sábado, 14 de janeiro de 2017

Minerais Estratégicos brasileiros

Só as jazidas de Nióbio existentes no Brasil, lastreariam a nossa economia e nós teríamos não só, a moeda mais forte do mundo, como sairíamos desta miséria imposta por estes impostores e traidores da pátria, que em um passado recente, pegaram em armas para assaltar bancos e justificar a entrada de dinheiro estrangeiro durante a INTENTONA COMUNISTA de 60, explodiram bombas em embaixadas e aeroporto matando, mutilando e ferindo civis, para demonstrar a sua força contra os militares que tinham o dever de livrar o Brasil das mãos destes comunistas que estão no poder, graças a falta de cultura deste povo que foi aprisionado em GULAG´s mentais, por professores esquerdistas que  colocou em vigor o plano B, que era o da cartilha da esquerda escrita por Antonio Gramsci que dizia:"Não combata os tanques e nem atire nos soldados, corrompa as mentes"[1].

O Brasil está deixando de ser um santuário e celeiro do mundo que está em crise, logo sofreremos uma intervenção estrangeira, caso continuemos a negociar o que é nosso por direito, com estes donos do mundo e os traidores da pátria, o inimigo não está além das nossas fronteiras, o inimigo está sentado no lugar mais importante do Brasil, atacando a nossa soberania por todos os flancos, enfraquecendo a nossa esperança e aniquilando a credibilidade de nossas instituições.

ACORDA BRASIL, VAMOS TIRAR ESTÁ CORDA DO PESCOÇO ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS...

Conclui-se, que o contrabando de minérios, sem providência protetora alguma do Governo Federal, é de cerca de 200 bilhões de reais por ano, grande parte pelas esteiras do próprio Porto de Tubarão.
Resultado de imagem para Porto de Tubarão.
Urge, que providências sejam tomadas contra esse poder maligno e seus testas de ferro, políticos e empresários, que mantém o povo brasileiro na miséria, em um país tão rico. Somente incorruptíveis patriotas poderão tomar, com isenção, as providências necessárias para manter a integridade do território nacional e impedir o desvio de seus recursos naturais [1]

O grande risco da exploração não planejada de recursos naturais abundantes é o subdesenvolvimento.  O país que assim procede torna-se dependente das divisas que consegue com a venda do minério bruto, acomoda-se a essa facilidade momentânea e não cria bases econômicas e institucionais para construir uma estrutura produtiva autônoma e diversificada.

O Brasil ainda não mapeou todas as ocorrências de minerais estratégicos em seu território nem tampouco desenvolveu cadeias produtivas para a exploração de terras-raras, que envolve a produção de óxidos e ligas metálicas, insumos básicos na indústria tecnológica de ponta, como é o caso, por exemplo, dos super-ímãs, essenciais na fabricação de turbinas eólicas e motores elétricos de menor tamanho e maior potência.

O que está em questão neste momento da história nacional é a escolha de um modelo de política mineral adequado à inserção do setor num conjunto de objetivos mais amplos, tanto do ponto de vista econômico quanto social e ambiental. A criação de um novo modelo institucional para o setor mineral precisa ser amplamente discutida, na sociedade e no Parlamento, para que as gerações futuras não sofram a enorme decepção de ver marcado nos mapas escolares o esgotamento das jazidas sem que isso tenha contribuído para a construção de uma Nação próspera e soberana.

Para fugir da armadilha da vida fácil comprada com a venda do subsolo é preciso investir em processos que agreguem valor aos produtos exportados. Em seguida, é necessário destinar parte das receitas dessas vendas para educação, pesquisa e inovação tecnológica, que embasarão novos investimentos produtivos.
O Brasil tem imensas reservas de minerais estratégicos, que atendem a uma demanda mundial ampla e diversificada. Vender o minério bruto é uma opção que não pode ser descartada, mas a ela é preciso acrescentar ações que estimulem a agregação de valor e conhecimento às cadeias produtivas domésticas, de forma a projetar uma nova e mais inteligente inserção do País na divisão internacional de trabalho.

Os bens minerais podem ser divididos em três grandes grupos: metálicos, não-metálicos e agrominerais.
 Resultado de imagem para grupo dos minerais metálicos
No grupo dos minerais metálicos, merecem destaque os elementos denominados terras- -raras, conjunto de dezessete elementos químicos da tabela periódica formado pelos quinze lantanídeos mais o escândio e o ítrio, que também são considerados terras-raras por ocorrerem, normalmente, nos mesmos depósitos minerais que os lantanídeos e exibirem propriedades químicas similares. No final do ano de 2013, cerca de 80% da demanda de terras-raras leves e 100% da demanda de terras-raras pesados foram atendidas pelo mercado chinês. Essa situação somente mudará se forem criadas cadeias produtivas fora da China.


