sábado, 21 de abril de 2012

Nióbio como uma ferramenta para o crescimento e desenvolvimento do país

Se as indústrias, universidades e o governo investissem mais em pesquisas de novas tecnologias seria possível melhorar os produtos e seus processos de fabricação, e explorando também a inteligência e a criatividade dos jovens brasileiros, que tem potencial para apresentar novidades no uso do Nióbio.
Dr. Djalma Guimarães
geofísico,cientista brasileiro
Nióbio, Tântalo, Titânio, Tungstenio, Zircônio, Háfnio, e outros minerais, apresentam características físicas que quando ligadas entre si ou mesmo quando puros resultam em propriedades de engenharia altamente desejáveis.

O Nióbio é classificado como o mais importante, pois apresenta a menor massa específica entre os metais refratários, uma alta condutividade elétrica, tem um dos maiores pontos de fusão e quando ligados a outros metais resulta em ótimas características mecânicas, só tendo problemas com a baixa resistência à oxidação, porém alguns tipos de liga incubem de aumentar esta resistência.

A maior utilização do nióbio é como elemento de liga para aço, sendo ajustados os níveis de carbono e nióbio para se obter as qualidades desejadas, resultando em melhores qualidades mecânicas a peça e a segunda maior é como superligas com outros metais, podendo trabalhar em atmosferas altamente oxidantes e, corrosivas, submetidos a temperaturas acima de 650°c.

A industria espacial nuclear, aeronáutica, siderúrgica, é fortemente dependente do metal Nióbio, pois graça a ele houve vários avanços com a tecnologia, assim como a fabricação de aviões supersônicos, bocais para foguetes, trens-bala, etc.

Outras utilizações do Nióbio nas ligas de Aço:
 - Chassis de Caminhões;
 - Trilhos de trens;
 - Containers;
 - Chapas para navios;
 - Perfis e chapas para construção civil;
 - Barras de aço para concreto armado;
 - Revestimento de poços de petróleo e gás;
 - Tubulações para transporte de gás e derivados de petróleo e etc.;
 - Nas ligas supercondutoras na fabricação de magnetos para tomógrafos de ressonância      magnética, e aceleradores de partículas;
 - Em cerâmicas eletrolísticas;
 - Em lentes para câmeras microscópicas e instrumentos oftálmicos;
 - Em implantes cirúrgicos próteses, por ser metal biocompatível.

Se as indústrias, universidades e o governo investissem mais em pesquisas de novas tecnologias seria possível melhorar os produtos e seus processos de fabricação, e explorando também a inteligência e a criatividade dos jovens brasileiros, que tem potencial para apresentar novidades no uso do Nióbio.

Os investimentos em novos meios para obtenção, purificação e uso são as melhores formas de usar o Nióbio como uma ferramenta para o crescimento e desenvolvimento do país.




Tungstenio/Volfrâmio

Titanio

Zircônio

Háfnio

Os ricos novos que exploram o Brasil "Terras Raras" Grupo de Minerais Neodímio, Grafeno, em Serra do Ramalho, no oeste da Bahia

Nota minha: Analisem e pesquisem os brasileiros não ficam sabendo a procedência e história dos novos ricos do Brasil/Bahia. Sentimos a falta de ACM não estar vivo para declarar no Congresso como oposição e transparência  o descaminho dos minérios brasileiros procedentes da Bahia. e demais regiões. Cidades inteiras se tornaram fantasmas, bloqueadas, enclausuradas, escondidas, foram podadas ao desenvolvimento, ao saneamento básico, ao desenvolvimento, sem estradas, o povo desnutrido sem cultura, para satisfazer os ricos novos.

