quinta-feira, 11 de maio de 2017

Ministro da Defesa Jungmann confirma interesse da Rússia em acordos sobre Base de Alcântara

CONTINUAM EVOLUINDO AS NEGOCIAÇÕES SOBRE A ENTREGA DE VÁRIAS PARTES DA BASE DE ALCÂNTARA . ESSE GOVERNO VAI ACABAR CONSEGUINDO CRIAR UMA GRANDE BASE MULTINACIONAL  NA ENTRADA DA AMAZÔNIA .... ISSO É ENTREGUISMO...

Ministro da Defesa Jungmann confirma interesse da Rússia em acordos sobre Base de Alcântara

    Parece que estamos voltando ao início dos anos 2000, quando o vexatório 'Acordo de Alcântara' foi rejeitado e arquivado na Câmara dos Deputados, após os patrióticos e convincentes argumentos do então Deputado Waldir Pires (futuro ministro da Defesa), quando do governo entreguista de FHC. À época, apesar de as autoridades governamentais alardearem, prematuramente, vitória no Legislativo, a vigorosa campanha desencadeada pela Liga da Defesa Nacional (LDN), em todo o País, surtiu efeito e não nos sujeitamos às cláusulas humilhantes do dito Acordo, que, agora, querem reavivar. O certo é que a entrega ou cessão, com sacrifício de nossa Soberania, do Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA), fará com que se crie, na Amazônia, um verdadeiro enclave estrangeiro (quer seja ele estadunidense, russo, ucraniano, chinês, francês, etc). Não é aceitável a imposição do instituto da 'soberania restrita, limitada ou compartilhada', no território nacional (isso só houve por aqui, ao tempo da II GM, com as bases aéreas do Nordeste), como existe em vários países, inclusive na América do Sul, com as 'forward bases' (bases avançadas dos EEUU), no arco amazônico de Oeste, em países nossos vizinhos, sendo certo que já existem mais de 20 dessas bases, como nos deu conta a fidedigna reportagem do jornal 'Zero Hora', de Porto Alegre (RS), de 25 de março de 2001.
    O Acordo de 'Salvaguardas' (?) era muito longo, com inúmeras normas lesivas ao Brasil, tais como:
    - Proibição de Acordo com outros países para uso do CLA, sem anuência por escrito dos EUA;
    - Proibição de vistoria por autoridades brasileiras na entrada e saída de 'containers' norte-americanos;
    - Proibição de acesso de brasileiros ao CLA, quando em uso pelos EUA, sem credenciamento por eles;
    - Proibição do emprego pelo Brasil do 'aluguel' em quaisquer atividades relacionadas com sondas, mísseis, foguetes, ogivas, satélites, naves espaciais, etc;
    Assim, seriam vantagens para os EEUU,  dentre outras:
     - A inibição (ainda maior do que as castradoras condições que nos foram impostas pelo MTCR e pelo TNP, também assinados ao tempo do governo FHC), ao desenvolvimento no Brasil de tecnologias relacionadas com a utilização comercial futura do espaço aéreo e cósmico;
    - Proibição de Acordos entre o Brasil e outros países (clientes em potencial do CLA), justamente quando já se planeja a utilização, inclusive por passageiros, de naves espaciais ou cosmonaves;
    - A transformação do CLA no maior cosmódromo ou 'porto espacial' do planeta, ao controle daquele País.
    Para o Brasil, segundo as declarações de então, do ministro Sardenberg, da Ciência e Tecnologia, que disse que 'não largaria o osso' (mas teve de largar - rssss), as vantagens seriam:
    - Manter o CLA em atividade, sendo certo que  a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Força Aérea deveriam rever o Programa Espacial Brasileiro autônomo, incluindo parcerias alienígenas, além das existentes, porém atentatórias à Soberania Nacional;
    - O recebimento (à época) de trinta milhões de dólares por ano, como se a Soberania tivesse preço ...
    Mas as restrições são essas, em Acordos que tais, 'cara pálida', já disseram, tachando-nos, sob um viés ideológico, 
 de xenófobos, paranoicos,  delirantes nacionalisteiros melancias (verdes por fora e vermelhos por dentro), retrógrados, boçais, etc., etc. E 'adeptos de teorias da conspiração' (ora, a conspiração é deles!). Em que pese a admiração que devemos ter pelos EEUU, por suas posições de defensores impertérritos da liberdade, da democracia e dos princípios ocidentais e cristãos, não podemos nos tornar vassalos desse notável País, ou de qualquer outro ...
   É preciso que nossas autoridades pensem, com serenidade e muita cautela, e tenham o mesmo entendimento que o Congresso, patrioticamente, teve nos três primeiros anos da década de 2000.
    BRASIL ACIMA DE TUDO!!
    Em derradeiro, nunca é demais lembrar da Carta Magna de 1988, que assim se inicia:
    "Art. 1° A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado democrático de direito e tem como fundamentos:
    I - a soberania; (destacamos em colorido).
    II - a cidadania;
    III - a dignidade da pessoa humana;
    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
    V - o pluralismo político.
    Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos, ou diretamente, nos termos desta Constituição".
    
