Doce, o ex-presidente Fernando Henrique, o ministro das Minas e Energias na época do governo Fernando Henrique, o senhor Roger Agnelli, que comprou a Vale, para explicar por que a venderam pelo preço de seis meses do seu faturamento. E mais, o mais grave, a Constituição Federal diz que quem detém o solo não detém o subsolo, que o subsolo é patrimônio da União, e junto com a venda da Vale do Rio Doce entregaram as maiores minas brasileiras, as de Carajás, exploradas pelo senhor Roger Agnelli.

Renato Pompeu: A CBMM tem interesse em que não sejam exploradas as reservas de nióbio de Roraima, que estão nas terras indígenas. Mas a direita militar divulga na Internet que a demarcação contínua das terras indígenas foi feita para possibilitar a exploração do nióbio de Roraima por empresas estrangeiras.

Brizola Neto: Acho que uma questão não inviabiliza a outra. Nesse primeiro momento há essa pressão clara da CBMM para não desvalorizar a exploração do nióbio na mina que ela tem em Araxá, porque é uma exploração muito mais difícil do que a exploração que é possível hoje na Amazônia. Mas eu concordo plenamente que essa demarcação, além de atender o interesse imediato da CBMM, num futuro próximo, ela vai atender ao interesse internacional de que empresas estrangeiras se instalem ali para fazer a exploração do nióbio brasileiro.

Wagner Nabuco: Mas lá no Congresso, como é que você sente a repercussão, quem está mais para a posição sua e do PDT, quem fica mais em cima do muro, quem combate mais? Como que é isso lá?

Brizola Neto: Hoje, eu acho que é um pouco difícil você identificar dentro do Congresso, através de partidos políticos, quais são os grupos nacionalistas. Você tem hoje nacionalismo espalhado em vários partidos e, infelizmente, talvez seja a fração minoritária de cada um desses partidos com algumas exceções. Até mesmo no campo da esquerda você tem partidos que não compreendem a questão do nacionalismo, preferem estar afiliados a doutrinas externas.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A Usaid, Marina Silva, Acre, e a Repartilha da Amazônia

No discurso entreguista Marina Silva diz: “O Brasil nunca assumiu mesmo a Amazônia". 

Não é de hoje que a Agência para o Desenvolvimento Internacional, vulga Usaid, órgão do imperialismo ianque subordinado à CIA, esmera-se ao redor do mundo em tarefas contrarrevolucionárias, de sabotagem, ingerência, desestabilização e dominação econômica e cultural, sempre sob o manto do "fomento" a toda sorte de alegadas benesses às nações onde atua.

Exemplo disso foram os lesivos acordos entre o ministério brasileiro da Educação e a famigerada agência do USA celebrado durante o período do gerenciamento militar em nosso país, posteriormente reforçados pelas sucessivas falanges políticas que se alternam no gerenciamento do velho Estado, todas elas acobertadas pela farsa da "democracia" do tipo burguesa. Acontecimentos recentes protagonizados pelos povos em luta, entretanto, vêm contribuindo para pôr a máscara da Usaid abaixo, escancarando sua intrínseca ligação com o processo em curso de repartilha do mundo.
http://www.anovademocracia.com.br/68/16-a.jpg
Organização norte-americana aprovou plano para tomar conta da Amazônia, desconsiderando governos e países da região
Rio Branco-AC, 3 de julho de 2005
Regiclay Saady
Palestra da professora Bertha
Becker foi realizada, no auditório da Secretaria de Cidades

Em Honduras, o povo sabe que o golpe contra o ex-presidente Manuel Zelaya foi levado a cabo sob a coordenação de Jacqueline Foglia Sandoval, hondurenha formada em Nova Iorque, ex-funcionária do setor de Defesa da embaixada do seu país em Washington, e chefe do departamento de relações internacionais da universidade Zamorano, instituição financiada pela Usaid que forma quadros para o agronegócio. A resistência hondurenha denuncia também que a Usaid e ONGs europeias deram-se as mãos para a empreitada de difamar alguns dos quadros mais combativos do país.

