terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Nióbio em Catalão GO sob omissão do governo Marconi Perillo, novo gerente da Anglo American comandará a extração e descaminho fraudulento



https://www.youtube.com/watch?v=q3NCIfScsLs
Hoje, além da China, temos a Rússia abocanhando os minérios estratégicos brasileiros.

governo Marconi Perillo (PSDB)  omisso na exploração e descaminho dos minérios


No Brasil, o governo não assume qualquer postura, para legalizar a extração dos minerais estratégicos; o minérios principalmente o Nióbio sai do Brasil contrabandeado e a preço subfaturado, quando deveria estar incorporado o benefício da sua extração à Caixa do Tesouro Nacional, e as melhorias dos municípios extratores que geralmente ficam apenas com os buracos no solo e seus munícipes doentes contaminados com câncer pelo uso da água que as mineradoras deixam contaminadas com metais ferrosos. 

O ABSURDO É QUE ESTÃO UTILIZANDO BILHÕES DE VERBAS DO BNDES PARA A EXTRAÇÃO DO VALIOSO MINÉRIO NIÓBIO  QUE SÓ TEM NO BRASIL. O QUE DEVERIA ESTAR ACONTECENDO  É O INVERSO.  OS EXTRATORES É QUE DEVERIAM PAGAR PARA O BRASIL E NÃO O BRASIL DOAR O MINÉRIO E AINDA PAGAR A ELES PARA EXTRAIR. É O IMPATRIOTISMO E NÃO NACIONALISMO DOS DIRIGENTES BRASILEIROS QUE NÃO DESTINA OS BENS DO BRASIL PARA O BRASIL PROGREDIR COMO NAÇÃO SOBERANA. E COMO OS LOBISTAS INTERAGEM NOS TRÊS PODERES DA REPÚBLICA, ACONTECE O DESCAMINHO SEM PUNIÇÃO. E QUEM PERDE É O BRASIL. 

Mineração devasta Catalão

EMPRESA EXPLORADORA:

