quarta-feira, 30 de maio de 2018

“Coloquem os óculos, senhoras e senhores: enxerguem!”, Tucutu quais seriam as razões por trás da construção deste corredor roubando 62% do território brasileiro?...

Prezados: Estamos vivendo um momento crucial na História da humanidade. Momento difícil de ser compreendido, principalmente se observado por análises dos fatos de maneira isolada. Não é nenhuma novidade o fato de que os comunistas sempre tenham dito que o sucesso do comunismo dependesse da consumação daquele regime em todo o planeta. Também não é nenhuma novidade o desejo do Islã de reinar sobre todos os povos da terra. Os adeptos desses dois projetos de poder mundial estabeleceram uma trégua entre suas diferenças e se uniram para destruir o ‘gigante imperialista ocidental cristão’ representado em sua liderança pelos EUA. Estas forças de destruição atuam, não só mundo afora, como dentro do território norte-americano, há anos – os presidentes Jimmy Carter, Bush (o Pai e filho)  Bill Clinton e, Barak Obama que o digam (são todos, dentre outros, provas vivas disso). Observe-se que Bush, a partir dos atentados de 11 de setembro de 2001, acelerou o processo de construção/aprimoramento do escudo antinuclear norte-americano, estendendo-o para a Europa.

Putin, o verdadeiro comandante da Rússia, por seu lado, ameaça com ataques – inclusive nucleares – aos americanos e a seus possíveis aliados. A Rússia reativou bases militares em territórios estrangeiros na Ásia, na Venezuela, e os EUA reativaram a IV Frota. Todos os inimigos dos EUA estão sendo abastecidos com armamentos e munições de todos os tipos – seja isso feito de forma legal e aberta ou não, direta ou indiretamente, pelas mãos dos russos. 


O Brasil, que ocupa, sozinho, a maior parte do Continente – está sendo alvo de ação no contexto dessas disputas. Em tendo o escudo antinuclear, parte da Europa e dos Estados Unidos relaxaram na ‘manutenção’ de zonas de retaguarda, para abastecimento e sobrevivência a um conflito nuclear. Subestimaram a capacidade de infiltração e de ação do inimigo dentro de suas fronteiras, assim como avaliaram mal a importância, em termos de quantidade, de se poder contar com povos e territórios aliados. 


Não ligaram para a esquerdização da América-Latina (completamente patrocinada pelos mesmos inimigos que atuam dentro do estado norte-americano) e, depois de 2001, tentam, sem sucesso (com exceção da Colômbia), trazê-la de volta para o bloco dos aliados do grupo ‘ocidental-cristão’. Outra razão para a criação da IV Frota. 


A vocação da América-Latina jamais foi a comunista, ainda que tenham prevalecido na região ditaduras paternalista-populistas – que são coisas diferentes. venezuelanos, argentinos e, bolivianos saíram às ruas para lutar contra a implantação do comunismo em seus países é o que acontece com o Brasil atualmente. Ao contrário, como já disse, parte do mundo tem feito vista grossa em relação à esquerdização da América do Sul e outra tem patrocinado exatamente esse processo. Não é preciso, portanto, que haja ingerência nenhuma dos EUA para que reações internas aconteçam. 


No Brasil, por exemplo, essa reação tem-se dado, AINDA, nos níveis judiciais e intelectuais. Os povos da região também não têm o menor desejo de se unificarem na União das Repúblicas Socialistas Latino-Americanas (o nome muda toda hora...). Esse ‘projeto’ de união, patrocinado pela oligarquia financeira internacional, através da ONU, vem, portanto, de fora, e, aqui, atua pelo braço do Foro de São Paulo.


Como o processo de ‘união’ em bloco é completamente antinatural, vem sendo imposto, sem disfarçatez por parte dos governantes do Foro que chegam ao poder em seus países. Por isso é que, para o PT e para outros esquerdistas, ‘perder’ três refinarias da Petrobras para a Bolívia, e Passadena, não se tratou de perda e sim de remanejamento de administração – já que o que se tem em mente é o bloco continental e não um pedaço dele, no caso o Brasil. E funciona esse tipo de olhar para tudo o que se faça por aqui, com o Brasil quase sempre perdendo, porque é visto como o gigante imperial-capitalista da região. 


Marco Aurélio Garcia já declarou que toda a América-Latina precisa se beneficiar da futura exploração do petróleo do Pré-Sal. Entretanto, nesse novo cenário de ‘Guerra Fria’, é bem possível que os movimentos de reação ao comunismo acabem recebendo, sim, apoio (sabido, por estes, ou não) de grupos aliados aos ocidentais-cristãos, que, agora, começam a entender (talvez um pouco tarde demais) que têm um inimigo poderosíssimo em comum e que age à revelia de fronteiras – geográficas e ideológicas. 


Não é hora de olhar o mundo com olhos anti-americanistas e, sim, com olhos (e bem abertos) anti-internacional-comunisto-fascistas. Identifiquemos bem os inimigos do homem e da liberdade, senhores.

