segunda-feira, 14 de maio de 2012

OS FALSOS DESMATAMENTOS NA AMAZÔNIA - A VERDADE POR TRÁS DA FANTASIA

Na década de 70, o Brasil pagou 20 milhões de dólares para que uma empresa americana mapeasse toda a Amazônia brasileira e os seus minérios.
Todo o material aerofogramétrico e de sensoreamento remoto foi processado nos laboratórios da empresa nos Estados Unidos, que depois enviou ao Brasil, os mapas geográficos, da vegetação e mineralógicos.
Assim, vê-se a ENORMIDADE da errada informação
 alardeada no mundo por Giovani Gronchi, por engano ou pura má-fé, com a cumplicidade do Lutzemberg, que também “não sabia de nada”, ou sabia e, calou-se propositadamente.

Qual o é então o truque que existe nos mapas do Radam?

Em 2000, sendo piloto da Nimbus Táxi Aéreo, em Boa Vista-Roraima, recebi uma ordem de vôo que se mostraria muito singular. Tratava-se de voar de Boa Vista descendo o Rio Branco, passar por Santa Maria de Boiaçú, alcançando as localidades de Terra Preta e Lago Grande, retornando para a capital.

Eram 4 passageiros: Francisco Joaci de Freitas Luz, engenheiro agrônomo, sendo hoje o chefe geral da Embrapa-Roraima, Marcelo Francia Arco-Verde, engenheiro florestal, sendo hoje o diretor de sistemas agroflorestais da Embrapa-Roraima e Haron Xaud também da Embrapa-Roraima. No caminho, pousamos em Caracaraí, para recolhermos uma engenheira, da qual não me lembro se era do Estado ou da CPRM. O Chefe da equipe da CPRM-Manaus e que estava em Boa Vista, era o geólogo Newton, que não foi no vôo, porque “não apreciava” voar.

Recebi então a ordem de ir descendo o rio, mantendo uns 3.500 pés (pouco mais de mil metros) afastado uns 5 Km da sua margem esquerda. Os passageiros levavam vários mapas grandes, máquinas fotográficas e filmadoras. Uns 15 ou 20 minutos após a decolagem de Caracaraí, passei a ouvir exclamações assim:

- Ei, olhe só aquilo!
- Mas como é que pode?
- Dá uma olhada no mapa!
- Bate uma foto agora!

Foi assim até Santa Maria de Boiaçú, onde mandaram que voasse para Terra Preta e Lago Grande, localidades rio abaixo mais uns 6 minutos de vôo, e situadas no lado oposto do rio, isto é, na margem direita do rio. Tendo sobrevoado aquelas localidades, mandaram retornar para Boa Vista, devendo também manter-me afastado uns 5 Km do rio. Estávamos agora, subindo o rio, e os passageiros continuavam consultando vários mapas e olhando atentamente o panorama que sobrevoávamos. Um pouco antes de alcançarmos a boca do rio Catrimani, vimos mais para a nossa esquerda, uma região de extensas campinas de areia branca, alguns laguinhos e igarapés (córregos, riachos). Mandaram então voar bem baixo em direção ao lago maior, o qual tinha águas tão cristalinas, que do alto víamos o seu fundo.

Fiz diversas passagens baixas por ali, e foram muitas as fotos e filmagens realizadas, prosseguindo o vôo, agora nuns 100 metros acima do solo, até alcançarmos novamente Caracaraí, de onde tomei altitude regulamentar e prosseguimos para o pouso em Boa Vista.

No dia seguinte, pela manhã, fizemos um novo vôo, desta vez, para a Serra da Lua, que começa uns 30 Km após a ponte dos Macuxi sobre o Rio Branco, sendo ela perfeitamente visível desde Boa Vista. No lugar da engenheira do vôo anterior, entrou uma outra pessoa da CPRM, e também levavam muitos mapas grandes, filmadoras e máquinas fotográficas.

