terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Câncer pelo Nióbio cresce em Araxá

O nióbio  e os resíduos radioativos/tóxicos é ‘nosso’
O câncer também é nosso!
Os lucros são dos centralizadores internacionais
Desde seu início até os dias atuais, o governo Federal jamais adotou qualquer postura, para legalizar a extração dos minérios no Brasil, principalmente o minério Nióbio. A expropriação e contrabando dos minérios  não permitiu que os recursos fossem destinados A Caixa do Tesouro Nacional como reserva estratégica, nem ao menos, obrigaram os exploradores internacionais através de leis, respeitar o meio ambiente, deixando melhoria aos munícipes das regiões exploradas... NÃO O CÂNCER adquirido pelos munícipes através das águas contaminadas deixadas pelas mineradoras.
Não podemos ou devemos omitir as notícias, a exploração e descaminho vai continuar como tem ocorrido nos últimos 50 anos. É o governo quem deve tomar medidas enérgicas e proteger a população contra os invasores inescrupulosos.


A mineração do metal Nióbio também tem um lado muito mais escuro e irradiante no mesmo momento: resíduos radioativos e tóxicos! Uma pesquisa de 1993 feita pelo Instituto de Radioproteção e Dosimetria da CNEN no Rio de Janeiro concluiu: “Contaminação interna com material radioativo de trabalhadores de mineração é um problema comum no Brasil. Isto é causado pela presença de urânio, de tório, e seu decaimento natural associado com o minério extraído. Os exemplos claros são os trabalhadores na mina de nióbio localizada no Estado de Goiás. O nióbio está associado com quantidades consideráveis de urânio e tório, mas a mina não é legalmente sujeita a requisitos de protecção contra as radiações.”
Esta pesquisa foi feita na mina de nióbio em Goiás. A mina de Araxá que é dez vezes maior do que a mina da Anglo American não fez parte desta pesquisa, mas o nióbio de Araxá é também associado com os mesmos minérios radioativos.
Durante o processo da mineração e da concentração do minério são produzidas toneladas de rejeitos radioativos que são depositados em barragens de resíduos. E isto apresenta um alto risco de contaminação ao meio ambiente e à saúde humana, podendo afetar não apenas os trabalhadores, mas também a população local. Até hoje apenas poucos autores falam sobre este risco no Brasil. Um dos poucos é o colunista Gilson B. Santos do Jornal “A Voz de Araxá“, uma publicação corajosa desta cidade mineira de Araxá com mais ou menos 95.000 habitantes.
Câncer – Índice cresce em Araxá!
Uma coisa é fato hoje em Araxá –MG, temos um número alarmante de pessoas com câncer e problemas respiratórios”, escreve Gilson e nomea também a causa: A mineração e processamento de nióbio. “Solo, água e ar contaminados resultam dos poluentes liberados da atuação mineradora da CBMM. Não é necessário ser médico ou especializado na área de saúde ambiental para chegar à conclusão de que dezenas de milhares de toneladas por ano de poeira abundante em suspensão de ferro, tório, chumbo, fosfato e demais minerais é deletéria à saúde. Agredida por tais minerais estranhos à normalidade do funcionamento do organismo humano e ambiental, a população apresenta aumento de doenças respiratórias juntamente com doenças degenerativas, demência assim como câncer.”
Em outubro de 2012, Gilson denunciou mais uma vez na Voz de Araxá: “Câncer – Índice cresce em Araxá! Chegou a hora de nós araxaenses criarmos vergonha na cara e exigir a verdade de nossas autoridades sobre os números reais de câncer em nossa cidade. Dados nos indicam que hoje já são mais de 10.000 casos na cidade, e até 2030 teremos uma media de mais de 40% da população com a doença em Araxá.”
Por causa deste alto risco de contaminação, os cidadãos, povos indígenas e ONGs de meio ambiente do Canadá estão lutando contra a mineração de nióbio neste país. O Canadá já por muito tempo poderia produzir mais nióbio. Mas desde 2003 os indígenas Mohawk e canadenses locais lutam contra uma nova mina de nióbio em Quebec. Os Mohawk não querem que as suas terras e águas sejam contaminadas com os rejeitos radioativos deste projeto da mineradora Niocan.
No Brasil a situação é ao contrário. Uma luta contra a mineração de nióbio é quase invisível, só uma luta a favor da mineração está divulgada em massa. Os lobies do nióbio querem ainda aumentar a mineração. Até as jazidas de nióbio nos territórios indígenas no Alto Rio Negro ou na Raposa Serra do Sol podem ser exploradas para enriquecer o povo do Brasil.
Mas economicamente falando – de um capitalista para outro – um aumento da produção de nióbio não faz sentido para o Brasil. Mais uma mina de nióbio significa só mais concorrência com o resultado de uma depreciação do preço do nióbio no mercado mundial. Só um idiota cria concorrência em sua própria casa. Também o Brasil já tem Araxá, a maior mina de nióbio da planeta com a capacidade de abastecer o mercado mundial para mais de 400 anos!
Claramente as forças internacionais, as mineradoras e a indústria internacional de aço e de dutos e da construção civil gostariam ter muito mais nióbio disponível, porque assim o preço seria mais barato no mercado. Mas isto não é a favor nem da economia e nem da saúde do povo do Brasil.
Norbert Suchanek, Correspondente e Jornalista de Ciência e Ecologia, é colaborador internacional do EcoDebate
Fonte: EcoDebate
22.12.2012