1) TODOS DEVEM pesquisar porque o Nordeste!!!, Ninguém sabe que O NORDESTE BRASILEIRO são os Estados mais ricos do Brasil!!!, mantiveram a seca!!!,  expulsaram o povo para SÃO PAULO!!!, PRESERVARAM O SOLO E O SUB-SOLO!!!,  POR QUE???,  PARA QUEM???,  IDEM  O ESTADO DE RORAIMA!!!.  ESTÃO GOVERNANDO O BRASIL DE FORA PARA DENTRO DO BRASIL!!!

Adendo jan/2019
JC Ausente?  nada!  João Cavalcanti o sócio de Daniel Dantas aquele das Fazendas Santa Bárbara com Lulinha, estava na moita se entendendo com Temer  o novo governo privatista, dinheirista  do Banco BTG Pactual de Esteves, aguardando a poeira abaixar  para continuar com o Estelionato empresarial brasileiro  do solo e sub-solo do Brasil, ajudando os lesa-pátria, a governar o Brasil de FORA PARA DENTRO.
https://www.youtube.com/watch?v=QD2VPUSUULs 
 

Baianos levam a Temer a descoberta de uma grande província mineral!!!

Brasília - O líder do Partido da República na Câmara, deputado José Rocha (PR-BA), anunciou, em primeira mão ao presidente Michel Temer a descoberta de uma nova província mineral na Bahia, com reservas de minério de ferro, manganês, cobre, zinco, bauxita, grafeno, fosfato, entre outros minerais. O geólogo João Carlos Cavalcanti, que realizou pesquisas durante mais de uma década, destacou que as reservas são maiores que as de Carajás, no Pará. Segundo cavalcanti, a Província Mineral do Vale do Paramirim se estende por cerca de 12 mil km² nas regiões sudoeste e oeste da Bahia e está concentrada em mais de 32 municípios, como Caetité, Brumado, Paramirim, Igaporã, Ibipitanga, Macaúbas, Lagoa Real, Matina, Riacho de Santana e Tanque Novo, entre outros.  O presidente já orientou o Ministério de Minas e Energia para que analise os estudos realizados e encaminhe providências que permitam a exploração da nova província mineral. 
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JC Jão cavalcanti  AVISA: “ROGER AGNELLI QUASE QUEBROU A VALE”.  meses depois, o avião  em que viajava agnelli com toda família caiu em SP, incendiou, ficou destruído todos os ocupantes morreram.

João Carlos Cavalcanti as descobertas de jazidas minerais que o tornaram um dos homens mais ricos do Brasil alerta mercado sobre o megaprojeto de André Esteves, do BTG Pactual, e Roger Agnelli: "Não vai dar certo"; ele lembra que, na Vale, Agnelli tentou comprar a Xstrata por US$ 90 bi e foi impedido por Dilma. “Esse negócio que está sendo feito entre o Roger Agnelli e o André Esteves do BTG Pactual não vai dar certo”, crava a respeito da recém parida B&A Mineração, associação entre a AGN Agroindustrial de Agnelli e o BTG Pactual Participações. 
O BRASIL NÃO PODE SER GOVERNADO 
DE FORA PARA DENTRO!!!

Agnelli "da Vale", JC e André Esteves do "BTG Pactual de Paulo Guedes
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https://www.btgpactual.com/quem-somos/governanca

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Os políticos do norte/Nordeste e banqueiro da BTG Pactual na Lava Jato
PAG. 08: - http://www.eb.mil.br/documents/18107/6096051/Resenha+das+Revistas+-+02+Mar+2015+-+Segunda-feira/16440273-434d-4bdb-9835-b35abe6235f5?version=1.0

JC empresário, responsável pela mina de ferro E "uranio" em Caetité na Bahia, e que depois conseguiu vendê-la para a empresa do Cazaquistão (Bamin),

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Governador  da Bahia Rui Costa anuncia parceria estabelecidas com


Cazaquistão e China À SERVIÇO DE QUEM?

