quarta-feira, 7 de setembro de 2011

“NIÓBIO PARA O BEM DO BRASIL” Contra-Almirante Roberto Gama e Silva


De: ROBERTO GAMA e SILVA
Contra-Almirante Reformado
Prezados compatriotas
Com o patriotico objetivo de ajudar a Presidência da República resolver a gravíssima situação fiscal/orçamentária/financeira do Estado e que compromete perigosamente a sua estabilidade social e a sua segurança interna e externa, pedimos um mísero Real a cada cidadão brasileiro para financiar uma campanha cívica a fim de demonstrar ao Congresso Nacional que ao invés de se criar uma nova CPMF e mais impostos como quer agora o Ministério da Fazenda, o nióbio e todos os outros metáis raros produzidos pelo Brasil se explorados, comercializados e taxados corretamente gerariam recursos mais do que suficientes para financiar e sustentar:
1) A Saúde.
2) A Previdência Social.
3) A compra dos caças.
4) O projeto do submarino nuclear.
5) O reequipamento do Exercito Brasileiro.
6) O Programa Espacial Próprio Brasileiro.
7) A Educação.
8) A infraestrutura.
9) E tudo o mais que fosse necessário.
10) Com a redução dos impostos e taxas de juros.
Como?
Enviando à direção dos principais jornais do pais a quantia de R$ 1,00 para que os mesmos se dignem a colocar o tema “NIÓBIO PARA O BEM DO BRASIL” nas primeiras páginas de seus periódicos, pois, só assim os Srs. Parlamentares criariam coragem para redigir e votar a ” LEI DO NIÓBIO E METÁIS RAROS” que regulamentaria a exploração, fiscalização, comercialização, preços, impostos e a segurança das reservas estratégicas brasileiras.
ROBERTO GAMA e SILVA
Contra-Almirante Reformado
Presidente do “Partido Nacionalista Democrático-PND”
Rio de Janeiro, em 5 de maio de 2003 – Aniversário da promulgação do Alvará que “manda estabelecer a Real Academia de Guardas-Marinha no Convento de São Bento” (1808).

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Nióbio o povo acordou e começa a exigir o fim da espoliação!


"O Brasil exporta 81 mil toneladas do metal por ano. O quilograma do metal sai daqui vendido por R$ 16, o que rende R$ 1 bilhão e 296 bilhões – sobre os quais recaem tributos. Acontece que o nióbio é negociado na Bolsa de Londres por até U$ 1.200 dólares por quilograma. Se o Brasil não fosse lesado na operação, e empregasse a soberania do País no negócio, a operação com o nióbio renderia (como rende aos ingleses) US$ 97 a 100 bilhões de dólares – sobre os quais recairiam os impostos”.

Recuando nos tempos, consta que galeões e caravelas zarpavam do Brasil rumo a Lisboa com toneladas de ouro e diamantes, a maior parte das quais era entregue à coroa inglesa e quando esta dava conta da chegada de navios provenientes do Brasil e não havia a sequente entrega do quinhão da vassalagem estipulado, logo os corsários ingleses recebiam ordens para assaltar todos os navios portugueses que rumavam para a Europa, punindo assim Portugal, cujos reis não sabiam fazer uso da fortuna que foi extraída do Brasil,  suficiente para montar uma esquadra e exército capazes de derrotarem as forças inglesas e seus presumíveis aliados.

O mal já vem de longe e continuou no Brasil independente de Portugal. Há poucos anos atrás, a maior parte do ouro extraído em Serra Pelada por garimpeiros trabalhando em condições sub-humanas, foi parar nos EUA e as autoridades irresponsáveis faziam vista grossa.

Na década de 70, saíram de Catalão/GO, centenas de milhares de toneladas de NIÓBIO bruto sem controle algum da parte daqueles que deveriam ser as autoridades responsáveis pela fiscalização.

Em Araxá circulam histórias sobre roubo descarado de NIÓBIO muito mais escabrosas que em Catalão!
O descaramento é tão grande e a conivência tão às claras que Lula passou uns dias em Araxá, na casa do Camargo, assecla do Moreira Sales, responsável pela mina. 

Certamente que Lula nunca soube da existêcia de NIÓBIO no Brasil de tão preocupado que ficou em sair ileso da roubalheira do mensalão que a bem da verdade se diga, nunca imaginou ser tão grande, embora fosse perfeito conhecedor do esquema de assalto aos cofres públicos e de suborno de parlamentares. Copiaram do PSDB.