O povo boliviano, aliás, parece não precisar de inspiração. Na semicolônia gerida por Evo Morales, a população de dois municípios amazônicos escorraçou a Development Alternatives Inc. das suas terras em 2009. O gerente Morales agora anda vociferando contra a Usaid, dizendo que a agência ianque está infiltrada em movimentos sociais ligados aos índios e ameaçando expulsá-la do país, em cacarejo que se inscreve na luta interna por hegemonia, e não na luta contra o imperialismo (da qual Evo não faz parte), feito às vésperas da assinatura de um acordo entre sua gerência e a administração Obama com vistas a "retomar" as relações entre La Paz e Washington.

Por Juracy Xangai:  enquanto que no Brasil,

“A Usaid  aprovou nos Estados Unidos um projeto que prevê a transformação da Bacia Amazônia inteira numa grande área de preservação ambiental, sobre a qual as decisões e administração serão feitas diretamente por Washington. Isso leva a perguntar como é que ficarão os governos nacionais e sua soberania sobre esta região que é nossa”. Indaga, em tom de denúncia, enquanto fazia sua palestra intitulada “Amazônia: Geopolítica na virada do segundo milênio”, a doutora em ciências e docente livre pela Universidade do Rio de Janeiro Bertha Becker.

Ela é membro de diversos comitês científicos nacionais e internacionais, inclusive do Grupo Internacional Consultivo do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais.
Bertha abriu o ciclo de palestras organizado pelo gabinete do senador Sibá Machado. A primeira delas aconteceu às 9 horas, no auditório da Secretaria de Cidades, e a segunda às 19 horas, no anfiteatro da Ufac. Amanhã, às 19 horas, também no auditório da Secretaria de Cidades, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, proferirá palestra.

Durante sua palestra ela deixa claro o conceito de que a Amazônia possui mais que uma diversidade biológica, cujo valor real ainda é desconhecido, mas também uma mal conhecida variedade de ambientes florestais, solos e culturas que caracterizam as populações regionais, as quais precisam ser respeitadas em sua identidade.

Sem meias palavras, ela reconhece que atitudes como essa de internacionalização e, porque não dizer de intervenção estrangeira na Amazônia é conseqüência dos conflitos políticos internos que comprometem a soberania dos países em que a Amazônia se localiza. 
“O Brasil nunca assumiu mesmo a Amazônia. No discurso afirmam que a Amazônia é prioridade, mas quando chega na hora de agir faltam dinheiro e estrutura adequada para fazer as coisas funcionarem. O Plano Amazônia Sustentável está pronto há três anos, guardado lá em Brasília. Isso fortalece o argumento dos estrangeiros de que não estamos cuidando da Amazônia”, protestou.

Colocando suas idéias de forma prática ela conceituou o que considera essencial para garantir a sustentabilidade do desenvolvimento da Amazônia. “O simples preservacionismo não resolve nosso problema e condena as pessoas ao atraso. Quero o aproveitamento dos recursos da floresta com a aplicação de tecnologias modernas que garantam sustentabilidade com justiça social para todos que vivem na Amazônia. Isso só será sustentável se todas as pessoas ganharem dinheiro com o meio ambiente e assim melhorarem sua qualidade de vida com dignidade sem precisar ficar dependendo de programas disto ou daquilo”.

Ela elogiou especificamente o capital social, ou seja, a capacidade de organização do povo acreano em defesa de sua floresta e de suas tradições, mas cobrou resultados práticos do ponto de vista econômico para que as pessoas e suas comunidades, seja nas reservas extrativistas e outras áreas, consigam sua auto-suficiência financeira. Também fez uma ressalva sobre o modelo de exploração madeireiro que vem sendo implementado: “Particularmente, eu não gosto do manejo, tenho muitas dúvidas, mas preciso estudar melhor o assunto para emitir uma opinião definitiva. Entendo que ele precisa ser feito com muito cuidado e responsabilidade para que chegue aos resultados desejados”.

Lembrou que a ideia de uma Amazônia homogênea, selvagem e vazia de gente, conceito popularizado na década de 60 quando iniciou-se a política de expansão da fronteira agrícola para a região, já não existe mais. A Amazônia de agora é outra, descobrimos que há muitas amazônias dentre de uma mesma região, cada uma delas com características e identidades próprias que precisam ser respeitadas por meio de políticas específicas de desenvolvimento.