RUI COSTA O GOVERNADOR ELEITO  NA BAHIA COM APOIO DE TEMER, E ACM O PREFEITO: 
https://www.youtube.com/watch?v=wIBV-XnehqE

  • O Governador da Bahia, Rui Costa (PT), se auto declara novo “Presidente da República do Nordeste do Brasil”, e articula união de estados administrados pelos petistas, para salvar o Nordeste do “crime” e planeja comprar até aviões para transportar sua nova tropa! Estaria venezuelizando o Nordeste?
retorno à matéria de 21/04/2012

O Geólogo João Carlos Cavalcanti, conhecido no mundo da geologia como o “farejador de minérios”. Afirma ter encontrado na cidade de Serra do Ramalho, no oeste da Bahia, uma reserva estimada em 28 milhões de toneladas de neodímio – um dos 17 elementos que compõe o grupo de minerais chamado “terras raras”, usados em equipamentos de alta tecnologia, como carros elétricos, smartphones e tablets. ”

Segundo o geólogo, é a primeira descoberta de neodímio no Brasil similar ao maior depósito do mundo, que é Baotu, na China. “Encontramos teores de concentração semelhantes ao neodímio chinês, com 12,75%. O da China está com 12%, 14% de concentração”, diz o geólogo.

O geólogo fará o anúncio formal da descoberta no final deste mês ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). O próximo passo será fazer o levantamento detalhado do tamanho da reserva diluída em rochas compostas por fluoretos de cálcio na cidade de Serra do Ramalho, oeste da Bahia. “Fizemos estudos geológicos preliminares, já identificamos a mãe do minério e estamos trabalhando para idenficar o valor final (tamanho do depósito)”, indica.

Essa descoberta vai impulsionar o desenvolvimento no município de pouco mais de 30 mil habitantes, que sobrevive do Fundo de Participação dos Municipios-FPM. A descoberta vai gerar dezenas de empregos e incentivar os empresários a investirem no município. [1]


Nos últimos tempos, ele só veste preto, que considera a cor do poder. Conserva barba e cabelos brancos, está sempre de óculos escuros, se diz místico e já foi chamado pelo The New York Times como ‘o geólogo que fala com o cosmo’. É frequentemente citado como um dos 20 brasileiros mais ricos, mas garante que a imprensa exagera quando o chama de bilionário. “Isso é balela, sou um batalhador”, afirma ao iG o empreendedor baiano João Carlos Cavalcanti, o JC, conhecido no mundo da geologia como o ‘farejador de minérios’ depois de ter descoberto minas gigantes de fosfato, ferro e níquel ao lado de sócios como Daniel Dantas, Eike Batista e os Ermírio de Moraes, donos do grupo Votorantim.
Após a parceria com Daniel Dantas, que diz ter sido positiva na estruturação da empresa de pesquisa mineral do banqueiro do Opportunity, a GME4, Cavalcanti criou a World Mineral Resources Participações S.A. (WMR). Agora, um ano após a estrutura a companhia, afirma ter encontrado na Bahia uma reserva estimada em 28 milhões de toneladas de neodímio – um dos 17 elementos que compõe o grupo de minerais chamado terras raras, usados em equipamentos de alta tecnologia, como carros elétricos, smarthphones e tablets. "É a primeira descoberta de neodímio no Brasil similar ao maior depósito do mundo, que é Baotu, na China. Encontramos teores de concentração semelhantes ao neodímio chinês, com 12,75%. O da China está com 12%, 14% de concentração”, diz o geólogo.