O grupo dos minerais não-metálicos é muito heterogêneo, sendo muito diferentes os padrões de produção no Brasil. Existem empresas organizadas que operam dentro de modernos padrões industriais. Entretanto, determinados bens minerais não-metálicos são lavrados, muitas vezes, de modo rudimentar, com processos produtivos muito simplificados, tais como os agregados. Alguns minerais não-metálicos também deverão ter grande importância no desenvolvimento tecnológico mundial, principalmente em um contexto de mudanças climáticas, tais como a grafita e o quartzo.

Os agrominerais são minerais não-metálicos que, em razão de suas especificidades, serão analisados em um tópico específico. O Brasil é um grande consumidor de agrominerais, sendo dependente de importações para os principais insumos da cadeia de fertilizantes. De 1998 a 2008, o consumo de fertilizantes no Brasil teve um crescimento de 70%. Assim como os minerais metálicos, os agrominerais tiveram um expressivo aumento de preços nos últimos anos.
Os hidrocarbonetos (petróleo e gás natural) e os minerais radioativos, cuja pesquisa e lavra são monopólios da União.
 A procura por minerais estratégicos e por terras-raras decorre da necessidade de produção de aços, fertilizantes, equipamentos eletrônicos etc. Em consequência disso, a busca por recursos minerais depende da demanda dos produtos finais que os utilizam nos seus processos produtivos. Um aumento na procura do produto de consumo leva a um aumento na busca do recurso mineral. As principais variáveis na determinação do aumento da demanda de produtos de consumo são preço e renda1 .

A demanda e a oferta dos seguintes recursos minerais:
• minerais metálicos não-ferrosos: alumínio, cobre, cromo, gálio, índio, lítio, manganês, molibdênio, metais do grupo platina, nióbio, níquel, tântalo, titânio, tungstênio e vanádio; • minerais e óxidos de terras-raras; • minério de ferro; • minerais não-metálicos: grafita, quartzo e telúrio; e • agrominerais: fósforo e potássio.

Minerais metálicos não-ferrosos.  A indústria dos minerais metálicos não-ferrosos abrange uma série de atividades ao longo de várias fases da cadeia produtiva, que incluem a pesquisa, mineração, fundição, reciclagem, refino, processamento e fabricação de produtos finais. Os metais não-ferrosos são, normalmente, mais resistentes à corrosão que os metais ferrosos. Muitos metais não-ferrosos são bons condutores de eletricidade. Em razão disso, eles são estratégicos para uma grande variedade de produtos e setores, como, por exemplo, químico, automotivo, eletrônico, de embalagem, de construção, de joalheria, aeroespacial, de energia, de radares militares, de controle de mísseis etc. Os minerais metálicos não-ferrosos podem ser divididos nos seguintes subgrupos: • básicos (alumínio, cobre, cromo, níquel); • metais do grupo platina; e  de menor produção (gálio, índio, lítio, manganês, molibdênio, nióbio, tântalo, titânio, tungstênio e vanádio).

A indústria dos não-ferrosos é parte de uma indústria global, em geral aberta e altamente competitiva. As matérias-primas e os metais são importantes produtos dessa indústria. A competitividade dessa indústria depende muito do custo do capital, das matérias- -primas e da energia. A indústria de reciclagem tem apresentado, a cada dia, maiores taxas de recuperação. A China tem sido o principal produtor global, principalmente na produção de minérios, concentrados e metais refinados. Recentemente, o país tem apresentado grandes avanços na fabricação de produtos finais. Nesse país, o setor de não-ferrosos tem uma grande presença do Estado. Em 2010, as receitas das grandes empresas estatais foram de aproximadamente 20% do total. Com base em dados do China Statistical Yearbook de 20102 , o Estado como um todo ficou com 45% da receita bruta em 2009.
Na China, o Instituto de Pesquisa de Metais Não-Ferrosos – GRINM, de propriedade do Estado, foi fundado em novembro de 1952, sendo a maior instituição de pesquisa e desenvolvimento na área da indústria de metais não-ferrosos3 . Ele foi formalmente transformado em um centro de alta tecnologia em janeiro de 2006, quando obteve a licença de negócios a partir de uma iniciativa do governo central. O instituto conta com três mil empregados, sendo trezentos doutores ou mestres. Suas atuais áreas de pesquisa são: microeletrônica e fotoeletrônica, metais preciosos e raros, terras-raras, materiais e tecnologia para a área de energia, materiais para pós e ligas especiais, materiais para supercondutor, nanotecnologia, materiais para infravermelho, processamento de metais não-ferrosos, metalurgia e processamento de minerais avançados, compósitos de metais não-ferrosos, ensaio e análise de materiais.
 