Revolução Amazônica
As ameaças à soberania e políticas malfadas que consomem imensas somas de recurso para não levar melhoria de qualidade de vida à população da Amazônia, sobretudo aos que vivem na floresta, comprometem o desenvolvimento regional para o qual Bertha propõem três estratégias básicas.

“Em primeiro lugar é preciso fazer uma revolução cientifica na Amazônia. Quando quis, o Brasil gerou milagres como transformar álcool em combustível, o cerrado em plantação de soja e a Petrobrás é a líder mundial na exploração de petróleo no fundo do mar. Precisamos usar a ciência para montar uma cadeia produtiva que comece lá na floresta agindo com eficiência e justiça até a biofábrica que vai agregar valor ao produto final que levará a marca da Amazônia. Enquanto a floresta e seus produtos não tiverem um valor econômico definido não poderemos competir com as commodities como a soja e outros produtos do agronegócio”.

A segunda é o fortalecimento institucional que pode ser entendido pelo empoderamento da população e dos governos locais como instância de decisão sobre o que acontece por aqui. “Mas é preciso estar claro de que para que o empoderamento da sociedade aconteça é necessário que as pessoas tenham renda para viver melhor e agir por si mesmas, essas duas coisas não existem separadas uma da outra”.

O terceiro ponto é a regionalização dos programas de desenvolvimento econômico e social e das decisões de modo adequado a atender a multiplicidade cultural e de situações locais. “Nisso não só os governos, mas a imprensa tem papel fundamental que é o de colocar à mostra quem é o homem amazônida e como vê a si mesmo e a seu mundo, que tipo de desenvolvimento ele deseja. O problema está em saber quem e como será dirigida essa imprensa na formação de opinião porque a que temos hoje não expressa a opinião dos povos da Amazônia, mas de grupos e organizações de interesses diversos”.

Destacou o fato de que a luta acreana conseguiu frear o avanço da fronteira agrícola que a partir do Mato Grosso expandiu as lavouras de soja por Rondônia e já atinge a Bolívia, Tocantins e Sul do Pará formando um grande cinturão que pressiona a floresta sempre em busca de novas áreas de plantio.

“Não adianta xingar porque não podemos desprezar a soja que é hoje a base de lucro imediato para as exportações do país. Mas ela também não precisa ser tão gulosa avançando sobre a floresta porque embora ainda não se tenha critérios para definir valores econômicos para a floresta, a Amazônia guarda o potencial de riqueza futuro para o Brasil, por isso é que se faz necessário impedir o avanço da soja sobre a região. É uma questão de sabedoria”.
http://pagina20.uol.com.br/03072005/c_0203072005.htm
http://www.anovademocracia.com.br/no-68/2923-os-povos-do-mundo-contra-a-usaid