A presidente Dilma Roussef que foi ministra de Minas e Energia  de Lula, sabe da roubalheira do NIÓBIO e nós, de Mãos Limpas, necessitamos mostrar-lhe que o Povo acordou e começa a exigir o fim da espoliação!
A partir do momento que a Presidente tomar conhecimento oficial do manifesto sobre o NIÓBIO só lhe restam dois caminhos: Colocar em prática uma sucessão de medidas que visem os reais interesses da 
NAÇÃO.

sábado, 3 de setembro de 2011

NIÓBIO metal brasileiro, Wikileaks, Estados Unidos


Nióbio  metal brasileiro
NIÓBIO METAL ESTRATÉGICO
O nióbio é um metal raro usado em todas as aplicações de       
tecnologia de ponta da indústria moderna, e do qual o Brasil detém 98% das reservas mundiais. O Brasil exporta 81 mil toneladas do metal por ano.
O quilograma do metal sai daqui 
diamantes  De Beers
vendido por R$ 16,00 o que rende R$ 1 bilhão e 296 bilhões. Acontece que o nióbio é negociado na Bolsa de Londres por até U$ 1,200.00 dólares por quilograma. Se o Brasil não fosse lesado na operação, e empregasse a soberania do País no negócio, a exportação do nióbio renderia no mínimo (como rende aos ingleses) US$ 97 a 100 bilhões de dólares por ano, isto se não controlassemos o seu preço como faz a De Beers Ltd. com os diamantes.

O Cartel do Nióbio de 1955 a 2011
Agentes Internos - A 5º Coluna (Quinta coluna é um termo usado para se referir a grupos clandestinos que trabalham dentro de um país ou região, ajudando a invasão armada promovida por um outro país em caso de guerra internacional, ou facção rival no caso de uma guerra civil). 
Ativos - Governo Federal: Presidência da República - Casa Civil - Ministério das Minas e Energia - Governo de Minas Gerais
Coniventes - Estado Brasileiro: Receita Federal - Polícia Federal - Ministério Público Federal
Passivos - Congresso Nacional: Deputados - Senadores
Agentes Externos
Ativos locais: Mineradoras exportadoras
Ativos externos: Bolsa de Metais de Londres - Governos estrangeiros.

Nióbio, o que o Wikileaks está dizendo aos americanos

Os Estados Unidos estão preocupados com o nióbio brasileiro. É o que se vê num telegrama diplomático americano que foi publicado  na série de vazamentos de documentos das embaixadas americanas que vem sendo promovida pelo Wikileaks de Julian Assange.

As embaixadas listaram, a pedido de Washington, os pontos que deveriam ser considerados estratégicos para os Estados Unidos fora de suas fronteiras, por questões de segurança ou econômicas.

E eis que o nióbio aparece na lista. É um metal de múltipla utilidade, descoberto em 1851 pelo químico inglês Charles Hatchett. Nióbio, para quem gosta de curiosidades, vem de Níobe, filha do rei Tântalo, da mitologia grega. É claro, brilhante, macio e flexível. Você o encontra em aviões, aparelhos de ressonância magnética, trens balas, jóias, moedas e foguetes. A lista é longa, e inclui armamentos.

O Brasil é o maior produtor e exportador. Em Araxá, Minas, está a principal jazida de nióbio do mundo, propriedade da CBMM, do grupo Moreira Salles em sociedade com uma multinacional, a Molycorp.

Dito tudo isso, qual o sentido em divulgar a lista dos lugares vitais do mundo para os Estados Unidos?

Assange gosta de dizer que o objetivo do Wikileaks é promover um mundo mais justo. O que este vazamento específico – o mais polêmico dessa série nova, até aqui – tem a ver com justiça?

Nada.

Como então entendê-lo?

Há nele um tom de beligerância claro. Os Estados Unidos estão jogando cada vez mais duro com Assange e o Wikileaks. De lá têm partido sugestões de que simplesmente se execute Assange.

O Wikileaks, com vazamentos como este das localidades estratégicas na visão americana, está mostrando que está disposto a ir à guerra.

Nióbio China fecha outra compra milhionária no Brasil


Nióbio brasileiro foi um pouco de chinêsnióbio (que responde por 85% da liberação total desse metal raro no mundo), adquiriu um consórcio chinês.Ele consiste de Baosteel, Taiyuan Iron & Steel Group (TISCO) e Grupo CITIC. Membros do consórcio têm estabeleceu uma empresa de investimento Nióbio China e, através dela comprou participação na CBMM para 1,95 bilhões dolares

Nióbio e suas ligas são utilizados para as indústrias aeroespacial, energia química, e outros. Participação TISCO e Baosteel em acordo para adquirir participação de 15% na CBMM, aparentemente devido ao grande potencial de nióbio como aços de liga, que são feitos de tubos de alta resistência.


http://www.metalinfo.ru/ru/news/51466

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Desnacionalização do nióbio brasileiro



Mina de extração de nióbio da CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração), maior produtora do mundo, em Araxá (MG)
Foto: Patricia Santos - 07.nov.02/Folhapress
É com tristeza que informamos a desnacionalização do nióbio brasileiro.  Em março/2011, um consórcio de companhias japonesas e sulcoreanas já tinha comprado 15% da CBMM – Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, por US$ 1,8 bilhão.
E a novidade é que o conglomerado chinês Citic Group se associou aos produtores de aço inoxidável Taiyuan Iron and Steel e Baosteel para comprar outros 15% da produtora de nióbio Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, por US$ 1,95 bilhão, segundo divulgou quinta-feira a agência oficial de notícias da China, Xinhua.
A CBMM, que tem sede em Araxá, no estado de Minas Gerais, está ainda sob controle da família Moreira Salles. É a maior produtora "expropriadora" mundial de nióbio, metal usado para a produção de aço inoxidável e muitas outras utilidades, considerado uma das principais matérias-primas do século em curso. 02/09/2011 Carlos Newton/TRIBUNA DA INTERNET > http://www1.folha.uol.com.br/mercado/969148-por-r-3-bi-china-compra-fatia-do-niobio-brasileiro.shtml

É  preocupante... e o que diz o Governo Federal?
 CAMUFLA! 

enquanto isso, a expropriação do solo brasileiro continua... 