Pois é, a Guiana divisa com o Brasil tem petróleo Temer manda construir estrada de ligação, e o exército a abrir poços artesianos.  "E todo esse entreguismo tramado no mais absoluto segredo"

Em 2001, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) publicava um mapa com as reservas brasileiras de hidrocarbonetos no qual marcava a bacia do Tacutu entre essas reservas (figura abaixo). 
Ou seja, o fato de haver reservas de petróleo e de gás na região não é desconhecido por autoridades ligadas à área petrolífera e nem por parte do governo, que, em novembro de 2006, por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia, empregou recursos da ordem de R$ 1,5 milhão, através de emenda parlamentar, na Universidade Federal de Roraima, para a implementação do Núcleo de Pesquisas Energéticas (Nupenerg) com propostas de pesquisar petróleo na bacia do Tacutu, e na Bacia Sedimentar do Amazonas, na região sul de Roraima. Grande parte da porção brasileira da Bacia do Tacutu está dentro da área da reserva indígena Raposa Serra do Sol. Ou seja, como se não bastasse haver nióbio, tântalo, ouro e diamantes, na Raposa Serra do Sol também tem petróleo e/ou gás.
A demarcação de reserva indígena pretendida pela FUNAI e pelo Instituto Sócio Ambiental (ISA): a dos Cué-Cué Marabitanas, no Amazonas.
 A descrição geográfica da posição desta Terra Indígena (TI) feita por Maier impressiona: "Na extremidade sul da TI Cué-Cué Marabitanas fica a cidade de São Gabriel da Cachoeira... Entre a TI Balaio, a leste (que, por sua vez, já faz fronteira com a TI Ianomâmi); a TI Alto Rio Negro, a oeste; a TI Médio Rio Negro I, ao sul; e a Venezuela, ao norte. Abaixo da TI Alto Rio Negro, existe ainda a TI Rio Apapóris (próximo à Vila Bittencourt). E a leste da TI Médio Rio Negro existem as TI Médio Rio Negro II e TI Rio Tea. Abaixo da TI Médio Rio Negro I - depois de uma faixa de terra ainda não pleiteada pela Funai para os indígenas - existe a TI Uneiuxi. Todas estas TI ficam no Amazonas. Com as demarcações de Balaio e Cué-Cué Marabitanas, o município de São Gabriel da Cachoeira terá 90% de suas terras destinadas aos índios!" 
Observem o mapa acima (clique para ampliar). A criação da Reserva Indígena Balaio foi feita depois que o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), órgão do Ministério de Minas e Energia, identificou 
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Seis Lagos, um imenso depósito de nióbio logo a norte de São Gabriel da Cachoeira. Esse depósito pode ser até maior que o maior depósito de nióbio hoje conhecido no mundo, que é o de Araxá, em Minas Gerais, que produz 95% do nióbio consumido no mundo. Aliás, antes mesmo de criar a reserva indígena foi criado um parque nacional sobre o depósito, para impedir seu estudo. A quem interessa isso? Mas, as ambições não param por aí. A pretensão da FUNAI e do ISA é juntar todas estas terras indígenas numa única, que receberia o nome de TI Balaio (veja mapa acima), na qual São Gabriel da Cachoeira estaria COMPLETAMENTE inserida. Acompanhando todas as demarcações de TI(s) e de reservas ambientais na região da Amazônia Legal e até nas suas redondezas, pode-se observar a formação de um corredor de riquezas com importância estratégico-geográfica impressionante. Uniria o Oceano Atlântico ao Pacífico, partindo da Guiana e passando pelo Brasil e Colômbia. Olhando o mundo a partir da suposição de uma Terceira Guerra Mundial, quem tiver o domínio sobre esta região do ‘corredor’ estará muito bem arranjado. Sobre isso, leiam “Coloquem os óculos, senhoras e senhores: enxerguem!”. O importante é começar a pensar sobre quais seriam as razões por trás da construção deste corredor...
Notas:
http://artigosrebeccasantoro.blogspot.com/2008/09/o-misterioso-rico-e-estratgico-corredor.html
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https://artigosrebeccasantoro.blogspot.com/2008/09/coloquem-os-culos-senhoras-e-senhores.html

Pois é, a Guiana tem petróleo Temer manda construir estrada ligando Roraima a Guiana, e o exército a abrir poços artesianos.

Nota minhaPara quem não sabe porque a Venezuela está 'isolada', expulsando o seu povo para o Brasil sustentar, mantendo interno apenas aqueles que o comunismo dizem apoiar;  com a Rússia dentro da Venezuela abastecendo com armamento russo; com base de lançamento de mísseis iraniano dentro do território venezuelano apontado para o norte aonde os venezuelanos não podem entrar, será uma provável guerra que surgirá pelo ouro negro, petróleo em abundância na bacia sedimentar do Brasil Essequibo / Guiana até o Grande Caribe, que é cobiçada pela Venezuela. Devemos analisar, porque tem acontecido os tsunamis no Grande Caribe e agora o Vulcão  Kilauea no Hawai provocado pela Puna Geothermal Venture. qual seria a intenção  da elite do mal, em devastar o Caribe?[7]
Existe outro agravante de usurpação no norte do Brasil, o grande corredor ligando Colômbia, Brasil, Guiana, encabeçado por Santos presidente da Colômbia junto a ONU, alegando "reserva ecológica" unindo o Pacífico ao Caribe, é a pretensão de usurpação das terras brasileiras  a mais rica região do mundo em petróleo, urânio, nióbio, ouro e outros minerais, correspondendo a 62% no território brasileiro. É o grande  ‘projeto’ de união, patrocinado pela oligarquia financeira internacional, através da ONU, e administrada dentro do Brasil pelo Foro de SP. Será o maior roubo da história mundial, pelos donos do mundo. Toda a região será fracionada, o povo poderá perder sua nacionalidade e seu habitar.
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Empresas de ouro, silvicultura, mineração de bauxita  petróleo e urânio se instalaram no território de Essequibo fronteira com a Venezuela, com o apoio da Guiana Inglesa, Brasil, Holanda, Canadá, Suriname, empresas de exploração de ouro como a Guiana Goldfield petrolífera canadense, China National Offshore Oil Company, Shell dos Países Baixos, Canadá e Anadarko, CGX e Exxon US, operaram livremente no território reivindicado. Que moral tem o governo brasileiro aliado ao Foro de SP, para chamar a Venezuela as falas? Jugmann + Torquato + Etchegoyen + Temer, O Quarteto Fantástico da Competência!. Não estão conseguindo organizar nada nem no RJ vão querer brincar com a Venezuela? Mexam-se, Forças Armadas, mostrem a todos a que serviu  a formação da AMAM seguida o juramento à bandeira.


A velha briga por petróleo…

E o norte do Brasil criminosamente em segredo, fracionado, explorado, doado às petrolíferas internacionais explorarem, jamais os brasileiros saberão dos lucros.

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A Guiana poderia ser levada a pedir uma intervenção da OTAN 
ao Conselho de Segurança das Nações Unidas.
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Ela tem petróleo não só no mar, mas também no interior (divisa com o Brasil até o grande Caribe). Nos dias de hoje, por exemplo, a empresa de exploração de petróleo Groundstar aposta nesta potencialidade da Guiana e fechou um pacote de contratos, dentro dos quais estabeleceu 3 pontos para as primeiras perfurações: nas regiões dos rios Karanambo, Rewa e Pirara.[3] 
Toda esta predisposição petrolífera na vizinha Guiana concentra-se num tipo de terreno geológico-ambiental classificado como bacia sedimentar. O que é uma bacia sedimentar? 
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É uma depressão topográfica de grande extensão, como o Vale do Rio Taubaté, por exemplo, na qual, ao logo dos tempos vão sendo depositados fragmentos de erosão das áreas elevadas que a margeiam e transportados para a bacia por rios, geleiras ou ventos, juntamente com restos de animais ou de plantas, como pedaços de conchas, de folhas, de ossos etc. 
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Tríplice fronteira Brasil–Venezuela–Guiana no topo do monte Roraima
Toda esta predisposição petrolífera na vizinha Guiana concentra-se num tipo de terreno geológico-ambiental classificado como bacia sedimentar. Consultem Takutu Basin e Groundstar. . 
!!! Estrada, para transportar o que? ligar o que? Explorar o que?
Brasília - O presidente Michel Temer recebe o presidente da Guiana, David Arthur Granger, em cerimônia oficial no Palácio do Planalto (Antonio Cruz/Agência Brasil)Brasília - O presidente Michel Temer recebe o presidente da Guiana, David Arthur Granger, em cerimônia oficial no Palácio do Planalto (Antonio Cruz/Agência Brasil)
(foto: antonio Cruz/Agencia Brasil)
Brasil pavimentando estrada na Guiana para escoar produção de Roraima? Que produção? O Nióbio? madeira?, minérios estratégicos brasileiros pela Guiana via exterior e secreto? O presidente Michel Temer em 21/12/2017 em reunião com o presidente da Guiana inglesa David Granger assina acordo bilateral para  a Odebrecht pavimentar a estrada, ligando Bonfim - Roraima Brasil a Lethem-Linden, na Guiana.  Segundo o Itamaraty, acordo favorecerá o comércio e escoamento da produção para o Caribe e mercados norte-americano, asiático e europeu. O segundo acordo estabelece a colaboração do Exército Brasileiro para perfuração de poços artesianos na região do Rupununi, na Guiana (alegam, água para os índios?) vejam, site divulgado no exterior Rupununi como área de turismo?:
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Em 2012, o bloco de Roraima foi entregue à Anadarko (EUA), que ficava na costa atlântica da Delta; e desde 2003 o Brasil e a Guiana pela barragem no Alto Mazaruni[1].
O governo guianense pretende avançar com uma ou mais barragens no rio Alto Mazaruni o que inundaria a terra do povo indígena Akawaio e de uma comunidade Arekuna. O governo da Guiana tem encoberto o projeto em segredo. Ele foi arquivado inicialmente nos anos 70 após financiadores, incluindo o Banco Mundial, terem se retirado depois de uma campanha dos Akawaio e da Survival International(inglesa) .O governo não obteve o consentimento livre, prévio e informado dos povos indígenas, conforme exigido pelo direito internacional, e as tribos expressaram a sua oposição vocal ao projeto. A barragem tornaria os Akawaio e os Arekuna em refugiados e destruiria uma área conhecida pela sua magnífica paisagem, biodiversidade e interesse científico, e famosa graças ao livro de Arthur Conan Doyle, ‘O Mundo Perdido’.[2]
Vista do local da barragem hidrelétrica no rio Mazaruni. Todos as áreas seriam inundados, exceto as mais altas.Os Akawaio e Arekuna pescam no rio Mazaruni e seus afluentes. A barragem inundaria as terras das tribos e destruiria para sempre uma área famosa pela sua paisagem e biodiversidade.
Os Akawaio e Arekuna pescam no rio Mazaruni e seus afluentes. A barragem inundaria as terras das tribos e destruiria para sempre uma área famosa pela sua paisagem e biodiversidade.
Na área existem empresas menores de concessões Índia, Espanha, Reino Unido e Austrália. Estima-se que mais de 100 subcontratados envolvidos em atividades para as grandes concessionárias. Garimpeiros venezuelanos também estão envolvidas na mineração de ouro. Para isto é preciso acrescentar os milhares de garimpeiros do Brasil, Colômbia e Equador.
Grande Caribe 2018!!! POR QUE TRAGÉDIAS?
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"Grande Caribe": "corredor ecológico" a geopolítica ameaça à Amazônia e à integração da América Latina  - http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2017/02/fundacao-gaia-amazonia-da-casa-de.html

Notas:
[1]Os Akawaio e os Arekuna totalizam ao redor de 10,000 indivíduos [estimativa conservadora] e vivem na floresta das Montanhas Pakaraima na Guiana, perto do Monte Roraima, desde tempos imemoriais. Eles têm roças florestais, onde crescem frutas e vegetais, e pescam no rio Mazaruni e seus afluentes. Coletivamente, eles se chamam de A’murugok ou ’Povo das Cabeceiras’.- As Montanhas Pakaraima e as pastagens adjacentes na Guiana, Brasil e Venezuela, são as partes mais altas do Escudo das Guianas e contêm recursos de rios que desaguam nos rios Amazonas, Essequibo e Orinoco, os três grandes rios do norte da América do Sul. A região se destaca mundialmente pela sensibilidade do seu clima e pela sua biodiversidade. O governo da Guiana está designando essa área a uma série de projetos hidrelétricos e de mineração.
[2]https://www.survivalbrasil.org/ultimas-noticias/9740
[3]http://lenincardozo.blogspot.com/2015/
[4]http://www.searchanddiscovery.net/documents/2004/webster02/images/poster03.pdf ou http://www.frasermackenzie.com/presentations/Groundstar%20at%20FM%20Conference.pdf)Make Google view image button visible again: https://goo.gl/DYGbub
[5]http://artigosrebeccasantoro.blogspot.com/2008/09/o-misterioso-rico-e-estratgico-corredor.html

quarta-feira, 28 de março de 2018

Roraima Estado sem desenvolvimento, imperando o nepotismo, corrupção e cinismo dos dirigentes políticos.

Segunda Turma do STF rejeitou a denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no âmbito da Operação Zelotes contra o senador Romero Jucá (MDB-RR) e o empresário Jorge Gerdau; senador é acusado de receber vantagens indevidas da ordem de R$ 1,33 milhão pago por Gerdau por meio de doação oficial entre os anos de 2010 e 2014 visando favorecer suas empresas em Roraima; participaram da sessão que recusou a denúncia por unanimidade os ministros Dias Toffoli, Celso de Mello e o relator do inquérito, Edson Fachin

Até 1987 foram eleitos governadores biônicos para o Território Federal do Rio Branco/ de Roraima. No entanto, Boa Vista, é a única capital brasileira localizada totalmente ao norte da linha do Equador. Moderna, a cidade destaca-se entre as capitais da Amazônia pelo traçado urbano organizado de forma radial, planejado no período entre 1944 e 1946 pelo engenheiro civil Darcy Aleixo Derenusson, lembrando um leque, no conceito de cidade jardim.
No entanto, em 1988 Roraima de Território Federal, a Estado de Roraima, por azar, recebeu como governador indicado por José Sarney, o ex-presidente da Funai Romero Jucá (PMDB) que em nada contribuiu para o desenvolvimento sustentável de Roraima se não bastasse, mostrou a que foi enviado apoiando a CIMI e a FUNAI, na demarcação vergonhosa da Reserva Yanomami como contínua, além de levar para Roraima o nepotismo; com sua influência junto ao Governo Federal, Jucá se calou com a paralisação das obras do Linhão de Tucuruí, que interligaria Roraima ao SIN (Sistema Interligado Nacional) já que o Governo Federal disponibilizou R$ 13 bilhões para o setor, mas Roraima não recebeu um centavo. Além disso, as obras do Linhão estão paralisadas porque os índios Waimiri-Atroari impede o licenciamento da obras, não permitem passar a rede por dentro da reserva então demarcada, e com a crise na Venezuela o presidente Nicolas Maduro desligou a energia que vem para Roraima e abastece  as cidades de Boa Vista, Cantá, Rorainópolis, Alto Alegre, Mucajaí, Caracaraí, Pacaraima, Bonfim, Iracema e São Luiz.” os governos PMDB de Jucá/Sarney precedido pelos seus aliados PTB, PSDB e PP paralisaram o Estado de Roraima com a corrupção, e vistas grossas para as ONGS internacionais instaladas dentro de Roraima, para fragmentar o território, para tirar do cidadão a nacionalidade, o habitar.
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A Farsa Yanomâmi e o entreguismo dos governos civis de 1985 ao atual

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Roraima e o perigo das invasões´de estrangeiros pelas fronteiras além das ONGs internacionais já dentro das tribos.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé e atividades ao ar livre
ÁREAS DE INTELIGÊNCIA FIQUEM ATENTAS QUE A COISA É MUITO SÉRIA. !!!!!!!!!
Somando o perigo das ONGs estrangeiras que já estão nas reservas indígenas de Roraima,
Cubanos, chineses e indianos estão entrando pela Guiana ilegalmente. Moradores têm denunciado a falta de fiscalização sobre a migração ilegal de estrangeiros em Bonfim (Roraima), na fronteira com a Guiana 
SOMANDO-SE AOS 41.000 VENEZUELANOS QUE JÁ ENTRARAM NO ESTADO DE RORAIMA NOS ÚLTIMOS MESES, (CONFORME DADOS DA POLICIA FEDERAL), AOS CUBANOS QUE ENTRAM ATUALMENTE PELO PARAGUAI, BOLIVIA E URUGUAI, MAIS AINDA A GRANDE LEVA DE COLOMBIANOS PASSANDO POR LETÍCIA E ENTRANDO NO BRASIL, VINDO DA REGIÃO DAS FARC, MAIS OS HAITIANOS VINDOS RECENTEMENTE, TODOS SEM FAMÍLIA E QUASE COM CERTEZA COM TREINAMENTO MILITAR EM SEUS PAÍSES.; SÓ FALTA SABER ONDE ESTÃO OS ARSENAIS DESATIVADOS DOS ARMAMENTOS DA GUERRILHA COLOMBIANA, SOMANDO-SE AOS MAIS DE 100.000 FUZIS KALASHNIKOV RECEBIDOS DA RUSSIA E MAIS OS 25.000 A SEREM PRODUZIDOS ESTE ANO NA VENEZUELA NA SUA NOVA FÁBRICA . SOMANDO-SE A TUDO ISTO TEMOS O FLUXO CRESCENTE DE ARMAS E MUNIÇÕES VINDOS DO PARAGUAI PARA AS MÚLTIPLAS FACÇÕES CRIMINOSAS DO SUDESTE E SUL DO PAÍS. PENSEM NUM CENÁRIO NÃO MUITO DIFÍCIL DE ACONTECER, ONDE ESTE PESSOAL VENHA A SE JUNTAR COM OS MST DA VIDA, COM OS PCCs E OUTRAS FACÇÕES E SE ROTULAREM DE MOVIMENTOS POLÍTICOS PARTIDÁRIOS DEFENDENDO A CONSAGRAÇÃO E IMPOSIÇÃO DE LIDERES POPULISTAS!!!!!!!! ESTE PESSOAL NÃO BRINCA EM SERVIÇO.

observações e esclarecimentos  do Professor abaixo,

(E EU PERGUNTO: AONDE ESTÃO PROFESSOR OS INTELECTUAIS, OS POLÍTICOS DE RORAIMA QUE DEIXARAM, SE CALARAM, FRENTE A CLÃ SARNEY, JUCÁ, DESDE OS ANOS 80 E AGORA SARNEY FILHO COM SEU ENGANADOR PV VENDENDO A AMAZÔNIA, TRANSFORMANDO A MENTALIDADE DO INDÍGENA, INVADINDO SEU HABITAT NATURAL? PORQUE ESCONDEM DO POVO O DOMÍNIO DOS PODEROSOS INTERNACIONAIS DENTRO DE RORAIMA?)

- Passar 3 (três) dias em Roraima não permite a nenhuma pessoa fazer uma análise confiável sobre o nosso Estado, principalmente entrevistando pessoas aleatoriamente.

- 70%  de áreas indígenas é um pouco exagerado. O certo é 45,8 %. O que existem são unidades de conservação num total de mais 23,9 % Chegando aí sim a  um total próximo dos 70 %. 

- Com relação ao fechamento da BR 174 no trecho em que atravessa a  Terra Indígena Waimiri Atroari ainda é uma trista verdade. Só podem passar à noite ônibus e cargas perecíveis. Nunca soube de que a passagem para estrangeiros era livre. Isto é lenda.    Hoje Roraima padece com falta de energia (nossa energia vem da Venezuela e a chave está nas mãos do Maduro, com constantes apagões  supridos parcialmente por caríssimas termoelétricas) tudo isto devido à não concordância dos índios em passar o linhão de Tucuruí junto à BR 174, sem nenhum desmatamento. Os membros da nova geração do Ministério Público Federal juntamente com jovens juízes federais pressionados por ONG´s internacionais mantem embargada a obra já a algum tempo sem nenhuma manifestação do Governo Federal.

- Da mesma foram foi feito um relato bastante exagerado dos estrangeiros nas áreas indígenas. Existem alguns poucos casos de missões estrangeiras em comunidades indígenas. A maioria dos indígenas fala o Português, alguns o Inglês devido serem originários da Guiana e poucos estão mantendo a língua materna.  Biopirataria e prospecção mineral sempre existiu na Amazônia e aumentou muito com novas tecnologias de sensoriamento remoto através de satélites, aeronaves e atualmente drones. Aí é que devem entrar os órgãos de repressão  (Polícia Federal, ICMBIO, Exercito, Aeronautica - Cadê o Projeto SIVAM?)

-  A revista de bagagem nas fronteiras (quando é feita regularmente) e no Aeroporto Internacional de Boa Vista pelo que temos conhecimento é feita dentro dos padrões internacionais e não seletiva brasileiros e estrangeiros.

- Talvez na época que esta pessoa aqui esteve (deve ter sido nos anos 80)  a mesma não procurou saber mais sobre o início da desenvolvimento que estava ocorrendo (sob o governo do Brigadeiro Ottomar)
com a implantação e funcionamento do Distrito Industrial de Boa Vista, Matadouro, Usina de Leite, Agronegócio com alta produção de arroz irrigado,Projeto Passarão - Polígono irrigado, etc, etc. É certo que boa parte da economia era do contracheque governamental, e ainda hoje temos  um pouco disto isto somado às bolsas familia e outras. Mas é o  agronegócio e a agroindústria que começa a despontar (mais de 50.000 hectares só de soja, Piscicultura comercial atendendo tanto o nosso Estado como o do Amazonas, pecuária em grande crescimento, com inauguração de matadouro privado homologado para exportação, etc)

- Não existe na população esta proporção de 1 roraimense para cada outros 9 de outros estados, tal como afirmado. Pesquisa recente do Instituto UNAMA e Folha de Boa Vista (outubro 2017) mostra que a população atual tem  aproximadamente 60% de nascidos no Estado. Dos 40% restantes temos 6,9 % de maranhenses , 3,9 % paraenses, 2,1 % amazonenses e 1,9% de cearenses e os restantes 25% são distribuídos entre pessoas vindas do Brasil todo, além de termos atualmente um grande numero refugiados estrangeiros, principalmente venezuelanos. A maior parte deste pessoal de fora, onde me incluo,  gosta bastante daqui e muitas vezes valoriza mais as coisas regionais do que os próprios nativos, criando atualmente uma identidade regional "suis generis". 

Desculpem o alongamento nos comentários mas acredito que é importante para informar corretamente nosso grupo composto por importantes cabeças pensantes e o mais importante: Patriotas.

Um grande abraço

Prof. Dr. Jaime de Agostinho  UFRR

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Ministro da Defesa Jungmann confirma interesse da Rússia em acordos sobre Base de Alcântara

CONTINUAM EVOLUINDO AS NEGOCIAÇÕES SOBRE A ENTREGA DE VÁRIAS PARTES DA BASE DE LANÇAMENTOS DE MÍSSEIS EM ALCÂNTARA  NO MARANHÃO. ESSE GOVERNO VAI ACABAR CONSEGUINDO CRIAR UMA GRANDE BASE MULTINACIONAL  NA ENTRADA DA AMAZÔNIA .... ISSO É ENTREGUISMO...



Ministro da Defesa Jungmann confirma interesse da Rússia em acordos sobre Base de Alcântara

    Parece que estamos voltando ao início dos anos 2000, quando o vexatório 'Acordo de Alcântara' foi rejeitado e arquivado na Câmara dos Deputados, após os patrióticos e convincentes argumentos do então Deputado Waldir Pires (futuro ministro da Defesa), quando do governo entreguista de FHC. À época, apesar de as autoridades governamentais alardearem, prematuramente, vitória no Legislativo, a vigorosa campanha desencadeada pela Liga da Defesa Nacional (LDN), em todo o País, surtiu efeito e não nos sujeitamos às cláusulas humilhantes do dito Acordo, que, agora, querem reavivar. O certo é que a entrega ou cessão, com sacrifício de nossa Soberania, do Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA), fará com que se crie, na Amazônia, um verdadeiro enclave estrangeiro (quer seja ele estadunidense, russo, ucraniano, chinês, francês, etc). Não é aceitável a imposição do instituto da 'soberania restrita, limitada ou compartilhada', no território nacional (isso só houve por aqui, ao tempo da II GM, com as bases aéreas do Nordeste), como existe em vários países, inclusive na América do Sul, com as 'forward bases' (bases avançadas dos EEUU), no arco amazônico de Oeste, em países nossos vizinhos, sendo certo que já existem mais de 20 dessas bases, como nos deu conta a fidedigna reportagem do jornal 'Zero Hora', de Porto Alegre (RS), de 25 de março de 2001.
    O Acordo de 'Salvaguardas' (?) era muito longo, com inúmeras normas lesivas ao Brasil, tais como:
    - Proibição de Acordo com outros países para uso do CLA, sem anuência por escrito dos EUA;
    - Proibição de vistoria por autoridades brasileiras na entrada e saída de 'containers' norte-americanos;
    - Proibição de acesso de brasileiros ao CLA, quando em uso pelos EUA, sem credenciamento por eles;
    - Proibição do emprego pelo Brasil do 'aluguel' em quaisquer atividades relacionadas com sondas, mísseis, foguetes, ogivas, satélites, naves espaciais, etc;
    Assim, seriam vantagens para os EEUU,  dentre outras:
     - A inibição (ainda maior do que as castradoras condições que nos foram impostas pelo MTCR e pelo TNP, também assinados ao tempo do governo FHC), ao desenvolvimento no Brasil de tecnologias relacionadas com a utilização comercial futura do espaço aéreo e cósmico;
    - Proibição de Acordos entre o Brasil e outros países (clientes em potencial do CLA), justamente quando já se planeja a utilização, inclusive por passageiros, de naves espaciais ou cosmonaves;
    - A transformação do CLA no maior cosmódromo ou 'porto espacial' do planeta, ao controle daquele País.
    Para o Brasil, segundo as declarações de então, do ministro Sardenberg, da Ciência e Tecnologia, que disse que 'não largaria o osso' (mas teve de largar - rssss), as vantagens seriam:
    - Manter o CLA em atividade, sendo certo que  a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Força Aérea deveriam rever o Programa Espacial Brasileiro autônomo, incluindo parcerias alienígenas, além das existentes, porém atentatórias à Soberania Nacional;
    - O recebimento (à época) de trinta milhões de dólares por ano, como se a Soberania tivesse preço ...
    Mas as restrições são essas, em Acordos que tais, 'cara pálida', já disseram, tachando-nos, sob um viés ideológico, 
 de xenófobos, paranoicos,  delirantes nacionalisteiros melancias (verdes por fora e vermelhos por dentro), retrógrados, boçais, etc., etc. E 'adeptos de teorias da conspiração' (ora, a conspiração é deles!). Em que pese a admiração que devemos ter pelos EEUU, por suas posições de defensores impertérritos da liberdade, da democracia e dos princípios ocidentais e cristãos, não podemos nos tornar vassalos desse notável País, ou de qualquer outro ...
   É preciso que nossas autoridades pensem, com serenidade e muita cautela, e tenham o mesmo entendimento que o Congresso, patrioticamente, teve nos três primeiros anos da década de 2000.
    BRASIL ACIMA DE TUDO!!
    Em derradeiro, nunca é demais lembrar da Carta Magna de 1988, que assim se inicia:
    "Art. 1° A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado democrático de direito e tem como fundamentos:
    I - a soberania; (destacamos em colorido).
    II - a cidadania;
    III - a dignidade da pessoa humana;
    IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
    V - o pluralismo político.
    Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos, ou diretamente, nos termos desta Constituição".
    