domingo, 25 de julho de 2010

Roraima está sendo invadida afirma a Abin


Índios querem criar Estado independente em Roraima, diz Abin


http://3.bp.blogspot.com/_6886BCkrAL0/SS_nmt1vVtI/AAAAAAAADO4/DhJ6kcAEArY/s400/internacionalizacao-amazonia-1%5B1%5D.gifRelatório à Presidência diz que conselho indígena quer formar “cinturão” de reservas
Um relatório da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) revela preocupação com a criação de um Estado indígena independente em Roraima, “com apoio de governos estrangeiros e ONGs”.
O documento, ao qual a Folha teve acesso, foi enviado pelo serviço secreto para o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência em 2010. O texto diz que índios de RR teriam o desejo de “autonomia política, administrativa e judiciária”.
Em nota, o GSI afirmou que “não se pronuncia sobre atividades de inteligência”.
O relatório diz que o CIR (Conselho Indígena de Roraima) “passou a defender abertamente a ampliação e demarcação de outras terras indígenas” após o julgamento da reserva Raposa/Serra do Sol pelo STF em 2008.
A preocupação da Abin é que o CIR forme “um cinturão de reservas indígenas”. Segundo a Funai, as 32 terras indígenas de Roraima ocupam 46% da área do Estado.
MILÍCIAS ARMADAS
Apesar das rivalidades entre as nove etnias indígenas de RR -o que dificulta a criação de um Estado independente- a Abin acredita na existência de milícias armadas. “Revólveres e espingardas foram encontrados e teriam sido contrabandeadas da Venezuela e da Guiana.”
A Abin diz ainda que a advogada licenciada do CIR, Joênia Batista de Carvalho, confidenciou um desejo dos índios junto ao Congresso: a transformação da Raposa/ Serra do Sol no primeiro território autônomo indígena.
A advogada nega e diz que “é absurda a intenção da Abin em procurar o afastamento geral da sociedade contra os índios”.
A agência também se mostra preocupada com a ratificação do Brasil à Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, assinada em 2007 na ONU. Para a Abin, se confirmado pelo Congresso, torna ineficaz “as restrições elaboradas pelo STF ao usufruto da terra pelos índios”.
As ressalvas impostas pela corte são o marco constitucional para terras indígenas e em futuras demarcações. Elas dão usufruto das terras para os índios, mas as mantêm sob as rédeas da União.
“Nós já fizemos a nossa parte. Que o governo seja digno ao fazer a parte dele”, afirma o ministro Ayres Britto, relator do processo.
OUTRO LADO
Por e-mail, o CIR informou que “nunca propugnou a criação de uma nação independente” e”sempre atuou no sentido de promover a cidadania plena dos povos indígenas como membros do Estado brasileiro”, ajudando “na inclusão de nossos povos como determina a Constituição Federal”.
MATHEUS LEITÃO
LEONARDO SOUZA
DE BRASÍLIA 

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Roraima Amazona Riquezas Cobiçadas Banco Mundial e Governo entreguista

Banco Mundial (privativista) quer investir em Roraima, diz diretor que foi agraciado pelo governador de Roraima José de Anchieta Junior.  15/03/2008 
Local: Boa Vista - RR
Fonte: Folha de Boa Vista
Link: http://www.folhabv.com.br


https://fabiolamusarra.wordpress.com/2010/07/07/roraima-na-terra-de-macunaima/
Monte Roraima (também conhecido como Roraima ou Tepui Roraima Cerro em espanhol, e Monte Roraima em Português), é o mais elevado da cadeia de Pakaraima tepui planalto no sul da America.First descrito pelo explorador Inglês Sir Walter Raleigh em 1596, seus 31 km ² área do cume é defendida por 400m (1.300 ft) falésias por todos os lados. A montanha inclui o ponto de tríplice fronteira de Brasil, Venezuela e Guiana. 
FO diretor do Banco Mundial no Brasil, John Briscoe, declarou que a instituição tem interesse de investir em Roraima e que deverá visitar o Estado novamente. Ele recebeu o governador Anchieta Júnior, em Brasília, onde conversaram por mais de uma hora.
Roraima,Ouro,Esmeraldas,Nióbio,Petróleo...Motivo da cobiça
                                                Anchieta júnior fez uma explanação para o presidente e equipe técnica sobre todas as potencialidades do Estado e abordou também o problema fundiário. Broscoe afirmou que o Banco Mundial tinha poucos dados sobre a economia e potencialidades de Roraima e que a visita do governador foi importante para a instituição.
Roraima,Ouro,Esmeraldas,Nióbio,Petróleo...Motivo da cobiça
O diretor de Desenvolvimento Sustentável do Banco Mundial, Mark Lundell, falou que já mantém parceria com todos os estados da região Norte e que faltava apenas Roraima. O banco demonstrou interesse no fortalecimento do setor privado e deve fazer um levantamento mais detalhado das potencialidades econômicas para investimento.
Roraima,Ouro,Esmeraldas,Nióbio,Petróleo...Motivo da cobiça
O governador de Roraima falou sobre os investimentos em saúde e educação, principalmente na valorização e incentivo dado à formação de professores e criação de cursos profissionalizantes e de instituições como as universidades Estadual e Virtual.

