sábado, 23 de março de 2013

OP NIÓBIO


contínua perturbação contra:
molycorp.com 
cbmm.com 
funai.gov.br 
rainforestsos.org
a partir de 20 de março de 2013 

Flyer: http://static.anonfiles.com/1363910566547.jpg





http://operationgreenrights.blogspot.fr/

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Defesa de nossa Amazônia, região da Cabeça do Cachorro



O Governo Federal está formando tribos indígenas? Não! São reservas de minérios como Nióbio, Tântalo, Ouro, Urânio, Tório e Diamante, destino... DESCAMINHO, é o que está ocorrendo com os minérios no Brasil. FAVORECEM POUCOS MILIONÁRIOS, E PREJUDICANDO O DESENVOLVIMENTO DO POVO BRASILEIRO TRABALHADOR, INGÊNUO E SOFRIDO.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Justiça de MINAS GERAIS vai investigar a questão do NIÓBIO, explorado sem licitação a mais de 40 anos em Araxá

 – Vale dizer que os Estados Unidos, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro, mas o Brasil detém apenas 55% dessa produção. Os 45% restantes estariam saindo extra-oficialmente do país. Durante a Comissão Parlamentar De Inquérito (CPI) dos Correios, um pequeno germe da investigação sobre o Mensalão, o publicitário Marcos Valério revelou na TV : “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio” e que “José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.

Estranhamente veículos pertencentes à Rede Globo de Televisão nunca tocaram no assunto, nem mesmo quando tornou Dirceu sua Geni preferida. Contou com a ajuda – e o silêncio – dos veículos da grande mídia, de grupos como Abril e Folha.

Outro comentário, ao qual não podemos nos furtar é que o “Triângulo” de Minas Gerais se assemelha ao das Bermudas: tudo que se passa por lá misteriosamente desaparece. 
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O estranho caso do precioso metal, supostamente sub-faturado e que pode estar financiando ilicitamente desde atividades políticas a emissoras de TV volta a tona nesse início de 2013 graças ao uso das redes sociais, a questão do precioso metal se tornou notícia ha cerca de 3 anos por conta de uma revelação feita no site Wikileaks. Promotores já falam até sobre a necessidade da criação de um órgão nos moldes da Petrobras para a administração das jazidas.

O Ministério Público estadual vai abrir uma investigação para apurar possíveis danos que a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) possa ter cometido contra os cofres do governo de Minas na comercialização do nióbio para o exterior.
Que o Ministério Público de Brasília também investigue a Mina de Nióbio da Amazônia:  "Marcos Valério disse na CPI dos Correios "O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando DO NIÓBIO" e  JOSÉ DIRCEU negociava a mina de Nióbio na Amazônia"  [1]
nióbio fraude ministério público
Mundial - A CBMM, que integra o Grupo Moreira Salles, tem subsidiárias na Europa (CBMM Europe BV-Amsterdam), Ásia (CBMM Asia Pte - Cingapura) e na América do Norte (Reference Metals Company Inc.-Pittsburgh), de onde são comercializados os minerais que vão para o exterior.
Fraude - O Ministério Público desconfia que o nióbio vendido para o exterior tenha o valor da tonelada subfaturado. O MP acredita que, depois que o nióbio deixa o Brasil, as subsidiárias nos três continentes revendem o mineral para o resto do mundo com valor maior do que o estipulado no Brasil, lesando o cofre do governo de Minas, que tem participação nos lucros da mineradora.
INVESTIGAÇÃO- Promotores de Justiça preparam um arsenal de documentos para abrir a caixa-preta da exploração de nióbio em Araxá. O mineral é explorado com exclusividade pela Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), de propriedade da família Moreira Salles, que fundou o Unibanco.
Privilégios - O Ministério Público de Minas pretende usar esses documentos para entender como a CBMM tem o privilégio de extrair o mineral, considerado um dos mais estratégicos do mundo, sem licitação, há mais de 40 anos.
Acordo - O governo de Minas Gerais detém a concessão federal para explorar a jazida, mas arrendou à CBMM sem nenhum critério.
Em 1972, o Estado constituiu a Companhia Mineradora de Piroclaro de Araxá (Comipa) para gerir e explorar o nióbio em Araxá. Como não tinha know-how, à época, definiu que arrendaria 49% da produção do nióbio para a CBMM, sem licitação.
Depois da investigação e análises dos dados obtidos, o Ministério Público quer acabar com a farra e obrigar o governo de Minas a abrir licitação para a exploração deste que é o maior complexo mínero-industrial de nióbio do mundo.
O nióbio.  As Jazidas estão presentes em 3 cidades brasileiras: 61% proveniente de Araxá (MG), 21% das reservas em Catalão (GO) e outros 12% em São Gabriel da Cachoeira (AM). O Brasil é detentor de mais de 95% das reservas mundiais e especula-se que os mineradores brasileiros comercializem o material de forma sub-faturada. "O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio" e que "José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia".
Adriano Benayon, ex-diplomata, professor aposentado do departamento de Economia da Universidade de Brasília e autor do livro “Globalização versus Desenvolvimento”, apresentou a sua conta sobre o prejuízo que o país tem ao não se investir em tecnologias que agreguem valor ao mineral:  “Só com o nióbio o Brasil deixa de ganhar anualmente centenas de bilhões de dólares. Diretamente perde cerca de US$ 40 bilhões, com o descaminho e com a diferença entre o valor das ligas ferro-nióbio no exterior e seu preço oficial  de exportação, vezes a quantidade. Por ter a economia brasileira sido desnacionalizada e desindustrializada, a perda total é um múltiplo, maior que dez, dessa quantia. De fato, os  bens finais em cuja produção o nióbio entra atingem preços até 50 vezes maiores que os valores reais no exterior dos insumos à base de nióbio. Esses insumos — como os do tântalo, do titânio, do quartzo etc –  são ‘vendidos’ pelo Brasil por frações de seu valor no exterior. Já a China industrializa suas matérias-primas. Com isso o produto nacional bruto multiplicou-se por 20 nos últimos 30 anos, tornando-se a 2ª maior potência mundial”.

