sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Plutônio para a fabricação de "óxido misto"


Transporte de plutônio evidencia falta de segurança nuclear na Europa

Quilos de plutônio seguem da Inglaterra à França sem os devidos cuidados para evitar contaminação ambiental ou atentado terrorista.

O plutônio que será transportado entre o Reino Unido e a França vem do complexo nuclear Sellafield, situado em Cumbria - costa noroeste da Inglaterra (na foto).
Nos próximos dias, o navio Atlantic Osprey transportará centenas de quilos de dióxido de plutônio em pó do complexo nuclear Sellafield, situado em Cumbria - costa noroeste da Inglaterra - para o porto de Cherbourg, na França, onde tem chegada prevista para a madrugada do dia 17 para o dia 18 de março. Uma vez em solo francês, a carga radioativa seguirá para a planta de reprocessamento de plutônio em La Hague em caminhões comuns que não possuem certificação para transportar esse tipo de carga.
Este transporte vem sendo preparado há aproximadamente dois anos e é parte do acordo firmado entre o governo do Reino Unido e a gigante estatal francesa Areva. A Areva cedeu dióxido de plutônio para a fabricação de "óxido misto" (ou MOX, na sigla em inglês) no Reino Unido. O MOX é utilizado como combustível nas instalações nucleares européias e o transporte dessa semana será dos resíduos do MOX usado nas centrais nucleares britânicas.
  Os custos econômicos, ambientais e sociais da estocagem de enormes quantidades de lixo radioativo, os riscos de acidentes e da proliferação nuclear, sem contar as emissões indiretas de gases estufa do ciclo de construção, manejo e descomissionamento de uma usina nuclear, não são contabilizados pela indústria nuclear.
Os argumentos oficiais digam se tratar de uso civil da energia nuclear, eles são utilizados apenas para proteger a imagem da Areva e da EDF - Électricité de France - a maior empresa geradora e distribuidora de eletricidade da França e uma das maiores do mundo", continuou Rousselet. "Não é nada positivo que problemas relacionados à tecnologia nuclear, como os riscos de proliferação, venham à tona, especialmente no momento em que o governo francês se empenha em vender EPRs (Evolutionary Pressurized Reactors, reatores de água pressurizada de terceira geração) a vários países do mundo, inclusive nações politicamente instáveis como a Líbia". http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/transporte-de-plut-nio-evidenc/ Notícia - 12 - mar - 2008

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Serra do Cachimbo - Centro Técnico Aeroespacial (CTA


Os EUA usam a mídia para denunciar o campo de teste nuclear, que depois foi fechado por Collor:

Serra do Cachimbo pode ser local de provas nucleares


O governo brasileiro está construindo instalações subterrâneas na serra do Cachimbo, sul do Pará, limite com Mato Grosso, para fins militares. São covas e cisternas que pelas suas características se prestam a testes nucleares de diversos tipos e ao armazenamento de lixo atômico de usinas.

Desde 1981 têm sido realizados levantamento geológicos e hidrológicos na área. No mês passado foi concluída a construção de um poço de 320m de profundidade por um metro de diâmetro. A área de testes deverá ser concluída em 1991.

Ontem à noite, ao ser informado pela Folha que o jornal publicaria esta notícia na edição de hoje, o presidente José Sarney reagiu, segundo o jornalista Fernando Cézar Mesquita, seu secretário de Imprensa, com estas palavras: "Por esta mesa, nunca passou qualquer documento deste tipo". O ministro-chefe do Gabinete Militar, general Rubem Bayma Denys disse _ ainda segundo Mesquita_ que a informação é "absolutamente inverídica". O brigadeiro Hugo de Oliveira Piva, diretor do Centro Técnico Aeroespacial, de São José dos Campos (SP), foi chamado com urgência a Brasília no início da noite de ontem. A região onde estão sendo construídas as cisternas e covas é área militar delimitada por decreto durante o governo Geisel (1974-1979), cortada pela rodovia Cuiabá-Santarém (BR 163), e fica a 720 km de Belém (PA) e a 670 km de Manaus. As três regiões florestais mais próximas mais próximas são as reservas florestais Mundurucânia, a 180 km, a reserva indígena Baú-Mencranotire a 60 km e o Parque Nacional do Xingu, a 300 km.

O projeto da área de teste é do Estado-Maior das Forças Armadas (Emfa) e conta com o apoio de pesquisadores de dois órgãos vinculados ao Centro Técnico Aeroespacial (CTA, do Ministério da Aeronáutica, situado em São José dos Campos, a 97 km a nordeste de São Paulo): o Instituto de Atividades Espaciais (IAE) e Instituto de Estudos Avançados (IEAV). A segurança da área militar é responsabilidade da Força Aérea Brasileira, que já dispunha, na região, de pistas de pouso de 3.200 metros.

A escolha da serra do Cachimbo deveu-se ás condições geológicas da região. Trata-se de um conjunto de platôs com uma altitude máxima de 640 metros acima do nível do mar, cobertos por arenito, com uma espessa camada de rochas ígneas (impermeáveis, portanto) e sem o risco de atingir lençóis freáticos (lençóis d'água). A região militar da serra do Cachimbo está localizada no município de Itaituba, o maior do Brasil, com 700 km de extensão.

As pesquisas geológicas feitas na área são taxativas: não há recursos minerais a serem explorados. As características do subsolo conferem ao local das escavações a solidez necessária para a construção dos depósitos de lixo atômico e das cisternas para testes nucleares. A reserva militar da serra do Cachimbo já vem sendo utilizada pelas Forças Armadas para testes com materiais bélicos como bombas fragmentadoras, foguetes e mísseis convencionais.

O primeiro poço construído ficou pronto em julho deste ano. Ele tem 320 metros de profundidade e um metro de diâmetro. A Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais (CPRM, do Ministério das Minas e Energias) começou a fazer os levantamentos geológicos e hidrológicos da região em 1981, por solicitação do Centro Técnico Aeroespacial (CTA, do Ministério da Aeronáutica). Os primeiros geólogos deslocados para a área foram da Superintendência da CPRM de Minas Gerais. Desde o início, o projeto foi cercado de todas as medidas de segurança e os funcionários que nele trabalharam tinham conhecimento de que era "secreto".