Segundo o governador afirmou durante a audiência, o fortalecimento do setor privado é hoje uma realidade e que o Estado tem o quarto maior PIB (Produto Interno Bruto) da região. O investimento em educação superior coloca o Estado em condição privilegiada com mão de obra qualificada, especializada.
Roraima,Ouro,Esmeraldas,Nióbio,Petróleo...Motivo da cobiça
PERGUNTAMOS: Porque os acordos são arquivados como secreto por mais de 100 anos???
Ex-governador José de Anchieta ao lado da ex-mulher e atual deputada federal Shéridan Oliveira (Foto: Reprodução/Instagram/@deputadosheridan)
Entreguista e corrupto:  o que negociou com o Banco Mundial?
(Adendo: A Justiça de Roraima bloqueou R$ 40 mil das contas do ex-governador de Roraima,  o corrupto José de Anchieta Júnior, da ex-mulher dele, a deputada federal Shéridan Oliveira (PSDB), e do  comandante da PM do estado, coronel Edison Prola. Eles são acusados de terem usado, em 2010, um avião do governo para viagem do funkeiro MC Sapão ao estado.
Se não bastasse a clã Sarney e Jucá, vem outros para impedir o desenvolvimento sustentável de Roraima
No final da reunião, o governador Anchieta Júnior doou um quadro do artista plástico Augusto Cardoso ao presidente do Banco Mundial no Brasil. O governador em Brasília onde tem agendado várias reuniões com ministros e equipe técnica do Governo Federal.  
Leiam Banco Mundial Privativista:
  http://aguanectardivino.blogspot.com/2011/02/banco-mundial-leva-os-paises-seguir.html
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sábado, 15 de março de 2008
(retiraram a matéria)
Resultado de imagem para Tepequém foi castigada pelo garimpo Foto: Alexandre Koda/ www.webventure.com.br

sábado, 3 de julho de 2010

Aços microligados respondem por 75% do consumo de nióbio

Os investimentos em novos meios para obtenção, purificação e uso são as melhores formas de usar o Nióbio como uma ferramenta para o crescimento e desenvolvimento do país.


Conceito de microliga, com grandes vantagens econômicas para a engenharia estrutural, para a exploração de óleo e gás e para a fabricação de automóveis.

Tubos de grande diâmetro soldáveis em vários níveis de resistência mecânica e boa tenacidade, que geralmente possuem em sua composição química elementos microligantes.

Normalmente utilizados na indústria petrolífera, atendem à classe API-5L (condução) e à classe 5CT (casing & tubing).

Aplicação: Oleodutos, gasodutos, minerodutos, com diâmetros e níveis de resistência diferentes para cada aplicação.


(1) Nióbio, vanádio, titânio ou combinações entre eles podem ser usados através de concordância prévia.

(2) Nióbio, vanádio, titânio ou combinações entre eles poderão ser definidos sob critério do fabricante.
(3) A soma dos teores de nióbio, vanádio e titânio não deverá exceder 0,15%. 