http://sociedademilitar.com.br/index.php/joomla-overview/193-justica-de-minas-gerais-vai-investigar-a-questao-do-niobio-que-e-explorado-sem-licitacao-a-mais-de-40-anos.html

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A mineração e os riscos a saúde da população



Cabe ao Governo Federal implantar metas e gestão, aos governantes supervisionar, e as prefeituras cobrar o cumprimento das Leis punindo os infratores.
No Brasil não existe Leis, No Brasil os minérios são contrabandeados, expropriados,
No Brasil o descaminho é realizado as vistas das autoridades beneficiando os centralizadores internacionais.


Como a mineração afeta o meio ambientemineração, se não for planejada de modo sustentável, pode se revelar uma atividade econômica altamente destrutiva para o meio ambiente, degradando a vegetação e o solo com desmatamentos e queimadas. Na verdade a mineração, atividade com o objetivo de extrair metais e minerais do solo em suas áreas mais profundas, é uma das principais causas do desmatamento em muitas regiões ricas em termos de minérios. Já que a mineração afeta o meio ambiente é drasticamente afetado, naturalmente, as pessoas serão atingidas negativamente.
Os poços escavados durante as operações de dragagem na mineração em terras ricas permanecem como poças de água estagnada, que servem como terreno fértil para os mosquitos e outros insetos que vivem água. Pessoas que residem próximo a áreas como essas têm grande possibilidade de contrair doenças, entre elas a malária e a dengue. A lama, o cascalho e as rochas deslocadas durante a dragagem do rio enquanto acontece o processo de mineraçãointerrompem o fluxo natural do rio. Como resultado, os peixes e outros organismos aquáticos vivos morrem, prejudicando também as atividades de pesca na região. Cabe lembrar que muitas comunidades ribeirinhas, que vivem às margens de rios em regiões de mineração, sobrevivem à base de pesca e da agricultura familiar. O acúmulo de areia e cascalho de mineração, por vezes, abre caminho para a contaminação da água subterrânea.
MineraçãoOs produtos químicos utilizados durante o processo demineração provocam a poluição ao meio ambiente, provocam doenças nos animais e afetam as comunidades locais. Elementos como o mercúrio, o cianeto (ou cianureto) ou o metil-mercúrio, usado para amalgamar os metais e minerais extraídos por mineração, são despejados nos rios, riachos, baías e oceanos, contaminando, dessa forma, os organismos aquáticos presentes nesses ambientes. As pessoas que consomem tais organismos aquáticos contaminados, como peixes, ficam mais propensas a riscos à saúde. A água contaminada não pode ser usada para tomar banho, beber, cozinhar ou lavar roupas, o que dá origem a problemas de escassez de água para quem vive nas proximidades.
Os resíduos tóxicos e rejeitos oriundos de minas abandonadas também são mais uma fonte de poluição ao solo e à água. As pessoas que estão expostas aos resíduos tóxicos dos rejeitos ficam sujeitas a sofrer de problemas de saúde, como erupções na pele, dores de cabeça, vômitos, diarréia, etc. A atividade de mineração envolve a dispersão acidental de metais pesados, como chumbo, na atmosfera. Isso pode ter efeitos graves para a saúde humana, inclusive de retardo mental nas crianças. O amianto disperso no ambiente durante a mineração se configura como uma ameaça à vida dos residentes locais e aos trabalhadores.

