sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

General Guilherme Theophilo: Waimiri-Atroari sul do Estado de Roraima e norte do Amazonas

Adendo nov/2016: 
    Tudo o que passa a funcionar no Estado do Brasil, os governos entreguistas mudam por imposição da ONU em cumprimento a OIT/169, ao PNDH3.
    Os governantes não querem os índios brasileiros civilizados, aculturados!.  
    Os governantes querem as terras livres para a grande tomada que sem luta, sabemos será expropriada pela oligarquia internacional com apoio dos governos entreguistas. 
    Retiraram da direção do Comando Militar da Amazônia (CMA em Manaus, do General de Exército Guilherme Cals Theophilo Gaspar de Oliveira. 
     Que trabalho maravilhoso fez o grande General Guilherme Theophilo . Mais um grande combatente que demitido, vai para o setor ocioso de logística do falido estado de Brasília, ao lado dos generais da ativa fiéis aos governos corruptos "eleitos" pelas urnas fraudadas pelos globalistas internacionais.       
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    Parabéns General Guilherme Theophilo pelo brilhante 
trabalho realizado na comunidade Waimiri-Atroari .

APRESENTO-LHES A COMUNIDADE Waimiri-Atroari sul do Estado de Roraima e norte do Amazonas
Linda, deslumbrante, roteiro da Rota 174

A TERRA INDÍGENA QUE DEU CERTO
Guilherme Theophilo
No Brasil, grande parte das comunidades indígenas vive em locais de difícil acesso, com pouca presença do poder público, o que dá margem para que sofram constante assédio de garimpeiros ilegais, madeireiros clandestinos e grileiros, entre outros.
Na contramão dessa dura realidade, temos uma comunidade indígena que, além de conseguir vencer as dificuldades, foi capaz de manter sua cultura, demarcar sua terra e conquistar bom grau de independência. Estamos falando dos Waimiri-Atroari, que habitam as terras ao sul do Estado de Roraima e norte do Amazonas. Para entender melhor como essa comunidade se tornou referência, precisamos conhecer seu passado recente.
Na década de 1960, os órgãos indigenistas buscaram estreitar o contato com a Comunidade Indígena Waimiri-Atroari. Porém, o que ocorreu, na realidade, foi um acelerado processo de desagregação cultural e populacional, ocasionadas por diversos choques armados e surtos epidêmicos de doenças que debilitaram sua população.
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Em 1969, foi iniciado o projeto de construção da BR-174, para ligar a cidade de Boa Vista, capital de Roraima, à Manaus, capital do Amazonas. No mesmo período, iniciou-se também a construção da Mineradora Taboca, responsável pela extração da cassiterita. Em consequência, houve impactos negativos para a comunidade Waimiri-Atroari.
  • Em 2008, o tradicional grupo minerador peruano Minsur , adquire o controle acionário da Mineração Taboca e da Mamoré Mineração e Metalurgia.
O início da retomada da cultura e da valorização da comunidade se deu a partir da implantação do Programa Waimiri-Atroari, implantado após a construção da Hidrelétrica de Balbina, quando houve a preocupação em minimizar os impactos e danos causados por sua instalação, por meio de ações múltiplas nas áreas de administração, saúde, educação, meio ambiente, apoio á produção, documentação e memória.
O programa deu tão certo para a comunidade, que sua população passou de 374 pessoas, em 1987, para 1633, em 2013. Em suas 30 aldeias, não há registro de alcoolismo, uma das principais mazelas encontradas em comunidades indígenas brasileiras.
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Hoje, os waimiris contam com cobertura médica primária em toda a sua terra. Desfrutam de um controle cerrado das doenças preveníveis, como malária, infecções respiratórias agudas, diarreias, verminoses e dermatoses. Com isso, o índice de mortalidade, em geral, vem caindo ano a ano.


Na educação, a comunidade possui escolas bilíngues em todas as suas aldeias. Seus professores, na maioria, são indígenas, o que facilita o aprendizado. Há um jornal produzido pelos próprios alunos que circula em todas as aldeias e serve como intercambio informativo, educativo e cultural.
No aspecto econômico, os waimiris se destacam no comércio dos seus artesanatos vendidos nas lojas à margem da BR-174 e na cidade de Manaus. Além de servir como renda para subsistência da população, contribui para a divulgação da sua cultura.
Os waimiris são autossuficientes em alimentos. Tanto a agricultura quanto a pecuária, além de fornecerem alimentos suficientes para a sobrevivência da comunidade, ainda contribuem sobremaneira para sua independência socioeconômica.

Após a demarcação das suas terras, os próprios waimiris tornaram-se responsáveis pela manutenção e vigilância do seu território, impedindo a ocupação indevida de não-índios, sejam madeireiros, garimpeiros, caçadores ou missionários.

Com o objetivo de diminuir a mortandade de animais silvestres e a presença de não-índios, a comunidade indígena Waimiri-Atroari fecha a BR-174 com uma corrente, impedindo o tráfego de caminhões, no período noturno.


Assim, fica evidente a conquista da comunidade indígena Waimiri-Atroari, que, apesar de todas as dificuldades enfrentadas por décadas, conseguiu manter sua cultura viva e alcançar sua independência socioeconômica, mostrando que, com seriedade, respeito mútuo, diálogo constante e a exploração de recursos minerais com geração de renda, é possível conciliar a preservação e o desenvolvimento das comunidades indígenas com as necessárias transformações que conduzem ao progresso do Brasil[6].

Adendo nov/2016: 
Coincidência???
breu-20-aO Baka usar a floresta tropical de Camarões para alimentos, remédios e rituais religiosos.  Eles agora estão excluídos pela força.
O multimilionário francês Benjamin de Rothschild foi acusado de cometer abusos de direitos humanos contra o povo indígena através de sua empresa de safaris que oferece caça dos elefantes aos turistas[1,2,3,4].

Fontes de pesquisa:
[1] https://actualidad.rt.com/actualidad/222812-benjamin-rothschild-acusado-abusos-ddhh-indigenas
[2] http://www.survivalinternational.org/news/11487
[3] https://elmicrolector.org/2016/11/04/la-familia-rothschild-le-declara-la-guerra-a-indigenas-africanos/
[4] http://www.forbes.com/profile/benjamin-de-rothschild/
[5] O Exército, os Chefes Militares, não vem cumprindo o seu exclusivo dever de dizer não, basta, apenas, o Exército Brasileiro passar a cumprir o seu intransferível dever de dizer não.
http://undbrasil.org/?p=54

[6] Tahkome e Nysakome, os ancestrais Waimiri Atroari e os domínios da terra, do ar e da água.

Segundo o povo kinja (autodenominação Waimiri Atroari), antigamente todos os seres mitológicos e animais que habitavam a Terra eram gente e viviam no meio de kinja. Um dia "choveu" muita pedra e todos pensaram que o mundo iria acabar, no entanto havia uma casa cujo esteio central era de piria (pau d'arco), madeira muito dura que agüentou as pancadas das pedras.Nessa maloca moravam várias famílias e a partir delas surgiram os ascendentes dos atuais Waimiri Atroari.Sua gênese é portanto assinalada pelo marco antes e depois da "chuva" de pedras. Atualmente dizem que são descendentes (segunda geração) desse povo que sobreviveu protegido pelo piria dentro da maloca.Os antigos Waimiri Atroari são chamados de tahkome (masculino) e nysakome (feminino). Tahkome é um termo que também pode se referir a um passado muito distante (ao tempo que existiam os tahkome), onde todos conviviam em igualdade de condições, eram todos humanos, apesar de alguns terem poderes sobrenaturais.Nesse tempo passado não havia os animais e as pessoas viviam das frutas e tubérculos existentes na natureza. Mawa, que também era gente, vivia na terra e fornecia à kinja todas a provisões necessárias. Foi Mawa um dos responsáveis por transformar gente (que transgredia regras) em animais e por alguns produtos cultivados em seus roçados.

https://pib.socioambiental.org/pt/povo/waimiri-atroari/print

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