O nióbio é um metal de alto ponto de fusão (2.4680 C) do grupo dos metais ditos refratários, que se destaca pelas seguintes características: densidade pouco superior à do ferro, elevada resistência ao ataque por certos ácidos e metais líquidos, baixa resistência à oxidação e supercondutividade a temperaturas inferiores a 264 graus negativos Celsius.
A liga ferronióbio, obtida através da aluminotermia, é o produto final mais importante da cadeia do nióbio, sendo destinado à produção de alguns aços especiais, especialmente os micro-ligados e os inoxidáveis. Nos aços microligados, mesmo com um reduzido consumo específico (cerca de 400g de FeNb por t de aço), o nióbio confere ao produto características de resistência mecânica, tenacidade e soldabilidade. Já para os inoxidáveis, seu valor está em neutralizar o efeito de carbono e nitrogênio, afastando risco de deterioração do produto por corrosão.
O óxido de nióbio (9% de Nb2O5), que representa 13% do mercado mundial de nióbio, é a matéria-prima para a fabricação de produtos especiais como: ferronióbio de alta pureza, níquel-nióbio, óxidos especiais de nióbio (grau ótico e grau cristal) e nióbio metálico e suas ligas, os quais se destinam a uma série de usos mais sofisticados como as superligas aeronáuticas, os cerâmicos para opto-eletrônica e os supercondutores. Vale ressaltar que o nióbio, como metal puro, apresenta pouca aplicação.
O nióbio é o elemento de número atômico 41 e símbolo químico Nb, pertence ao grupo 5 e ao 5º período da tabela periódica.
O nióbio pode apresentar diversos estados de oxidação, sendo os mais comuns +2,+4 e +5, formando os óxidos NbO (cinzento), NbO2 (preto-azulado) e Nb2O5, respectivamente. Este último óxido apresenta um considerável polimorfismo.
Lentes
Alguns compostos de nióbio são caracterizados pelas suas propriedades magnéticas ou pela sua cor. O LiNbO3 é usado como alternativa ao quartzo em filtros de freqüência para aparelhos de comunicação. O SrxNbO3 (x=0,7-0,95) é caracterizado pela sua variação de cor, de azul-escuro a vermelho. 
O nióbio surge também diretamente associado ao flúor, cloro, bromo e iodo. Para um dado estado de oxidação a do nióbio (de +5 a +2), surgem compostos da forma NbXa onde X = F, Cl, Br, I.
Este elemento forma também diversos compostos de enxofre, de selênio e de telúrio, com estequiometrias variadas.
Exemplos de outros compostos contendo nióbio nos diversos estados de oxidação podem ser:
• No estado de oxidação -3: [Nb(CO)5]3-
• No estado de oxidação -1: [Nb(CO)6]- • No estado de oxidação +2: NbS
 na década de 1950, o uso do nióbio era limitado pela oferta limitada (era um subproduto do tântalo) e custo elevado. Com a produção primária de nióbio, o metal tornou-se abundante e ganhou importância no desenvolvimento de materiais de engenharia. 
Na década de 1950, com o início da corrida espacial, aumentou muito o interesse pelo nióbio, o mais leve dos metais refratários. Ligas de nióbio, como Nb-Ti, Nb-Zr, Nb-Ta- Zr, foram desenvolvidas para utilização nas indústrias espacial e nuclear, e também para fins relacionados à supercondutividade. Os tomógrafos de ressonância magnética para diagnóstico por imagem, utilizam magnetos supercondutores feitos com a liga NbTi.
NbIN718
As superligas aeronáuticas também utilizam nióbio. Destas, a mais importante é o IN718, introduzida em 1966 e cujo aperfeiçoamento resultou numa família de superligas utilizadas nas turbinas aeronáuticas e estacionárias mais modernas.
Outro desenvolvimento importante da década de 1950 foi o aço microligado.
Estudos conduzidos na Inglaterra - na Universidade de Sheffield e na British Steel - e também nos Estados Unidos, tornaram o aço microligado uma realidade industrial quando a Great Lakes Steel entrou no mercado, em 1958, com uma série de aços contendo cerca de 400 gramas de nióbio por tonelada, exibindo características (resistência mecânica e tenacidade) que até então somente podiam ser obtidas com aços ligados muito mais caros.
A descoberta de que a adição de uma pequena quantidade de nióbio ao aço carbono comum melhorava consideravelmente as propriedades deste, levou à utilização em grande escala do conceito de microliga, com grandes vantagens econômicas para a engenharia estrutural, para a exploração de óleo e gás e para a fabricação de automóveis.
Atualmente, os aços microligados respondem por 75% do consumo de nióbio. São materiais sofisticados, desenvolvidos a partir de princípios de metalurgia física que refletem o esforço conjunto da pesquisa e desenvolvimento conduzidos na indústria e nos laboratórios de universidades.
Os avanços para o elemento 41 conseguidos até aqui ampliaram o raio de aplicação do nióbio em aços, superligas, materiais intermetálicos e ligas de Nb, bem como em compostos, revestimentos, nano materiais, dispositivos optoeletrônicas e catalisadores.
Créditos:
Trabalho sobre Minério de Nióbio, da disciplina Tecnologia Metalúrgica, ministrado pelo Mestrando: Engº Lúcio da Silva Barboza Filho, Orientador: Prof. Dr. Eduardo de Magalhães Braga.