sábado, 26 de novembro de 2016

Nióbio - O maior inimigo do Brasil é o brasileiro


Justiça se faça, apesar da sua manifestação contraria aos reais interesses do Brasil em seu artigo, "Nióbio e o besteirol nacionalista", publicado pelo jornal Folha de S.Paulo em 10/01/06, o renomado físico da UNICAMP, Rogério César de Cerqueira Leite, em outra oportunidade, como presidente da SBPC, os defendeu com unhas e dentes ao se posicionar contra algumas das cláusulas do famigerado "Acordo de Salvaguardas  Tecnológicas - Brasil/USA", assinado por Ronaldo Sardenberg em 18/04/00, que visava passar o controle do uso da base aeroespacial de Alcântara aos norte-americanos. (Hoje, o BRICs da esquerda, entregou Alcântara para a Rússia!!!)

Porém, dessa feita parece que o mestre não está jogando a nosso favor ao tentar, através da coluna Tendência/Debates, desqualificar o nióbio como metal altamente estratégico e de altíssimo valor comercial.  Entretanto, o jornal Folha de S.Paulo de 28/06/05, publicou:

O BRASIL SE ENVOLVERÁ APENAS PARA FORNECER O NIÓBIO E DE GRAÇA!
“Delegação da Comissão Européia visita Brasil  para estudar alternativas de inclusão no projeto (ITER). O Brasil pode se envolver com o Projeto ITER - Reator Experimental Termonuclear Internacional.  A participação brasileira seria graças à reserva de nióbio localizada em Minas Gerais... A maior do mundo, ... . O metal, um poderoso condutor, será usado para construir molas -(bobinas)- gigantes e gerar um campo magnético para conduzir o processo de fusão nuclear dentro do reator...”.

Com este magnífico feito o homem passará a dominar também o fogo termonuclear, aquele que ocorre no interior das estrelas pela fusão de átomos de hidrogênio a uma temperatura de 15 milhões de graus centígrados, gerando hélio e uma brutal quantidade de energia limpa, barata e inesgotável, pois, o trítio isótopo pesado do hidrogênio usado como combustível é abundante na face da Terra na forma de água pesada.

Assim, as usinas termonucleares limpas e muito mais seguras que as nucleares, geradoras de energia farta e barata, se multiplicarão sem restrições pelo planeta exigindo milhares de toneladas de nióbio puro para manter o fogo solar aceso.

PARA  QUE EXISTA UM MODELO ECONÔMICO PARA O NIÓBIO, A SOCIEDADE DEVE SE MANIFESTAR; SE DEPENDER DAS AUTORIDADES BRASILEIRAS CONTINUARÃO DOANDO OS MINÉRIOS CONFORME ACORDOS PELO BRICs. (BRICs Secreto!)
Por isso, a partir de agora os Ministérios da Fazenda, de Minas e Energia, da Industria e Comércio e a Polícia Federal terão, por dever de oficio, que cuidar das nossa reservas de nióbio a ferro e fogo porque o preço de metal, num futuro próximo, deverá ir ao espaço na bolsa de metais de Londres.

Ronaldo Schlichting - Administrador de empresas e militante da área tecnológica.



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