O poço pronto levou um ano para ser perfurado e revestido porque a CPRM não dispunha de tecnologia para perfurá-lo por causa do tamanho do diâmetro e o CTA teve de importar uma coluna de perfuração dos Estados Unidos. Este poço está localizado a 17 km da estrada Cuiabá-Santarém. Até 40 pessoas chegaram a trabalhar, em alguns momentos, na sua construção. Somente a direção da CPRM teve acesso às informações sobre o trabalho, que recebeu a denominação interna de "Projeto Pedra do Índio". Desde que foi contratada para o serviço pelo CTA, a CPRM teve três presidentes: José Raimundo de Andrade Ramos, general Salvador Mandin e José Carlos Boa Nova, o atual.

Pesquisadores do IAE, EEAV e da Marinha continuam a fazer levantamentos no terreno para marcar os locais onde serão construídas as futuras cisternas e covas . Este levantamento tem seu término previsto para o final deste ano. As cisternas terão dimensões semelhantes ao do poço concluído no mês passado. Só que este foi revestido, até agora, de concreto e as cisternas receberão, além do concreto, chumbo e amianto. Já as covas, onde serão guardados os lixos atômicos, terão profundidade entre 100 e 150 metros e seu interior será revestido somente de concreto. A explicação é que devido à profundidade os riscos de vazamento são mínimos.

O Brasil poderá ser até o final de 1991 o primeiro país ao sul do Equador a possuir áreas reservadas para testes nucleares e armazenamento de lixo atômico. O projeto do EMFA tem como objetivo principal o domínio do setor de tecnologia de ponta (estudos avançados ou física pura), ao qual somente as nações desenvolvidas têm acesso e que nunca é repassada. Desde novembro do ano passado o EMFA conta com o apoio de pesquisadores de dois órgãos subordinados ao CTA, o Instituto de Atividades Espaciais (IAE) e o Instituto de Estudos Avançados (IEAV). Estes órgãos, junto com o Centro de Pesquisas da Marinha e com a colaboração do Instituto de Pesquisas Nucleares da Universidade de São Paulo (USP) estão trabalhando há alguns anos para adquirirem domínio sobre as matérias primas essenciais para a fabricação de artefatos nucleares: o plutônio e o urânio enriquecido.

Dois objetivos principais levaram o EMFA a levar adiante o projeto: em breve as usinas nucleares de Angra estarão em funcionamento e o país terá de armazenar lixo atômico (urânio usado no reator, material radioativo, mais produtos e urânio não queimado que recebe grande quantidade de neutrons e vira plutônio), sem causar riscos à população das cidades. O segundo objetivo, é o de construir mísseis atômicos. A segunda fase deste projeto _ a construção de uma ogiva atômica _, considerada a mais importante, também já está em andamento. No ano passado foi firmado um acordo entre os governos do Brasil e da República Popular da China para a troca de tecnologia que permitirá o desenvolvimento de mísseis de ataque com ogivas atômicas de combustível sólido _similares aos usados pelos EUA na década de 60. (Folha)


O delírio acabou

Durante dez anos, o Brasil manejou bilhões de dólares em contas secretas, fez importações clandestinas, envolveu-se com tráfico de tecnologia, subornou estrangeiros, escondeu atentados e enganou até presidentes da República. O único propósito era fabricar a bomba atômica. São capítulos do célebre programa nuclear paralelo, iniciado em meados da década de 70 e desenvolvido na penumbra. Na semana passada, diante do secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, o presidente Fernando Henrique assinou o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares, o TNP. Produzido em 1968, o TNP abre o país à fiscalização internacional de suas instalações nucleares e proíbe o uso da energia nuclear para fins bélicos. Na prática, a assinatura tem pouco efeito, pois o Brasil já recebe fiscais internacionais. Mas o gesto do presidente tem enorme significado simbólico. Enterra, definitivamente, a era em que o Brasil quis virar uma potência nuclear bélica.
As manobras clandestinas para fazer a bomba sempre foram misteriosas. E nem poderia ser diferente. Já houve até uma CPI no Congresso para investigar o assunto, porém nunca se soube em detalhes o que ocorria nos subterrâneos do programa nuclear. Mas toda vez que o assunto vem à tona descobrem-se algumas novidades:
 Em 1990, quando o presidente Fernando Collor assumiu, fez-se uma devassa na Comissão Nacional de Energia Nuclear, a CNEN, que coordenava os trabalhos clandestinos dos militares. Descobriu-se que seu então presidente, Rex Nazareth Alves, que comandava o órgão desde o regime militar, retirara sete Kombi cheias de documentos. Eles nunca mais apareceram. Nazareth Alves diz que eram documentos pessoais.
 Para controlar a pesquisa nuclear, o sucessor de Nazareth Alves na CNEN, o químico nuclear José Luiz Santana, deslocou onze fiscais para as instalações nucleares. Nos primeiros seis meses do governo Collor, Santana sofreu três atentados. Um, na porta da escola do filho, em São Paulo, onde foi alvo de uma rajada de balas. No outro, no Rio, os pneus do seu carro foram desparafusados. O último aconteceu em São Paulo, quando o chão do seu carro desabou. Haviam desconectado o volante do eixo do carro. Santana sempre escapou ileso. Os serviços de inteligência nunca apontaram os culpados.
 Para agilizar o programa, os militares subornavam funcionários na Europa e nos Estados Unidos em busca de informações sobre tecnologia nuclear. O alvo predileto era a Euraton, indústria de enriquecimento de urânio com sede na Suíça. "Nos Estados Unidos, a Marinha comprou equipamentos que podiam ser vendidos mas não podiam deixar o país. Uma equipe de técnicos foi para lá, desmontou tudo e copiou peça por peça", diz um militar que trabalhou no coração do programa nuclear.
Pá de cal — A aventura da bomba começou com o acordo nuclear firmado entre Brasil e Alemanha, em 1975, pelo então presidente Ernesto Geisel. Por esse acordo, os dois países desenvolveriam a tecnologia para produzir o combustível nuclear — que inclui o enriquecimento do urânio — e construir no país oito novas usinas nucleares. As usinas gerariam energia elétrica, mas os militares namoravam secretamente a idéia de dominar o processo de enriquecimento do urânio, passo indispensável para fazer a bomba. Sob pressão americana, o acordo fracassou. Das oito usinas programadas, a primeira delas, a Angra II, será inaugurada no final deste ano, duas décadas depois do previsto. Quanto à usina de enriquecimento do urânio, nunca saiu do papel. Desde o fracasso do acordo, os envolvidos no projeto bomba foram para a clandestinidade. Movidos por verbas secretas, os militares trabalharam sozinhos. O Exército tentou desenvolver um reator a grafite, que produz plutônio, elemento usado na construção da bomba. A Aeronáutica fracassou ao querer enriquecer urânio por laser. Tentou ainda desenvolver um "vetor", foguete capaz de carregar o artefato nuclear. A Marinha chegou mais perto do objetivo. Conseguiu enriquecer urânio por meio de ultracentrifugadoras. Em 1987, o presidente Sarney convocou cadeia nacional de rádio e TV para anunciar que a Marinha dera o grande passo.
Cheio de sombras, o programa nuclear começou a ruir no próprio governo Sarney, quando o presidente se aproximou do seu colega argentino, Raúl Alfonsín, e fez um acordo de paz nuclear para sepultar rivalidades. Só no governo Collor se soube que a Aeronáutica tinha até buracos na Serra do Cachimbo, na fronteira de Mato Grosso com o Pará, para fazer testes nucleares. Até esse buraco, no entanto, foi ocultado pelos militares. Collor, ao assumir, recebeu um relatório, com tarja de ultra-secreto, capa vermelha e cinqüenta páginas. Era o mapa da bomba, mas nada falava da Serra do Cachimbo. Quando soube do campo de testes, Collor foi lá e o fechou simbolicamente com uma pá de cal. Na semana passada, usando desta vez uma caneta, FHC acabou com o dispendioso e paranóico sonho da bomba brasileira. Além do TNP, o presidente ratificou outro acordo, endossado por apenas dezesseis países, que proíbe até testes nucleares. Enfim, o delírio acabou. (Veja) olinacuritiba.blogspot.com/2011/08/o-golpe-de-64-comecou-e-acabou-em.html