A Anglo American anuncia a nomeação de Mark Cutifani como novo presidente global do grupo, com efetividade a partir do dia 3 de abril de 2013.
Mark Cutifani 
Mark ocupava desde 2007 a posição de presidente da AngloGold Ashanti, produtora de ouro sediada na África do Sul, e liderou com êxito o desenvolvimento e a reestruturação dos negócios da empresa, que inclui operações em dez países em quatro continentes.
Antes de seu cargo atual, Cutifani foi diretor de Operações da CVRD Inco, empresa canadense de níquel. Ele começou sua carreira nas indústrias de mineração de ouro e carvão na Austrália e tem experiência em uma grande variedade de commodities. Ele é formado em Engenharia de Minas e é o atual presidente da Câmara Sul-Africana de Minas.
Comentando sobre a nomeação de Cutifani, o presidente do Conselho de Administração da Anglo American, Sir John Parker, disse: “Mark Cutifani é um executivo com vasta experiência em empresas com ações negociadas em bolsas de valores com foco na agregação de valor. Ele é um mineiro veterano, com ampla experiência em operações e projetos de mineração em um enorme número de commodities e áreas geográficas, incluindo a África do Sul e as Américas. Mark é um líder altamente respeitado na indústria global de mineração, com valores fortemente alinhados aos da Anglo American. Nós aguardamos ansiosamente sua chegada como nosso presidente”.
Mark Cutifani disse sobre sua nomeação: “A Anglo American tem algumas das operações e projetos de mineração da mais alta qualidade entre as mineradoras com portfólio diversificado, formando uma companhia com profundo senso de responsabilidade. Estou muito contente por ter a oportunidade de liderar a Anglo American nesta importante fase de sua jornada para ajudar a desenvolver seu grande potencial”.
A atual presidente global da Anglo American, Cynthia Carroll, deixará o Conselho de Administração na Assembleia Geral Anual da empresa em abril de 2013 e deixará a empresa no final do mesmo mês.
Em reconhecimento à liderança de Cynthia, Sir John afirmou: “Cynthia Carroll é uma líder inspiradora que teve um impacto transformador na Anglo American. Entre muitas outras coisas, seu legado incluirá uma mudança de atitude e melhoria em segurança, sustentabilidade e na qualidade de nosso engajamento com nossas partes interessadas. Ela deixará a Anglo American com a nossa gratidão por tudo que alcançou e com nossos melhores votos para o futuro.”
Sobre a Anglo American
A Anglo American plc. é uma das maiores companhias de mineração do mundo, com sede no Reino Unido e ações negociadas nas bolsas de Londres e Johanesburgo. Seu portfólio de negócios abrange commoditiesde alto volume – minério de ferro e manganês; carvão metalúrgico e carvão mineral; metais básicos – cobre e níquel; e metais e minerais preciosos – nos quais é líder global em platina e em diamantes.
A Anglo American adota os mais altos padrões de segurança e responsabilidade em todos os seus negócios e localidades e promove o desenvolvimento sustentável nas comunidades próximas às suas regiões de atuação. As operações de mineração, projetos de expansão e atividades de exploração da empresa estão presentes no sul da África, América do Sul, Austrália, América do Norte, Ásia e Europa.
A empresa atua no Brasil desde 1973 e hoje está presente no País com quatro produtos: Minério de Ferro, com o Minas-Rio, o maior projeto de exploração de minério de ferro em desenvolvimento no mundo, e o Sistema Amapá, em operação nos municípios de Pedra Branca do Amapari e Santana; Níquel, com operações nos municípios de Barro Alto e Niquelândia, em Goiás; Fosfato (Copebrás), com as operações nos municípios de Ouvidor (GO), Catalão (GO) e Cubatão (SP), e Nióbio, presente nos municípios de Catalão e Ouvidor, em Goiás.
Mais informações sobre a empresa estão disponíveis no site www.angloamerican.com.br
Mark CutifaniMark Cutifani foi apontado presidente global da AngloGold Ashanti no dia 1º de outubro de 2007. Ele é membro do Conselho de Administração, presidente do Conselho Executivo e membro de uma série de comitês operacionais e estratégicos da empresa. Possui uma carreira de mais de 35 anos na indústria de mineração.
Antes de trabalhar na AngloGold Ashanti, Mark exerceu o cargo de diretor de Operações da Vale Inco, uma empresa baseada em Toronto, em que foi responsável pelos negócios globais de níquel da Vale. Antes de a Vale adquirir a Inco, Mark era o diretor de Operações da empresa.
Anteriormente, Mark ocupou cargos executivos seniores com o Grupo Normandy, Sons of Gwalia, Western Mining Corporation, Kalgoorlie Consolidated Gold Mines e CRA (Rio Tinto). Mark é um engenheiro de minas e possui vários trabalhos e artigos publicados. Desde que iniciou sua carreira no setor de mineração, em 1976, Mark tem se envolvido diretamente com operações de mineração, desenvolvimento de negócios e funções corporativas em cinco continentes, mais de 25 países, cobrindo 20 commodities.
Mark é atualmente membro das seguintes instituições:
• Instituição Fundação Dom Cabral (FDC) no Brasil – Membro do Conselho Consultivo Internacional
• Rede de Inovação Kellogg (US) – Comitê Consultivo Internacional
• Universidade da Cidade do Cabo – Escola de Pós-Graduação em Administração de Empresas (UCT-GSB) – Membro do Conselho Consultivo
• Universidade de Pretória – Membro do Comitê Consultivo de Mineração
• Universidade da Colômbia – Centro de Investimento Internacional Sustentável – Membro do Conselho Consultivo
• Liderança Empresarial da África do Sul (BLSA) – Membro do Conselho Executivo
• Câmara Sul-africana de Minas – Presidente
• Comitê Gestor do Conselho Empresarial Índia-Brasil-África do Sul - Membro
• Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM) – Membro do Conselho Executivo e Tesoureiro
• Conselho Mundial de Ouro – Membro do Conselho
• Fórum Econômico Mundial – Membro do Conselho Gestor de Mineração e Metais e Governador, Programa da Indústria da Mineração e Metais
• Instituto Australiano de Mineração e Metalurgia (AusIMM) – Membro
Informações à imprensa
Anglo American Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil
Fernanda Lima (            31 9135-4967      ) - fernanda.lima@angloamerican.com
Unidade de Negócio Níquel
Cláudia d’Amato (            11 2125-7502      ) - claudia.damato@angloamerican.com
Unidade Outros Negócios de Mineração e Indústria
Valéria Lapa (            13 3362-7051      ) – valeria.lapa@angloamerican.com
CDN Comunicação Corporativa
Tatiana Presoti (            31 2534-4102      ) - tatiana.gava@cdn.com.br
Laura Milan (            31 2534-4101      ) - laura.milan@cdn.com.br
Rodrigo Ferrari (            11 3643-2734      ) - rodrigo.ferrari@cdn.com.br
Verônica Petrelli (            11 3643-2918      ) - veronica.petrelli@cdn.com.br
Kamyla Alves (            11 3643-2833      ) – kamyla.alves@cdn.com.br