Câncer pelo Nióbio cresce em Araxá

O nióbio  e os resíduos radioativos/tóxicos é ‘nosso’
O câncer também é nosso!
Os lucros são dos centralizadores internacionais
Desde seu início até os dias atuais, o governo Federal jamais adotou qualquer postura, para legalizar a extração dos minérios no Brasil, principalmente o minério Nióbio. A expropriação e contrabando dos minérios  não permitiu que os recursos fossem destinados A Caixa do Tesouro Nacional como reserva estratégica, nem ao menos, obrigaram os exploradores internacionais através de leis, respeitar o meio ambiente, deixando melhoria aos munícipes das regiões exploradas... NÃO O CÂNCER adquirido pelos munícipes através das águas contaminadas deixadas pelas mineradoras.
Não podemos ou devemos omitir as notícias, a exploração e descaminho vai continuar como tem ocorrido nos últimos 50 anos. É o governo quem deve tomar medidas enérgicas e proteger a população contra os invasores inescrupulosos.


A mineração do metal Nióbio também tem um lado muito mais escuro e irradiante no mesmo momento: resíduos radioativos e tóxicos! Uma pesquisa de 1993 feita pelo Instituto de Radioproteção e Dosimetria da CNEN no Rio de Janeiro concluiu: “Contaminação interna com material radioativo de trabalhadores de mineração é um problema comum no Brasil. Isto é causado pela presença de urânio, de tório, e seu decaimento natural associado com o minério extraído. Os exemplos claros são os trabalhadores na mina de nióbio localizada no Estado de Goiás. O nióbio está associado com quantidades consideráveis de urânio e tório, mas a mina não é legalmente sujeita a requisitos de protecção contra as radiações.”
Esta pesquisa foi feita na mina de nióbio em Goiás. A mina de Araxá que é dez vezes maior do que a mina da Anglo American não fez parte desta pesquisa, mas o nióbio de Araxá é também associado com os mesmos minérios radioativos.
Durante o processo da mineração e da concentração do minério são produzidas toneladas de rejeitos radioativos que são depositados em barragens de resíduos. E isto apresenta um alto risco de contaminação ao meio ambiente e à saúde humana, podendo afetar não apenas os trabalhadores, mas também a população local. Até hoje apenas poucos autores falam sobre este risco no Brasil. Um dos poucos é o colunista Gilson B. Santos do Jornal “A Voz de Araxá“, uma publicação corajosa desta cidade mineira de Araxá com mais ou menos 95.000 habitantes.
Câncer – Índice cresce em Araxá!
Uma coisa é fato hoje em Araxá –MG, temos um número alarmante de pessoas com câncer e problemas respiratórios”, escreve Gilson e nomea também a causa: A mineração e processamento de nióbio. “Solo, água e ar contaminados resultam dos poluentes liberados da atuação mineradora da CBMM. Não é necessário ser médico ou especializado na área de saúde ambiental para chegar à conclusão de que dezenas de milhares de toneladas por ano de poeira abundante em suspensão de ferro, tório, chumbo, fosfato e demais minerais é deletéria à saúde. Agredida por tais minerais estranhos à normalidade do funcionamento do organismo humano e ambiental, a população apresenta aumento de doenças respiratórias juntamente com doenças degenerativas, demência assim como câncer.”
Em outubro de 2012, Gilson denunciou mais uma vez na Voz de Araxá: “Câncer – Índice cresce em Araxá! Chegou a hora de nós araxaenses criarmos vergonha na cara e exigir a verdade de nossas autoridades sobre os números reais de câncer em nossa cidade. Dados nos indicam que hoje já são mais de 10.000 casos na cidade, e até 2030 teremos uma media de mais de 40% da população com a doença em Araxá.”