Nióbio a receita e o apelo presidencial


Decodificando o discurso: a receita do nióbio e o apelo presidencial
Guilhermina Coimbra
Apelo presidencial, publicado no “O Globo”, 31/08/2011, informa a necessidade urgente de as lideranças ministeriais e legislativas trazerem receitas viáveis para a Caixa do Tesouro Nacional.
Propriedades do Minério Nióbio
A reserva de receitas originárias, a ser auferida de um dos grandes patrimônios da Nação, que são os grandes depósitos (minas) de nióbio, mineral radioativo que jaz no subsolo brasileiro – de imensurável valor e múltiplas utilidades nas indústrias de base, é uma das raras fontes de receita originária que ainda restam no Brasil. (A receita originária é aquela não derivada da cobrança de tributos: impostos, taxas, contribuições). Assim, a receita originária é a que o Estado aufere sem onerar o contribuinte, através de suas atividades industriais.
É das receitas originárias asseguradas, que dependerão, o atendimento aos setores carentes, a segurança dos Poderes e a própria segurança do país – haja vista que face à reforma tributária pleiteada, a Caixa do Tesouro Nacional (a que faz a distribuição de rendas entre os setores carentes do Estado: infraestrutura, saúde, educação, habitação, transportes e outros) ao fazer a distribuição de rendas, não mais poderá contar com o mesmo percentual advindo das receitas derivadas (aquelas originadas dos tributos que tanto oneram o setor produtivo e o bolso do contribuinte brasileiro).
Apesar da receita originária do nióbio estar monopolizada constitucionalmente, porque, é minério nuclear de extrema importância –- na prática, e sem uma fiscalização eficaz, os que detêm o poder de gerir tais recursos podem ignorar o monopólio constitucional, como vêm ocorrendo de tempos em tempos.
E ao ignorarem o monopólio, realizam grandes negócios privados com bens públicos brasileiros esgotáveis, apoiados, justamente, pela ausência de fiscalização da receita originária da qual se trata e pela ausência de informação-divulgação desta receita – originada da exploração do minério nuclear nióbio (tão importante quanto o urânio, que, devidamente, enriquecido, é o Combustível do Século).
Haja vista, em passado recente, uma das maiores reservas de nióbio haver sido oferecida para licitação (felizmente, abortada) a um preço infinitamente vil, à revelia do conhecimento da população brasileira (os nacionais e estrangeiros residentes no país).
Marcos Valério (um dos principais investigados e interrogados, na Comissão Parlamentar de Inquérito dos Correios) declarou na CPI: … “O grosso do dinheiro vem do nióbio” (A informação está registrada nos Anais da CPI). No Brasil, todo mundo sabe o que todo mundo sabe. Não há como aceitar que a exploração do nióbio continue em “segredo” quando o apelo presidencial é para que tragam receitas para o desenvolvimento do Brasil.
Assim, em atendimento ao apelo presidencial, a receita advinda da exploração do nióbio (constitucionalmente assegurada) deve ser de direito e de fato, diretamente canalizada para o Caixa do Tesouro Nacional.
A maior aplicação do nióbio está no por vir, razão pela qual, a pressão tem sido para transferir para o exterior, a maior quantidade possível do metal, a preço vil.
O jornal Folha de São Paulo, já, em 28/06/05, publicava que Delegação da Comissão Européia visitaria o Brasil em breve para estudar alternativas de inclusão no projeto (ITER). O Brasil pode se envolver com o Projeto ITER – Reator Experimental Termonuclear Internacional. E a participação brasileira seria graças à reserva de nióbio localizada em Minas Gerais. A maior do mundo.
O nióbio, metal condutor poderoso, será usado para construir molas (bobinas) gigantes e gerar um campo magnético para conduzir o processo de fusão nuclear dentro do reator.
Assim, as usinas termonucleares limpas e muito mais seguras que as atuais nucleares – geradoras de energia farta e barata – se multiplicarão sem restrições pelo planeta exigindo milhares de toneladas de nióbio puro para mantê-las acesas.
Daí o entendimento, corretíssimo, de não haver argumento justificador da entrega in natura, de nenhum tipo de mineral nuclear: eles serão imprescindíveis ao desenvolvimento do país, tecnológica e industrialmente.
“Com este magnífico feito o homem passará a dominar também o fogo termonuclear, aquele que ocorre no interior das estrelas pela fusão de átomos de hidrogênio a uma temperatura de 15 milhões de graus centígrados, gerando hélio e uma brutal quantidade de energia limpa, barata e inesgotável, pois, o trítio isótopo pesado do hidrogênio usado como combustível é abundante na face da Terra na forma de água pesada”. (in “Serão Mesmo Nossos, os Nossos Minérios?”, de Roberto Gama e Silva). Com esse entendimento, os Ministérios da Fazenda, de Minas e Energia, do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior e o Poder Legislativo Federal terão, por dever de oficio, que cuidar das nossa reservas de nióbio a ferro e fogo por diversas razões inquestionáveis, entre elas:
1) o preço do metal nióbio, num futuro próximo, deverá subir ao espaço na Bolsa de Metais de Londres e isto significará cada vez mais receitas para a Caixa do Tesouro Nacional;
2) porque entender o contrário seria o caso de se instalar Comissão Parlamentar de Inquérito, imputando aos diretamente envolvidos, vale dizer, imputando aqueles que insistem no conluio do silêncio sobre o nióbio, com o devido processo legal penal, pelo crime de conivência com o desvio de minerais nucleares energéticos constitucionalmente assegurados.
Receita do NIÓBIO diretamente para atendimento do apelo presidencial, já!  O apelo presidencial – de uma ex-ministra das Minas e Energia do Brasil – não pode ser ignorado, porque, o apelo presidencial não ignora que é das minas de nióbio que advirá o grosso das receitas objeto do apelo.
(Guilhermina Coimbra é profa. adjunao de Direito Público e Privado, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, e membro do Conselho da Federação Interamericana de Advogados/FIA, Washington, D.C.)

INVASÃO TERRITORIAL DE ALCÂNTARA NO BRASIL Zona de retaguarda, Brasil, país mais incoerente do mundo.




Silenciosa Sabotagem contra o Brasil

Adendo:
Hoje 08/2015, analisando as informações daquela época da explosão de Alcântara e o que vem acontecendo no Brasil provocado pelo PMDB,PSDB,PT, chego a conclusão que a explosão se deu provocada pela elite dominante, para que os governos que passaram a dirigir o Brasil também eleitos por essa elite grupo G7, colocassem em órbita as Diretrizes N.4  junto a ONU, criando o Ministério do Meio Ambiente que deu início em 1988 no governo Sarney,  sacramentada em 1992 quando FHC fez parte do ministério da Relações Exteriores, Quanto o Brasil entrou no Projeto Zona de Retaguarda, corredor de Tordesilhas

Abaixo, menciono trechos de notícias em que falam sobre a explosão em Alcântara no Maranhão na base de lançamento de mísseis, que vitimou 28 dos melhores técnicos brasileiros.

A sabotagem indireta é o ataque silencioso e perverso que o Brasil e
seus próprios Programas vêm sofrendo, sem tréguas, nos últimos 30
anos, incrementado na era de FHC capacho que fez, no apagar da luzes,
projeto de lei para entregar milhões de km2 da Amazona por 60 anos renováveis para  ONGs
internacionais na Amazona instaladas


Este é o pior tipo de agressão que uma nação pode sofrer, porque se
trata da agressão generalizada e institucionalizada através da lei
orçamentária, de medidas provisórias, de portarias ministeriais, de
emendas à Constituição, de tratados e "acordos" internacionais
espúrios, etc.

A princípio, não existem forças armadas no mundo que possam defender seus territórios contra este tipo de ataque, porque ele vem de dentro, através da quinta coluna cooptada pelo agressor nas fileiras do próprio Estado.

Prova da destruição da soberania do Brasil:
P
istas que deveriam ser investigadas, não só por alguma comissão
ou comissões que venham a ser estabelecidas, mas também pelo
Ministério Público Federal, pela Polícia Federal, porque as Instituições
Brasileiras lesa-pátria, estão corrompidas na corrupção;

1985 — O governo brasileiro pede a presença norte-americana em toda a
Amazônia por intermédio da Administração Nacional de Aeronáutica e
Espaço Aéreo dos EUA (Nasa), através do LBA (The Large Scale
Biosphere-Atmosphere Experiment in Amazonia), inclusive com a
instalação de uma estação transmissora e receptora em Alcântara.
1986 — Correu a notícia de que em fevereiro, um grupo armado invadiu
as instalações do CTA (Centro Tecnológico de Aeronáutica), de onde
subtraiu informações sobre o VLS. Após este ato, ao ser surpreendido,
o grupo fugiu trocando tiros com a segurança do Centro.
1989 — O brigadeiro Paulo Roberto Camarinha declarou para a Folha de
São Paulo: "Nem em 2089 o satélite sai".

Nesta época, já vinham à tona os primeiros nomes dos inimigos
declarados da Missão Completa Espacial Brasileira, que tramavam nos
bastidores a contratação para lançamento do primeiro satélite
brasileiro, o SSR 1, em um vôo experimental de um foguete
norte-americano, o Pegasus, da Orbiter, em detrimento do VLS, cujo
desenvolvimento já estava atrasado por falta de verbas e pelo boicote
internacional ao programa.

1991 — Por "pressão" do governo norte-americano, Fernando Collor
rejeita excelente oferta russa de transferência total de tecnologia
espacial para o Brasil, através da Elebra, e fecha negócio com a
Orbiter americana, desviando assim US$ 18 milhões do programa para o
desenvolvimento do VLS (fonte: revista Veja e Folha de São Paulo)
1993 — Lançado o primeiro satélite brasileiro por um foguete Pegasus
norte-americano.
1995 — O governo de FHC submete o Brasil ao MTCR (Regime de Controle
de Tecnologia de Mísseis) por imposição de Washington.
1994 — O governo dos Estados Unidos da América confisca os primeiros
vasos dos motores do VLS que tinham sido enviados para lá, a fim de se
submeterem a um tratamento térmico em uma siderúrgica ianque. Neste
caso o "tiro saiu pela culatra" porque, em função da arbitrariedade do
Tio Sam, o CTA descobriu que a Villares S/A poderia fazer aqui o mesmo
serviço e assim é feito até hoje (esta informação foi confirmada por
Gylvan Meira Filho, o primeiro Presidente da Agência Espacial
Brasileira (AEB), por e-mail).
1994 — Durante os primeiros testes dos motores S-43 do VLS em São José
dos Campos houve uma explosão, investigada pelo Serviço de
Inteligência da Aeronáutica, foi classificada como sabotagem (fonte:
Internet).
1995 — Fernando Henrique Cardoso cria a AEB por determinação de
Washington (fonte: Folha de São Paulo) e nomeia como seu presidente
Gylvan Meira Filho, homem com fortes ligações com a Nasa (fonte:
Spacenews).
1997 — Através da AEB, o Brasil assina contrato com a Nasa para
participar da construção da Estação Espacial Internacional Americana,
por intermédio do qual administração Cardoso desviou mais US$ 150
milhões do seu programa espacial próprio.
1997 — O primeiro protótipo do Veículo Lançador de Satélites
brasileiro foi lançado pela Força Aérea da Base Aeroespacial de
Alcântara, as 09:25 horas do dia 2 de novembro de 1997, para colocar
em órbita o satélite de sensoriamento remoto do INPE com (N) dias de
atraso, sem a presença do presidente da República, Cardoso, ou alguns
de seus ministros.