Grupo de minerais chamados terras raras
As terras raras têm se valorizado no mercado internacional após a China estabelecer cotas para exportação do insumo estratégico para a indústria de alta tecnologia, em represália ao embargo de navios de carga pelo Japão em 2009. “O preço do neodímio hoje está US$ 300 mil a tonelada”, observa. Caso as 28 milhões de toneladas sejam extraídas e vendidas no valor citado por Cavalcanti, a reserva poderia render US$ 8,4 bilhões.
O anúncio formal da descoberta será realizado no final deste mês ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). O próximo passo será fazer o levantamento detalhado do tamanho da reserva diluída em rochas compostas por fluoretos de cálcio na cidade de Serra do Ramalho, oeste da Bahia. “Fizemos estudos geológicos preliminares, já identificamos a mãe do minério e estamos trabalhando para idenficar o valor final [tamanho do depósito]”, indica.
Auto-definido como “místico”, Cavalcanti diz ter descoberto a região onde está o neodímio nos anos 1970, quando começou a estudar os minerais. Mas foi depois de uma visita à mina chinesa de Baotu que decidiu averiguar geologicamente o terreno – a WMR requereu 36 áreas ao DNPM, totalizando 50 mil hectares.

Jaques Wagner com apoio de Lula governou a Bahia de 2007 à 2014
o governador Jaques Wagner, Lula e o ministro da Integração Nacional 
e pré-candidato ao governo da Bahia, Geddel Vieira Lima (PMDB
"Eu tinha visto essa jazida em 1974, quando eu tinha 24 anos e trabalhava para uma empresa do estado [Bahia]. Aí, estive na China e fui visitar Baotu (me lembra Eliezer Batista que doou para os japoneses o manganês a preço de banana e cinicamente pediu desculpas!), que é igualzinho [em incidência de fluorita roxa, a rocha onde o neodímio está diluído]. Desci no aeroporto de Guarulhos, peguei meu jato e fui para Bom Jesus da Lapa, meti o martelo para dentro, mandei avaliar e deu os mesmos teores do neodímio da China", conta.
O próximo passo depois de confirmar a existência do mineral será buscar investidores dispostos a aplicar recursos para extrair terras raras. Mas ao contrário de projetos anteriores, Cavalcanti pretende manter 51% de controle da WMR. Avesso a ser chamado de empresário e preferindo a alcunha de empreendedor, o geólogo tenta um novo modelo para atuar no mercado.

O geólogo é conhecido no mercado como o “farejador de minérios”, após ficar famoso por descobrir reservas e vender inicialmente 70% do negócio para sócios. Foi assim com depósitos minerais negociados com Eike Batista, no início dos anos 2000, e o com o grupo Votorantim, junto ao qual mantém 23,75% da Sul Americana Metais – empresa da Votorantim Novos Negócios, que desenvolve mina de ferro no norte de minas descoberta por Cavalcanti. “Antes eu descobria, vendia 70% e ficava com 30%. Agora, eu também quero ser tubarão. Estou tranquilo dessa vez e capitalizado", indica.
A meta de Cavalcanti é fazer da WMR um condomínio mineral com cotas de projeto vendidas em processo de concorrência internacional. "A WMR deverá desenvolver 28 projetos em todo o Brasil”, afirma. "Estamos colocando cotas no mercado paulatinamente, 14 grandes investidores já compraram. Temos expectativa de que novos investidores adquiram mais cotas”, confia.
Ele acaba de voltar de uma rodada de apresentação de projeto nos Estados Unidos e Canadá, onde se reuniu com investidores interessados em três grandes projetos: bauxita, ferro e terras raras. “Começa a ter interesse de bancos de investimentos americanos, canadenses e suíços”, antecipa. “O investidor chega e diz qual empresa quer entrar. São empresários que têm faturamento mínimo de US$ 100 milhões cada [comprar das 14 cotas vendidas]”, planeja.
Caso a investida seja bem sucedida, a WMR se tornará uma holding ramificada por empresas administradoras de bens minerais diferentes. Em seguida, a mineradora irá à BM&Fbovespa. “Pretendo ir ao mercado daqui a 2,5 ou três anos para fazer um IPO [listagem inicial de ações, na sigla em inglês]”, diz o geólogo.
Fortuna cobiçada, mas não confirmada
O “voo solo”, como chama a nova fase Cavalcanti aos 64 anos o filho de um ex-oprarário ferroviário nascido em Catulé (BA), só foi possível após negociar a quebra de contratos de não competição firmados com o Opportunity e a Eurasian Natural Resources Corp. (ENRC), mineradora que arrematou mina de ferro Caetité. “As multas [dos contratos] passavam de US$ 100 milhões”, revela.
O valor, contudo, pode não ser muito para o empreendedor, cuja riqueza pessoal estimada pelo mercado em R$ 2 bilhões. “O pessoal confunde a empresa com o meu patrimônio”, garante o empreendedor que agora investe no ramo hoteleiro em Itacaré (BA). Mas Cavalcanti revela ter sido sondado pela revista americana Forbes para aparecer na lista dos mais endinheirados do globo ao lado do desafeto Eike Batista. “A Forbes me ligou, mas quem gosta de aparecer é peru”, comenta.

João Carlos Cavalcanti/Bahia, íntimo de Lula e Dilma e o descaminho dos minérios!

COMO SE DESVIA DINHEIRO DO BRASIL! à Ferrovia Oeste-Leste passando por Bahia Serra do Ramalho, Caetité... (do litoral baiano ao Tocantins), os valores orçados estavam muito acima do necessário. Em apenas um lote da Oeste-Leste houve um sobrepreço de R$ 35 milhões, mesmo após recomendações do TCU. Ao analisar 17 licitações dos Transportes, auditores constataram prejuízo total de R$ 682 milhões, 13,4% de R$ 5,1 bilhões fiscalizados.

TV Globo FANTÁSTICO - 21 04 13 - Deficiência estrutural faz Brasil desperdiçar bilhões

estrada esta um Lixo não da condiçoes de passar nem Moto. Um descaso total.
https://www.youtube.com/watch?time_continue=14&v=txbNba3cE_w
https://www.youtube.com/watch?v=3MBDzoDKQxs


estrada que liga a Bahia ao Piauí


POR DETRÁS DAS RODOVIAS ESBURACADAS, SEM ASFALTO, NO ABANDONO, ESTÁ A EXPLORAÇÃO E O DESCAMINHO DOS MINÉRIOS, OURO E PEDRAS PRECIOSAS DO SOLO E SUB-SOLO BAIANO E PIAUENSE PESQUISEM, BRASILEIROS!




https://www.youtube.com/watch?v=vIwFNUFqyQo
TRADIÇÃO Construção da Ferrovia Oeste- Leste. Descobriu-se que os valores orçados estavam muito acima do que seria necessário  (Foto: Joa Souza/Ag. A Tarde)
Construção da Ferrovia Oeste- Leste. Descobriu-se que os valores orçados estavam muito acima do que seria necessário (Foto: Joa Souza/Ag. A Tarde)

Serra do Ramalho na Bahia não entrou no desenvolvimento como afirmou Cavalcanti  passou a ser uma praça de guerra dos terroristas treinados e armados:
http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2015/01/brasil-urgente-denuncia-assalto-banco.html
https://www.youtube.com/watch?v=XdwOt7nwzXA
Estradas jamais serão asfaltadas para que o povo não consiga adentrar nas regiões exploradas.
https://www.youtube.com/watch?v=p-O1qrUViaY
Jamais os exploradores minerais, os  ricos/novos, deixarão chegar o desenvolvimento no entorno da exploração, o que vemos é absoluta pobreza, miséria.
Figura conhecida nas rodas sociais da Bahia, Cavalcanti flertou com o poder na tentativa de ser vice-governador ao lado do ex-ministro Gedel Vieira, em 2010. Ele resgata o passado humilde como filho de operário para justificar o bom relacionamento. “Eu não sou mendigo, comecei do zero, virei classe média, classe média alta e milionário. O Brasil só tem 153 mil milionários, o que é pouco perto dos Estados Unidos, que têm mais de 250 mil. Estou nessa categoria, agora dizer que sou bilionário é mentira. Vou chegar lá, esse é meu projeto”, confia.[2]

quinta-feira, 22 de março de 2012

Araxá cloreto de bário contaminando as águas negligência das mineradoras


Ações de indenização de danos a saúde problema renal e de pele.
A BUNGUE omissa, diz que nada tem de anormalidade com os fertilizantes.
A CODEMIG informou que cada caso está sendo analisado individualmente.
O Grande Aquífero do Barreiro está contaminado.
Querem retirar todo o povo da região... estão sendo desprezados.
O povo de Araxá querem usufruir do orgulho de Araxá. O Grande Hotel. Sua águas medicinais.

"A grande culpada do rebaixamento do lençol fgreático em araxá  BUNGE e agora a Vale. Existe um pedido na secretaria do meio ambiente estatual de Minas Gerais que fica em Uberlândia para rebaixar o lençol freático da cidade em mais 120 mts. Isso esta sob análise e ninguém sabe se vai ser aprovado. Só sabemos que se isso acontecer os mananciais de fornecimento de água da cidade estão em perigo. É importante que todos saibam ..."

No processo pela CBMM de “beneficiamento do minério de nióbio”. Para a concentração do minério, o pirocloro (BaNb2O6) era calcinado com cloreto de cálcio onde o bário é substituído pelo cálcio formando, como um dos produtos finais, cloreto de bário (BaCl2) que é um sal altamente solúvel. O cloreto de bário era então descartado e lançado na barragem de rejeito B4, juntamente com outros resíduos. A partir da massa de rejeito, o bário contaminou as águas superficiais e, principalmente, as subterrâneas.
Por conter alto índice de URÂNIO NA ÁGUA, e falando de terras raras
Artigo publicado em outubro de 2011, no INAC que fora realizado na cidade de Belo Horizonte de autoria da professora Drª Kênia Moore Dias da Cunha onde foi constato das amostras de água coletadas dos rios que circundam a nossa Araxá a contaminação por Urânio.
Em quatro dos dezenove pontos o Urânio se encontra em concentrações acima do permitido pela legislação ambiental e de saúde. Um dos pontos – o de maior concentração – apontado pela professora da Universidade do Novo México é a Fonte Andrade Jr. que se encontra localizada no Barreiro mais exatamente nos domínios da CODEMIG no Grande Hotel Tauá.
Como se verifica da tabela apresentada para o Ministério Público por meio do promotor curador da saúde em nossa cidade, que não esta medindo esforços para verificar com segurança os dados publicados no INAC.
Diante dessas informações fora proposta uma medida cautelar perante o Fórum desta Comarca com o intuito de fechar a fonte até que se apure com segurança se aquela água pode ser consumida. É notório em nossa cidade que aquelas águas são freqüentadas por moradores e principalmente por turista que buscam naquela fonte como em outras águas de nossa cidade a ajuda em tratamentos médicos, com o intuito de cura.
No entanto, o judiciário entendeu que referida publicação não é o bastante para interditar a fonte até que se possa verificar a segurança de se consumir aquelas águas. O referido processo foi remetido ao Tribunal para revisão da decisão e está sendo aguardada para os próximos dias alguma decisão.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Por US$ 120 milhões, Indios vendem direitos sobre terras na Amazônia Governo Investiga...

COMENTÁRIO:
É, tem razão a índia munducuru: somente os interessados em lhes "comprar" as terras é que pensam assim, porque, o Brasil dos brasileiros sempre soube e pensa que índio não..."é besta".., não.!  .
 
Os índios brasileiros - coitadinhos - não sabem que a razão das ONGS, ambientalistas, ecoentreguistas, ecocolaboracionistas e ecolaboradores de interessados em se apossar do território do Brasil, querem comprar as terras que habitam, porque eles habitam em terras do Brasil.
O Brasil, a União (Estados etc.) é que é a legítima proprietária das terras que eles, os índios habitam (Artigo 20, Inciso XI, Constituição Federal/88). E como a União, representada pela Câmara dos Deputados e o Senado, votando juntas - não pode vender as terras , porque tais terras são inalienáveis e indisponíveis (Artigo  231, 4º, Const. Federal/88) pensam que podem "negociar diretamente" com os índios, que ..."não são bestas não...", como disse a índia munducurú. idem sobre a biodiversidade e a sua proteção.
O "argumento"de que "eles estavam aqui antes de Cabral chegar", não se sustenta face ao inumeráveis contra-argumentos, entre eles, os mais facilmente demonstráveis: assim como estavam lá, os índios na Flórida, Califórnia, Texas, Arizona e outras regiões transformadas em Estados de não-índios; assim como estavam lá os mexicanos, no Texas, no Arizona, e outros Estados, não mais parte do território do México; assim como estavam os aborígenes nativos no Hawai; assim como estavam os índios no Canadá; idem relativamente ao fato de que estavam todos na América, muito antes de Colombo chegar! 

Os índios brasileiros, parece que são, mas, é mal informados. Jamais houve uma informação didática mostrando a eles o modo de agir e atuar - dos atualmente interessados em "comprar' as terras do Brasil (onde os índios brasileiros habitam) contra os respectivos indígenas desses interessados.

Os índios brasileiros - coitadinhos - não sabem que a razão das ONGS, ambientalistas, ecoentreguistas, ecocolaboracionistas e ecolaboradores de interessados em se apossar do território do Brasil trabalharem com afinco para que se reconheça o direito dos índios à terra, foram os maiores assasinos de índios, aborígenes e africanos. É preciso informar.
Interessante seria fazer um pesquisa  e  exibir para os indios assediados, todos os filmes de cowboys, protagonizados pelo matadores de índios , atuais compradores de terras deles.
Os que assediam, pensando que a Constituição Brasileira é mera folha de papel e outras coisitas mais, vão ter que respeitá-la, a exemplo do respeito que devotaram, meio-que contrariados, à Constituição do Canadá e à Constituição da Austrália: doeu, mas passou.
Considerando que o Brasil não pertence a nenhuma Comunidade estrangeira, fica bem mais fácil aceitar a vontade do Brasil em conservar as suas terras!

Por US$ 120 milhões, índios vendem direitos sobre terras na Amazônia

Por milhões de dólares, índios vendem direitos sobre terras da Amazônia
Por US$ 120 milhões, empresa irlandesa comprou direitos, incluindo biodiversidade, de 16 áreas com o dobro do tamanho de Portugal por 30 anos, proibindo índios de plantar ou extrair madeira; acordo teria sido assinado sem consentimento da maioria
Marta Salomon
Por US$ 120 milhões, índios da etnia mundurucu venderam a uma empresa estrangeira direitos sobre uma área com 16 vezes o tamanho da cidade de São Paulo em plena floresta amazônica, no município de Jacareacanga (PA). O negócio garante à empresa “benefícios” sobre a biodiversidade, além de acesso irrestrito ao território indígena.
No contrato, a o qual o Estado teve acesso, os índios se comprometem a não plantar ou extrair madeira das terras nos 30 anos de duração do acordo. Qualquer intervenção no território depende de aval prévio da Celestial Green Ventures, empresa irlandesa que se apresenta como líder no mercado mundial de créditos de carbono.
Sem regras claras, esse mercado compensa emissões de gases de efeito estufa por grandes empresas poluidoras, sobretudo na Europa, além de negociar as cotações desses créditos. Na Amazônia, vem provocando assédio a comunidades indígenas e a proliferação de contratos nebulosos semelhantes ao fechado com os mundurucus. A Fundação Nacional do Índio (Funai) registra mais de 30 contratos nas mesmas bases.
Só a Celestial Green afirmou ao Estado ter fechado outros 16 projetos no Brasil, que somam 200 mil quilômetros quadrados. Isso é mais de duas vezes a área de Portugal ou quase o tamanho do Estado de São Paulo.
A terra dos mundurucus representa pouco mais de 10% do total contratado pela empresa, que também negociou os territórios Tenharim Marmelos, no Amazonas, e Igarapé Lage, Igarapé Ribeirão e Rio Negro Ocaia, em Rondônia.
‘Pilantragem’
“Os índios assinam contratos muitas vezes sem saber o que estão assinando. Ficam sem poder cortar uma árvore e acabam abrindo caminho para a biopirataria”, disse Márcio Meira, presidente da Funai, que começou a receber informações sobre esse tipo de negócio em 2011. “Vemos que uma boa ideia, de reconhecer o serviço ambiental que os índios prestam por preservar a floresta, pode virar uma pilantragem.”
“Temos de evitar que oportunidades para avançarmos na valorização da biodiversidade disfarcem ações de biopirataria”, reagiu a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
O contrato dos mundurucus diz que os pagamentos em dólares dão à empresa a “totalidade” dos direitos sobre os créditos de carbono e “todos os direitos de certificados ou benefícios que se venha a obter por meio da biodiversidade dessa área”.
Territórios indígenas estão entre as áreas mais preservadas de florestas tropicais. Somam mais de 1 milhão de quilômetros quadrados e a maioria deles está na Amazônia. Para empresas que trabalham com mecanismos de crédito de carbono, criado entre as medidas de combate ao aquecimento global, as florestas são traduzidas em bilhões de toneladas de gases estufa estocados e cifras agigantadas em dólares.
Benedito Milléo Junior, agrônomo que negocia créditos de carbono de comunidades indígenas, estima em US$ 1 mil o valor do hectare contratado. A conta é feita com base na estimativa de 200 toneladas de CO2 estocada por hectare, segundo preço médio no mercado internacional.
Milléo diz ter negociado 5,2 milhões de hectares, mais que o dobro do território dos mundurucu. Nesse total está contabilizado o território indígena Trombetas-Mapuera (RR), que fechou contrato com a empresa C-Trade, que também atua no mercado de crédito de carbono.
Segundo ele, a perspectiva é de crescimento desse mercado, sobretudo com a regulamentação do mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (Redd).
Sem receber. Os mundurucu ainda não começaram a receber o dinheiro pela venda de direitos sobre seu território. Os pagamentos acordados, em 30 parcelas iguais de US$ 4 milhões, serão feitos até o último dia do ano, entre 2012 e 2041. As regras constam do contrato assinado pelo presidente da Associação Indígena Pusuru, Martinho Borum, e o diretor da Celestial Green, João Borges Andrade. As assinaturas foram reconhecidas no cartório de Jacareacanga.
“Não poderemos fazer uma roça nem derrubar um pé de árvore”, criticou o índio mundurucu Roberto Cruxi, vice-prefeito de Jacareacanga, que se opôs ao acordo. Ele disse o contrato foi assinado por algumas lideranças, sem consentimento da maioria dos índios. “A empresa convocou uma reunião na Câmara Municipal; eles disseram que era bom”, conta.
Em vídeo na internet, uma índia mundurucu ameaça o diretor da Celestial Green com uma borduna. “Pensa que índio é besta?”, gritou ela na reunião da Câmara, lembrando a tradição guerreira da etnia.
O principal executivo da Celestial Green, Ciaran Kelly, afirma todos os contratos da empresa com comunidades indígenas passam por um “rigoroso processo de consentimento livre, prévio e informado”, segundo normas internacionais.

  • A Fundação Nacional do Índio (Funai) registrou 30 contratos similares entre etnias indígenas e empresas europeias dedicadas à comercialização de créditos de carbono, mecanismo pelo qual se compensa a emissão de gases por parte das companhias industriais, principalmente das grandes potências.
  • A Celestial Green Ventures tem 16 projetos na Amazônia brasileira, que somam quase 200 mil quilômetros quadrados e representam mais que o dobro da superfície de Portugal