Por causa deste alto risco de contaminação, os cidadãos, povos indígenas e ONGs de meio ambiente do Canadá estão lutando contra a mineração de nióbio neste país. O Canadá já por muito tempo poderia produzir mais nióbio. Mas desde 2003 os indígenas Mohawk e canadenses locais lutam contra uma nova mina de nióbio em Quebec. Os Mohawk não querem que as suas terras e águas sejam contaminadas com os rejeitos radioativos deste projeto da mineradora Niocan.
No Brasil a situação é ao contrário. Uma luta contra a mineração de nióbio é quase invisível, só uma luta a favor da mineração está divulgada em massa. Os lobies do nióbio querem ainda aumentar a mineração. Até as jazidas de nióbio nos territórios indígenas no Alto Rio Negro ou na Raposa Serra do Sol podem ser exploradas para enriquecer o povo do Brasil.
Mas economicamente falando – de um capitalista para outro – um aumento da produção de nióbio não faz sentido para o Brasil. Mais uma mina de nióbio significa só mais concorrência com o resultado de uma depreciação do preço do nióbio no mercado mundial. Só um idiota cria concorrência em sua própria casa. Também o Brasil já tem Araxá, a maior mina de nióbio da planeta com a capacidade de abastecer o mercado mundial para mais de 400 anos!
Claramente as forças internacionais, as mineradoras e a indústria internacional de aço e de dutos e da construção civil gostariam ter muito mais nióbio disponível, porque assim o preço seria mais barato no mercado. Mas isto não é a favor nem da economia e nem da saúde do povo do Brasil.
Norbert Suchanek, Correspondente e Jornalista de Ciência e Ecologia, é colaborador internacional do EcoDebate
Fonte: EcoDebate
22.12.2012

O nióbio do solo brasileiro é para a exportação e enriquecimento de poucos e o risco de câncer é para a população do Brasil.



“O lucro é deles, o câncer é nosso!”
Assim o nióbio não é muito diferente dos outros comodities como soja ou café. As frutas da terras do Brasil são para exportação, o que fica na terra e nas águas do Brasil são os pesticidas e adubos químicos, que também podem causar câncer além de outras doenças mortais. O Brasil é o maior consumidor de pesticidas no mundo, e muitos destes pesticidas são proibidos exatamente em países que são importadores destes produtos agrícolas brasileiros.
A maior riqueza do Brasil não são nióbio, soja ou urânio. A maior riqueza são os rios e as águas subterrâneas limpas, solos saudáveis e férteis, povos e pessoas tradicionais que ainda sabem usar a grande biodiversidade das florestas e outros biomas de forma sustentável e social. Mas tudo isto é uma riqueza em extinção por causa de uma indústria predatória, insustentável e sem pátria que precisa de elementos perigosos como o nióbio.
As forças internacionais, as mineradoras e a indústria internacional de aço e de dutos e da construção civil gostariam ter muito mais nióbio disponível, porque assim o preço seria mais barato no mercado. Mas isto não é a favor nem da economia e nem da saúde do povo do Brasil.

“O nióbio é nosso – deixamos este minério no solo!”

Norbert Suchanek, Correspondente e Jornalista de Ciência e Ecologia, é colaborador internacional do EcoDebate

Nióbio em Catalão GO sob omissão do governo Marconi Perillo, novo gerente da Anglo American comandará a extração e descaminho fraudulento



https://www.youtube.com/watch?v=q3NCIfScsLs
Hoje, além da China, temos a Rússia abocanhando os minérios estratégicos brasileiros.

governo Marconi Perillo (PSDB)  omisso na exploração e descaminho dos minérios


No Brasil, o governo não assume qualquer postura, para legalizar a extração dos minerais estratégicos; o minérios principalmente o Nióbio sai do Brasil contrabandeado e a preço subfaturado, quando deveria estar incorporado o benefício da sua extração à Caixa do Tesouro Nacional, e as melhorias dos municípios extratores que geralmente ficam apenas com os buracos no solo e seus munícipes doentes contaminados com câncer pelo uso da água que as mineradoras deixam contaminadas com metais ferrosos. 

O ABSURDO É QUE ESTÃO UTILIZANDO BILHÕES DE VERBAS DO BNDES PARA A EXTRAÇÃO DO VALIOSO MINÉRIO NIÓBIO  QUE SÓ TEM NO BRASIL. O QUE DEVERIA ESTAR ACONTECENDO  É O INVERSO.  OS EXTRATORES É QUE DEVERIAM PAGAR PARA O BRASIL E NÃO O BRASIL DOAR O MINÉRIO E AINDA PAGAR A ELES PARA EXTRAIR. É O IMPATRIOTISMO E NÃO NACIONALISMO DOS DIRIGENTES BRASILEIROS QUE NÃO DESTINA OS BENS DO BRASIL PARA O BRASIL PROGREDIR COMO NAÇÃO SOBERANA. E COMO OS LOBISTAS INTERAGEM NOS TRÊS PODERES DA REPÚBLICA, ACONTECE O DESCAMINHO SEM PUNIÇÃO. E QUEM PERDE É O BRASIL. 

Mineração devasta Catalão

EMPRESA EXPLORADORA:

A Anglo American anuncia a nomeação de Mark Cutifani como novo presidente global do grupo, com efetividade a partir do dia 3 de abril de 2013.
Mark Cutifani 
Mark ocupava desde 2007 a posição de presidente da AngloGold Ashanti, produtora de ouro sediada na África do Sul, e liderou com êxito o desenvolvimento e a reestruturação dos negócios da empresa, que inclui operações em dez países em quatro continentes.
Antes de seu cargo atual, Cutifani foi diretor de Operações da CVRD Inco, empresa canadense de níquel. Ele começou sua carreira nas indústrias de mineração de ouro e carvão na Austrália e tem experiência em uma grande variedade de commodities. Ele é formado em Engenharia de Minas e é o atual presidente da Câmara Sul-Africana de Minas.
Comentando sobre a nomeação de Cutifani, o presidente do Conselho de Administração da Anglo American, Sir John Parker, disse: “Mark Cutifani é um executivo com vasta experiência em empresas com ações negociadas em bolsas de valores com foco na agregação de valor. Ele é um mineiro veterano, com ampla experiência em operações e projetos de mineração em um enorme número de commodities e áreas geográficas, incluindo a África do Sul e as Américas. Mark é um líder altamente respeitado na indústria global de mineração, com valores fortemente alinhados aos da Anglo American. Nós aguardamos ansiosamente sua chegada como nosso presidente”.
Mark Cutifani disse sobre sua nomeação: “A Anglo American tem algumas das operações e projetos de mineração da mais alta qualidade entre as mineradoras com portfólio diversificado, formando uma companhia com profundo senso de responsabilidade. Estou muito contente por ter a oportunidade de liderar a Anglo American nesta importante fase de sua jornada para ajudar a desenvolver seu grande potencial”.
A atual presidente global da Anglo American, Cynthia Carroll, deixará o Conselho de Administração na Assembleia Geral Anual da empresa em abril de 2013 e deixará a empresa no final do mesmo mês.
Em reconhecimento à liderança de Cynthia, Sir John afirmou: “Cynthia Carroll é uma líder inspiradora que teve um impacto transformador na Anglo American. Entre muitas outras coisas, seu legado incluirá uma mudança de atitude e melhoria em segurança, sustentabilidade e na qualidade de nosso engajamento com nossas partes interessadas. Ela deixará a Anglo American com a nossa gratidão por tudo que alcançou e com nossos melhores votos para o futuro.”
Sobre a Anglo American
A Anglo American plc. é uma das maiores companhias de mineração do mundo, com sede no Reino Unido e ações negociadas nas bolsas de Londres e Johanesburgo. Seu portfólio de negócios abrange commoditiesde alto volume – minério de ferro e manganês; carvão metalúrgico e carvão mineral; metais básicos – cobre e níquel; e metais e minerais preciosos – nos quais é líder global em platina e em diamantes.
A Anglo American adota os mais altos padrões de segurança e responsabilidade em todos os seus negócios e localidades e promove o desenvolvimento sustentável nas comunidades próximas às suas regiões de atuação. As operações de mineração, projetos de expansão e atividades de exploração da empresa estão presentes no sul da África, América do Sul, Austrália, América do Norte, Ásia e Europa.
A empresa atua no Brasil desde 1973 e hoje está presente no País com quatro produtos: Minério de Ferro, com o Minas-Rio, o maior projeto de exploração de minério de ferro em desenvolvimento no mundo, e o Sistema Amapá, em operação nos municípios de Pedra Branca do Amapari e Santana; Níquel, com operações nos municípios de Barro Alto e Niquelândia, em Goiás; Fosfato (Copebrás), com as operações nos municípios de Ouvidor (GO), Catalão (GO) e Cubatão (SP), e Nióbio, presente nos municípios de Catalão e Ouvidor, em Goiás.
Mais informações sobre a empresa estão disponíveis no site www.angloamerican.com.br
Mark CutifaniMark Cutifani foi apontado presidente global da AngloGold Ashanti no dia 1º de outubro de 2007. Ele é membro do Conselho de Administração, presidente do Conselho Executivo e membro de uma série de comitês operacionais e estratégicos da empresa. Possui uma carreira de mais de 35 anos na indústria de mineração.
Antes de trabalhar na AngloGold Ashanti, Mark exerceu o cargo de diretor de Operações da Vale Inco, uma empresa baseada em Toronto, em que foi responsável pelos negócios globais de níquel da Vale. Antes de a Vale adquirir a Inco, Mark era o diretor de Operações da empresa.
Anteriormente, Mark ocupou cargos executivos seniores com o Grupo Normandy, Sons of Gwalia, Western Mining Corporation, Kalgoorlie Consolidated Gold Mines e CRA (Rio Tinto). Mark é um engenheiro de minas e possui vários trabalhos e artigos publicados. Desde que iniciou sua carreira no setor de mineração, em 1976, Mark tem se envolvido diretamente com operações de mineração, desenvolvimento de negócios e funções corporativas em cinco continentes, mais de 25 países, cobrindo 20 commodities.
Mark é atualmente membro das seguintes instituições:
• Instituição Fundação Dom Cabral (FDC) no Brasil – Membro do Conselho Consultivo Internacional
• Rede de Inovação Kellogg (US) – Comitê Consultivo Internacional
• Universidade da Cidade do Cabo – Escola de Pós-Graduação em Administração de Empresas (UCT-GSB) – Membro do Conselho Consultivo
• Universidade de Pretória – Membro do Comitê Consultivo de Mineração
• Universidade da Colômbia – Centro de Investimento Internacional Sustentável – Membro do Conselho Consultivo
• Liderança Empresarial da África do Sul (BLSA) – Membro do Conselho Executivo
• Câmara Sul-africana de Minas – Presidente
• Comitê Gestor do Conselho Empresarial Índia-Brasil-África do Sul - Membro
• Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM) – Membro do Conselho Executivo e Tesoureiro
• Conselho Mundial de Ouro – Membro do Conselho
• Fórum Econômico Mundial – Membro do Conselho Gestor de Mineração e Metais e Governador, Programa da Indústria da Mineração e Metais
• Instituto Australiano de Mineração e Metalurgia (AusIMM) – Membro
Informações à imprensa
Anglo American Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil
Fernanda Lima (            31 9135-4967      ) - fernanda.lima@angloamerican.com
Unidade de Negócio Níquel
Cláudia d’Amato (            11 2125-7502      ) - claudia.damato@angloamerican.com
Unidade Outros Negócios de Mineração e Indústria
Valéria Lapa (            13 3362-7051      ) – valeria.lapa@angloamerican.com
CDN Comunicação Corporativa
Tatiana Presoti (            31 2534-4102      ) - tatiana.gava@cdn.com.br
Laura Milan (            31 2534-4101      ) - laura.milan@cdn.com.br
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Verônica Petrelli (            11 3643-2918      ) - veronica.petrelli@cdn.com.br
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