O primeiro estágio, composto por quatro motores-foguete S-43 da FAB,
de combustível sólido, acoplados simetricamente ao redor do motor do
segundo estágio, idêntico aos quatro primeiros, foi acionado com
parcial sucesso, porque o motor-foguete D inexplicavelmente não
acendeu. Por isso, 29 segundos após decolar da mesa de lançamento, e
não suportando a crescente carga dinâmica provocada pelo grande ângulo
de ataque se auto-destruiu a uma altitude de 3.250 metros, a uma
velocidade de (X) quilômetros por hora 7 , voando no rumo (X) e a uma
distância de (X) quilômetros da rampa de lançamento. A parte superior
do veículo foi tele-destruída 65 segundos após a decolagem e caiu no
mar a uma distância de 1.920 metros da mesa de lançamento.

João Stainer,  astrofísico e funcionário do CNPq (Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico), que foi o indicado pelo
governo como especialista oficial para descrever e dar detalhes sobre
o lançamento para a TV Clora, que transmitia ao vivo para todo o
Brasil (quando na verdade deveria ter sido designado um oficial da
Aeronáutica, destacado no IAE ou CTA),
já demonstrava cabalmente em
suas palavras quais eram as verdadeiras intenções de Cardoso para com
o futuro da Base de Alcântara e do Programa Espacial Brasileiro ao
dizer, sorrindo, minutos apos a explosão do VLS: "(...) o problema
Não foi com a Base, foi com o foguete. Foi com um motor do primeiro
estágio do foguete e não com a Base. E a Base tem uma perspectiva
muito grande para se tornar uma Base, um Espaçoporto Internacional,
onde muitos países poderiam se beneficiar lançando os foguetes..."

O diretor-Geral do DEPED (Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento
da Aeronáutica), tenente-Brigadeiro-do-Ar José Marconi de Almeida
Santos, constituiu uma Comissão de Investigação para, no prazo de
trinta dias, realizar uma análise das causas do acidente.

Conclusão: "Dos dados levantados e dos ensaios realizados com
componentes similares aos utilizados na rede pirotécnica de ignição do
VLS1-PT01, pode-se afirmar que o motivo do não acendimento do
motor-foguete D foi a dupla falha na transmissão da ordem pirotécnica,
entre os detonadores e os reforçadores do Dispositivo Mecânico de
Segurança (DMS)."

Como podemos constatar, o documento em questão só demonstra o óbvio,
sem apresentar suas causas e os seus responsáveis. O relatório
contempla muito pouco a atuação e a responsabilidade do fator humano
pela causa da "falha".

Análise da Falha do DMS: "Os aspectos essenciais do DMS são o
alinhamento e o espaçamento induzidos nas duas interfaces pirotécnicas
em seu interior. No rotor do DMS se alojam duas cargas pirotécnicas
denominadas reforçadores que, na posição ‘armado', devem ficar
alinhados com os detonadores de um lado e com os Estopins Detonantes
Confinados (EDC) do outro. A verificação do alinhamento é feita por
pessoal experiente e conferida por inspetor também experiente."
(Fonte: IAE/CTA). Face a tantas contradições quem realmente pode nos
garantir que o rotor do DMS do motor D foi corretamente alinhado ou,
se, até, na última hora, desalinhado intencionalmente? Outra
informação intrigante e a de que o perfeito funcionamento do ejetor
não garante o acendimento do combustível do motor.

1999 — A Gazeta Mercantil de setembro e a Galileu de outubro trazem
graves denúncias contra o governo Cardoso e seu ministro da C&T
(Ciência e Tecnologia), hoje embaixador do Brasil na Organização das
Nações Unidas (ONU), Ronaldo Sardenberg, por suas ações contra o
Programa Espacial Brasileiro. O primeiro demonstra cabalmente os
artifícios usados para a demolição das equipes tecno-científicas do
IAE/CTA e o segundo afirma: "As potências do Primeiro Mundo boicotam,
o governo desdenha e corta verbas, mas eles não desistem. Esperamos
que vençam pela teimosia."
1999 — O segundo protótipo do VLS 01 foi lançado pela Forca Aérea
Brasileira da Base Aeroespacial de Alcântara sem a presença do
presidente da República ou alguns de seus ministros
, às 16:39 horas
do dia 11 de dezembro de 1999, para colocar em órbita o satélite de
aplicações cientificas, SACI 2 do INPE, com (N) dias de atraso. O
primeiro estágio, composto por quatro motores-foguete S-43 da FAB, de
combustível sólido, acoplados simetricamente ao redor do motor do
segundo estágio, idêntico aos quatro primeiros, foi acionado com
sucesso e funcionou perfeitamente por 55,4 segundos, quando o motor do
segundo estágio foi aceso por ordem do computador de bordo. Porém, 5
décimos de segundo após a sua ignição, explodiu a uma altitude de (X)
mil metros, a uma velocidade de (X) quilômetros por hora, voando no
rumo (X), e a uma distância de (X) quilômetros da rampa de lançamento.

A explosão de 7 toneladas de combustível sólido desacoplou
intempestivamente o conjunto formado pelo motor do terceiro estágio da
baia de equipamentos, do quarto estágio e da coifa com o satélite do
resto do foguete. Entretanto, a forte explosão não causou danos ao
conjunto superior, que continuou voando sem propulsão e controle em
uma trajetória balística até aos 119 segundos, quando o computador de
bordo comandou a ignição do motor do terceiro estágio, a uma altitude
de (Y) mil metros, a uma velocidade de (Y) quilômetros por hora,
voando no rumo (Y), numa atitude ligeiramente picada de (Y) graus, e a
uma distância de (Y) quilômetros da rampa de lançamento.

O terceiro estágio funcionou em condições normais pelo tempo previsto,
seguindo uma trajetória anômala, mas dentro de uma área que não
infringia a segurança, até aos 189 segundos, conforme o Instituto de
Aeronáutica e Espaço (IAE), e até aos 200 segundos, de acordo com a
Agência Espacial Brasileira, a uma altitude de (Z) mil metros, a uma
velocidade de (Z) quilômetros por hora, voando no rumo (Z), numa
atitude de (Z) graus, e a uma distância de (Z) quilômetros da rampa de
lançamento. A equipe de segurança de vôo comandou a teledestruição do
quarto estágio ao notar que a trajetória seguida pelo conjunto estava
se deslocando para fora da área de segurança. O ponto de impacto dos
destroços do satélite, assim como os restos do conjunto, se deram a
(H) quilômetros da rampa de lançamento no Oceano Atlântico, a (H)
graus de latitude, e a (H) graus de longitude, (H) segundos após o
lançamento. São 19 incógnitas que o governo, através da AEB, se recusa
a responder.