“Cortei” a Serra da Lua na sua borda direita (lado Sul), até o final, quando então mandaram fazer diversas idas e vindas pelas cabeceiras do rio Baraúna. Tudo foi muito fotografado e filmado, com expressões de surpresa e espanto semelhantes as do vôo anterior, e convém salientar que tínhamos GPS a bordo.

Após o recolhimento do avião no hangar da empresa, Marcelo Francia Arco-Verde (o engenheiro florestal da Embrapa-Roraima) ficou por ali, entretendo-se em conversas com alguns membros do clube de paraquedismo, e do qual ele fazia parte, como instrutor de salto-duplo.

Aguardei uma folga nas conversas e, puxando Marcelo para um lado, perguntei:
- Você pode me dizer o que tem causado tanto espanto em vocês? Consultam mapas o tempo todo, filmam, fotografam. Parece que tem alguma coisa errada em algum lugar, pois até duvidaram que estivéssemos mesmo na região do Baraúna, com GPS e tudo!

Marcelo sorriu e disse:

- É o seguinte: o pessoal me contou que em algum lugar lá no Maranhão, que também é um Estado amazônico, fizeram um projeto de colonização ou coisa semelhante, e quando a equipe de campo foi até a região para demarcar estradas e lotes, não encontraram o que pretendiam. Até acreditaram que tinham perdido a entrada de alguma estradinha. Vai mais um pouco pra lá, volta, vai de novo, e não encontraram o que pretendiam. Retornando ao escritório, consultaram os mapas do RADAM (Radar da Amazônia) e os do Estado, e chegaram a conclusão de que o lugar só poderia ser aquele mesmo por onde tinham estado. Para dirimir dúvidas, dessa vez levaram um GPS e foram realmente parar no mesmo lugar de antes.


 cerrado ralo


Aí então constataram que os mapas do Radam apontavam a região como sendo coberta por densa floresta, quando na verdade era um cerrado ralo!
Pelo Amazonas e aqui em Roraima já tinham acontecido desencontros semelhantes, e surgiu então uma grande desconfiança quanto aos mapas do Radam, e por isso foram feitos esses dois vôos de confirmação nas áreas em que surgiram dúvidas.

- E o resultado? Perguntei.
- Bem, confirmamos que por aqui também, os mapas do Radam mostram uma coisa, e lá embaixo, no solo, é tudo diferente. Floresta no mapa, mas no solo, é extenso cerrado.

Quando Collor foi Presidente, colocou na então Secretaria do Meio Ambiente o Lutzemberg, aquele agrônomo-ecologista maluco que criava sapos na piscina da sua mansão em Brasília e que falava mal do Brasil pelo mundo afora. Esse cidadão trouxe à Roraima, o italiano Giovani Gronchi, que tinha sido Presidente ou Primeiro-Ministro da Itália. Ambos, com alguns membros da comitiva, sobrevoaram os “lavrados” de Roraima e foram embora para Manaus e Brasília. O italiano voltou ao seu país, de onde deitou falação contra a “devastação” que os roraimenses tinham feito na floresta.

Atenção: a Amazônia não é toda ela de floresta. Em Mato Grosso, Rondônia, Maranhão, Pará, Amapá e Roraima existem extensas áreas de cerrado. Roraima, entretanto, tem as mais extensas terras agricultáveis, campos gerais do Norte do Brasil. Ao redor de Boa Vista, em todas as direções (360º) tudo é “lavrado” (campos naturais) por uns 120 Km em direção ao Norte, 230 Km em direção do Oeste (Normandia e Bonfim) e outros mais de 200 Km em direção do Sudoeste, de Bonfim até a Serra da Lua. São 1 milhão e 700 mil hectares na Raposa / Serra do Sol, mais de 700 mil hectares na São Marcos, mais outros 300 mil hectares nas vizinhanças da Serra da Lua, todo o município de Boa Vista e quase a metade do município de Alto Alegre, no Oeste, também são “lavrados”.

Assim, vê-se a ENORMIDADE da errada informação alardeada no mundo por Giovani Gronchi, por engano ou pura má-fé, com a cumplicidade do Lutzemberg, que também “não sabia de nada”, ou sabia e, calou-se propositadamente.