Minerais e óxidos de terras-raras.  São denominados terras-raras o conjunto de dezessete elementos químicos da tabela periódica formado pelos quinze lantanídeos mais o escândio e o ítrio, que também são considerados terras-raras por ocorrerem normalmente nos mesmos depósitos minerais que os lantanídeos e exibirem propriedades químicas similares. O número atômico33 dos lantanídeos varia de 57 (lantânio) a 71 (lutécio); o número atômico do escândio é 21 e o do ítrio 39. Os lantanídeos podem ser classificados em:
leves (57-60): lantânio (La), cério (Ce), praseodímio (Pr) e neodímio (Nd); • médios (61-64): promécio (Pm), samário (Sm), európio (Eu) e gadolínio (Gd); • pesados (65-71): térbio (Tb), disprósio (Dy), hólmio (Ho), érbio (Er), túlio (Tm), itérbio (Yb) e lutécio (Lu).
Os terras-raras também costumam ser classificados apenas em leves e pesados. Os leves seriam os elementos do lantânio (57) ao európio (63) e os pesados do gadolínio (64) ao lutécio (71), incluindo-se o ítrio.  Apesar de o ítrio ser mais leve que os lantanídeos, ele é normalmente incluído no grupo de pesados por causa de suas associações químicas e físicas com os elementos pesados em depósitos naturais. O escândio, por sua vez, nem sempre é classificado como terras-raras, talvez por seu menor potencial econômico. Os terras-raras estão presentes em mais de duzentas e cinquenta substâncias minerais conhecidas. Entretanto, somente em algumas dessas substâncias ocorrem terras-raras em concentração suficiente para justificar seu aproveitamento. As principais substâncias minerais que contêm terras-raras são monazita34, bastnaesita35, xenotima36 (ou xenotímio) e argilas portadoras de terras-raras adsorvidos sob forma iônica. Essas argilas, exploradas apenas na China, e a xenotima são as principais fontes de terras-raras pesados. A monazita e a bastnaesita são importantes fontes de terras-raras, principalmente leves.  Grandes depósitos de bastnaesita são encontrados na China e nos Estados Unidos. No Brasil, Austrália, Índia, África do Sul, Tailândia e Sri Lanka os elementos terras-raras ocorrem em monazita e em areias com outros minerais pesados. Também é importante destacar a ocorrência no Brasil de importantes concentrações de terras-raras na monazita, encontrada tanto em depósitos do tipo placer37 quanto em carbonatitos38 e na xenotima. A cadeia produtiva dos terras-raras pode ser decomposta em várias etapas. Inicialmente extrai-se o minério que contém esses elementos. Após extraído, o minério é beneficiado. Em seguida, obtém-se o minério concentrado que contém terras-raras, em geral, por um processo de flotação39. Depois da concentração, ocorre a separação dos diferentes óxidos de terras-raras. Posteriormente a esse processamento primário, os óxidos são refinados e convertidos em metais que depois são combinados com outros metais para se produzirem as ligas contendo terras-raras. Essas ligas são usadas em centenas de aplicações, principalmente na área de alta tecnologia.
A  cadeia produtiva dos terras-raras.
Extração do mineral;  Trituração; Moagem; Obtenção dos óxidos; Separação; Concentração; Refino para metais; Combinação em ligas; Aplicação.
 Brasil pode ter uma das maiores reservas de terras raras do planeta
Os chamados superimãs, usados nos geradores de energia eólica e nos motores miniaturizados, são feitos de neodíminio, um dos componentes da família das terras raras. [Imagem: CREMC]. Outra iniciativa do governo, e que ganhou pouco destaque até agora, é a da empresa CPRM Serviços Geológicos do Brasil, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME). Ela começou a executar em 2011 o projeto Avaliação do Potencial dos Minerais Estratégicos do Brasil, que vai identificar novas áreas em todo o território brasileiro onde pode haver ocorrência de terras raras.
Atualmente, os elementos terras-raras estão presentes em vários produtos comerciais como, por exemplo, carros; catalizadores para refino do petróleo; fósforos em telas de televisão, monitores e laptops; ímãs permanentes; baterias recarregáveis para veículos híbridos ou elétricos e diversos equipamentos médicos. Os ímãs permanentes contendo neodímio, gadolínio, disprósio e itérbio são usados em vários componentes elétricos e eletrônicos, e nos modernos geradores para turbinas eólicas. Na área de defesa, podefesa antimísseis e sistemas de comunicação e satélites. É importante registrar o uso dos terras-raras em dois materiais para ímãs permanentes: samário-cobalto (SmCo) e neodímio-ferro-boro (NdFeB). Os ímãs NdFeB são considerados os ímãs permanentes mais fortes do mundo, essenciais para muitos armamentos militares. Já os ímãs SmCo retêm sua resistência magnética em elevadas temperaturas e são ideais para tecnologias militares como mísseis guiados de precisão, bombas inteligentes e aeronaves.
Os terras-raras mais usados e alguns exemplos de aplicação.
Lantânio:  Motores híbridos, ligas metálicas;
Cério:  Catalizadores para carro e para refino de petróleo, ligas metálicas;
Praseodímio:  Ímãs;
Neodímio: Catalizadores para carro e para refino de petróleo, discos rígidos para laptops, fones de ouvido, ímãs, motores híbridos;                                                                                            
Samário:  Ímãs;
Európio: Cor vermelha para televisão e telas de computadores;
Térbio:  Fósforos ímãs permanentes;
Disprósio: Ímãs permanentes motores híbridos;
Érbio: Fósforos;
Hólmio:  Corantes de vidro lasers;
Túlio: Equipamentos médicos de raio X;
Lutécio:  Catalizadores para refino de petróleo;
Itérbio:  Lasers ligas de aço;
Gadolínio:  Ímãs;
Ítrio:  Cor vermelha lâmpadas fluorescentes cerâmicas agente de ligas metálicas;