Após a explosão do segundo VLS em 11/12/99, que colocaria em órbita o
satélite SACI 2, passei a acompanhar pela Internet e pela imprensa os
seus desdobramentos. A partir daí, percebi que as notícias divulgadas
eram contraditórias com os fatos e com as declarações dos
Responsáveis pelo lançamento. Por isso, passei a investigar o assunto, questionando os diversos órgãos envolvidos, até que recebi um e-mail de um
integrante de um dos órgãos envolvidos na questão que diz: "(...)
infelizmente, não posso divulgar outras informações além das que estão
disponíveis na Internet, as quais foram cuidadosamente elaboradas e
abalizadas antes de serem postas no ar. (...) se nós expormos as
verdadeiras razões acabamos por ir frontalmente contra o governo
(...)"

Em princípio, quais eram essas contradições? No dia do lançamento, o
Brigadeiro Tiago da Silva Ribeiro, então diretor do CTA, disse para
todos os canais de TV que cobriam o evento: "o VLS foi teledestruido
aos 3 minutos e 20 segundos de vôo porque o motor do segundo estágio
não acendeu." A AEB, pela Internet, (www.agespacial.gov.br) confirmou
essa informação. Em seguida, a própria AEB, ainda mantendo a primeira
versão do fato, divulgava que o segundo estágio do VLS explodiu aos 56
segundos de vôo, mas o foguete continuou voando normalmente até ser
teledestruido aos 200 segundos.

Sete toneladas de combustível sólido explodem e o foguete continua
voando normalmente? Como?
As imagens apresentadas na época pela TV
como a da teledestruição do terceiro estágio, eram, na verdade, a da
suposta explosão do segundo estágio e não mostram o característico
"chuveiro" (formado por milhares de pequenos pedaços de propelente
queimando) quando da detonação de motores que queimam combustível
sólido.

Entre o fato de o motor não acender e explodir, existe uma grande
diferença, mesmo para um leigo. Passei essas indagações para a SBPC,
que as publicou no seu jornal eletrônico em 4 de julho de 2000, com o
título: Agência Espacial Brasileira divulga falso relatório sobre a
falha do VLS. Após essa publicação, o brigadeiro Tiago e o Coronel
Aviador Mozart M. Louzada Jr., até então Diretor do Instituto de
Aeronáutica e Espaço, alertados pela empresa Brazsat Commercial Space
Services (www.brazsat.com) sobre a denúncia, convidam-me para uma
visita ao CTA e ao IAE, onde dariam todas explicações necessárias. O
coronel Louzada, por sua vez, ainda prometeu me enviar um e-mail
respondendo item por item todos os meus justos questionamentos.

O que provocou toda essa reação? Por que um cidadão leigo no assunto e
totalmente desconhecido recebeu tanta atenção? A Braz-sat, por sua
vez, através de seu presidente João Vaz, (jvaz@airwaysintl.com)
convidou-me para assistir em 08/09/00, como convidado VIP, o
lançamento da nave Atlantis em Cabo Canaveral. Por quê? O coronel
Louzada cumpriu o que prometeu. Enviou as respostas às minhas
perguntas, mas as contradições só aumentaram, o que chamou ainda mais
a minha atenção. Segundo o coronel, "o vôo não pôde prosseguir, pois o
motor do segundo estágio não acendeu (ele teve o início de
acendimento, mas apagou-se em seguida, quase que imediatamente)".
Neste ponto a explicação virou num mar de contradições. O coronel
disse também que os técnicos do CLA recuperaram parte do envelope do
motor do terceiro estágio. Como? Pois se os fatos aconteceram conforme
descrevem os relatórios, os seus destroços devem ter caído entre 60 a
130 km da costa. O coronel ainda informou que as fitas de vídeo, sem
cortes, com a sequência do voo que solicitei ao IAE não precisariam
ser fornecidas, já que as imagens divulgadas pelas TVs comerciais eram
semelhantes às gravadas pelo CLA, porque eles também não dispunham de
câmaras de altíssima resolução como as da NASA para registrar o vôo.
Entretanto, no relatório elaborado pela Comissão que investigou a
falha, está escrito que foram feitas imagens com câmeras de altíssima
velocidade. Se foram investidos R$ 1,6 bilhões no programa, iriam
deixar de comprar pelo menos uma câmera especial para registrar
opticamente os vôos?

A descrição oficial da causa da falha apresentada pela Comissão de
Investigação não é conclusiva. A hipótese da sub-câmara confederada, a
mais provável, tal como está descrita no Relatório, não é lógica, e
chega a ser infantil. Considera a possibilidade de ter existido dentro
da câmara de combustão do motor do segundo estágio uma pequena zona
com pressão muito superior à prevista para todo o resto do mesmo vaso,
provocando a sua ruptura naquele ponto. A hipótese, que também consta
do relatório oficial diz: "Os sistemas de destruição do veículo
(teledestruição ou autodestruição) foram acionados intencional ou
intempestivamente."

Tendo em vista todas essas absurdas contradições, podemos formular
outra hipótese: os sistemas de destruição foram acionados
intencionalmente por um sinal transmitido aos 55,9 segundos de vôo por
alguém fora do centro de lançamento de Alcântara.

Em 24 de fevereiro de 2002, o Deputado Helio Costa (PMDB-MG) deu uma
entrevista à rádio CBN, onde falou sobre a presença de um navio
norte-americano,
tipo Pueblo, navegando na costa do Maranhão em 11 de
dezembro de 1999,
que também estava rastreando o lançamento do VLS.
O segundo estágio do VLS pode ter sido teledestruido por um sinal
enviado por esse navio. obs: Helio Costa nada confiável assinou a mudança do 