      O mais amigo dos abraços do
    Soriano (recebido por e-mail)

sábado, 22 de abril de 2017

Olinda auto suficiente hoje, se não tivessem boicotado a exploração da Fosforita

Dos bens estimados em R$ 29,6 milhões, só foi arrematado o equivalente a R$ 162,7 mil.  / Foto: Helia Scheppa/Arquivo JC Imagem
Em 1969 A Phillips Petroleum consegue de Costa e Silva a construção de um grande conjunto habitacional , bem em cima de uma jazida de fosforita, em Olinda, para inviabilizar sua exploração, que era competitiva com a deles. Hoje, 2017 é o sexto leilão para vendê-la, o último em 2012 por R$40 milhões para empresários islâmicos de Dubai não pagaram desistindo do investimento e continua um mistério  pelo desespero que passou a  família Costa Azevedo em ver o seu sonho da mineração destruído sem jamais saberem o motivo.
A Fosforita Olinda S/A (FASA).Uma abordagem ao passivo ambientalEmpresa vinculada ao setor de mineração e beneficia-mento ...Olinda é um município do estado de Pernambuco,Região Metropolitana do Recife.População de 377.779 habitantes.Área de 41,65...
 Considerando que a ingestão de água é a via principal para a contaminação radioativa.     Sabe-se que 80% dos recursos ...Departamento de Energia Nuclear daUniversidade    Federal    de    Pernambuco(DEN/UFPE) desenvolve estudo dos teores derad...
O progressivo aumento da mortalidade pordoenças     crônico-degenerativas     como       ocâncer, requer a promoção de um ...Entre outras pesquisas resta ainda realizar estudosmais detalhados: Quanto aos teores do 222Rn. Quanto teores de carcino... 

Em 1953 se descobriu que em uma região de Olinda existia um barro muito rico em fosfato, que era muito usado como adubo, às terras pertenciam a Usina Catende em Peixinhos, esse barro seria fonte de grande riqueza e desenvolvimento para todo um povo que ali vivia.Sapucaia, distrito e município de Olinda, Estado de Pernambuco,Rua Pedro Ivo e daí, com quatrocentos e trinta e um metros (431m)

A existência de fosforita na faixa litorânea do Estado de Pernambuco é conhecida desde o final da década de 1940, quando se constataram teores consideráveis de fosfato em testemunhos de sondagem no Município de Olinda. 

Os estudos desenvolvidos para o conhecimento dessa ocorrência mostraram que sua distribuição geográfica compreende uma faixa descontínua, estendendo-se para norte, atravessando ainda os municípios de Paulista, Abreu e Lima e Igarassu, que hoje integram a Região Metropolitana do Recife (RMR), prolongando-se pelo Estado da Paraíba, compondo um dos maiores e mais importantes depósitos de fosfato sedimentar da América do Sul. 

A evolução do conhecimento geológico na faixa costeira Pemambuco-Paraíba remonta a meados do século passado, quando Hartt, em 1870, identificou a presença de depósitos cretáceos e terciários (Fonseca Neto, 1979). Posteriormente, diversos outros trabalhos realizados nessa região permitiram a idealização do arcabouço geológico local. A descoberta de fosforita, em 1949, pelo Professor Paulo José Duarte, entretanto, desencadeou intensivas investigações, tanto por órgãos governamentais, como por empresas pri;vadas, envolvendo, inclusive, a realização de levantamento aerogeofísico e de sondagens, além de plantas de mineração.

Em 1978, já dispondo de um significativo acervo de informações sobre o condicionamento geológico do jazimento fosfático, mas sentindo necessidade de uma integração desses dados e de conhecer com mais segurança o controle genético dos depósitos, seus limites a norte de João Pessoa (PB), bem como visando definir critérios mais precisos a serem usados como guias prospectivos, o DNPM elaborou um programa, executado pela CPRM sob a denominação de Projeto Fosfato na Faixa Sedimentar Costeira Pernambuco- Paraíba Na área abrangida pelos municípios de Olinda, Paulista, Abreu e Lima e Igarassu, a mineralização distribui-se compondo segmentos descontínuos, devido à erosão parcial da camada fosfática. Parte desse jazimento encontra-se abaixo do nível do mar e a porção de altitude positiva parcialmente recoberta por espesso pacote de rochas não mineralizadas.
Entretanto, um estudo desenvolvido pela Paulo Abib Andery e Associados Ltda, em 1975, para o Ministério da Indústria e Comércio,. concluiu pela viabilidade econômica do aproveitamento de todas as reservas de fosforita, nas condições de cape~mento existente. 
É imperioso reconhecer, porém, que a movimentação de um imenso volume de capeamento estéril, embutida nessa avaliação, impõe sérias restrições a essa solução, considerando-se a violenta agressão ambiental. 

Em 1977, o Instituto de Desenvolvimento do Estado de Pemambuco -CONDEPE, desenvolveu o Projeto de Dimensionamento das Jazidas de Fosfato de Pemambuco (Duarte e Krauss, 1978) visando contribuir para uma ampla avaliação sobre as possibilidades de exploração, em larga escala, da fosforita deste Estado. Entre as sugestões apresentadas, destacam-se: a recomendação de uma reanálise dos estudos de viabilidade previamente realizados; o estudo da influência da expansão imobiliária no aproveitamento das jazidas, e a análise da possibilidade de extração da fosforita por meio de lavra subterrânea mecanizada.
A ocupação urbana na área dos depósitos nos anos de 1974 e 1988, tornando clara a incontida e elevada taxa de expansão habitacional.

Transforma-se, assim, o FOSFATO DE OLINDA, num caso histórico, servindo de exemplo ao homem para que reflita na necessidade de planejamento e monitoramento da exploração de recursos naturais, para otimizá-la e ajustá-Ia, de forma integrada, ao desenvolvimento dos demais segmentos da sociedade.

                  Os donos da terra era a família Costa Azevedo, que começaram a encampar a construção da fabrica de extração do material, furar ou cavar poços em busca do fosfato virou algo natural na região, as casa que existiam na terra começaram a ser indenizadas por valores irrisórios algo que nem dava para os moradores comprar se quer um barraco em outro lugar típico da política habitacional dos dias de hoje. As indenizações foram de peixinhos até onde hoje é o bairro de aguazinha.

          Depois foram chegando os tratores, caminhões, dragas e muitos outros equipamentos para dar início às operações da fábrica, trabalhadores surgiram aos montes de diversos lugares de Pernambuco e até de fora do Estado.

          Em 1957 foi oficialmente inaugurada a fábrica da Fosforita Olinda S\A, uma festa de inauguração que trouxe personalidades importante do cenário nacional como o caso de Juscelino Kubitschek, que era o presidente do Brasil, junto com toda sua comitiva de ministros e toda sua equipe de governo.

          Olinda ficava assim conhecida como nacionalmente e internacionalmente como uma das maiores cidades produtoras de fosfato do mundo, um ano depois morre o senhor Costa Azevedo, o dono da fábrica e em meados de 1958 já não se via mas tanto trabalhadores, cada dia se sabia de alguém que foi indenizado.

          A Fosforita começou a fechar suas portas na década de 60 na mesma velocidade que crescia a uma década atrás, a medida em que os funcionários eram demitidos os poços foram sendo aterrados e as maquinas desaparecendo, ao mesmo tempo em que a fábrica ia desaparecendo o terreno ia sendo loteado e um novo bairro surgindo o de Jardim Brasil.

          As teorias sobre a falência da Fosforita foram varias, alguns falavam em golpe porque uma cidade do nordeste se desenvolvia a passos largos outros contavam que o motivo foi roubo depois da morte do senhor Costa Azevedo, o que se sabe é que hoje onde fica a fábrica existem outras fábricas mas que atuam em outra área, os poços que ainda restaram viraram verdadeiros lagos profundos onde até morte por afogamento aconteceram, mas abaixo de tudo isso está o fosfato, uma fonte de riqueza imensurável que poderia ter colocado a cidade em um outro cenário social, nos resta sonhar de como seria Olinda se ainda lá estivesse em plena atividade a Fosforita, sonhar e nada mais. 

http://www.cprm.gov.br/publique/media/geodiversidade/meiofisico_recife/rel11.pdf
http://historiadasollinda.blogspot.com.br/2012/11/a-fabrica-da-fosforita-e-o-presidente.html
https://www.diariodasleis.com.br/legislacao/federal/77594-autoriza-fosforita-olinda-s-a-fasa-a-lavrar-fosforita-no-municupio-de-olinda-estado-de-pernambuco.html