Evolução da produção de terras-raras desde 1950 
O perfil da produção de óxidos de terras-raras passou por uma profunda transformação ao longo das últimas décadas. A evolução da produção de óxidos de terras-raras de 1950 a 2007;, houve um decréscimo da produção nos Estados Unidos e em outros países e um aumento da produção da China. Registre-se que os Estados Unidos já foram autossuficientes na produção de terras-raras, mas ao longo dos últimos anos o país tornou-se totalmente dependente de importações da China.
 Resultado de imagem para Mercado mundial de óxidos de terras-raras p
2016 “ATAQUE ESTRANGEIRO AO SUBSOLO DO BRASIL”

O ex Presidente FHC jamais toca no assunto da produção mineral, conformando-se com a insignificante produção oficial; seu Ministro de Minas e Energia foi o mais silencioso e discreto de todos, nunca tendo se manifestado em proteção à produção mineral brasileira.
As informações do Governo Federal sobre a produção e exportação de minérios são contraditórias. Os dados fornecidos pelo “Departamento Nacional de Produção Mineral” - “DNPM”, confrontados com os do IBGE, da CPRM e da Secretaria do Comércio Exterior não se afinam, confirmando os graves e fortes indícios de contrabando (Fio da Meada V) e fraudes às exportações.Iris Rezende, segundo informações de geólogos do “DNPM”, condicionou seu apoio ao Presidente FHC à nomeação de homem de sua confiança para a presidência do Departamento Nacional de Produção Mineral - “DNPM”. A imposição, estranha à pasta da Justiça, faz sentido, considerando-se que o Sr. Leonidas Rezende, irmão do Ministro Iris Rezende, é presidente da Mineração de Nióbio de Catalão, Goiás, empresa sul africana, de propriedade da “Cia Anglo American”, controlada pelo grupo Rothschild de Londres
Fato inusitado, foi a presença do Sr. Olavo Drumond, Prefeito de Araxá (maior produtora de Nióbio do mundo) na recente recepção ao presidente americano, Sr. Bill Clinton. Mais estranho, ainda, foi o Presidente FHC apresentá-lo a Clinton como “o prefeito da cidade mais importante do Brasil”. O interessante é que Clinton afirmou: “Conheço muito Araxá”. Os jornais publicaram esse diálogo.
É forçoso admitir, que o poder político no Brasil emana dos seus minérios, ou, por outra, do contrabando da produção mineral.
Segundo experientes geólogos, que já gerenciaram departamentos da CPRM, seria até modesto, estabelecer a produção mineral brasileira em 25% do PIB de R$ 800 bilhões de reais.
Conclui-se, que o contrabando de minérios, sem providência protetora alguma do Governo Federal, é de cerca de 200 bilhões de reais por ano, grande parte pelas esteiras do próprio Porto de Tubarão. OBS.: O dólar, à época desta matéria era cotado a 1 Real, portanto o contrabando é superior a US$ 200 bilhões por ano
Urge, que providências sejam tomadas contra esse poder maligno e seus testas de ferro, políticos e empresários, que mantém o povo brasileiro na miséria, em um país tão rico. Somente incorruptíveis patriotas poderão tomar, com isenção, as providências necessárias para manter a integridade do território nacional e impedir o desvio de seus recursos naturais [1].
Fonte:
[1] http://brunotoscano.blogspot.com.br/2013_06_01_archive.html?view=classic -GRUPO DAS BANDEIRAS - ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA - PRESIDENTE
[2] http://www2.camara.leg.br/a-camara/altosestudos/pdf/minerais-estrategicos-e-terras-raras

Nenhum comentário: