domingo, 7 de abril de 2013

Aécio Neves e o Nióbio? faltou no seu discurso no Senado!

Discurso de AÉCIO NEVES, 4ª feira, 20 Fev de 2013 - NO SENADO



Dr. Enéas denunciou o descaminho do Nióbio e morreu com leucemia!
COM MUITO HUMOR, NO DISCURSO FALTOU  O SR. AÉCIO NEVES ACRESCENTAR E TER A CORAGEM DE DIZER: ....que permite a destruição do patrimônio nacional - NIÓBIO - sem que a caixa do tesouro nacional tome ciência; que é intolerável o governo federal fechar os olhos para os que RECEBEM lucros da receita do NIÓBIO - o patrimônio público - a revelia do conhecimento da Nação - fechando os olhos para os amigos que ora se pretendem inamigosque fosse fixado um patamar mínimo de investimento em SAÚDE pela esfera federal, dos lucros originados pela exportação do nobre minério NIÓBIO; O DESCOMPROMISSO com o descaminho do nióbio, sabendo-se que é mineral esgotável, de uma só safra e de aplicação na maioria dos produtos de alta tecnologia das indústrias; O que condenou com ferocidade as privatizações ou o que fecha os olhos e permite que a receita do nióbio seja desviada? expropriada?
O que discursa defendendo um Estado forte ou o que entrega a parte fértil do seu território, tratando a população que governa como se fosse uma massa de ignorantes, a respeito do potencial oferecido pelo território onde residem, desprezando uma das principais fontes de receitas - originadas da exploração do NIÓBIO?

LEIAM O DISCURSO:
Aecio foto George Gianni 1
Data: 26 de março de 2013 19:44
Discurso de AÉCIO NEVES, 4ª feira, 20 Fev 13 - NO SENADO.  Vale a pena ler!!

“Senhor presidente,
Senhoras e senhores senadores,
Aproveito a oportunidade, extremamente emblemática, em que o Partido dos Trabalhadores festeja os seus 33 anos de existência - e uma década de exercício de poder à frente da Presidência - para emprestar-lhes alguma colaboração crítica.
Confesso que o faço neste momento completamente à vontade, haja vista a cartilha especialmente produzida pela legenda para celebrar a ocasião festiva.
Nela, de forma incorreta, o PT trata como iguais as conjunturas e realidades absolutamente diferentes que arcaram os governos do PSDB e do PT.
Ao escolher comemorar o seu aniversário falando do PSDB, o PT transformou o nosso partido no convidado de honra da sua festa.
Eu aceito o convite até porque temos muito o quê dizer aos nossos anfitriões.
Apesar do esforço do partido em se apresentar como redentor do Brasil moderno, é justo assinalar algumas ausências importantes na celebração petista. Nela, não estão presentes a autocrítica, a humildade e o reconhecimento.
Essas são algumas das matérias-primas fundamentais do fazer diário da política e que, infelizmente, parecem estar sempre em falta na prática dos nossos adversários.
Mas afinal, qual é o PT que celebra aniversário hoje?
O que fez do discurso da ética, durante anos, a sua principal bandeira eleitoral, ou o que defende em praça pública os réus do MENSALÃO?
O que condenou com ferocidade as privatizações conduzidas pelo PSDB ou o que as realiza hoje, sem qualquer constrangimento?
O que discursa defendendo um Estado forte ou o que coloca em risco as principais empresas públicas nacionais, como a Petrobras e a Eletrobrás?
O Brasil clama por saber :
- Qual PT aniversaria hoje?
O que ocupou as ruas lutando pelas liberdades ou o que, no poder, APOIA DITADURAS  e defende o controle da IMPRENSA?
O PT que considerava inalienáveis os direitos individuais ou o que se sente ameaçado por uma ativista cuja única arma é a sua consciência?
A verdade é que hoje seria um bom dia para que o PT revisitasse a sua própria trajetória, não pelo espelho do narcisismo, mas pelos olhos da história.
Até porque, ao contrário do que tenta fazer crer a propaganda oficial, o Brasil não foi descoberto em 2003.
Onde esteve o PT em momentos cruciais, que ajudaram o Brasil a ser o que é hoje?
Como já disse aqui, todas as vezes que o PT precisou escolher entre o PT e o Brasil, o PT escolheu o PT.
Foi assim quando negou seu apoio a Tancredo no Colégio Eleitoral para garantir o nosso reencontro com a DEMOCRACIA.
Foi assim quando renegou a constituição cidadã de Ulysses.
Quando se eximiu de qualquer contribuição à governabilidade no governo Itamar Franco e quando se opôs ao PLANO REAL e a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Em todos esses instantes o PT optou pelo projeto do PT.
Fato é que, no governo, deram continuidade às políticas criadas e implantadas pelo presidente Fernando Henrique. E fizeram isso sem jamais reconhecer a enorme contribuição dada pelo governo do PSDB na construção das bases que permitiram importantes conquistas alcançadas no período de governo do PT. No governo ou na oposição temos as mesmas posições. Não confundimos convicção com conveniência.
Nossas convicções não nos impedem de reconhecer que nossos adversários, ao prosseguirem com ações herdadas do nosso governo, alcançaram alguns avanços importantes para o Brasil.
Da mesma forma, são elas, as nossas convicções, que sustentam as críticas que fazemos aos DESCAMINHOS da atual gestão federal.
Senhoras e senhores senadores,
A presidente Dilma Rousseff chega à metade de seu mandato longe de cumprir as promessas da campanha de 2010.

Há uma infinidade de compromissos simplesmente sublimados.
A INCAPACIDADE de gestão se adensou, as dificuldades aumentaram e o Brasil parou.
Os pilares da ECONOMIA estão em rápida deterioração, colocando em risco conquistas que a SOCIEDADE BRASILEIRA logrou anos para alcançar, como a estabilidade da moeda.
Senhoras e Senhores,
Sei que a grande maioria das senadoras e senadores conhece as dezenas de INCONGRUÊNCIAS deste governo, que têm feito o País adernar em um mar de ineficiência e equívocos. Mas, o resultado do conjunto da obra é bem maior do que a soma de suas partes.
Nos poucos minutos de que disponho hoje gostaria de convidá-los a percorrer comigo 13 dos maiores fracassos e das MAIS GRAVES AMEAÇAS ao nosso futuro produzidos pelo governo que hoje comemora 10 anos.
Confesso que não foi fácil escolher apenas 13 pontos:
1. O comprometimento do nosso desenvolvimento :
Tivemos um biênio perdido, com o PIB pe .r capita avançando minúsculo 1%. Superamos em crescimento na região apenas o Paraguai. Um quadro inimaginável há alguns anos.
2. A paralisia do país: o PAC da propaganda e do marketing
O crítico problema da infraestrutura permanece intocado. As condições de nossas rodovias, portos e aeroportos nos empurram para as piores colocações dos rankings mundiais de competitividade. Brasil está parado. São raras as obras que se transformaram em realidade e extenso o rol das iniciativas só serve à propaganda petista.
3. O tempo perdido: A  indústria sucateada
O setor industrial - que tradicionalmente costuma pagar os melhores salários e induzir a inovação na cadeia produtiva - praticamente não tem gerado empregos. Agora começa a desempregar, como mostrou o IBGE. Estamos voltando à era JK, quando éramos meros exportadores de commodities.
4. Inflação em alta: a estabilidade ameaçada
O PT nunca valorizou a estabilidade da moeda. Na oposição, combateu o PLANO REAL. O resultado é que temos hoje inflação alta, persistentemente acima da meta, com baixíssimo crescimento. QUEM MAIS PERDE SÃO OS MAIS POBRES.
5. Perda da Credibilidade: a CONTABILIDADE CRIATIVA
A má gestão ECONÔMICA obrigou o PT a malabarismos inéditos e MANOBRAS CONTÁBEIS que estão jogando por terra a credibilidade fiscal duramente conquistada pelo país. Para fechar as contas, instaurou-se o USO PROMÍSCUO de recursos públicos, do caixa do Tesouro, de ativos do BNDES, de dividendos de estatais, de poupança do Fundo Soberano e até do FGTS dos trabalhadores. Recorro ao insuspeito ministro Delfim Neto, próximo conselheiro da presidente da republica que publicamente afirmou: "Trata-se de uma sucessão de espertezas capazes de destruir o esforço de transparência que culminou na magnífica Lei de Responsabilidade Fiscal, duramente combatida pelo Partido dos Trabalhadores na sua fase de pré entendimento da realidade nacional, mas que continua sob seu permanente ataque". A quebra de seriedade da POLÍTICA ECONÔMICA produzidas por tais alquimias não tem qualquer efeito pratico, mas tem custo devastador.
6. A destruição do patrimônio nacional: a derrocada da Petrobras e o desmonte das estatais.
Em poucos anos, a Petrobras teve perda brutal no seu valor de mercado. É difícil para o nosso orgulho brasileiro saber que a Petrobras vale menos que a empresa petroleir .a da Colômbia. Como o PT conseguiu destruir as finanças da maior empresa brasileira em tão pouco tempo e de forma tão nefasta? Outras empresas estatais VÃO PELO MESMO CAMINHO. Escreveu recentemente o economista José Roberto Mendonça de Barros: "Não deixa de ser curioso que o governo mais adepto do estado forte desde Geisel tenha produzido uma regulação que enfraqueceu tanto as suas companhias".
7. O eterno País do futuro: o mito da autossuficiência e a implosão do etanol.
Todos se lembram que o PT alçou a Petrobras e as descobertas do pré-sal à posição de símbolos nacionais. Anunciou em 2006, com as mãos sujas de óleo, que éramos autossuficientes na produção de petróleo e combustíveis. Pouco tempo depois, porém, não apenas somos importadores de derivados como compramos etanol dos EUA.
8. Ausência de planejamento: O risco de apagão.
No ano passado, especialistas apontavam que o governo Dilma foi salvo do racionamento de energia pelo péssimo desempenho da ECONOMIA, mas o risco permanece. Os "apaguinhos" só não são mais frequentes porque o parque termoelétrico herdado da gestão FHC está funcionando com capacidade máxima. A correta opção  da energia eólica padece com os erros de planejamento do PT: usinas prontas não operam porque não dispõem de linhas de transmissão.
9. Desmantelamento da Federação: interesses do País subjugados a umprojeto de poder
O governo adota uma prática perversa que visa fragilizar estados e municípios com o objetivo de retirar-lhes autonomia e fazê-los curvar diante do poder central. O governo federal não assume, como deveria, o papel de coordenador das discussões vitais para a Federação como as que envolvem as dividas dos estados, os critérios de divisão do FPE e os royalties do petróleo assistindo passivamente a crescente conflagração entre as regiões e estados brasileiros. Assiste, também, ao trágico do Nordeste, onde faltam medidas contra seca.
10. Brasil inseguro: INSEGURANÇA PÚBLICA e o flagelo das drogas.
Muitos brasileiros talvez não saibam, mas apesar da propaganda oficial, 87% de tudo investido em SEGURANÇA PÚBLICA no Brasil vêm dos cofres municipais e estaduais e apenas 13% da União. Os gastos são decrescentes e insuficientes: no ano passado, apenas 24% dos R$ 3.000.000.000 previstos no Orçamento foram investidos. E isso a despeito de, entre . 2011 e 2012, a União já ter reduzido em 21% seus investimentos em SEGURANÇA PÚBLICA. Um dos efeitos mais nefastos dessa omissão é a alarmante expansão do consumo de “crack” no País. E registro a corajosa posição do governador Geraldo Alckmin nessa questão.
11. Descaso na SAÚDE, frustração na EDUCAÇÃO.
O governo federal impediu, através da sua base no Congresso, que fosse fixado um patamar mínimo de investimento em SAÚDE pela esfera federal. O DESCOMPROMISSO e as sucessivas MANOBRAS com investimentos anunciados e não executados na área agridem milhões de brasileiros. Enquanto os municípios devem dispor de 15% de seus recursos em SAÚDE, os estados 12%, o governo federal negou-se a investir 10%. As grandes conquistas na área da SAÚDE continuam sendo as do governo do PSDB: Saúde da Família, genéricos, política de combate à AIDS. Com a EDUCAÇÃO está acontecendo o mesmo. O governo herdou a universalização do ensino fundamental, mas foi incapaz de elevar o nível da qualidade em sala de aula. Segundo DENÚNCIAS da IMPRENSA, das 6.000 novas creches prometidas na campanha de 2010 , no FINAL de 2012, apenas 7 haviam sido entregues.
12. O mau exemplo: o estímulo à intolerância e o AUTORITARISMO.
Setores do PT estimulam a intolerância como instrumento de ação política. Tratam adversário como inimigo a ser abatido. Tentam, e já tentaram por cercear a LIBERDADE DE IMPRENSA. E para tentar desqualificar as críticas, atacam e desqualificam os críticos, numa TÁTICA AUTORITÁRIA. Para fugir do DEBATE DEMOCRÁTICO, transformam em alvo os que têm a coragem de apontar seus erros. A grande verdade é que o governo petista não dialoga com essa Casa, mantendo-o subordinado a seus interesses e conveniências, reduzindo- o a mero homologador de Medidas Provisórias.
13. A defesa dos maus feitos: a complacência com os DESVIOS ÉTICOS.
O recrudescimento do AUTORITARISMO e da intolerância tem direta ligação com a complacência com que setores do petismo lidam com práticas que afrontam a consciência ética do País. Os CASOS DE CORRUPÇÃO se sucedem, paralisando áreas inteiras do governo federal. Não falta quem chegue a defender em praça pública a prática de ilegalidades sobre a ótica de que os fins justificam os meios. Ao transformar a ética em componente menor da ação política, o PT .presta enorme desserviço ao País, em especial às novas gerações.
Senhoras e senhores,
A grande verdade é, nestes dez anos, o PT está exaurindo a herança bendita que o governo Fernando Henrique lhe legou. A ameaça da inflação, a quebra de confiança dos investidores, o descalabro das contas públicas são exemplos de crônica má gestão.
No campo político, não há mais espaço para tolerar o intolerável. É intolerável, Senhoras e Senhores, a apropriação indevida da rede nacional de rádio e TV para que o governante possa combater adversários e fazer proselitismo eleitoral.
É intolerável o governo federal RECEBER DE REPRESENTANTES de um governo amigo do PT INFORMAÇÕES PARA SEREM USADAS CONTRA UMA CIDADÃ ESTRANGEIRA EM VISITA AO NOSSO PAÍS.
Diariamente, assistimos serem ultrapassados os limites que deveriam separar o público do partidário.
E não falo apenas de legalidade. Falo de legitimidade. Vejo que há quem sente falta da oposição barulhenta, muitas vezes irresponsável feita pelo PT no passado.
Pois digo com absoluta clareza: não seremos e nem faremos esta oposição.
Agir como o PT . agiu enquanto oposição faria com que fôssemos iguais a elles. E não somos.
Não fazemos oposição ao Brasil e aos brasileiros. Jamais fizemos.
Tentando mais uma vez dividir o País entre o nós e o eles, entre os bons e os maus, o PT foge do verdadeiro debate que interessa ao Brasil e aos brasileiros.
Como construiremos as verdadeiras bases para transformarmos a administração diária da pobreza em sua definitiva superação?
Como construiremos as bases para um desenvolvimento verdadeiramente sustentável e solidário com todos os brasileiros?
A esta altura, parece ser esta uma agenda proibida, sem qualquer espaço no governismo.
Até porque, Senhoras e Senhores, se constata aqui o irremediável: NÃO É MAIS A PRESIDENTE QUEM GOVERNA. Hoje,quem governa o País é a lógica da reeleição.
Muito obrigado".


Justiça de MINAS GERAIS vai investigar a questão do NIÓBIO, explorado sem licitação a mais de 40 anos

http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2013/02/justica-de-minas-gerais-vai-investigar.html

O NIÓBIO DA AMAZÔNIA  DE LULA E JOSÉ DIRCEU:  http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2014/07/lula-cria-pac-indigena-projeto-terras.html



sexta-feira, 29 de março de 2013

A ICOMi nasceu para concorrer com a Vale. Eliezer Batista Vale, Itabira; Augusto Antunes Icomi, Caemi, Hanna, MBR, Jari; Ludwig Jari; Moreira Salles Araxá: operações obscuras

Nota minha: Usando ousadia e o secreto, os angloamericanos criaram no Brasil as mineradoras camuflando seus verdadeiros usurpadores, usando os nacionais entreguistas, lesa-pátria, "laranjas", à praticar durante todo o tempo, o DESCAMINHO fraudulento dos minérios brasileiros, sem que o Tesouro Nacional receba para reservas estratégicas, o numerário condizente pelo assalto praticado no solo brasileiro. 
01) Constituída pelos principais "juniores" da estrutura de poder Organizações não-governamental (ONGs) Internacional, The Natural Conservancy, consolidada no Brasil após a Segunda Guerra Mundial sob a orientação de  Nelson Rockefeller, que estruturou às relações angloamericanas.   Augusto Azevedo Antunes que fundou a Mineradora ICOMI,  foi o front-man para o falecido Nelson Rockefeller e seus interesses comerciais no Brasil, também membro do Conselho das Américas. O grupo CAEMI assumiu o projeto Jarı, criado pela ONG WWF-Brasil com supervisão do milionário Daniel K. Ludwig projeto este que faliu, pelas dívidas acumuladas com o governo federal; Ludwig do Jari também era um membro do conselho da ONG WWF, braço de angariação de fundos do Clube 1001.  A WWF, foi criada pelo príncipe Philip da Grã-Bretanha e o príncipe Bernhart dos Países Baixos em 1961; clube 1001 é um clube de elite com 1.001 das pessoas mais ricas do mundo, cujos nomes não são revelados; Industriais, filantropos, ultraconservadores, naturalistas da classe alta, elas formariam uma rede de "velhos amigos com influência nos corredores do poder político e corporativo global". Mario Frering, neto e herdeiro de Antunes do grupo Caemi também na época membro da WWF-Brasil. EIR de 23 de fevereiro de 2001 Pag. 04 – Internacional 49 Vol. 28  número 8 EIRInternational Príncipe Philip's WWF Leads Ofensiva contra o Brasil 
02) Em 1953, o cientista geoquímico Djalma Guimarães do ITI (Instituto de Tecnologia Industrial) descobriu o Nióbio em Araxá-MG. Acabaram com a Fertisa exoneraram o geoquímico Djalma Guimarães (link abaixo)
 - Na década de 60,  Walter Moreira Salles como sócio de Nelson Rockefeller nas incursões do bilionário americano pelo mundo dos negócios no País. A principal delas foi a criação do fundo Crescinco, que pavimentou  estradas para o desenvolvimento do mercado brasileiro de capitais.
 - Em 1964, por razões pessoais, o presidente Costa e Silva decidiu cassar o embaixador Walter Moreira Salles e perguntou a opinião do então ministro Delfim Netto (justo para quem!). A resposta de Delfim!: “Teremos apenas problemas com toda a imprensa internacional, com os banqueiros estrangeiros e com os governos dos Estados Unidos e da França.  Costa e Silva (morte misteriosa!) desistiu da ideia.  Naquele momento, o presidente linha-dura descobria o que muitos já sabiam: o embaixador estava acima do bem e do mal.  Moreira Salles construiu em torno de si uma reputação fictícia de  integridade entreguista.  cegos foram todos (hoje aparecem os filhos fora do casamento!).  No mundo dos negócios, era um cavalheiro cuja palavra era uma só (minério brasileiro!). Quem negociava com ele dormia tranqüilo. Jamais seria passado para trás (só o Brasil!).
- Em 1964 durante a ditadura veio ao Brasil o almirante Arthur Radford, agente do imperialismo angloamericano, requisitar o banqueiro brasileiro Walther Moreira Salles para a tarefa de ser o “laranja” de interesses angloamericanos no Brasil.
 - Em 1965, o almirante da marinha americana Arthur Radford que presidia o conselho da companhia de mineração Molycorp The Rockfeller, adquiriu os direitos pelos depósitos de NIÓBIO do Estado de Minas Gerais. Moreira Salles decidiu "comprar" uma participação majoritária, os Moreira Salles/Rockfeller agora produz 85% do nióbio do mundo. O Brasil entrava na roda financeira internacional, preso à oligarquia angloamericana. http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2010/10/niobio-e-dr-djalma-guimaraes-do-iti.html
Resumo: Venderam o Brasil!

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Desde 1956, quando comecei a fazer coluna e artigo no Diário de Notícias (continuando na Tribuna da Imprensa- Helio Fernandes) Eliezer Batista era meu personagem inestimável e prioritário. Não era perseguição-obsessão, e sim obrigação. Ele era dono e não presidente da Vale, a grande empresa de minérios, depois DOADA por FHC (a quem?) e o Brasil recebendo tostões em títulos desvalorizados.

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Eliezer Batista da Silva nasceu no dia 04 de maio de 1924, em Nova Era (MG) (Como ? se Nova Era MG microrregião Itabira foi fundada em 17 de dezembro de 1938?) filho de José Batista da Silva e de Maria da Natividade Pereira. —  Diplomou-se pela Escola de Engenharia da Universidade do Paraná, em 1948. No ano seguinte, passou a trabalhar na Companhia Vale do Rio Doce, chefe do Departamento da Via Permanente (1951), Assistente de Engenharia (1957) e superintendente da Vitória à Minas 1959, sendo nomeado presidente em 1961. 

Foi dono da Vale, depois dirigiu a Caemi, foi presidente da Minerações Brasileiras Reunidas, resultado da fusão da Caemi com a Bethlehem Steel e, logo em seguida, o de vice-presidente da Itabira International Company (Nova Iorque). Depos, assumiu a diretoria da Itabira Eisenerz GmbH, em Düsseldorf, Alemanha Ocidental, posto no qual permaneceu até 1974, quando passou a dominar a Rio Doce Internacional S.A., subsidiária da Vale em Bruxelas.  — Eliezer Batista viajou muito, morou várias vezes no exterior. Mais de um ano na União Soviética e quase dois anos na Alemanha, onde casou com Jutta Fuhrken, natural de Hamburgo, e desse casamento nasceram sete filhos, dentre eles Eike Batista. Seus filhos e até um neto (Thor) têm esses nomes por causa da residência. http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/Jango/biografias/eliezer_batista

Inacreditável: presidentes da República e até ditadores não cobravam nada dele. Voltava, não precisava reassumir, retomava a rotina diária, sem o menor constrangimento.

PS - Deixou para o filho, fortuna em espécie e o mapa-da-mina mineral, começo (e parece que o fim) da aventura.

PS2 - Na única vez em que fingiu responder, indiretamente, afirmou: "Paguei 697 milhões de Imposto de Renda".

PS3 - Agora, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, afirmou audaciosamente: "O BNDES emprestou 37 bilhões, APENAS 10 BILHÕES foram para EIKE BATISTA.

PS4 - A desesperança chega ao apogeu, quando o presidente de um banco de fomento, estatal, EMPRESTA 10 BILHÕES a um aventureiro, e como ressalva, coloca a palavra A-P-E-N-A-S.

Porque a Polícia Federal, as autoridades, NUNCA contestaram Augusto Trajano e Eliezer Batista?  —  Qual ligação tiveram com o poder oculto, com os Consensos  com os acordos realizados com as elites globalistas internacionais, omissão pelas governanças civis e militares, entreguistas convictos,  surgindo assim, o descaminho dos minérios estratégicos a preço de banana como aconteceu com o Manganês, com a Mineradora Vale do Rio Doce, com o Jari no Amazonas assim, por lastimar, Trajano, Eliezer contribuíram com a oligarquia internacional para a desnacionalização dos minérios no Brasil.

O que os países ricos querem do Brasil? Eles querem o potencial energético (biomassa) dos trópicos. As corporações multinacionais não são burras, não apostam seu futuro em pré-sal no fundo do mar. Como é que pode existir desenvolvimento sustentável se a economia brasileira não é auto centrada? não existe justiça ecológica sem justiça social, e no capitalismo inexiste justiça social. Por este motivo que os empresários financiam o partido comunista, que disfarçados clandestinamente, protegem as grandes fortunas em suas gerações futuras, cumprindo o entreguismo privativista dos políticos corruptos.

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Manganês de graça para os estrangeiros especial o Japão:

Imprensa Popular 28/03/1950 pag. 1 e 4 por Medro Motta Lima

O pagamento de 10 e 12 cruzeiros é apenas símbolos, pois a tonelada no mercado externo vale 900  -  sem inversão de capital, os trustes ianques U. S. Steel e Bethleelem apossam-se de todo o minério.

O empréstimo de 35 milhões de dólares que o  Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento vai conceder para a exploração das jazidas de manganês de Urucum é um dos últimos atos da entrega total do minério brasileiro aos trustes de aço americanos. A exploração de Urucum pelos ianques completa o assalto às nossas jazidas. No Brasil são três as principais fontes de minérios de manganês: Conselheiro Lafaiete em Minas, Amaparí no território do Amapá, e Urucum, em Mato Grosso. Pois bem, todas essas fontes de manganês estão direta ou indiretamente sendo exploradas pelos dois maiores grupos americanos de aço, a United States Steel Corporation e a Bethleem Steel Corporation. As jazidas de Conselheiro Lafaiete estão com os dias contados. O seu potencial atual é de apenas  5 milhões de toneladas. Apesar disso o manganês dessa região continua sendo exportado, o que é uma grave ameaça ao funcionamento de Volta Redonda. Segundo cálculos feitos pelos técnicos se a exportação continuar no mesmo ritmo dentro de 5 a 6 anos Volta Redonda não terá mais o minério indispensável do fabrico do aço. As jazidas de Conselheiro Lafaiete estão nas mãos de concessionários que são companhias subsidiárias daqueles trustes americanos. Desde 1920 a United States Steel explora a melhor jazida que é a do Morro de Mina, através da Companhia Meridionqal de Mineração do Grupo brasileiro Jaffet-Chama. Outras jazidas são exploradas pela ICOMI Ind. e Com. de Mineração Ltda ligada a Bethleehen Steel. As jazidas do Amapá, em 1950 o governo entregou de mão beijada o manganês das jazidas de Amapari a Betheehem Steel. Neste caso também o Banco Internacional entrou com o financiamento de 35 milhões de dólares endossados pelo Tesouro Brasileiro. O truste assim não entra com algum., mas recebe 49 por cento de ações. As restantes ações perfazendo 51 por cento do total, foram dadas a ICOMI. Um grupo de testas de ferro do Estado de Minas Gerais não entrou no no negócio com um centavo. O governo entra com o financiamento total, pois endossa o empréstimo. O que os gringos têm a fazer é somente retirar o manganês e mandá-lo para os seus altos fornos. Tudo de graça dando margem ainda a lucros astronômicos. As jazidas de Amaparí tem um potencial de vinte milhões de toneladas, com um teor metálico de 50 por cento e estão localizadas a apenas 220 kms. do porto de Macapá. O manganês desse porto irá diretamente para Sparraw Point onde estão as usinas da Tetheehem. O custo do transporte será de cindo dólares por tonelada. De acordo com a revisão do contrato feito entre ICOMI e o governo do território do Amapá, em 0706/1950, poderão ser exportadas 500 mil toneladas anuais recebendo o governo "royalties" de 4% s/ o  valor FOB do manganês exportado. 

Em 1949 o preço médio da tonelada exportada pelo Brasil foi de 321 cruzeiros. Portanto o truste de aço norte-americano da a ninharia de Cr$12,00 por tonelada pelo manganês retirado do Amapá. Na verdade o valor da tonelada no mercado internacional é de 800 a 900 cruzeiros. O grande negócio feito pela Bethleehem animou a United States Steel e a avançar sobre o manganês de Urucum. E o fez por meio do grupo Jaffet-Chama, isto é da Companhia meridional de Mineração, também aqui foi organizada a companhia mista, com 49 por cento das ações do truste e 51 por cento da Meridional. Ainda neste caso o Banco Internacional entrará com 35 milhões de dólares também endossados pelo Tesouro brasileiro. A marmelada é a mesma: os assaltantes não entram com capital algum, mas somente com o direito de avançar sobre as jazidas. O poder de Urucum é de 30 milhões de toneladas com teor metálico de 15 milhões. Pelo acordo firmado om o governo do Estado de mato Grosso, a companhia pagará 10 cruzeiros por tonelada do Manganês retirado das jazidas de Urucum. Estes dados mostram perfeitamente que todas as jazidas de manganês do Brasil estão nas mãos dos americanos e absolutamente de graça. Maiores concessões pretende ainda o governo oferecer dos gringos na Conferência dos Chanceleres, constando o manganês num dos itens das discussões.

Dizia o Ministro Bulhões que o Estado falira - A inflação destruía sua capacidade arrecadadora. Ninguém recolhia impostos indiretos. Sem recursos suficientes, para enfrentar mesmo os encargos mais rotineiros qualquer governador perde a capacidade de exercer autoridade e a sociedade caminhara para o desastre. Quanto aos EUA houve um Acordo  de Getúlio: O Brasil passou a fornecer aos americanos materiais estratégicos como bauxita, berilo e manganês e recebeu EM TROCA armas modernas e autorizou a instalação de bases militares americanas no Brasil,  no Brasil  Parnamirim (RN) era a mais importante. De lá decolaram entre 400 e 600 aviões para o combate na Europa e para a vigilância do Atlântico Sul, formando um cinturão de 1.700 milhas entre Natal e Dacar, na África... Mas isto aconteceu  na época da 2ª, guerra por acordo feito por Getúlio.  Após este período, com a morte do Getúlio, permaneceu no Brasil os acordos realizados  pelos militares  e civis  vinculados aos EUA e entreguistas convictos,  surgindo o descaminho dos minérios estratégicos, e a desnacionalização do Brasil  ocorreu de forma galopante.

Estradas de Ferro para o transporte dos minérios Farguhar, o enviado dos angloamericanos:

No final do século XVIII, foram descobertas as lavras de ouro de Conceição, Itabira e Santana e a exigência de técnicas de explorações sofisticadas fez surgir companhias de mineradoras que utilizavam a mão-de-obra escrava. Este segundo ciclo do ouro se estendeu até meados do século XIX. Na primeira metade do século XX, a economia de Itabira sofreu influência da conjuntura econômica internacional e nacional: o Congresso Geológico Internacional de Estocolmo, realizado em 1908, divulgou o potencial ferrífero do Brasil e atraiu o interesse de vários investidores estrangeiros na região. Assim, em 1910, um grupo de ingleses construiu a Itabira Iron Ore Company Limited com a intenção de garantir as reservas de minério e o controle da estrada de ferro que seria construída entre Minas Gerais e Espírito Santo.  Esse ousado e gigantesco projeto, orçado em 80 milhões de dólares, obteve toda a simpatia do presidente da república Epitácio Pessoa, que assinou o famoso Contrato Itabira de 1920.  Com o fim da Primeira Guerra Mundial, o controle da Companhia foi transferido para um grupo de "investidores europeus e norte-americanos" liderados por Percival Faquhar seu principal sócio e dono da Light do Rio de Janeiro – Alexandre Mackenzie. Imediatamente Percival Farquhar passaria a sofrer uma feroz oposição de Arthur Bernardes, presidente do estado, então quase autônomo, de Minas Gerais  

http://pt.wikipedia.org/wiki/Percival_Farquhar

Sofrendo pressões por parte dos seus grupos apoiadores, os nacionalistas e militares, Getúlio Vargas é impelido a tomar uma decisão a respeito da questão da exploração e exportação do minério de ferro. Porque  o ministro do exterior João Neves e o ministro do Exército Góes Monteiro começaram a induzir o processo de derrubada de Vargas, quando articularam com os EUA o Acordo Militar de 1952, sem conhecimento do Gen. Estillac Leal, ministro da Guerra, nacionalista e sustentador da base militar do presidente. Estillac demitiu-se e daí tudo perdeu o rumo, a entrega do Brasil aos centralizadores internacionais foi crescendo. Assim, por meio de decreto, confiscou todo o patrimônio de Percival Farquhar nesse setor, e formou uma nova empresa, estatal. Hoje, a Herdeira de Percival Farquhar, o lendário empreendedor norte-americano, luta para receber uma indenização - já ganha em última instância na Justiça - que pode chegar a US$ 3,3 bilhões. http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/6914_FARQUHAR+O+FANTASMA+QUE+ASSOMBRA+A+UNIA

Getúlio Vargas em seu governo foi criado o Código de Minas que proibia a mineração no Brasil por estrangeiros. 16 de julho de 1934 Promulgada a Constituição do Brasil. O artigo 119, que trata do aproveitamento de jazidas e minas, estabelece que todas as explorações minerais, concessões de pesquisa e lavra de minérios só podem ser conferidas a brasileiros ou a empresas organizadas no Brasil.  Dessa forma, Farquhar estabeleceu sociedade com brasileiros (laranjas) e fundou a Companhia Brasileira de Mineração e Siderurgia. -  Com a Segunda Guerra Mundial e o acordo de Washington: ingleses cederam as minas, americanos financiaram 14 milhões de dólares, em decorrência dos quais, Getúlio Vargas assina o decreto n° 4.352  em 1º de junho de 1942 criando a Companhia Vale do Rio Doce.
.ICOMI, foi fundada para concorrer com a própria Vale. Utilizando a ESTATAL para produzir lucros PARTICULARES. (concorrer, ou  tomar)

Esta foto foi tirada no Porto suburbano de Leatron, em Nova York (EUA), na manhã do dia 11 de março de 1955, onde teve a presença do Dr. Augusto Trajano Antunes (ICOMI), Mr. Hummel (US Sttel) e Sr. Lerry James (representante da General Motors-GM, empresa que fabricou as 03 locomotivas que foram vendidas para a ICOMI, em contrato firmado em 1954). Essas locomotivas eram tipo diesel-elétricas SW de 1200HP, projetadas por engenheiros-ferroviários da Electro-Motive Division, setor vinculado à multinacional G.M.
A chegada dessas locomotivas foi registrada por um correspondente da revista "Ferroviária", que tirou diversas fotos do momento do desembarque no cais da ICOMI que depois foram publicadas na edição de novembro daquela revista, com direito a uma extensa reportagem falando das nossas riquezas minerais e das intenções econômicas da mineradora.( Fonte: Fotos e informações históricas - contribuição  do amigo Emanoel Jordânio, blogueiro, pesquisador da história de Santana - via e-mail)  —  Elas vieram diretamente dos EUA para o Brasil, chegando no canteiro de obras do Porto de Santana no início da tarde do dia 30 de março de 1955, nessa ocasião meu avô (soldador Luís Silva) assistiu a chegada dos maquinários e participou do desembarque, onde mais de 40 homens tiveram que usar a força dos braços e de alguns guinchos inconfiáveis para içá-los.Observe que ao fundo ainda nem existiam casas onde hoje fica a Avenida Santana.JOÃO LÁZARO  por e-mail
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Augusto Antunes, paulista, engenheiro civil eletricista pela Escola Politécnica de São Paulo no ano de 1930. Transferiu-se pára o Estado de Minas Gerais, dedicando-se à área de mineração. Fundou em 1942 a empresa Ind. e Com. de Minérios - ICOMI, assumindo a Direção Técnica. Em 1946, quando manteve os primeiros contatos com o Governador do Território do Amapá, Capitão Janary Gentil Nunes, interessado nas pesquisas minerais da região. Augusto Antunes visitou os locais onde foram localizadas as minas de manganês, acompanhado dos Srs. Homero Charles Platon e Mário Cruz, levando quantidade expressiva de minério para exames laboratoriais. A 6 de dezembro de 1947, representando o grupo ICOMI, assina na Representação do Governo do Amapá, no Rio de Janeiro o contrato de exploração das minas de manganês da Serra do Navio estando presentes ao ato o Governo do Amapá, Ministros, Deputados e Senadores. O início das atividades da empresa no Amapá ocorreu em 1948, com a chegada da equipe técnica, composta de engenheiros americanos, holandeses e ingleses que espantaram a população por nada entender do que falavam ou o que queriam. Em 1949 começaram a chegar a Santana os navios carregados de ferragens e equipamentos. Em 15 de novembro de 1950 o Congresso Nacional referendou os termos do contrato de exploração do minério de manganês pela ICOMI (ESSE CONGRESSO NÃO PERCEBEU QUE A EXPLORAÇÃO ERA DE NÃO NACIONAIS?). Na década de 1950, Antunes já comandava o que viria a ser um dos maiores grupos privados da área de mineração do país. Nascia a Companhia Auxiliar de Empresas de Mineração - Caemi, que incorporou a Icomi e deu partida na exploração de manganês na Serra do Navio, no Amapá. Em fins dos anos 50, a Hanna decidiu entrar em Minas Gerais, liderando um consórcio de investidores que adquiriu o controle da "The Association for Working the Mines of São João d'El Rey Mining Company", associação constituída em 1830 para explorar minas em São João Del Rey e São José, nas serras do Bonfim e do Lenheiro, em Minas Gerais, cujo controle havia sido adquirido na Bolsa de Londres pelo corretor nova-iorquino Leo Model, da firma Model & Roland.

Presidente JK (de terno à esq.) recebe das mãos do Dr. Augusto Antunes, uma placa alusiva ao primeiro embarque de manganês do Porto de Santana, ocorrido em 10 de janeiro de 1957, transportado pelo navio Areti-XS – Baltimore, que havia chegado no dia 9 e saiu no dia seguinte, levando 9.050,05 toneladas de manganês. A cerimônia foi presenciada pelo Dr. Amilcar da Silva Pereira, que na época era o Governador do Amapá. Amilcar Pereira governou o Amapá no período de fevereiro de 1956 a fevereiro de 1958. Trem iniciando a descida da mina para o portoFoto: Icomi, 1964(–). Coleção: Flávio de Britto Pereira.

JK ao lado de Trajano Antunes no primeiro embarque do Manganês do Amapá. O Brasil era o maior produtor de manganês do mundo. Como era de outros minérios, todos controlados por Eliezer Batista.
Em 1964, logo após a Revolução Militar, Eliezer Batista foi ejetado da presidência da Vale do Rio Doce por determinação dos militares, por receber suborno de empreiteiros. Assume então a presidência de empresa de Antunes (a ICOMI no Amapá, que mais tarde surge em nome de Eike). Protegido por Antunes Eliezer volta à Vale, e continua a cometer crime de peculato, transferindo mercados da Vale para a sua própria MBR. Foi salvo do exílio pela intervenção de Antunes, que convenceu os generais  convidando Eliezer  para trabalhar com ele na MBR.
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Eliezer Batista (pai do Eike Batista! como enriqueceu!), em 1965, aceitando o convite do Dr. Augusto Trajano Antunes (CAEMI) para ser o presidente da MBR Trajano disse: "É certo que a humanidade viveu do trabalho escravo. Mas é preciso, por isso mesmo, eliminar as desigualdades e injustiças. Na medida em que o indivíduo tenha consciência disso, terá mais humildade e consciência de que do mundo nada se leva. Eliezer Batista - Membro Vogal da CEBRI (braço do CFR) no Brasil  http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-cebri-o-bra%C3%A7o-do-cfr-no-brasil
Um caso emblemático foi o duelo, em meados da década de 60, contra a norte-americana Hanna Mining  Leia:


Os entreguistas  instalado no poder entrega a Companhia Vale do Paraopeba, detentora de imensas jazidas minerais  para a Mineradora  Hanna Corporation , empresa reconhecidamente não-idônea nos Estados Unidos,  –  A Hanna recebe, ainda, a estrada de ferro que liga Minas ao Rio para exportação de ferro e manganês, em competição com a Cia. Vale do Rio Doce. Desgastada no uso mais intensivo para transferir as montanhas de Minas para os Estados Unidos, a Rede Ferroviária custa ao governo brasileiro, em subsídios anuais, muito mais do que tudo que a Hanna paga pelo minério. Pelo uso daquela rede ferroviária de 633km de Belo Horizonte ao porto privado de Sepetiba, a Hanna pagava uma tarifa de 125 cruzeiros por tonelada, quando o preço de custo para o governo era de 160 mil cruzeiros. Em consequência desta outorga, o governo inicia a construção de uma outra estrada, por nossa conta, a Ferrovia do Aço, para levar o minério de Minas a Volta Redonda. Nela, já se gastaram mais de 2 bilhões de dólares, e falta outro tanto. Um avião militar norte-americano desembarca em Brasília os diretores da Hanna Corporation que vêm firmar com Azevedo Antunes a ata de fundação da empresa nominalmente nacional, Minerações Brasileiras Reunidas - MBR, a fim de legalizar a apropriação estrangeira de 720km² das terras de Minas Gerais, onde se encontra uma das maiores reservas de minérios deste mundo.

Em 1965, Antunes criou a Minerações Brasileiras Reunidas (MBR), resultado da junção de reservas da Caemi e da St. John Del Rey Mining, que havia sido comprada pela Hanna. 3 de dezembro de 1834 Adquirida, em Congonhas do Sabará (hoje município de Nova Lima em Minas Gerais, Brasil), pela St. John d’El Rey Mining Company Limited — empresa fundada em Londres e controlada por sócios e acionistas britânicos — a mina de ouro daquela localidade (Mina de Morro Velho). Nas terras compradas pela companhia inglesa, situam-se também jazidas de minério de ferro, entre elas a de Águas Claras. 21 de dezembro de 2000 Entra em vigor a Lei municipal 8.137 que determina à Prefeitura de Belo Horizonte a elaboração de um plano de recuperação, preservação, conservação, ocupação e uso da Serra do Curral.  2001 Neste ano, a Organização das Nações Unidas (ONU) decide que 2002 seria proclamado o “Ano Internacional das Montanhas”. Fevereiro de 2003 O último estoque armazenado de minério de ferro proveniente da mina de Águas Claras é exportado pela MBR. http://www.ofm.org.br/informaximo/imagens/%7B91F482D8-64BE-49B8-9B83-BF73A0F7D3FE%7D_O_Caso_Hanna_MBR.pdf


Antunes ficou com 51% da nova empresa e os angloamericanos com 49%. O projeto da Hanna Mining passava dos interesses da MBR e, por conseqüência, do Brasil. Hanna Mining Company, que se associou a capitalistas brasileiros (MBR) para explorar o minério de ferro da jazida de Águas Claras, alterando assim a paisagem natural  para desvastadora da Serra do Curral.


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Em 1968, Eliezer Batista  deixou a MBR. Não recusou o chamamento para retornar à Vale do Rio Doce que recebeu do professor Antônio Dias Leite (ministro de Minas e Energia de 1969 a 1974).  E a Vale propriedade feudal de Eliezer Batista, que dominava e controlava a empresa, doando seus  principais minérios, pelos mesmos preços aviltantes. - ? Em 1968, Eliezer Batista assumiu a diretoria da Itabira Eisenerz GMPH, em Dusseldorf (Alemanha Ocidental),  posto no qual permaneceu até 1974. Quando da fundação da Rio Doce Internacional S.A., subsidiária da Vale em Bruxelas, tornou-se seu presidente.  “Eliezer foi obediente a Percival Faguhar que por meio de decreto, Getúlio confiscou todo o seu patrimônio” 
http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2010/04/a-vale-surgiu-para-atender-o-tratado-de.htm
Eliezer Batista DOAVA os bens da Vale, parceladamente, mas mantinha a empresa, era mais lucrativa para ele. Eliezer na Presidência da Vale  vende cerca de 30% deste gigantesco patrimônio por 180 milhões de dólares (menos de 5% do valor)! O governo chega a perder o controle da Vale: sua participação cai abaixo de 50%. Reina a confusão, a Folha de S Paulo, a Tribuna da Imprensa, O Globo, denunciam o crime. A revista Senhor publica um mapa de jazidas da Vale sobre o qual se lê: “a ser cedido ao grupo Antunes”. Denuncias abortam a transferência de jazidas de ouro (Bahia) para sócios de Eike, e de jazidas de bauxita para grupo americano (oeste do Para). Jazidas da Vale em Corumbá (Urucum) surgem nas mãos de Eike. O senador Severo Gomes aprova uma CPI e publica livro expondo a gigantesca roubalheira (leitura obrigatória: Companhia Vale do Rio Doce: Uma Investigação Truncada. Editora Paz e Terra. Prefacio de Paulo Sergio Pinheiro ). Eliezer é demitido. Porem permanece imensamente rico e impune. http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=17103

Mesmo como presidente, "DONO" da Vale, embora já carregasse como propriedade pessoal a ICOMI, fundada para concorrer com a própria Vale, Utilizava a ESTATAL para produzir lucros PARTICULARES.


Porque? Eliezer Batista presidente eterno da vale não reconheceu e patrocinou  para pesquisas o ITI ( o ITI descobriu o Nióbio em Araxá em 1953), Quando o cientista geoquímico Djalma Guimarães do ITI propôs, em uma entrevista, que o Governo de Minas devia formar um Fundo com uma pequena parte dos futuros lucros daquelas jazidas (royalties) para dar suporte a órgãos de pesquisa geocientíficas e agronômicas estaduais, houve um completo silêncio, que perdurou por vários governos, iniciando, naquela hora, um doloroso processo de decadência do ITI (Instituto de Tecnologia Industrial). A Fertisa, detentora das duas jazidas, foi logo extinta e sucedida, em 1957, pela Camig, que, por sua vez, foi também extinta, passando as jazidas e os royalties respectivos para a Metamig, que se transformou em Comig, em 1990. Esta última foi extinta em 2003, sendo criada a Codemig, que, hoje, administra, com invejável autonomia, os royalties que resultaram das pesquisas do velho ITI. 
http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2010/10/niobio-e-dr-djalma-guimaraes-do-iti.html

Fortuna dos Batistas: Rico não vai para a cadeia 

Quem nasce Batista se reproduz na riqueza de outro Batista. Só o manganês não se reproduz, dá apenas uma safra). Mas como Eliezer foi sempre muito PREVIDENTE, controlou todos os minérios, que deixou para o filho, de "papel passado", ou então em indicações DEBAIXO DA TERRA. Mas, com os mapas atualizados e do conhecimento APENAS DO FILHO, A MAIOR FORTUNA DO BRASIL, ANTES MESMO DE NASCER. - É preciso que alguém obrigue Eike Batista a explicar como se tornou O HOMEM MAIS RICO DO BRASIL. 
O Brasil tem quase a totalidade da produção desses minérios, como tinha do manganês, raríssimos. E como tem do NIOBIO, ainda mais raro e IMPRESCINDÍVEL, 98 por cento de tudo o que existe no mundo). Alternando de pai para filho, afinal onde termina Eliezer e começa o Eike?


Eliezer devastou o Amapá, entregou todo o manganês aos americanos, a "preços de banana" (royalties para o presidente dos EUA, Theodore Roosevelt, que inventou essa expressão para identificar os países debaixo do Rio Grande. Isso em 1902). No Porto de Nova Iorque, os navios que vinham do Brasil com manganês, atracavam lá longe para não provocar comentários. E este repórter dava o número dos navios, os nomes, o total da carga, o miserável preço da venda, EMPOBRECENDO o Brasil, ENRIQUECENDO os "compradores" e o grande  VENDEDOR (sem aspas) Eliezer Batista.

Eliezer Batista DOAVA os bens da Vale, parceladamente, mas mantinha a empresa, era mais lucrativa para ele.  http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=17103

Como Presidente da Vale pela segunda vez, Eliezer Batista foi o responsável pelo Projeto Grande Carajás, oficialmente conhecido por Programa Grande Carajás (PGC), que passou a explorar as riquezas da província mineral dos Carajás – abrangendo uma área de 900.000 km², cortada pelos rios Xingu, Tocantins e Araguaia, e englobava terras do sudoeste do Pará, norte de Tocantins e oeste do Maranhão.


1997 Vale do Rio Doce Privatização Fraudulenta e Ilegal. Em 1997 Eliezer Batista  tornou-se um dos fundadores do Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentado (CEBDS) deixando neste ano a Rio Doce Internacional e assumindo uma cadeira no Conselho Coordenador de Ações Federais do Rio de Janeiro, da Federação das Indústrias do estado (Firjan). No segundo governo de Fernando Henrique Cardoso (1998-2002), foi membro do Conselho Coordenador das Ações Federais no Rio de Janeiro, órgão ligado à presidência da República.

A venda *feagaciana da Vale do Rio Doce, o maior patrimônio mineral do planeta, envolvendo solo, subsolo, água, portos, ferrovias e florestas, abrangendo nove estados do país. Falar em preço aí é pura ignomínia. É como vender sua própria mãe, todavia a mãe não é uma commodity, a mãe não tem preço, a não ser para os executivos da mineradora Billington e do Bank of America, Gencor e Anglo-American.
A venda da Vale do Rio Doce foi o suicídio da nação brasileira. Esse entreguismo (“crime inominável”) teria anulado as possibilidades do desenvolvimento atual e futuro da Amazônia. (*feagaciana::o conjunto da política social empreendida pelo ex-presidente FHC). 


Nos anos 70 Avança o loteamento da Amazônia. Além dos 6 milhões de hectares de Ludwig, são doados 668 mil à Suyá-Missu, 600 mil à Codeara, 500 mil à Paragominas e outros tantos à Georgia Pacific, à Bruynzeel, à Volkswagen e à Robin Mac. Também entram na negociata a Anderson Clayton, a Swift-Armour, a Goodyear, a Nestlé, a Mitsubishi, a Bordon, a Mappin, além dos nativos Camargo Corrêa, Bradesco,...


Em 1982 a   Hanna e Antunes inauguram, na baía de Sepetiba, no Rio de Janeiro, um porto próprio, destinado a transportar para os Estados unidos as montanhas de ferro de Minas Gerais, a fim de constituir, ali, uma gigantesca reserva que garantirá tanto a prosperidade futura deles como a nossa pobreza.
CAEMI / VALE –  Incorporação Confusa e Obscura:   
Caemi dona de 85% do capital da MBR. ... maior empresa de mineração do mundo, atrás da anglo-australiana BHP Billiton... (Caemi, que incorporou a Icomi !) Confusão generalizada de fusões para embaralhar propositalmente o entendimento.

Se não bastasse a doação da Vale do Rio Doce planejada desde que ela nasceu por Eliezer Batista,  ainda se aproveitou dos governos entreguistas  ICMBio, de 24 de julho de 2008,  para conseguir áreas e mais áreas na localidade estratégica de Mato Grosso do Sul,  na Serra do Amolar vejam: 

de Eliezer Batista ou do Rockfeller/Rothschild do clube dos 1001 da WWF-Brasil fundos aguardando o momento da exploração?
https://www.youtube.com/watch?v=rzlaAXl0FG8
PORQUE TODAS AS GOVERNANÇAS CIVIS DECRETARAM O ARQUIVO SECRETO POR "MAIS" 50 ANOS.  ISTO DEVE SER INVESTIGADO. SERÁ QUE VENDERAM O BRASIL PELA INCAPACIDADE DE ADMINISTRÁ-LO? DE GERENCIÁ-LO? OU ATRELARAM TUDO AO FMI POR CONTA DA "DÍVIDA EXTERNA BRASILEIRA?"
No caso da ICOMI, a participação de capitais estrangeiros no negócio foi efetivada por intermédio da Bethlehem Steel Company.  Tratou-se de associação efetivada ainda nos anos 50 do século passado e que ensejou, no decorrer de sua operação, a utilização de técnicas e práticas ambientais hoje julgadas como prejudiciais  e as quais legaram passivos ambientais que necessitam ser mensurados.
Para o BNDES, facilitar a transferência da riqueza dos pobres do Brasil para os ricos do país e do mundo e deixar aqui a pobreza é, ‘como um todo’, um bom negócio.
Icomi  - Crateras e contaminação
deixadas
Icomi - Maquinários foram 
abandonados
Recomenda-se a efetivação de uma auditoria ambiental em todas as áreas industriais ocupadas pela ICOMI em especial na Serra do Navio.

Notas:
http://memoria.bn.br/DocReader/hotpage/hotpageBN.aspx?bib=108081&pagfis=207&pesq=&url=http://memoria.bn.br/docreader
Fontes: Porta Retrato (Macapá/Amapá de Outrora)