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Indios isolados em Roraima Piruichichi (Pirititi) ou ainda Tiquiriá, e seriam parentes dos Waimiri-Atroari,

 (!!! Para quem contínua?????). 
Resultado de imagem para AS MARGENS DA br174  ETNIA pirititi
A governador de Roraima, Suely Campos (PP) durante reunião na aldeia (Foto


Funai restringe ingresso em nova área de índios isolados em Roraima

2012-12-27-pirititi-nota3Portaria da Fundação Nacional do Índio (Funai), publicada nesta quarta-feira (26), no Diário Oficial da União, restringe o direito de ingresso, locomoção e permanência de pessoas estranhas aos quadros da Funai, em uma área de aproximadamente 43 mil hectares, vizinha à Terra Indígena (TI) Waimiri-Atroari, em Roraima. A restrição, válida por três anos, se justifica pela confirmação de presença de grupo de índios isolados na região.

Citados pelos Waimiri-Atroari desde a época da identificação e delimitação de suas terras, na década de 80, o grupo isolado é chamado por eles de Piruichichi (Pirititi) ou ainda Tiquiriá, e seriam seus parentes. Durante a demarcação da TI Waimiri-Atroari, acreditava-se que esses indígenas estariam protegidos dentro da área demarcada. No entanto, estudos posteriores confirmaram sua presença fora da TI. Em 2011, foram avistadas maloca e roçado do grupo, durante sobrevôo da equipe da Funai, gerando necessidade de proteção imediata, diante de pressões externas, como solicitação de desmatamento para formar pasto com objetivo de criação de gado e presença de loteamentos.
Resultado de imagem para AS MARGENS DA br174 DESCOBERTA NOVA ETNIA pirititi
A restrição coíbe qualquer tipo de exploração econômica e permite o controle do acesso à área, que passa a se chamar Terra Indígena Pirititi e está localizada no município de Rorainópolis/RR. Durante a vigência da portaria, somente poderão ingressar, locomover-se e permanecer na área, por tempo determinado, pessoas autorizadas pela Coordenação-Geral de Índios Isolados e Recém Contatados – CGIIRC/Funai. A restrição não se aplica às Forças Armadas e policiais, no cumprimento de suas funções, mesmo assim, sua presença deve ser acompanhada de funcionários da Funai.
O cumprimento da portaria será fiscalizado pelas equipes da Frente de Proteção Etnoambiental Waimiri-Atroari/CGIIRC/Funai.

Importância da restrição
http://www.funai.gov.br/index.php/comunicacao/noticias/1858-funai-restringe-ingresso-em-nova-area-de-indios-isolados-em-roraima

A importância de se interditar áreas com presença de grupos de índios isolados é garantir o direito desses povos ao seu território, sem a necessidade de contatá-los, respeitando assim, a vontade do grupo de se manter isolado. Desempenhados pelas Frentes de Proteção Etnoambiental da Funai, os trabalhos e estudos de localização de índios isolados são rigorosos, em busca das informações necessárias para o reconhecimento da ocupação territorial de determinado grupo, conhecendo as dinâmicas dessa ocupação e as condições necessárias à sua reprodução física e cultural.

Política de não contato

Alguns povos indígenas, em sua grande maioria na região amazônica, conseguiram manter-se afastados do contato com as sociedades que os cercam. Ao confirmar a presença desses grupos, a Funai monitora o território a fim de garantir-lhes o direito de se manterem no isolamento, respeitando suas estratégias de sobrevivência física e cultural segundo seus usos e costumes. Essa política é adotada pelo governo brasileiro desde a década de 80.
Alguns fatores são fundamentais para possibilitar a existência futura dessas comunidades, entre eles, a demarcação das terras onde vivem e a proteção ao meio ambiente, pois qualquer agressão ambiental poderia colocar em risco a conservação do seu isolamento. O conhecimento e o dimensionamento das regiões habitadas por índios isolados também são fundamentais para que se possa evitar o confronto e a destruição desses grupos.

Frentes de Proteção

Para fazer esse trabalho, a Funai conta com 12 Frentes de Proteção Etnoambiental, que lidam exclusivamente com índios isolados e recém contatados. Essas frentes estão localizadas nos estados do Mato Grosso (1), Maranhão (1), Pará (2), Amazonas (3), Acre (1), Rondônia (2), e Roraima (2). As equipes lotadas nessas unidades realizam atividades de pesquisa de campo, levantamentos etno-históricos para dimensionar e identificar o território, além de ações de proteção, vigilância e fiscalização da terra indígena.[1]

  • Conforme José Fernandes, a Funai pretende retirá-los do local para ampliar a área indígena próxima à localidade. “O que eles querem é ampliar a área dos Waimiri-Atroari, que vivem lá perto (!!! Para quem contínua?????). 

Morador da Vila do Equador, localizada no Município de Rorainópolis, sul de Roraima, o agricultor José Fernandes denunciou que ele e outros moradores da região, entre as vicinais II da região e vicinal II do Matin, estão sendo coagidos e ameaçados por funcionários da Fundação Nacional do Índio (Funai) para que deixem o local. O órgão indigenista informou que uma nova tribo isolada foi identificada na região, a etnia Pirititi, e que todos os ocupantes de lotes serão retirados.

“Eles tão entrando de comboio vindo de Manaus [AM], carros cheio de funcionários e dizendo que vão tomar a área, que nós não devemos mais plantar e nem construir mais nada porque a terras são deles”, disse. Conforme o agricultor, são mais de 80 famílias que vivem na região e que estão sendo aterrorizadas pelos funcionários que querem desocupar a área. “Eles fotografam tudo, nossas terras, e dizem que temos que sair do local, pois surgiu uma nova tribo indígena, a Pirititi. Isso não existe”, relatou.

Conforme José Fernandes, a Funai pretende retirá-los do local para ampliar a área indígena próxima à localidade. “O que eles querem é ampliar a área dos Waimiri-Atroari, que vivem lá perto. Querem desapropriar essas pessoas todas documentadas e dar mais de 40 mil hectares de terras para os índios”, destacou.

O agricultor disse que os moradores da região pretendem realizar, na próxima segunda-feira, 24, uma manifestação no local para proibir a entrada dos funcionários que informaram que levariam a documentação para fazer a retirada deles. “Nós não vamos permitir. Ninguém vai nos tirar de lá. Pode ocorrer até um conflito lá, nós não temos medo”, frisou.

FUNAI - A representação da Funai em Boa Vista explicou que a tribo indígena Pirititi foi detectada no final de 2013 na região de Rorainópolis. Conforme o órgão, esses índios são considerados isolados e foram detectados no final do ano passado. A partir deste momento, iniciou-se um processo de intervenção administrativa da área.

“Como são índios isolados, todos os atos produzidos em terras indígenas são considerados nulos quando se identifica uma comunidade isolada. Mesmo que eles [produtores rurais] tenham documentos. Depois haverá uma indenização das benfeitorias”, explicou o órgão. Quanto a coação feita pelos funcionários, a Funai não se pronunciou.[2]


[1]http://www.funai.gov.br/index.php/comunicacao/noticias/1858-funai-restringe-ingresso-em-nova-area-de-indios-isolados-em-roraima
[2]http://neopensador.blogspot.com.br/2014/11/funai-anuncia-surgimento-de-nova-tribo.html

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

IAB Pede CPI para apurar esquema do “Nióbio”


Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) pede criação de CPI para analisar os diretamente envolvidos no “Caso do Nióbio” por crime de lesa-pátria
Trata-se de assunto referente à reserva de receitas originárias, a ser auferida de um dos grandes patrimônios da Nação, que são os grandes depósitos (minas) de nióbio, mineral radioativo que jazem no subsolo brasileiro - de imensurável valor e múltiplas utilidades nas indústrias de base: uma das raras fontes de receita originária que ainda restam. 
Como sabemos, a receita originária é aquela não derivada da cobrança de tributos (impostos, taxas, contribuições); é a que o Estado aufere de suas atividades industriais, empresariais, que vai diretamente para a Caixa do Tesouro - sem onerar o contribuinte.
É a Caixa do Tesouro Nacional a que faz a distribuição de rendas, entre os setores carentes do Estado infra-estrutura, saúde, educação, habitação, transportes e outros.
 
Com a privatização das empresas públicas brasileiras, as quais deixaram de ser públicas brasileiras, para serem públicas, ou, privadas estrangeiras – a receita originária brasileira passou a abastecer as Caixas dos Tesouros Nacionais de Estados estrangeiros.
 
É das receitas originárias asseguradas, que dependerão, o atendimento aos setores carentes, a segurança dos Poderes e a própria segurança do país – haja vista que face à reforma tributária pleiteada, a Caixa do Tesouro Nacional, ao fazer a distribuição de rendas, não mais poderá contar com o mesmo percentual advindo das receitas derivadas, aquelas que tanto oneram o setor produtivo e o bolso do contribuinte brasileiro.   
 
Nos Projetos de Emenda Constitucional, ora tramitando no Congresso Nacional, objetivando a Reforma Tributária, o quase unânime justo entendimento, relativo a tributos, é o de diminuir ao máximo, a receita derivada de tributos, de modo que esta não sufoque o setor produtivo do país: o Brasil tem sido considerado um dos países que tem a maior carga tributária.
 
Relativamente às receitas originárias, contudo, pouco se divulga a respeito do entendimento do Poder Legislativo Federal. Mas, no que concerne às receitas originárias, é lógico, que o justo entendimento objetive preservar a escassa receita originária que, ainda, resta, no Brasil – em benefício do bem-estar social desta e das futuras gerações de residentes no país. 
 
Apesar da receita originária da qual se trata, estar monopolizada constitucionalmente, pois, trata-se de um minério nuclear de extrema importância – NIÓBIO - na prática, e sem uma fiscalização eficaz, os que detêm o poder de gerir tais recursos podem, mais ou menos, desmonopolizá-las, como vêm ocorrendo de tempos em tempos, haja vista, em passado recente, uma das maiores reservas de NIÓBIO foi oferecida para licitação (felizmente, abortada) a um preço infinitamente vil, à revelia do conhecimento dos interessados: a população brasileira (os nacionais e estrangeiros residentes no país). 
 
Assim, a receita originária, advinda da exploração do NIÓBIO, constitucionalmente assegurada, deve ser de direito e de fato, diretamente canalizada para a Caixa do Tesouro Nacional - sob pena de se imputar aos diretamente envolvidos, o crime de lesa-pátria, através da instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito, petições de quebra de sigilos bancários e telefônicos pela Polícia Federal –  tudo, no cumprimento do mais estrito dever de ofício e com o devido processo legal penal.
 
E ao desmonopolizá-las, realizam grandes negócios privados, com bens públicos brasileiros esgotáveis, apoiados, justamente, na ausência de informação, divulgação e na ausência de fiscalização da receita originária da qual se trata - oriunda da exploração do minério nuclear NIÓBIO.
 
É inaceitável que o Brasil, o país de subsolo mais rico de minerais, imprescindíveis ao desenvolvimento dos desenvolvidos - tenha que viver, contrariando a Constituição Federal - em eterno estado de “em desenvolvimento”, corroborado pelo conluio do silêncio existente, a respeito da administração da exploração dos referidos minerais. 
 
O objeto do IAB é o encaminhamento da INDICAÇÃO, ao MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA - para que o MME, compromissado com o desenvolvimento do Brasil e no cumprimento de suas funções especificas - deveres e obrigações de representar, verdadeiramente, os interesses públicos brasileiros, na área das minas e energia -, legisle e promova:
 
A criação da Reserva Nacional de Nióbio e Associados, nos termos previstos no Código de Mineração, em vigor, na área onde jazem os depósitos de nióbio: São Gabriel da Cachoeira/AM, Complexo de Araxá/MG, Catalão, Ouvidor/Goiás. 
 
1- A criação da Reserva Nacional de Nióbio e Associados deverá ser efetuada, nos moldes da Reserva Nacional, criada no Estado do Pará, com embasamento legal no Artigo 54 do Código de Mineração e no artigo 120 do Regulamento do Código de Minas - cujo Decreto foi publicado no Diário Oficial da União de 24 de fevereiro de 1984, a qual teve merecido destaque, na primeira página do D.O.U.;
 
2- A determinação do nível de produção, sem submissão à demanda mundial. Além de uma tática mercadológica, como faz a OPEP para evitar o aviltamento do preço;
 
3- E a criação da “Organização dos Produtores e Exportadores de Nióbio – OPEN”, nos moldes da “OPEP” (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).
 
A posição do Brasil, no novo organismo, seria preenchida com agentes governamentais que, não só batalhariam para elevar os preços dos produtos que contém o nióbio, onde jazem as suas jazidas - entre elas, a de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, uma das maiores do mundo, mas, ainda, fixariam as quotas desses materiais destinadas à exportação, porque, é mineral esgotável que, como todos os demais minerais esgotáveis – somente deverá ser exportado, se supridas as carências presentes e futuras do país.
 
Há que ser retirado o privilégio descabido – quem quer que seja o privilegiado - de determinar os preços de comercialização de todos os produtos que contenham o nióbio, porque este privilégio é inconcebível, um verdadeiro lesa-pátria - a luz da razão e do Direito, de passagem informamos: o detentor do privilégio inconveniente tem sido a “London Metal Exchange – LME”.
 
Assim, pelos motivos técnico-científicos esta INDICAÇÃO deverá ser encaminhada ao Ministério das Minas e Energia, para que o MME crie e legisle, embasado no Artigo 54 do Código de Mineração e no Artigo 120 do Regulamento do Código de Minas, sobre:
 
1o. - a Criação da Reserva Nacional de Nióbio, nos termos já previstos no Código de Mineração (no Artigo 54 do Código de Mineração e o Artigo 120 do Regulamento do Código de Minas, em vigor) como forma de reservar receita originária para a Caixa do Tesouro Nacional - e como forma de impedir que os preços de comercialização, de todos os produtos que contenham nióbio, sejam determinados por organizações alienígenas, alheias às necessidades presentes e futuras e aos interesses dos residentes no Brasil; 
 
 2o. - e a criação da OPEN, para determinar preços não-aviltantes, deste precioso minério: nióbio.
 
Governos previdentes, como o dos Estados Unidos da América do Norte, pagam lucros cessantes aos que detém direitos de exploração de poços de petróleo, para compor a reserva estratégica do país e, ainda, bloqueiam a extração de hidrocarbonetos dos riquíssimos campos do Alaska.
http://www.novojornal.com/politica/noticia/iab-pede-cpi-para-apurar-esquema-do-niobio-21-12-2012.html

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Nióbio no Araxá MG expropriado! Família Neves e Família Moreira Sales The Rockfeller desde 1953

Nióbio Minério, família Neves de Minas Gerais permitiram sem licitação e desrespeitando a legislação existente no País, a exploração do Nióbio minério brasileiro sob o comando financeiro dos Moreira Sales - CBMM  - Unibanco
Resultado de imagem para Tancredo Neves e Moreira Salles
NIÓBIO ENTREGUE
O Nióbio, riqueza que poderia significar a redenção da economia mineira e nacional, foi entregue, através de operação bilionária e ilegal, a empresa estatal japonesa, Japan Oil, Gas and Metals National Corporation, em parceria com um fundo de investimento coreano que representa os interesses da China. Este é o final de um ruidoso conflito instalado no centro do Poder de Minas Gerais que vem sendo, nos últimos dois anos, de maneira omissa e silenciosa, testemunhado pelo governador Antônio Anastásia.

AÉCIO E A CODEMIG
Desde 2002 o então governador e atual senador Aécio Neves entregou a condução das principais decisões e atividades econômicas do Estado de Minas a Oswaldo Borges da Costa, que assumiu a função estratégica de presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG). Criou um governo paralelo, onde as principais decisões sobre obras e investimentos das estatais CEMIG, COPASA, DER/MG, DEOP e das autarquias de MG ficaram a cargo de “Oswaldinho”.

PALÁCIO DA LIBERDADE E OS MILIONÁRIOS
Para sede da CODEMIG, caminharam nos últimos 10 anos investidores internacionais que tinham interesse no Estado. O Palácio da Liberdade transformou-se apenas em cartão postal e símbolo de marketing publicitário de milionárias campanhas veiculadas na mídia. Por trás deste cenário artificial operou um esquema de corrupção, que contou com a cumplicidade até mesmo da Procuradoria Geral de Justiça, que impedia a atuação do Ministério Público Estadual.

DISPUTA ENTRE FAMÍLIA NEVES FORTUNA DUVIDOSA
Foi necessária esta longa introdução, uma vez que à imprensa mineira jamais foi permitido tocar neste assunto para que se entenda o que agora, uma década depois, está ocorrendo.
Após a morte do banqueiro Gilberto Faria, casado em segunda núpcias com Inês Maria, mãe de Aécio, iniciou uma disputa entre a família Faria e a mãe de Aécio, sob a divisão do patrimônio deixado. Oswaldo Borges da Costa, casado com uma das herdeiras de Gilberto Faria, passou a comandar inclusive judicialmente esta disputa.
Diante deste quadro beligerante, as relações entre Aécio Neves e Oswaldo Borges da Costa acabaram, o que seria natural, pois Aécio fatalmente ficaria solidário com sua mãe. Mais entre Aécio Neves e Oswaldo Borges da Costa é público que existia muito mais, desta forma deu-se início a divisão do que avaliam ser uma fortuna incalculável.

ORIGEM DA FORTUNA...
No meio desta divisão estaria “a renda” conseguida e a conseguir através da diferença entre a venda subfaturada e o valor real no exterior do Nióbio. Peça chave neste esquema, a CBMM pertencente ao Grupo Moreira Salles, que sem qualquer licitação ou custo renovou o contrato de arrendamento para exploração da mina de Nióbio de Araxá pertencente ao Governo de Minas Gerais por mais 30 anos. 

INVESTIDORES NÃO IDENTIFICÁVEIS?
Meses depois venderia parte de seu capital a um fundo Coreano, que representa investidores, não identificáveis.
Para se ter idéia do que significou, em matéria de ganho, a renovação para Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), que tem com atividade exclusiva a exploração da mina de Nióbio de Araxá - sem a mina cessa sua atividade - depois da renovação a empresa vendeu 15% de suas ações por R$ 2 bilhões, ou seja, levando em conta apenas o valor de suas ações a empresa valeria hoje R$ 28 bilhões, R$ 4 bilhões a menos que o Estado de Minas Gerais arrecada através de todos os impostos e taxas em um ano. Mas esta operação já havia causado desconfiança principalmente nas forças nacionalistas que acompanhavam de perto a movimentação.
embaixador Walther Moreira Salles (Unibanco-CBMM) com  Oswaldo Aranha e Amaral Peixoto em 1959.
Em 1964, por razões pessoais, o presidente Costa e Silva decidiu cassar o embaixador (boa visão) e perguntou a opinião do então ministro Delfim Netto (justo para quem!). A resposta de Delfim!: “Teremos apenas problemas com toda a imprensa internacional, com os banqueiros estrangeiros e com os governos dos Estados Unidos e da França.” Costa e Silva (morte misteriosa!) desistiu da ideia. Naquele momento, o presidente linha-dura descobria o que muitos já sabiam: o embaixador estava acima do bem e do mal. Moreira Salles construiu em torno de si uma reputação de integridade inabalável "cegos" (hoje aparecem os filhos fora do casamento!). No mundo dos negócios, era um cavalheiro cuja palavra era uma só (nióbio!). Quem negociava com ele dormia tranqüilo. Jamais seria passado para trás (só o povo brasileiro). Na década de 60, foi sócio de Nelson Rockfeller nas incursões do bilionário americano pelo mundo dos negócios no País. A principal delas foi a criação do fundo Crescinco, que pavimentou a estrada para o desenvolvimento do mercado brasileiro de capitais. O Brasil entrava na roda financeira internacional pela porta da frente. Eu digo: A partir desse momento, o Brasil entrou na sua desnacionalização, passando a ser o quintal, o subúrbio dos sionistas. O sionista de carteirinha David Rockfeller, fundador e presidente honorário da Comissão Trilateral, escreveu: "Alguns até acreditam que são parte de uma cabala secreta trabalhando contra os melhores interesses dos sionistas nos Estados Unidos, caracterizando a minha família e eu como 'internacionalistas' e de conspirar com outros ao redor do mundo para construir uma estrutura mais integrada política e econômica global - mundial, se você quiser. Se essa é a acusação, então sou culpado, e estou orgulhoso dele.Pela conivência dos Moreira Salles acredito idem, as estas declarações. http://www.newswithviews.com/Monteith/stanley100.htm#_ftn1

Os Moreira Salles Unibanco/Itaú
...por que o furto do Banco Banestado Banco do Estado do Paraná com evasão de divisas nos anos 90 praticado no governo de FHC pelo PSDB, DEM,...  As remessas ilegais para o exterior via Banestado aproximaram-se dos 134 bilhões de dólares. Ou mais de meio trilhão de reais em valor presente. Para ser exato, 520 bilhões não foi julgado, os processos arquivados? O Banestado foi então vendido para o Itaú/Unibanco/Nióbio/Rockfeller, pela bagatela de R$1,6 bilhão. Por que? Para quem? Quem lucra com tudo isso?


CBMM, GRUPO MOREIRA SALES, MOLYCORP, ROCKFELLER

Resultado de imagem para "Grupo Moreira Sales" e a "Molybdenium“A ..CBMM  tem o capital dividido entre o "Grupo Moreira Sales" e a "Molybdenium 
Corporation - Molycorp", subsidiária da "Union Oil", por seu turno, empresa do grupo "Occidental Petroleum - Oxxi", muito embora seja fácil deduzir a prevalência do grupo alienígena, pelo histórico do banqueiro Walther Moreira Sales, tradicional "homem de palha" de capitalistas estrangeiros, inclusive de Nelson Aldridge Rockefeller, que tanto se intrometeu na política do Brasil”, afirmou à reportagem do Novojornal o Contra-Almirante Reformado Roberto Gama e Silvaacrescentando: “Circula por aí versão segundo a qual só as jazidas de nióbio dos "Seis Lagos" valem em torno de 1 trilhão de dólares. Necessário esclarecer que por sua localização e facilidade de exploração a jazida de Araxá vale muito mais que a “Seis Lagos”.

CADE - MINISTÉRIO DA JUSTIÇA OMISSO, FAVORECE AS CLASSES INTERNACIONAIS Evidente que o Ministério Público mineiro já está investigando esta renovação do arrendamento celebrado pela CODEMIG, porém, ela nada significa perto do crime praticado contra a soberania nacional que foi a venda de parte das ações da CBMM, dando poder de veto a uma empresa estatal japonesa. Foi uma operação cheia de irregularidades com a questionável participação de órgãos que deveriam fiscalizar este tipo de operação como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), subordinado ao Ministério da Justiça.
A operação foi aprovada em prazo recorde e com base em um parecer de folha única, que desrespeitou toda legislação existente no País. A menor das irregularidades cometidas foi conceder “Confidencialidade” aos termos da operação aprovada. Foi desrespeitada a determinação legal para que não ocorra a cassação da autorização da sociedade estrangeira funcionar no País; esta deverá tornar público todos os seus dados econômicos, societários e administrativos, inclusive de suas sucursais (art. 1.140, CC).

SOCIEDADES ENTRANGEIRAS FUNCIONANDO NO TERRITÓRIO BRASILEIRO CONTRÁRIAS A ORDEM PÚBLICA DO BRASIL
E mais, conforme constante do artigo 1.134 do Código Civil, se faz necessária para que a sociedade estrangeira possa funcionar no território brasileiro prévio exame da legitimidade de sua constituição no exterior e a verificação de que suas atividades não sejam contrárias a ordem pública no Brasil.
O Poder Executivo poderá, ou não, conceder a autorização para uma sociedade estrangeira funcionar no Brasil, estabelecendo condições que considerar convenientes à defesa dos interesses nacionais (art. 1.135, CC). Segundo a assessoria de imprensa do CADE, na tramitação da analise foi-se observado o regimento, evidente que um regimento não pode se sobrepor a lei.

PORQUE O CADE NÃO ANALISOU Á CRITÉRIO?Nada disto foi observado e agora, a exemplo da briga instaurada entre as famílias Faria e Neves, o divorcio entre Aécio Neves e Oswaldo Borges da Costa fatalmente se transformará num dos maiores escândalos da historia recente do País e poderá levar Minas Gerais a perder a propriedade sobre a jazida de Nióbio. 
Principalmente as Forças Armadas veem promovendo gestões para federalizar, a exemplo da Petrobras, a exploração de Nióbio. 

RELATÓRIOS  COMPROVAM ESQUEMA CRIMINOSO DE SUBFATURAMENTO DO NIÓBIORelatórios confidenciais da Abim e da área de inteligência do Exército demonstram como operou o esquema criminoso de subfaturamento montado pela CODEMIG/ CBMM, através da Cia de Pirocloro de Araxá. A assessoria de imprensa da CBMM, da CODEMIG e do senador Aécio Neves foram procuradas e não quiseram comentar o assunto.
O assunto “Nióbio” é amplo, não tendo como esgotá-lo em apenas uma matéria, desta formaNovojornal publicará uma série de reportagens ouvindo as diversas áreas envolvidas no tema.
Nota da Redação (atualizado às 15:26 de 21/12/2012)
O valor da venda de 15% da CBMM, ao contrário dos R$ 2 bilhões de reais, constante na matéria, foi de US$ 2 bilhões de dólares. Desta forma, 100% das ações da CBMM equivalem a US$ 28 bilhões de dólares, levando em conta que a arrecadação total anual do Estado de Minas Gerais é de R$ 32 bilhões de reais, o valor das ações da CBMM representa quase o dobro do arrecadado.
(US$ 28 bilhões de dólares x R$ 2 reais = R$ 56 bilhões de reais)
Documento que fundamenta esta matéria
Aprovação pelo CADE da venda de 15% das ações da CBMM para empresa estatal japonesa e o fundo de investimento coreano. Em seu ítem 3.2, confessa que os adquirentes passam a influir na CBMM, omitindo o poder de veto
Matérias relacionadas
IAB Pede CPI para apurar esquema do “Nióbio”

CBMM vende à estatal japonesa poder de veto sobre o Nióbio
Briga entre as famílias Neves e Faria provoca crise institucional ao eliminar a soberania 
nacional sobre o mineral mais estratégico e raro do mundo