      O mais amigo dos abraços do
    Soriano (recebido por e-mail)

sábado, 22 de abril de 2017

Olinda auto suficiente hoje, se não tivessem boicotado a exploração da Fosforita

Dos bens estimados em R$ 29,6 milhões, só foi arrematado o equivalente a R$ 162,7 mil.  / Foto: Helia Scheppa/Arquivo JC Imagem
Em 1969 A Phillips Petroleum consegue de Costa e Silva a construção de um grande conjunto habitacional , bem em cima de uma jazida de fosforita, em Olinda, para inviabilizar sua exploração, que era competitiva com a deles. Hoje, 2017 é o sexto leilão para vendê-la, o último em 2012 por R$40 milhões para empresários islâmicos de Dubai não pagaram desistindo do investimento e continua um mistério  pelo desespero que passou a  família Costa Azevedo em ver o seu sonho da mineração destruído sem jamais saberem o motivo.
A Fosforita Olinda S/A (FASA).Uma abordagem ao passivo ambientalEmpresa vinculada ao setor de mineração e beneficia-mento ...Olinda é um município do estado de Pernambuco,Região Metropolitana do Recife.População de 377.779 habitantes.Área de 41,65...
 Considerando que a ingestão de água é a via principal para a contaminação radioativa.     Sabe-se que 80% dos recursos ...Departamento de Energia Nuclear daUniversidade    Federal    de    Pernambuco(DEN/UFPE) desenvolve estudo dos teores derad...
O progressivo aumento da mortalidade pordoenças     crônico-degenerativas     como       ocâncer, requer a promoção de um ...Entre outras pesquisas resta ainda realizar estudosmais detalhados: Quanto aos teores do 222Rn. Quanto teores de carcino... 

Em 1953 se descobriu que em uma região de Olinda existia um barro muito rico em fosfato, que era muito usado como adubo, às terras pertenciam a Usina Catende em Peixinhos, esse barro seria fonte de grande riqueza e desenvolvimento para todo um povo que ali vivia.Sapucaia, distrito e município de Olinda, Estado de Pernambuco,Rua Pedro Ivo e daí, com quatrocentos e trinta e um metros (431m)

A existência de fosforita na faixa litorânea do Estado de Pernambuco é conhecida desde o final da década de 1940, quando se constataram teores consideráveis de fosfato em testemunhos de sondagem no Município de Olinda. 

Os estudos desenvolvidos para o conhecimento dessa ocorrência mostraram que sua distribuição geográfica compreende uma faixa descontínua, estendendo-se para norte, atravessando ainda os municípios de Paulista, Abreu e Lima e Igarassu, que hoje integram a Região Metropolitana do Recife (RMR), prolongando-se pelo Estado da Paraíba, compondo um dos maiores e mais importantes depósitos de fosfato sedimentar da América do Sul. 

A evolução do conhecimento geológico na faixa costeira Pemambuco-Paraíba remonta a meados do século passado, quando Hartt, em 1870, identificou a presença de depósitos cretáceos e terciários (Fonseca Neto, 1979). Posteriormente, diversos outros trabalhos realizados nessa região permitiram a idealização do arcabouço geológico local. A descoberta de fosforita, em 1949, pelo Professor Paulo José Duarte, entretanto, desencadeou intensivas investigações, tanto por órgãos governamentais, como por empresas pri;vadas, envolvendo, inclusive, a realização de levantamento aerogeofísico e de sondagens, além de plantas de mineração.

Em 1978, já dispondo de um significativo acervo de informações sobre o condicionamento geológico do jazimento fosfático, mas sentindo necessidade de uma integração desses dados e de conhecer com mais segurança o controle genético dos depósitos, seus limites a norte de João Pessoa (PB), bem como visando definir critérios mais precisos a serem usados como guias prospectivos, o DNPM elaborou um programa, executado pela CPRM sob a denominação de Projeto Fosfato na Faixa Sedimentar Costeira Pernambuco- Paraíba Na área abrangida pelos municípios de Olinda, Paulista, Abreu e Lima e Igarassu, a mineralização distribui-se compondo segmentos descontínuos, devido à erosão parcial da camada fosfática. Parte desse jazimento encontra-se abaixo do nível do mar e a porção de altitude positiva parcialmente recoberta por espesso pacote de rochas não mineralizadas.
Entretanto, um estudo desenvolvido pela Paulo Abib Andery e Associados Ltda, em 1975, para o Ministério da Indústria e Comércio,. concluiu pela viabilidade econômica do aproveitamento de todas as reservas de fosforita, nas condições de cape~mento existente. 
É imperioso reconhecer, porém, que a movimentação de um imenso volume de capeamento estéril, embutida nessa avaliação, impõe sérias restrições a essa solução, considerando-se a violenta agressão ambiental. 

Em 1977, o Instituto de Desenvolvimento do Estado de Pemambuco -CONDEPE, desenvolveu o Projeto de Dimensionamento das Jazidas de Fosfato de Pemambuco (Duarte e Krauss, 1978) visando contribuir para uma ampla avaliação sobre as possibilidades de exploração, em larga escala, da fosforita deste Estado. Entre as sugestões apresentadas, destacam-se: a recomendação de uma reanálise dos estudos de viabilidade previamente realizados; o estudo da influência da expansão imobiliária no aproveitamento das jazidas, e a análise da possibilidade de extração da fosforita por meio de lavra subterrânea mecanizada.
A ocupação urbana na área dos depósitos nos anos de 1974 e 1988, tornando clara a incontida e elevada taxa de expansão habitacional.

Transforma-se, assim, o FOSFATO DE OLINDA, num caso histórico, servindo de exemplo ao homem para que reflita na necessidade de planejamento e monitoramento da exploração de recursos naturais, para otimizá-la e ajustá-Ia, de forma integrada, ao desenvolvimento dos demais segmentos da sociedade.

                  Os donos da terra era a família Costa Azevedo, que começaram a encampar a construção da fabrica de extração do material, furar ou cavar poços em busca do fosfato virou algo natural na região, as casa que existiam na terra começaram a ser indenizadas por valores irrisórios algo que nem dava para os moradores comprar se quer um barraco em outro lugar típico da política habitacional dos dias de hoje. As indenizações foram de peixinhos até onde hoje é o bairro de aguazinha.

          Depois foram chegando os tratores, caminhões, dragas e muitos outros equipamentos para dar início às operações da fábrica, trabalhadores surgiram aos montes de diversos lugares de Pernambuco e até de fora do Estado.

          Em 1957 foi oficialmente inaugurada a fábrica da Fosforita Olinda S\A, uma festa de inauguração que trouxe personalidades importante do cenário nacional como o caso de Juscelino Kubitschek, que era o presidente do Brasil, junto com toda sua comitiva de ministros e toda sua equipe de governo.

          Olinda ficava assim conhecida como nacionalmente e internacionalmente como uma das maiores cidades produtoras de fosfato do mundo, um ano depois morre o senhor Costa Azevedo, o dono da fábrica e em meados de 1958 já não se via mas tanto trabalhadores, cada dia se sabia de alguém que foi indenizado.

          A Fosforita começou a fechar suas portas na década de 60 na mesma velocidade que crescia a uma década atrás, a medida em que os funcionários eram demitidos os poços foram sendo aterrados e as maquinas desaparecendo, ao mesmo tempo em que a fábrica ia desaparecendo o terreno ia sendo loteado e um novo bairro surgindo o de Jardim Brasil.

          As teorias sobre a falência da Fosforita foram varias, alguns falavam em golpe porque uma cidade do nordeste se desenvolvia a passos largos outros contavam que o motivo foi roubo depois da morte do senhor Costa Azevedo, o que se sabe é que hoje onde fica a fábrica existem outras fábricas mas que atuam em outra área, os poços que ainda restaram viraram verdadeiros lagos profundos onde até morte por afogamento aconteceram, mas abaixo de tudo isso está o fosfato, uma fonte de riqueza imensurável que poderia ter colocado a cidade em um outro cenário social, nos resta sonhar de como seria Olinda se ainda lá estivesse em plena atividade a Fosforita, sonhar e nada mais. 

http://www.cprm.gov.br/publique/media/geodiversidade/meiofisico_recife/rel11.pdf
http://historiadasollinda.blogspot.com.br/2012/11/a-fabrica-da-fosforita-e-o-presidente.html
https://www.diariodasleis.com.br/legislacao/federal/77594-autoriza-fosforita-olinda-s-a-fasa-a-lavrar-fosforita-no-municupio-de-olinda-estado-de-pernambuco.html

RORAIMA governo Suely Campos (PP) respeite a história de luta dos estudantes!


A Governadora Suely Campos do Partido Progressista (PP) quer se apropriar do prédio da URES-União Roraimense dos Estudantes, entidade fundada em 27 de julho de 1952.
Resultado de imagem para prédio da URES Roraima
O terreno que por sinal fora doado na época pela PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA já sofreu várias modificações no decorrer da história. O terreno está localizado atrás do Banco do Brasil , na Avenida Glaycon de Paiva.
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé e casamento
O último presidente da URES antes do Golpe civil-militar de 1964, o estudante Galvão Soares, a direita da foto cumprimentando o também estudante Diomedes Oliveira, iniciou no início da década de 60 a campanha do tijolo, cujo objetivo era construir a sede da entidade estudantil. Veja na foto lá no fundo a escola Monteiro Lobato. Ocorre que com o golpe de 1964 , os civis golpistas, juntamente com os militares se apossaram do terreno da URES, construíram o prédio do INSS na época do Governo do militar Ramos Pereira e no processo da abertura política, o Governo de Romero Jucá consolidou a construção do outro prédio do INSS(parceria com o governo federal).  O Setor de Merenda Escolar do Território também chegou a funcionar no local. 

A URES sofreu uma tentativa de reconstrução em 1986, mas não deu certo. Somente dois anos depois, eu tive a honra de assumir a presidência dessa entidade , depois de 23 anos paralisada. em 11 de agosto de 1994 , o então Brigadeiro e Governador Ottomar de Sousa Pinto devolve parte do terreno a URES na presença de diversas lideranças estudantis como Jander, Nelcivania Das Neves Camelo , Helio Nascimento e outros. Só lembrando que Boa Vista, foi uma das primeiras capitais do pais , onde os estudantes conquistaram através de lei em 1991 a meia passagem nos ônibus e no ano seguinte a meia entrada em eventos culturais. 


E hoje , a história se repete. A ASSOER foi fundada em março de 1963 , como AJR, e reconstruída em 2000. Seu fundador foi na época o estudante Luis Aimberê Freitas. Só quero pedir aos aventureiros, aos que chegaram nessa terra de Makunaima , que nós roraimenses temos uma história sim de lutas . 

Faço um pedido a Prefeita Teresa Surita e a própria Governadora Suely Campos: Ouçam a voz dessa juventude . Chamem as entidades estudantis para o diálogo . Pois não existe coisa melhor que o registro da verdade nas folhas firmes da nossa história . Eles podem até tentar esconder ou apagar algo. Mas, O que ocorrer de positivo e negativo, a história irá sempre registrar.
Curtir esta página · 9 de junho de 2016 

quinta-feira, 20 de abril de 2017

MST, CIMI, ONGs nacionais e internacionais, Funai e outros tentáculos combinados com a CNBB para fazer a revolução no Brasil.

Biomas preocupam a CNBB, mas não as dezenas de milhões de católicos que abandonaram a Fé

O Exmo. Cardeal arcebispo de São Paulo D. Odílio Scherer, reconhece por fim que haverá “quem pergunte: por que motivo a Igreja Católica se preocupa com uma questão que não é propriamente religiosa? E por que promove essa reflexão justamente no tempo da Quaresma, marcadamente religioso e cristão?”

Simples: a gloriosa sucessão de gerações de produtores agropecuários que regaram o solo brasileiro com seu sangue, com seu suor e suas lágrimas para tirar o Brasil da incultura e da barbárie são os maiores inimigos do País (ou de seus biomas)!

Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios teleguiados pelo CIMI
Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios teleguiados pelo CIMI - CNBB
Nesta capelinha de Barra do Guaicu, MG, o bioma parece ter progredido.
Nesta capelinha de Barra do Guaicu, MG, 
o bioma parece ter progredido.
Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, São Cristóvão. Abandonada como muitas outras, mas o que importa é o bioma!
Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, São Cristóvão. 
Abandonada como muitas outras, mas o que importa é o bioma!
http://esta-acontecendo.blogspot.com.br/2017/04/biomas-preocupam-cnbb-mas-nao-as.html

CPI do CIMI ligada a CNBB, a igreja católica Vaticano. Crimes praticados contra o Brasil e contra os agricultores.


CPI DO CIMI  em Mato Grosso do Sul. Falta  a CPI do CIMI no Amazonas porque não fazem?:

CPI: não há dúvidas de que o CIMI incita e estimula a invasão de propriedades
CPI: não há dúvidas de que o CIMI incita e estimula a invasão de propriedades tendo como aliados o MST, autorizado pelo Vaticano Papa Francisco que os autorizou: Avançar!
“Nós marxistas com o Papa para parar o diabo”
Il Fatto Quotidiano, Roma, 3.11.2014 [2]    
Francisco autorizou o MST  à avançar!

Sessão do CIMI na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul

Sessão do CIMI na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul
Os produtores rurais, de outro lado, os grandes prejudicados, as inegáveis vítimas da ilegalidade praticada pelo CIMI.

Famílias com sonhos desperdiçados. Também vítimas da desesperança, causada pela interrupção dos [página 212] sonhos, dos projetos, do empreendedorismo. 

Como se não bastasse toda a conduta praticada pelo CIMI contra o agronegócio, de forma deliberada, dolosa, houve ainda, no final do ano de 2015 uma leviana campanha difamatória da qual efetivamente o CIMI participou.

Divulgou-se aos quatro ventos, em todos os meios de comunicação, que a carne e a soja do Mato Grosso do Sul estariam contaminados com sangue de crianças indígenas.

O CIMI foi um desses órgãos que fez questão de divulgar, em todos os meios possíveis, o ataque leviano, desonesto ao agronegócio. 


Notas:
https://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com.br/2016/05/produtores-e-indigenas-vitimados-pela.html
https://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com.br/2016/05/responsabilidade-civil-da-cnbb-na-acao.html#more

Uma igreja tribal, ecológica, "autóctone" e pós-comunista na Amazônia?

CUIDADO POVO  OLHE O JESUÍTA FRANCISCO AÍ, TRAMANDO COM O CIMI, CNBB, FUNAI, PARA COMUNIZAR A AMAZÔNIA

  • O Sínodo poderá se tornar a realização mais ousada do projeto comuno-missionário de uma Igreja ecologista e tribal, adaptada a cultos totêmicos portadores de “mensagens” confusas ou de fulgurações de misteriosos mundos que poderão se manifestar na inculturação ou falsa “autoevangelização”. O que está por vir será a Lei da imigração que aprovada, usarão os islâmicos para os ajudarem a "evangelização" não pós-comunista mas, comunista mesmo. Teremos então a URSAL irmã da URSS com a Rússia controlando tudo isso.


Muito próximo do Papa Francisco, o vaticanista Marco Tosatti, colunista do “La Stampa” de Turim e de seu site religioso “Vatican insider”, revelou em sua página pessoalo que vinha sendo comentado “a boca chiusa” em Roma: o Papa prepara em silêncio um sínodo sobre a Amazônia. 

O Sínodo não seria brasileiro, mas transnacional, incluindo todas as dioceses da região amazônica vista como uma realidade superior às nove nações que exercem sua soberania sobre partes dela.

O tema central anunciado é a ecologia. Mas não se trata de cristianizar a realidade ecológica da Amazônia, mas de “ecologizar” a Igreja Católica, dissociando-a de seu passado missionário e modelando-a segundo o modelo comuno-tribal excogitado pelo ambientalismo mais radical.

O instrumento escolhido para preparar o evento é o cardeal brasileiro D. Claudio Hummes, 82 anos, arcebispo emérito de São Paulo e ex-prefeito da Congregação para o Clero. 



O cardeal brasileiro D. Claudio Hummes está trabalhando intensamente há alguns anos no projeto pontifício. Já visitou 22 das 38 dioceses da Amazônia e o Papa lhe teria dito para apressar mais a agenda.

Muitos se lembram da destacada presença de Dom Cláudio na loggia de São Pedro quando Francisco I nela se apresentou logo após sua eleição.

O agitado Sínodo da Família, ainda fortemente controvertido, e seguido da não menos controvertida exortação sinodal Amoris Laetitia, atrasou o Sínodo de uma sonhada igreja comuno-tribal na maior floresta úmida da Terra.

Após queda do PT, o Sínodo Pan-Amazônico abre nova via para o comuno-progressismo. D.Cláudio Hummes abraça Lula na missa do Dia do Trabalho 2003. Hoje, é o articulador do Sínodo anarco-tribalista. Foto: Ana Nascimento-ABr
Após queda do PT, o Sínodo Pan-Amazônico abre nova via para o comuno-progressismo.
D.Cláudio Hummes abraça Lula na missa do Dia do Trabalho 2003.
Hoje é o articulador do Sínodo anarco-tribalista. Foto: Ana Nascimento-ABr
A Rede Eclesial Pan-Amazônica – REPAM foi fundada oficialmente em setembro de 2014, pretendendo dar continuidade às CEBs, muito diminuídas pela sua ligação com a Teologia da Libertação.

Segundo ela se define, a REPAM não tem uma finalidade católica como seu nome sugere, mas de apoio aos indígenas na “luta em defesa de sua sabedoria ancestral, de seus territórios e pelo seu direito a uma ‘participação efetiva nas decisões’ que dizem respeito a sua vida e a seu futuro. Reconhece e valoriza sua espiritualidade na relação com a Criação”.

Partilha, pois, as metas do famigerado CIMI.

A REPAM e, por conseguinte, o anunciado Sínodo Amazônico, visa planejar “como construir um modelo de futuro pan-amazônico em harmonia com a natureza”. A doutrinação desse modelo já está escrita e contida na encíclica Laudato Sì do Papa Francisco.

O plano é muito vasto, mas o ponto que de imediato atraiu a atenção é a criação de uma espécie de “sacerdotes casados”, que provocariam o fim do celibato eclesiástico no rito latino.

Tosatti dá entender essa meta final falando de “uma espécie de administradores leigos dos sacramentos, que substituam os sacerdotes. Mas há quem veja neste projeto a ponta da cunha para modificar as regras referentes ao celibato dos sacerdotes no rito latino”.

De fato, o Cardeal Hummes protagonizou em 2006 um não pequeno escândalo, após sua despedida da Arquidiocese de São Paulo para ocupar a Congregação do Clero a pedido do Papa Bento XVI. 

Na ocasião, recebendo a funcionários da Cúria paulista, ele acenou com o fim do celibato dos padres. 

“Embora os celibatários façam parte da história e da cultura católicas, a Igreja pode refletir sobre essa questão, pois o celibato não é dogma, mas uma norma disciplinar”, disse, segundo noticiou “O Estado de S. Paulo” (02-12-2006 – “Igreja poderá precisar de padres casados”).
O então ministro da Justiça Tarso Genro, em cerimônia Kuarup pelos mortos no Xingu, 2007. O ideal comuno-missionário é via de saída para as esquerdas Foto: Beth Begonha-ABr
O então ministro da Justiça Tarso Genro, em cerimônia Kuarup pelos mortos no Xingu, 2007.
O ideal comuno-missionário é via de saída para as esquerdas Foto: Beth Begonha-ABr
Essas declarações foram muito ecoadas pela imprensa anticlerical e progressista. Assim que desceu do avião em Roma, um representante da Santa Sé lhe apresentou o texto de uma retratação, que acabou sendo publicada em página inteira no jornal vaticano “L’Osservatore Romano”.

Agora, segundo Tosatti, D. Hummes voltou à carga dizendo que fala em nome do atual Papa. 

Tendo pregado retiros para bispos, sacerdotes e encarregados de pastoral sobre o Sínodo que está sendo planejado para a Amazônia, D. Hummes insistiu para que todos discutam abertamente o celibato, garantindo que nada devem temer por parte da Santa Sé. Esta outrora considerava revoltosa a dúvida e a contestação desse preceito eclesiástico no rito latino.

O Sínodo serviria de pretexto para subverter a doutrina e a disciplina do sacerdócio. Segundo Tosatti, a extensão do território, a dispersão da população e a falta de padres justificariam a violação da norma tradicional.

Tosatti menciona alguém não identificado, que durante uma conferência de D. Cláudio propôs que fossem solicitados dois sacerdotes a cada uma das Ordens missionárias existentes. 

Mas o Cardeal teria respondido: “Não, não, o Papa não quer isso. Depois do Concílio não devem existir mais missionários, cada povo deve se evangelizar por si mesmo; só clero autóctone, sacerdotes e bispos até sem formação acadêmica”.

Acrescenta Tosatti: “E prosseguiu dizendo que se antes era tabu falar de padres casados, agora se pode falar tranquilamente; falai entre vós. O Papa lhe teria aconselhado dizer aos bispos que ordenem um grande número de diáconos permanentes.

O objetivo seria abrir a estrada para a ordenação de leigos casados para suprir a carência de sacerdotes”.
O Cardeal está impulsionando o envio de cartas dos bispos ao Papa pedindo autorização para realizar o Sínodo. Atendendo a esses pedidos, Francisco I aprovaria a reunião. 
Religiosa na Missão Anchieta entre os indígenas da Amazônia, modelo da evangelização e de civilização  que o Papa Francisco não quereria, segundo D.Claudio Hummes.
Religiosa na Missão Anchieta entre os indígenas da Amazônia,
modelo da evangelização e de civilização  que o Papa Francisco não quereria,
segundo D.Claudio Hummes.
A ideia de sacerdotes “leigos” na realidade vem de longe, sobretudo na Alemanha, que nada tem a ver com a realidade amazônica, mas que por afinidade teológica financia a operação em andamento através da Caritas.

A relativização do celibato eclesiástico, entretanto, é apenas um aspecto introdutório da “igreja que se evangeliza a si própria”.

Essa nova-Igreja surge como se Jesus Cristo tivesse errado ao mandar: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi”. (Mateus 28, 19-20)

E também: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16, 15-16).

O Sínodo poderá se tornar a realização mais ousada do projeto comuno-missionário de uma Igreja ecologista e tribal, adaptada a cultos totêmicos portadores de “mensagens” confusas ou de fulgurações de misteriosos mundos que poderão se manifestar na inculturação ou falsa “autoevangelização”.

Esse novo Sínodo ainda dará muito que falar.

Luis DufaurEscritor, jornalista,conferencista depolítica internacional,sócio do IPCO,webmaster dediversos blogs
https://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com.br/2016/09/uma-igreja-tribal-ecologica-autoctone-e.html Uma igreja tribal, ecológica, "autóctone" e pós-comunista na Amazônia?