O nióbio do solo brasileiro é para a exportação e enriquecimento de poucos e o risco de câncer é para a população do Brasil.



“O lucro é deles, o câncer é nosso!”
Assim o nióbio não é muito diferente dos outros comodities como soja ou café. As frutas da terras do Brasil são para exportação, o que fica na terra e nas águas do Brasil são os pesticidas e adubos químicos, que também podem causar câncer além de outras doenças mortais. O Brasil é o maior consumidor de pesticidas no mundo, e muitos destes pesticidas são proibidos exatamente em países que são importadores destes produtos agrícolas brasileiros.
A maior riqueza do Brasil não são nióbio, soja ou urânio. A maior riqueza são os rios e as águas subterrâneas limpas, solos saudáveis e férteis, povos e pessoas tradicionais que ainda sabem usar a grande biodiversidade das florestas e outros biomas de forma sustentável e social. Mas tudo isto é uma riqueza em extinção por causa de uma indústria predatória, insustentável e sem pátria que precisa de elementos perigosos como o nióbio.
As forças internacionais, as mineradoras e a indústria internacional de aço e de dutos e da construção civil gostariam ter muito mais nióbio disponível, porque assim o preço seria mais barato no mercado. Mas isto não é a favor nem da economia e nem da saúde do povo do Brasil.

“O nióbio é nosso – deixamos este minério no solo!”

Norbert Suchanek, Correspondente e Jornalista de Ciência e Ecologia, é colaborador internacional do EcoDebate

Nióbio em Catalão GO sob omissão do governo Marconi Perillo, novo gerente da Anglo American comandará a extração e descaminho fraudulento



https://www.youtube.com/watch?v=q3NCIfScsLs
Hoje, além da China, temos a Rússia abocanhando os minérios estratégicos brasileiros.

governo Marconi Perillo (PSDB)  omisso na exploração e descaminho dos minérios


No Brasil, o governo não assume qualquer postura, para legalizar a extração dos minerais estratégicos; o minérios principalmente o Nióbio sai do Brasil contrabandeado e a preço subfaturado, quando deveria estar incorporado o benefício da sua extração à Caixa do Tesouro Nacional, e as melhorias dos municípios extratores que geralmente ficam apenas com os buracos no solo e seus munícipes doentes contaminados com câncer pelo uso da água que as mineradoras deixam contaminadas com metais ferrosos. 

O ABSURDO É QUE ESTÃO UTILIZANDO BILHÕES DE VERBAS DO BNDES PARA A EXTRAÇÃO DO VALIOSO MINÉRIO NIÓBIO  QUE SÓ TEM NO BRASIL. O QUE DEVERIA ESTAR ACONTECENDO  É O INVERSO.  OS EXTRATORES É QUE DEVERIAM PAGAR PARA O BRASIL E NÃO O BRASIL DOAR O MINÉRIO E AINDA PAGAR A ELES PARA EXTRAIR. É O IMPATRIOTISMO E NÃO NACIONALISMO DOS DIRIGENTES BRASILEIROS QUE NÃO DESTINA OS BENS DO BRASIL PARA O BRASIL PROGREDIR COMO NAÇÃO SOBERANA. E COMO OS LOBISTAS INTERAGEM NOS TRÊS PODERES DA REPÚBLICA, ACONTECE O DESCAMINHO SEM PUNIÇÃO. E QUEM PERDE É O BRASIL. 

Mineração devasta Catalão

EMPRESA EXPLORADORA:

A Anglo American anuncia a nomeação de Mark Cutifani como novo presidente global do grupo, com efetividade a partir do dia 3 de abril de 2013.
Mark Cutifani 
Mark ocupava desde 2007 a posição de presidente da AngloGold Ashanti, produtora de ouro sediada na África do Sul, e liderou com êxito o desenvolvimento e a reestruturação dos negócios da empresa, que inclui operações em dez países em quatro continentes.
Antes de seu cargo atual, Cutifani foi diretor de Operações da CVRD Inco, empresa canadense de níquel. Ele começou sua carreira nas indústrias de mineração de ouro e carvão na Austrália e tem experiência em uma grande variedade de commodities. Ele é formado em Engenharia de Minas e é o atual presidente da Câmara Sul-Africana de Minas.
Comentando sobre a nomeação de Cutifani, o presidente do Conselho de Administração da Anglo American, Sir John Parker, disse: “Mark Cutifani é um executivo com vasta experiência em empresas com ações negociadas em bolsas de valores com foco na agregação de valor. Ele é um mineiro veterano, com ampla experiência em operações e projetos de mineração em um enorme número de commodities e áreas geográficas, incluindo a África do Sul e as Américas. Mark é um líder altamente respeitado na indústria global de mineração, com valores fortemente alinhados aos da Anglo American. Nós aguardamos ansiosamente sua chegada como nosso presidente”.
Mark Cutifani disse sobre sua nomeação: “A Anglo American tem algumas das operações e projetos de mineração da mais alta qualidade entre as mineradoras com portfólio diversificado, formando uma companhia com profundo senso de responsabilidade. Estou muito contente por ter a oportunidade de liderar a Anglo American nesta importante fase de sua jornada para ajudar a desenvolver seu grande potencial”.
A atual presidente global da Anglo American, Cynthia Carroll, deixará o Conselho de Administração na Assembleia Geral Anual da empresa em abril de 2013 e deixará a empresa no final do mesmo mês.
Em reconhecimento à liderança de Cynthia, Sir John afirmou: “Cynthia Carroll é uma líder inspiradora que teve um impacto transformador na Anglo American. Entre muitas outras coisas, seu legado incluirá uma mudança de atitude e melhoria em segurança, sustentabilidade e na qualidade de nosso engajamento com nossas partes interessadas. Ela deixará a Anglo American com a nossa gratidão por tudo que alcançou e com nossos melhores votos para o futuro.”
Sobre a Anglo American
A Anglo American plc. é uma das maiores companhias de mineração do mundo, com sede no Reino Unido e ações negociadas nas bolsas de Londres e Johanesburgo. Seu portfólio de negócios abrange commoditiesde alto volume – minério de ferro e manganês; carvão metalúrgico e carvão mineral; metais básicos – cobre e níquel; e metais e minerais preciosos – nos quais é líder global em platina e em diamantes.
A Anglo American adota os mais altos padrões de segurança e responsabilidade em todos os seus negócios e localidades e promove o desenvolvimento sustentável nas comunidades próximas às suas regiões de atuação. As operações de mineração, projetos de expansão e atividades de exploração da empresa estão presentes no sul da África, América do Sul, Austrália, América do Norte, Ásia e Europa.
A empresa atua no Brasil desde 1973 e hoje está presente no País com quatro produtos: Minério de Ferro, com o Minas-Rio, o maior projeto de exploração de minério de ferro em desenvolvimento no mundo, e o Sistema Amapá, em operação nos municípios de Pedra Branca do Amapari e Santana; Níquel, com operações nos municípios de Barro Alto e Niquelândia, em Goiás; Fosfato (Copebrás), com as operações nos municípios de Ouvidor (GO), Catalão (GO) e Cubatão (SP), e Nióbio, presente nos municípios de Catalão e Ouvidor, em Goiás.
Mais informações sobre a empresa estão disponíveis no site www.angloamerican.com.br
Mark CutifaniMark Cutifani foi apontado presidente global da AngloGold Ashanti no dia 1º de outubro de 2007. Ele é membro do Conselho de Administração, presidente do Conselho Executivo e membro de uma série de comitês operacionais e estratégicos da empresa. Possui uma carreira de mais de 35 anos na indústria de mineração.
Antes de trabalhar na AngloGold Ashanti, Mark exerceu o cargo de diretor de Operações da Vale Inco, uma empresa baseada em Toronto, em que foi responsável pelos negócios globais de níquel da Vale. Antes de a Vale adquirir a Inco, Mark era o diretor de Operações da empresa.
Anteriormente, Mark ocupou cargos executivos seniores com o Grupo Normandy, Sons of Gwalia, Western Mining Corporation, Kalgoorlie Consolidated Gold Mines e CRA (Rio Tinto). Mark é um engenheiro de minas e possui vários trabalhos e artigos publicados. Desde que iniciou sua carreira no setor de mineração, em 1976, Mark tem se envolvido diretamente com operações de mineração, desenvolvimento de negócios e funções corporativas em cinco continentes, mais de 25 países, cobrindo 20 commodities.
Mark é atualmente membro das seguintes instituições:
• Instituição Fundação Dom Cabral (FDC) no Brasil – Membro do Conselho Consultivo Internacional
• Rede de Inovação Kellogg (US) – Comitê Consultivo Internacional
• Universidade da Cidade do Cabo – Escola de Pós-Graduação em Administração de Empresas (UCT-GSB) – Membro do Conselho Consultivo
• Universidade de Pretória – Membro do Comitê Consultivo de Mineração
• Universidade da Colômbia – Centro de Investimento Internacional Sustentável – Membro do Conselho Consultivo
• Liderança Empresarial da África do Sul (BLSA) – Membro do Conselho Executivo
• Câmara Sul-africana de Minas – Presidente
• Comitê Gestor do Conselho Empresarial Índia-Brasil-África do Sul - Membro
• Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM) – Membro do Conselho Executivo e Tesoureiro
• Conselho Mundial de Ouro – Membro do Conselho
• Fórum Econômico Mundial – Membro do Conselho Gestor de Mineração e Metais e Governador, Programa da Indústria da Mineração e Metais
• Instituto Australiano de Mineração e Metalurgia (AusIMM) – Membro
Informações à imprensa
Anglo American Unidade de Negócio Minério de Ferro Brasil
Fernanda Lima (            31 9135-4967      ) - fernanda.lima@angloamerican.com
Unidade de Negócio Níquel
Cláudia d’Amato (            11 2125-7502      ) - claudia.damato@angloamerican.com
Unidade Outros Negócios de Mineração e Indústria
Valéria Lapa (            13 3362-7051      ) – valeria.lapa@angloamerican.com
CDN Comunicação Corporativa
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