sábado, 28 de novembro de 2009

Minério Cavalcanti e Daniel Dantas no Ceará pobreza e contaminação aumentando

Porto do Pecém vai escoar minério do Piauí em 2012,


PORQUE OS ESPECULADORES, CENTRALIZADORES,  EXPLORAM O SOLO BRASILEIRO DEIXANDO NA REGIÃO EXPLORADA BURACOS NA EXTRAÇÃO DO MINÉRIO,  E NA CONSTRUÇÃO DOS MINERODUTOS COLOCAM EM RISCO  SEU ENTORNO NO PERIGO DE ROMPER SOTERRANDO CIDADES INTEIRAS, DEIXAM A POBREZA, À ÁGUA CONTAMINADA, E AS GOVERNANÇAS OMITEM, NADA FAZEM PARA LEGALIZAR A EXPLORAÇÃO DOS MINÉRIOS NO BRASIL, SERÁ  CONIVÊNCIA, SERÁ OMISSÃO, SERÁ PARTICIPAÇÃO EM TUDO ISSO?

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DANIEL DANTAS e João Carlos Cavancanti: 
o banqueiro  Daniel Dantas criou a GME4 para investir em vários metais e prevê que a empresa valerá US$ 1,2 bilhão


É escoando a produção de minério de ferro por um porto cearense que o vizinho Piauí vai se tornar um dos gigantes da mineração do Brasil e do mundo. Isso de acordo com investimentos feitos pela empresa brasileira de mineração Global Mining Exploration, ou GME4.
Segundo o geólogo João Carlos Cavalcanti, um dos sócios da GME4, o projeto do Piauí está em fase final, sendo que a exportação deve acorrer a partir de 2012. "O minério do Piauí vai escoar pelo Porto do Pecém. Isso é uma realidade. O projeto está bem avançado, estamos calculando reservas, vendo convênios e em 2012 a mina já deve estar operando``, afirmou Cavalcanti, ontem, antes de ministrar palestra sobre empreendedorismo e geologia durante a abertura do GeoCeará 2009, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).
Pelos cálculos do empresário, a exploração de minério de ferro vai proporcionar o importante impacto na economia piauiense, estimada em 20% do Produto Interni Bruto (PIB).
Ceará
Cavalcanti destacou o potencial geológico do Ceará para a exploração de metais básicos, como cobre, níquel e platina, e para as chamadas ``terras raras``, com capacidade para a exploração de metais utilizados pela indústria automobilística e, portanto, de grande demanda mundial.
O empresário afirmou que existem estudos de interesse da GME4 para prospecção e exploração de cobre na região norte do Ceará. "Mas parece que não existe vontade política por parte do Governo do Estado", disse Cavalcanti complementando que o interesse está "em fase embrionária", precisando de mais estudos no local.
Para Cavalcanti, falta ao Estado uma política voltada para a prospecção e exploração de metais. "Existem realmente um potencial para exploração de minério no Ceará, mas tem que haver vontade política, como aconteceu na Bahia, que hoje tem muitas empresas internacionais buscando áreas para pesquisar", disse.
O geólogo explicou que para que empresas internacionais tenham interesse em investir no Ceará é necessário que antes haja uma base já estruturada. ``O Governo do Ceará ainda não acordou para isso``, finalizou Cavalcanti lembrando que o Ceará já teria vantagens na exploração de minérios por ter um bom porto e não ser tão extenso.
MINÉRIOS
- O geólogo e empresário João Carlos Cavalcanti cita como exemplo países como o Canadá, que investe US$ 2 bilhões na exploração de minérios, e a Austrália, com investimentos de US$ 1,5 bilhão. O Brasil, segundo Cavalcanti, investe US$ 300 milhões.
- Cavalcante avalia que existe um amplo potencial de minérios a ser explorado no País, sendo que apenas 14% do território brasileiro está estudado em uma escala geológica precisa. (Fonte)
Postado por: NewsComex - Comércio Exterior e Logística -http://www.newscomex.com.br/mostra_noticia.php?codigo=19833

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