Qual o é então o truque que existe nos mapas do Radam?

Na década de 70, o Brasil pagou 20 milhões de dólares para que uma empresa americana mapeasse toda a Amazônia brasileira e os seus minérios. Os aviões Hércules (quadrimotores) da empresa TIGER, tinham a cabeça de um grande tigre pintada no leme e um avião ficava em Belém, outro em Manaus, outro mais em Porto Velho e um em Cuiabá.

Ali no aeroporto Marechal Rondon (em Várzea Grande – que serve à Cuiabá), durante uns dois meses, víamos diariamente o avião lá baseado, decolar bem cedo e retornar pelo meio-dia, decolando outra vez lá pelas 14:00 e voltando ao cair da noite. A autonomia desses aviões é oceânica.

Todo o material aerofogramétrico e de sensoreamento remoto foi processado nos laboratórios da empresa nos Estados Unidos, que depois enviou ao Brasil, os mapas geográficos, da vegetação e mineralógicos.

Com os “enganos” constatados nesses mapas do RADAM, que mostravam floresta densa onde NUNCA existiu nada além de cerrados, “lavrados” e imensas clareiras naturais, fica desmascarada essa história freqüente de acusar o Brasil de ter desmatado lugares que a gente conhece bem, e sabe que não é e nem foi floresta de nenhuma espécie, em ocasião alguma.

Como é feita a coisa? Muito simples: apresentam os antigos mapas do Radam e as atuais fotos de satélite. Como o satélite mostra campos naturais ou cerrados, e o mapa do RADAM mostra extensa área colorizada de verde (floresta densa), BERRAM a acusação alarmista:

- Olhem o que era antes, e a devastação que Brasil deixou acontecer!

Diante de tais “evidências” (contra FATOS e FOTOS não há argumentos possíveis), o mundo “cai de pau” no nosso país.

Saibam e aprendam: não se deve acreditar em tudo o que é alardeado no estrangeiro.

ATENÇÃO: não estou afirmando que todo desmatamento é falso. Estou AFIRMANDO que muitos desmatamentos são forjados dessa maneira.

Além disso, grande parte dos satélites tecnicamente não conseguem reconhecer diferenças entre real e parecido. Se sobre o lavrado roraimense for colocado um imenso pano VERDE, o equipamento do satélite interpretará como sendo floresta. Se a floresta for toda coberta por um pano branco ou amarelado, a interpretação será a de gelo ou areia.

Há poucos meses passados, a TV nos mostrou um desses tipos de engano. No Estado do Amazonas, diversas áreas tinham sido fotografadas pelo satélite, e interpretadas como sendo clareiras, eram apenas árvores SEM FOLHAS, na mudança de estação, e ali tudo continuava sendo floresta. Não havia nenhum desmatamento.

Quer dizer, além da má-fé das informações alarmistas, ainda há aquelas de má interpretação fotográfica, por desconhecimento das características vegetais na região.

Os mal intencionados (estrangeiros e, vergonhosamente, brasileiros também) usam e abusam dessas distorções, CONTRA O BRASIL e CONTRA OS BRASILEIROS.  

Izidro Simões - piloto de avião 
 http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=53658&cat=Artigos
Este autor concorda com o uso dos seus textos, desde que informem a autoria e o local da divulgação.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Aquecimento Global "A FARSA" - Palestra Prof. USP




"A FARSA" do Aquecimento Global 
Dr Prof. Ricardo Augusto Felicio 
O poder do Mito: Na ideologia do aquecimento global para influenciar as pessoas. Aqueles que sabem controlar os mitos sabem controlar as mentes das pessoas.
O planeta não é vivo. Vivo somos nós humanos.
Internacionalização: O que é meu é meu, o que é seu é nosso.
De quem é o IPCC? É DA ONU.........
CRÉDITOS DE CARBONO É UM MERCADO DE FUMAÇA >>>>>ISTO NÃO EXISTE. E o pior, quem estabelece o preço são os países desenvolvidos.
A ciência foi criada para sobrepujar a natureza e racionalizar o universo.
O clima é circular.
O gelo derrete e congela novamente.
O nível do mar continua no mesmo lugar.
Para derreter o gelo da antártica deve ter no mundo todo 50 graus de calor. 
Enfim...
Nada é do Brasil, enviamos minérios já lavados para a China. Em  troca a  China nos envia trilhos de trem. Será que é para a construção das ferrovias como pretende o Sr. Lermann da AMBEV?  É ridículo...

Brasil Urgente - Denuncia Assalto a Banco em Serra do Ramalho



Vejam os assaltantes treinados e armados....

sábado, 21 de abril de 2012

Nióbio como uma ferramenta para o crescimento e desenvolvimento do país

Se as indústrias, universidades e o governo investissem mais em pesquisas de novas tecnologias seria possível melhorar os produtos e seus processos de fabricação, e explorando também a inteligência e a criatividade dos jovens brasileiros, que tem potencial para apresentar novidades no uso do Nióbio.
Dr. Djalma Guimarães
geofísico,cientista brasileiro
Nióbio, Tântalo, Titânio, Tungstenio, Zircônio, Háfnio, e outros minerais, apresentam características físicas que quando ligadas entre si ou mesmo quando puros resultam em propriedades de engenharia altamente desejáveis.

O Nióbio é classificado como o mais importante, pois apresenta a menor massa específica entre os metais refratários, uma alta condutividade elétrica, tem um dos maiores pontos de fusão e quando ligados a outros metais resulta em ótimas características mecânicas, só tendo problemas com a baixa resistência à oxidação, porém alguns tipos de liga incubem de aumentar esta resistência.

A maior utilização do nióbio é como elemento de liga para aço, sendo ajustados os níveis de carbono e nióbio para se obter as qualidades desejadas, resultando em melhores qualidades mecânicas a peça e a segunda maior é como superligas com outros metais, podendo trabalhar em atmosferas altamente oxidantes e, corrosivas, submetidos a temperaturas acima de 650°c.

A industria espacial nuclear, aeronáutica, siderúrgica, é fortemente dependente do metal Nióbio, pois graça a ele houve vários avanços com a tecnologia, assim como a fabricação de aviões supersônicos, bocais para foguetes, trens-bala, etc.

Outras utilizações do Nióbio nas ligas de Aço:
 - Chassis de Caminhões;
 - Trilhos de trens;
 - Containers;
 - Chapas para navios;
 - Perfis e chapas para construção civil;
 - Barras de aço para concreto armado;
 - Revestimento de poços de petróleo e gás;
 - Tubulações para transporte de gás e derivados de petróleo e etc.;
 - Nas ligas supercondutoras na fabricação de magnetos para tomógrafos de ressonância      magnética, e aceleradores de partículas;
 - Em cerâmicas eletrolísticas;
 - Em lentes para câmeras microscópicas e instrumentos oftálmicos;
 - Em implantes cirúrgicos próteses, por ser metal biocompatível.

Se as indústrias, universidades e o governo investissem mais em pesquisas de novas tecnologias seria possível melhorar os produtos e seus processos de fabricação, e explorando também a inteligência e a criatividade dos jovens brasileiros, que tem potencial para apresentar novidades no uso do Nióbio.

Os investimentos em novos meios para obtenção, purificação e uso são as melhores formas de usar o Nióbio como uma ferramenta para o crescimento e desenvolvimento do país.




Tungstenio/Volfrâmio

Titanio

Zircônio

Háfnio

Os ricos novos que exploram o Brasil "Terras Raras" Grupo de Minerais Neodímio, Grafeno, em Serra do Ramalho, no oeste da Bahia

Nota minha: Analisem e pesquisem os brasileiros não ficam sabendo a procedência e história dos novos ricos do Brasil/Bahia. Sentimos a falta de ACM não estar vivo para declarar no Congresso como oposição e transparência  o descaminho dos minérios brasileiros procedentes da Bahia. e demais regiões. Cidades inteiras se tornaram fantasmas, bloqueadas, enclausuradas, escondidas, foram podadas ao desenvolvimento, ao saneamento básico, ao desenvolvimento, sem estradas, o povo desnutrido sem cultura, para satisfazer os ricos novos.