PGO na Anatel d forma inconstitucional.
Prova disso:
1. Palavras do Ministro Ronaldo Sardenberg para a revista Veja na sua
edição de 12 de setembro de 2001: "Sabe qual era a posição inicial dos
EUA? Eles queriam que desistíssemos do VLS. Respondi que não havia ido
lá para negociar o VLS, mas para começar a negociar lançamentos a
partir de Alcântara com uso de tecnologia americana protegida. E
conseguimos."
2. Palestra do brigadeiro Reginaldo dos Santos para o Grupo Guararapes
e seus convidados em 23 de Janeiro de 2002, na cidade de Fortaleza:
"Os americanos queriam que nós desistíssemos do VLS para eles
assinarem o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas."
3. Palavras de Jose Monserrat Filho, vice-presidente da Sociedade
Brasileira de Direito Espacial, na página da AEB: "Washington nunca
engoliu a idéia de que o Brasil pudesse desenvolver o foguete VLS."
4. Havia também uma câmara de TV acoplada na parte externa superior do
VLS apontada para baixo, filmando e transmitindo em tempo real o
funcionamento dos motores do primeiro estágio e, portanto, deve ter
registrado a explosão do segundo estágio assim que ela ocorreu. Então,
porque afirmar, intempestivamente, num primeiro momento que o motor
não acendeu?
5. O terceiro estágio foi teledestruido aos 200 segundos de vôo, de
acordo com a AEB, e aos 189 segundos, conforme o IAE. Porque esta
diferença de 11 segundos entre um e outro informante?
6. O relatório do coronel Louzada comenta: "Vale ressaltar que
recebemos vários comentários de outras agências externas ao Brasil,
confirmando os resultados apresentados." Que outras agências são
essas? Como tiveram acesso às informações do CLA para análise da
falha? Através da AEB? Quem são estes estrangeiros bonzinhos?

A revista Galileu nº 99 (outubro de 1999) já publicava: Suzel Tunes
relata as dificuldades e a abnegação dos cientistas de nosso programa
espacial em sua luta para colocar nos ares o foguete brasileiro.

"As potências do Primeiro Mundo boicotam, o governo desdenha e corta
verbas, mas eles não desistem. Esperamos que vençam pela teimosia",
disse Ronaldo Sardenberg. Se as potências do Primeiro Mundo boicotam o
programa, como elas aparecem agora interessadas em salvá-lo?

Não é preciso ser um especialista para concluir que alguma coisa está
errada. O Diretor-Geral do DEPED, Tenente-Brigadeiro-do-Ar José
Marconi de Almeida Santos, constituiu uma Comissão para, no prazo de
trinta dias, proceder à investigação do insucesso no vôo do VLS-1 V02.

Conclusão Oficial: "A ocorrência de penetração de chama na interface
do propelente com a proteção térmica, na região do domo dianteiro do
motor-foguete, foi, mais provavelmente, a causa de sua explosão e
insucesso da missão de colocação em órbita do Satélite Saci 2 do INPE"
(Fonte: IAE/CTA).

Mais uma vez, foi apresentada uma "conclusão inconclusiva" sem indicar
responsabilidade. Os membro indicados para compor essa última são
praticamente os mesmos que integraram a "Comissão" que investigou a
primeira falha.

Curiosidades: O Dr. Múcio Dias, ex-presidente da AEB, fez parte das
duas Comissões citadas anteriormente e o Dr. Jorge Bevilaqua, atual
presidente da AEB, compôs a última. Será que também vão fazer parte da
terceira?

2000 – Brasília, 18 de abril. Na calada da noite, quatro meses após a
explosão do segundo VLS, o Ministro da Ciência e Tecnologia, Ronaldo
Sardenbeg, assina o "Acordo de Salvaguardas Tecnológicas", que passa o
controle da base aeroespacial de Alcântara aos ianques.
2002 – Dezembro: Gylvan Meira Filho, logo após ser exonerado da
presidência da Agência Espacial Brasileira, foi condecorado pela Nasa
pelos bons serviços prestados para aquela agência estrangeira (Folha
on-line).
2002 - A nova guerra total (Correio Braziliense, em 22 de julho):
"(...) general Charles E. Wilhelm, do Comando de Forças Conjuntas dos
EUA, disse no Centro de Informações para Defesa, que a estratégia de
guerra de seu país autoriza ‘a realização de Operações Decisivas
Rápidas (RDO), na área psicológica, econômica e cibernética'. Nessa,
admite ‘invadir computadores inimigos para impedir lançamento de
mísseis e proteger interesses americanos'."
2003 – Janeiro: o governo dos Estados Unidos apresenta uma nova arma
ao mundo: "a bomba de microondas". Trata-se de um artefato, a ser
operado de aviões, mísseis cruzeiro, navios, satélites, etc., que
emite um potente pulso eletromagnético orientado que, em princípio,
interfere e destrói todo tipo de equipamento eletrônico em foguetes,
radares, aviões, navios, satélites, etc. para o qual é apontado.
2003 - 22 de agosto: o terceiro protótipo do VLS 01 não foi lançado
pela Forca Aérea Brasileira da Base Aeroespacial de Alcântara, porque
às 13:30 horas o motor S-43-A do primeiro estágio, de combustível
sólido, foi acionado intempestivamente com o VLS ainda dentro do
hangar de integração sendo preparado para a decolagem, que deveria
acontecer no dia 25. Trágica e covarde sabotagem: 21 brasileiros
assassinados.
Alcântara, não ceder para não perder.
1 Seu inventor foi o técnico em aeronáutica Oscar Coester. Uma
primeira linha piloto foi instalada em Porto Alegre, onde demonstrou
durante anos todas as suas potencialidades. O Ministro Tarso Genro,
então prefeito, garantiu em entrevista à TV Globo, que em função das
suas excepcionais características, iria concluir o primeiro trecho
operacional do sistema. Não concluiu. Enfim, o que fez Tarso Genro?
2 Tanque pesando 41 toneladas, desenvolvido na década de 80 pela
Engesa S/A para suprir o Exército Brasileiro e o da Arábia Saudita
através de uma concorrência internacional. Disputou com o "Abraham"
americano, o tanque francês e o inglês. Venceu a todos. Chegou a ponto
de ir desencalhar um "Abraham" no deserto saudita. Ganhou, mas não
levou. O governo americano impôs que a Arábia Saudita comprasse o seu
tanque. O governo brasileiro fingiu ignorar o caso.
3 Como a Engesa tinha apostado todas as suas fichas no desenvolvimento
do Osório, cuja venda para a Arábia era tida como certa, contraiu uma
divida de US$ 53 milhões. Os sauditas "puxaram o tapete" e Fernando
Collor deu a "cama de gato", não encomendando nenhuma unidade para as
nossas Forças Armadas. Assim, a Engesa desapareceu. Recentemente, os
dois últimos exemplares, que faziam parte da massa falida da Engesa,
depois de uma campanha cívica, foram incorporados ao Exercito
Nacional.
4 Fernando Collor, logo que assumiu o governo, foi com José
Goldenberg, seu assessor de Ciência e Tecnologia, até a área militar
de Cachimbo onde, em frente às câmeras de TV, mandou cimentar os poços
com 600 metros de profundidade, que serviriam de local de teste para
os primeiros artefatos nucleares brasileiros.
5 Projeto da Marinha do Brasil, muito maior, sofisticado e importante
que o do VLS. Parado totalmente por corte de verbas. A tecnologia do
ciclo completo para a produção de urânio 235 enriquecido foi dominada.
A metalurgia para o reator também, que já está em fase final de
construção. US$ 1 bilhão já foram investidos no projeto —menos do que
o Cacciola levou de uma só vez para a Itália com auxilio do BC.
Previsão oficial para a conclusão do submarino: 2017.
6 O governo norte-americano está subsidiando a construção da nova
fabrica da Embraer, em Jacksonville, Flórida.
7 Não forneceram dados.

EUA tentaram impedir programa brasileiro de

foguetes, revela WikiLeaks

Publicada em 25/01/2011 às 07h24m - José Meirelles Passos

Nióbio: Chineses compram 15% de mina em Araxá. PF, JF, Quem são esses senhores? Como vender ou receber Royalties do que é de DOMÍNIO DA UNIÃO?

Galinha dos ovos de ouro não se vende!...
Veja o que estão fazendo com as minas brasileiras de minérios estratégicos e geradores de energia!!!!!!!!!

Quem são esses senhores que - conhecedores do valor dos referidos minérios – pensam poder contar com a ignorância da população brasileira e se arvoram em proprietários dos minérios estratégicos e geradores de energia do Brasil?

Quem são esses senhores, os quais, conhecedores do valor dos referidos minérios, pensam contar com a ignorância da população brasileira para - à revelia do conhecimento dos residentes no Brasil -  se arvorar em proprietários dos minérios estratégicos?


Quem são esses senhores, os quais, conhecedores do valor dos referidos minérios, pensam contar com a ignorância da população brasileira para entregar, vender  e negociar com os referidos minérios, como se fossem negócios privados?

Quem são esses senhores, os quais, conhecedores do valor dos referidos minérios  - à revelia do conhecimento dos contribuintes de direito e de fato do Brasil -  se arvoram em proprietários dos minérios geradores de energia que jazem no território brasileiro?


PF investigando todos eles! JF examinando e abrindo  as contas bancárias de todos eles, envolvidos na venda de 15% da mina de nióbio em Araxá, Minas Gerais, pelo preço de US$ 1,95 bi!

A Caixa do Tesouro Nacional do Brasil/CTN  - aquela que faz a distribuição de rendas entre os setores carentes do Brasil, agradece.

Os setores de Infra-estrutura do Brasil saúde, educação, e outros setores carentes do Brasil, agradecem. (G.Coimbra)

Chineses compram 15% de mina de nióbio em Araxá MG por US$ 1,95 bi
O ESTADO DE S. PAULO 01/09/2011 | 23h13

A maior mina do mundo de nióbio pertence à Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), do grupo Moreira Salles
Um grupo de empresas chinesas acertou a compra, por US$ 1,95 bilhão, de 15% da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), a maior produtora mundial de nióbio, que pertence ao grupo Moreira Salles. Em março, o grupo brasileiro já havia vendido 15% da mineradora, por US$ 1,8 bilhão, para um grupo de empresas asiáticas, entre elas as japonesas Nippon Steel e JFE e a coreana Posco.


SIM!!! QUEREMOS RESPOSTAS.
Em carta, lobista preso cita ‘ligação’ com Lula como facilitadora de negócio
Senhores! 
Como vender ou receber Royalties 
do que é de DOMÍNIO DA UNIÃO? 
Sambando à beira do abismo
Senhores!
Galinha dos ovos de ouro não se vende!...

Entre as empresas chinesas estão o Citic Group, Anshan Iron & Steel Group Corporation, Baosteel Group Corporation, Shougang Corporation e Taiyuan Iron & Steel Group.

Em nota, a CBMM confirmou a operação, acrescentando que o "Brasil possui as maiores reservas conhecidas de nióbio do mundo, de acordo com dados de agências oficiais, e a CBMM detém os direitos às maiores e mais ricas reservas de nióbio já identificadas. O investimento é de grande valor estratégico tanto para as companhias chinesas quanto para a CBMM".

A demanda mundial por nióbio registrou crescimento anual de cerca de 10% ao ano de 2002 a 2009, em função da crescente necessidade por aços especiais. Estima-se que a demanda futura para o nióbio continue a crescer mais rápido do que a produção de aço, graças à contínua inserção tecnológica do nióbio na produção siderúrgica.

Aplicação. A CBMM, com sede em Araxá (MG), controla mais de 80% do mercado mundial do nióbio. O metal é fundamental para a produção de aços inoxidáveis especiais, e é caracterizado pela estabilidade quando está em contato com agentes químicos. Também é utilizado na fabricação de ligas de metais não ferrosos, como as usadas em oleodutos e gasodutos.

Por suas propriedades, também é largamente utilizado em indústrias nucleares. Grande quantidade de nióbio é utilizada em superligas para a fabricação de motores de jatos e subconjuntos de foguetes - equipamentos que necessitam de alta resistência à combustão. Pesquisas avançadas com este metal foram usadas em programas da Nasa.

A mineradora brasileira, com mais de 800 milhões de toneladas de reservas, processa, manufatura e vende produtos a base de nióbio, de acordo com informações obtidas em seu site na internet. O Brasil é o maior produtor de nióbio do mundo - foi responsável por 80 mil das 83 mil toneladas produzidas no mundo em 2010.

A China, segunda maior economia mundial, está em busca de reservas estratégicas de recursos chave em todo o mundo para suprir a alta demanda de sua indústria, em particular de terras raras. Em março, a compra da participação de 15% na CBMM por um grupo de empresas principalmente do Japão e Coreia já tinha sido vista no mercado como uma resposta à busca da China por matérias-primas.

"Por trás do negócio está a crescente demanda por nióbio na China e a agressiva estratégia do país para assegurar oferta no exterior, porque sua produção doméstica é limitada", disse na ocasião Kaz Machida, presidente da consultoria Kay International.(Com agências internacionais)
O bocal do foguete do Apollo 15 CSM na órbita lunar é feita de liga de nióbio-titânio.
https://www.oficinadanet.com.br/post/13705-o-que-e-niobio-e-como-ele-pode-enriquecer-o-brasil

O Nióbio é um dos minerais estratégicos de maior importância no mundo de hoje. O controle deste material necessita ficar na mão dos brasileiros, e portanto o controle é vital ao interesse Nacional. Somos um dos países com maior potencial no mundo em NIÓBIO. Vender esta participação representa um crime de lesa pátria.