1) TODOS DEVEM pesquisar porque o Nordeste!!!, Ninguém sabe que O NORDESTE BRASILEIRO são os Estados mais ricos do Brasil!!!, mantiveram a seca!!!,  expulsaram o povo para SÃO PAULO!!!, PRESERVARAM O SOLO E O SUB-SOLO!!!,  POR QUE???,  PARA QUEM???,  IDEM  O ESTADO DE RORAIMA!!!.  ESTÃO GOVERNANDO O BRASIL DE FORA PARA DENTRO DO BRASIL!!!

Adendo jan/2019
JC Ausente?  nada!  João Cavalcanti o sócio de Daniel Dantas aquele das Fazendas Santa Bárbara com Lulinha, estava na moita se entendendo com Temer  o novo governo privatista, dinheirista  do Banco BTG Pactual de Esteves, aguardando a poeira abaixar  para continuar com o Estelionato empresarial brasileiro  do solo e sub-solo do Brasil, ajudando os lesa-pátria, a governar o Brasil de FORA PARA DENTRO.
https://www.youtube.com/watch?v=QD2VPUSUULs 
 

Baianos levam a Temer a descoberta de uma grande província mineral!!!

Brasília - O líder do Partido da República na Câmara, deputado José Rocha (PR-BA), anunciou, em primeira mão ao presidente Michel Temer a descoberta de uma nova província mineral na Bahia, com reservas de minério de ferro, manganês, cobre, zinco, bauxita, grafeno, fosfato, entre outros minerais. O geólogo João Carlos Cavalcanti, que realizou pesquisas durante mais de uma década, destacou que as reservas são maiores que as de Carajás, no Pará. Segundo cavalcanti, a Província Mineral do Vale do Paramirim se estende por cerca de 12 mil km² nas regiões sudoeste e oeste da Bahia e está concentrada em mais de 32 municípios, como Caetité, Brumado, Paramirim, Igaporã, Ibipitanga, Macaúbas, Lagoa Real, Matina, Riacho de Santana e Tanque Novo, entre outros.  O presidente já orientou o Ministério de Minas e Energia para que analise os estudos realizados e encaminhe providências que permitam a exploração da nova província mineral. 
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JC Jão cavalcanti  AVISA: “ROGER AGNELLI QUASE QUEBROU A VALE”.  meses depois, o avião  em que viajava agnelli com toda família caiu em SP, incendiou, ficou destruído todos os ocupantes morreram.

João Carlos Cavalcanti as descobertas de jazidas minerais que o tornaram um dos homens mais ricos do Brasil alerta mercado sobre o megaprojeto de André Esteves, do BTG Pactual, e Roger Agnelli: "Não vai dar certo"; ele lembra que, na Vale, Agnelli tentou comprar a Xstrata por US$ 90 bi e foi impedido por Dilma. “Esse negócio que está sendo feito entre o Roger Agnelli e o André Esteves do BTG Pactual não vai dar certo”, crava a respeito da recém parida B&A Mineração, associação entre a AGN Agroindustrial de Agnelli e o BTG Pactual Participações. 
O BRASIL NÃO PODE SER GOVERNADO 
DE FORA PARA DENTRO!!!

Agnelli "da Vale", JC e André Esteves do "BTG Pactual de Paulo Guedes
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https://www.btgpactual.com/quem-somos/governanca

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Os políticos do norte/Nordeste e banqueiro da BTG Pactual na Lava Jato
PAG. 08: - http://www.eb.mil.br/documents/18107/6096051/Resenha+das+Revistas+-+02+Mar+2015+-+Segunda-feira/16440273-434d-4bdb-9835-b35abe6235f5?version=1.0

JC empresário, responsável pela mina de ferro E "uranio" em Caetité na Bahia, e que depois conseguiu vendê-la para a empresa do Cazaquistão (Bamin),

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Governador  da Bahia Rui Costa anuncia parceria estabelecidas com


Cazaquistão e China À SERVIÇO DE QUEM?

RUI COSTA O GOVERNADOR ELEITO  NA BAHIA COM APOIO DE TEMER, E ACM O PREFEITO: 
https://www.youtube.com/watch?v=wIBV-XnehqE

  • O Governador da Bahia, Rui Costa (PT), se auto declara novo “Presidente da República do Nordeste do Brasil”, e articula união de estados administrados pelos petistas, para salvar o Nordeste do “crime” e planeja comprar até aviões para transportar sua nova tropa! Estaria venezuelizando o Nordeste?
retorno à matéria de 21/04/2012

O Geólogo João Carlos Cavalcanti, conhecido no mundo da geologia como o “farejador de minérios”. Afirma ter encontrado na cidade de Serra do Ramalho, no oeste da Bahia, uma reserva estimada em 28 milhões de toneladas de neodímio – um dos 17 elementos que compõe o grupo de minerais chamado “terras raras”, usados em equipamentos de alta tecnologia, como carros elétricos, smartphones e tablets. ”

Segundo o geólogo, é a primeira descoberta de neodímio no Brasil similar ao maior depósito do mundo, que é Baotu, na China. “Encontramos teores de concentração semelhantes ao neodímio chinês, com 12,75%. O da China está com 12%, 14% de concentração”, diz o geólogo.

O geólogo fará o anúncio formal da descoberta no final deste mês ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). O próximo passo será fazer o levantamento detalhado do tamanho da reserva diluída em rochas compostas por fluoretos de cálcio na cidade de Serra do Ramalho, oeste da Bahia. “Fizemos estudos geológicos preliminares, já identificamos a mãe do minério e estamos trabalhando para idenficar o valor final (tamanho do depósito)”, indica.

Essa descoberta vai impulsionar o desenvolvimento no município de pouco mais de 30 mil habitantes, que sobrevive do Fundo de Participação dos Municipios-FPM. A descoberta vai gerar dezenas de empregos e incentivar os empresários a investirem no município. [1]


Nos últimos tempos, ele só veste preto, que considera a cor do poder. Conserva barba e cabelos brancos, está sempre de óculos escuros, se diz místico e já foi chamado pelo The New York Times como ‘o geólogo que fala com o cosmo’. É frequentemente citado como um dos 20 brasileiros mais ricos, mas garante que a imprensa exagera quando o chama de bilionário. “Isso é balela, sou um batalhador”, afirma ao iG o empreendedor baiano João Carlos Cavalcanti, o JC, conhecido no mundo da geologia como o ‘farejador de minérios’ depois de ter descoberto minas gigantes de fosfato, ferro e níquel ao lado de sócios como Daniel Dantas, Eike Batista e os Ermírio de Moraes, donos do grupo Votorantim.
Após a parceria com Daniel Dantas, que diz ter sido positiva na estruturação da empresa de pesquisa mineral do banqueiro do Opportunity, a GME4, Cavalcanti criou a World Mineral Resources Participações S.A. (WMR). Agora, um ano após a estrutura a companhia, afirma ter encontrado na Bahia uma reserva estimada em 28 milhões de toneladas de neodímio – um dos 17 elementos que compõe o grupo de minerais chamado terras raras, usados em equipamentos de alta tecnologia, como carros elétricos, smarthphones e tablets. "É a primeira descoberta de neodímio no Brasil similar ao maior depósito do mundo, que é Baotu, na China. Encontramos teores de concentração semelhantes ao neodímio chinês, com 12,75%. O da China está com 12%, 14% de concentração”, diz o geólogo.

Grupo de minerais chamados terras raras
As terras raras têm se valorizado no mercado internacional após a China estabelecer cotas para exportação do insumo estratégico para a indústria de alta tecnologia, em represália ao embargo de navios de carga pelo Japão em 2009. “O preço do neodímio hoje está US$ 300 mil a tonelada”, observa. Caso as 28 milhões de toneladas sejam extraídas e vendidas no valor citado por Cavalcanti, a reserva poderia render US$ 8,4 bilhões.
O anúncio formal da descoberta será realizado no final deste mês ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). O próximo passo será fazer o levantamento detalhado do tamanho da reserva diluída em rochas compostas por fluoretos de cálcio na cidade de Serra do Ramalho, oeste da Bahia. “Fizemos estudos geológicos preliminares, já identificamos a mãe do minério e estamos trabalhando para idenficar o valor final [tamanho do depósito]”, indica.
Auto-definido como “místico”, Cavalcanti diz ter descoberto a região onde está o neodímio nos anos 1970, quando começou a estudar os minerais. Mas foi depois de uma visita à mina chinesa de Baotu que decidiu averiguar geologicamente o terreno – a WMR requereu 36 áreas ao DNPM, totalizando 50 mil hectares.

Jaques Wagner com apoio de Lula governou a Bahia de 2007 à 2014
o governador Jaques Wagner, Lula e o ministro da Integração Nacional 
e pré-candidato ao governo da Bahia, Geddel Vieira Lima (PMDB
"Eu tinha visto essa jazida em 1974, quando eu tinha 24 anos e trabalhava para uma empresa do estado [Bahia]. Aí, estive na China e fui visitar Baotu (me lembra Eliezer Batista que doou para os japoneses o manganês a preço de banana e cinicamente pediu desculpas!), que é igualzinho [em incidência de fluorita roxa, a rocha onde o neodímio está diluído]. Desci no aeroporto de Guarulhos, peguei meu jato e fui para Bom Jesus da Lapa, meti o martelo para dentro, mandei avaliar e deu os mesmos teores do neodímio da China", conta.
O próximo passo depois de confirmar a existência do mineral será buscar investidores dispostos a aplicar recursos para extrair terras raras. Mas ao contrário de projetos anteriores, Cavalcanti pretende manter 51% de controle da WMR. Avesso a ser chamado de empresário e preferindo a alcunha de empreendedor, o geólogo tenta um novo modelo para atuar no mercado.

O geólogo é conhecido no mercado como o “farejador de minérios”, após ficar famoso por descobrir reservas e vender inicialmente 70% do negócio para sócios. Foi assim com depósitos minerais negociados com Eike Batista, no início dos anos 2000, e o com o grupo Votorantim, junto ao qual mantém 23,75% da Sul Americana Metais – empresa da Votorantim Novos Negócios, que desenvolve mina de ferro no norte de minas descoberta por Cavalcanti. “Antes eu descobria, vendia 70% e ficava com 30%. Agora, eu também quero ser tubarão. Estou tranquilo dessa vez e capitalizado", indica.
A meta de Cavalcanti é fazer da WMR um condomínio mineral com cotas de projeto vendidas em processo de concorrência internacional. "A WMR deverá desenvolver 28 projetos em todo o Brasil”, afirma. "Estamos colocando cotas no mercado paulatinamente, 14 grandes investidores já compraram. Temos expectativa de que novos investidores adquiram mais cotas”, confia.
Ele acaba de voltar de uma rodada de apresentação de projeto nos Estados Unidos e Canadá, onde se reuniu com investidores interessados em três grandes projetos: bauxita, ferro e terras raras. “Começa a ter interesse de bancos de investimentos americanos, canadenses e suíços”, antecipa. “O investidor chega e diz qual empresa quer entrar. São empresários que têm faturamento mínimo de US$ 100 milhões cada [comprar das 14 cotas vendidas]”, planeja.
Caso a investida seja bem sucedida, a WMR se tornará uma holding ramificada por empresas administradoras de bens minerais diferentes. Em seguida, a mineradora irá à BM&Fbovespa. “Pretendo ir ao mercado daqui a 2,5 ou três anos para fazer um IPO [listagem inicial de ações, na sigla em inglês]”, diz o geólogo.
Fortuna cobiçada, mas não confirmada
O “voo solo”, como chama a nova fase Cavalcanti aos 64 anos o filho de um ex-oprarário ferroviário nascido em Catulé (BA), só foi possível após negociar a quebra de contratos de não competição firmados com o Opportunity e a Eurasian Natural Resources Corp. (ENRC), mineradora que arrematou mina de ferro Caetité. “As multas [dos contratos] passavam de US$ 100 milhões”, revela.
O valor, contudo, pode não ser muito para o empreendedor, cuja riqueza pessoal estimada pelo mercado em R$ 2 bilhões. “O pessoal confunde a empresa com o meu patrimônio”, garante o empreendedor que agora investe no ramo hoteleiro em Itacaré (BA). Mas Cavalcanti revela ter sido sondado pela revista americana Forbes para aparecer na lista dos mais endinheirados do globo ao lado do desafeto Eike Batista. “A Forbes me ligou, mas quem gosta de aparecer é peru”, comenta.

João Carlos Cavalcanti/Bahia, íntimo de Lula e Dilma e o descaminho dos minérios!

COMO SE DESVIA DINHEIRO DO BRASIL! à Ferrovia Oeste-Leste passando por Bahia Serra do Ramalho, Caetité... (do litoral baiano ao Tocantins), os valores orçados estavam muito acima do necessário. Em apenas um lote da Oeste-Leste houve um sobrepreço de R$ 35 milhões, mesmo após recomendações do TCU. Ao analisar 17 licitações dos Transportes, auditores constataram prejuízo total de R$ 682 milhões, 13,4% de R$ 5,1 bilhões fiscalizados.

TV Globo FANTÁSTICO - 21 04 13 - Deficiência estrutural faz Brasil desperdiçar bilhões

estrada esta um Lixo não da condiçoes de passar nem Moto. Um descaso total.
https://www.youtube.com/watch?time_continue=14&v=txbNba3cE_w
https://www.youtube.com/watch?v=3MBDzoDKQxs


estrada que liga a Bahia ao Piauí


POR DETRÁS DAS RODOVIAS ESBURACADAS, SEM ASFALTO, NO ABANDONO, ESTÁ A EXPLORAÇÃO E O DESCAMINHO DOS MINÉRIOS, OURO E PEDRAS PRECIOSAS DO SOLO E SUB-SOLO BAIANO E PIAUENSE PESQUISEM, BRASILEIROS!




https://www.youtube.com/watch?v=vIwFNUFqyQo
TRADIÇÃO Construção da Ferrovia Oeste- Leste. Descobriu-se que os valores orçados estavam muito acima do que seria necessário  (Foto: Joa Souza/Ag. A Tarde)
Construção da Ferrovia Oeste- Leste. Descobriu-se que os valores orçados estavam muito acima do que seria necessário (Foto: Joa Souza/Ag. A Tarde)

Serra do Ramalho na Bahia não entrou no desenvolvimento como afirmou Cavalcanti  passou a ser uma praça de guerra dos terroristas treinados e armados:
http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2015/01/brasil-urgente-denuncia-assalto-banco.html
https://www.youtube.com/watch?v=XdwOt7nwzXA
Estradas jamais serão asfaltadas para que o povo não consiga adentrar nas regiões exploradas.
https://www.youtube.com/watch?v=p-O1qrUViaY
Jamais os exploradores minerais, os  ricos/novos, deixarão chegar o desenvolvimento no entorno da exploração, o que vemos é absoluta pobreza, miséria.
Figura conhecida nas rodas sociais da Bahia, Cavalcanti flertou com o poder na tentativa de ser vice-governador ao lado do ex-ministro Gedel Vieira, em 2010. Ele resgata o passado humilde como filho de operário para justificar o bom relacionamento. “Eu não sou mendigo, comecei do zero, virei classe média, classe média alta e milionário. O Brasil só tem 153 mil milionários, o que é pouco perto dos Estados Unidos, que têm mais de 250 mil. Estou nessa categoria, agora dizer que sou bilionário é mentira. Vou chegar lá, esse é meu projeto”, confia.[2]