E o governo continua dizendo que falta dinheiro para cumprir os compromissos sociais. 

E AS ARRECADAÇÕES DA EXPLORAÇÃO DOS MINÉRIOS QUE ENCHERIAM OS COFRES DO  TESOURO NACIONAL!  NADA É ARRECADADO! 

O JUIZ SERGIO MORO E A POLÍCIA FEDERAL DEVEM INVESTIGAR AS EXPROPRIAÇÕES DOS MINÉRIOS NIÓBIO E URÂNIO EXTRAÍDOS DO SOLO BRASILEIRO.

Vejam que fantástico: http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com/2011/01/niobio-correia-transportadora-cbmm.html?spref=gr#close=1
clicar abaixo em Visualização rápida
[PPT] 

O nióbio da Raposa Serra do Sol



www.conteudo.com.br/NIOBIO-ENERGIA-RAPOSA-...
Formato do arquivo: Microsoft Powerpoint - Visualização rápida

Plutônio para a fabricação de "óxido misto"


Transporte de plutônio evidencia falta de segurança nuclear na Europa

Quilos de plutônio seguem da Inglaterra à França sem os devidos cuidados para evitar contaminação ambiental ou atentado terrorista.

O plutônio que será transportado entre o Reino Unido e a França vem do complexo nuclear Sellafield, situado em Cumbria - costa noroeste da Inglaterra (na foto).
Nos próximos dias, o navio Atlantic Osprey transportará centenas de quilos de dióxido de plutônio em pó do complexo nuclear Sellafield, situado em Cumbria - costa noroeste da Inglaterra - para o porto de Cherbourg, na França, onde tem chegada prevista para a madrugada do dia 17 para o dia 18 de março. Uma vez em solo francês, a carga radioativa seguirá para a planta de reprocessamento de plutônio em La Hague em caminhões comuns que não possuem certificação para transportar esse tipo de carga.
Este transporte vem sendo preparado há aproximadamente dois anos e é parte do acordo firmado entre o governo do Reino Unido e a gigante estatal francesa Areva. A Areva cedeu dióxido de plutônio para a fabricação de "óxido misto" (ou MOX, na sigla em inglês) no Reino Unido. O MOX é utilizado como combustível nas instalações nucleares européias e o transporte dessa semana será dos resíduos do MOX usado nas centrais nucleares britânicas.
  Os custos econômicos, ambientais e sociais da estocagem de enormes quantidades de lixo radioativo, os riscos de acidentes e da proliferação nuclear, sem contar as emissões indiretas de gases estufa do ciclo de construção, manejo e descomissionamento de uma usina nuclear, não são contabilizados pela indústria nuclear.
Os argumentos oficiais digam se tratar de uso civil da energia nuclear, eles são utilizados apenas para proteger a imagem da Areva e da EDF - Électricité de France - a maior empresa geradora e distribuidora de eletricidade da França e uma das maiores do mundo", continuou Rousselet. "Não é nada positivo que problemas relacionados à tecnologia nuclear, como os riscos de proliferação, venham à tona, especialmente no momento em que o governo francês se empenha em vender EPRs (Evolutionary Pressurized Reactors, reatores de água pressurizada de terceira geração) a vários países do mundo, inclusive nações politicamente instáveis como a Líbia". http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/transporte-de-plut-nio-evidenc/ Notícia - 12 - mar - 2008

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Nióbio a receita e o apelo presidencial


Decodificando o discurso: a receita do nióbio e o apelo presidencial
Guilhermina Coimbra
Apelo presidencial, publicado no “O Globo”, 31/08/2011, informa a necessidade urgente de as lideranças ministeriais e legislativas trazerem receitas viáveis para a Caixa do Tesouro Nacional.
Propriedades do Minério Nióbio
A reserva de receitas originárias, a ser auferida de um dos grandes patrimônios da Nação, que são os grandes depósitos (minas) de nióbio, mineral radioativo que jaz no subsolo brasileiro – de imensurável valor e múltiplas utilidades nas indústrias de base, é uma das raras fontes de receita originária que ainda restam no Brasil. (A receita originária é aquela não derivada da cobrança de tributos: impostos, taxas, contribuições). Assim, a receita originária é a que o Estado aufere sem onerar o contribuinte, através de suas atividades industriais.
É das receitas originárias asseguradas, que dependerão, o atendimento aos setores carentes, a segurança dos Poderes e a própria segurança do país – haja vista que face à reforma tributária pleiteada, a Caixa do Tesouro Nacional (a que faz a distribuição de rendas entre os setores carentes do Estado: infraestrutura, saúde, educação, habitação, transportes e outros) ao fazer a distribuição de rendas, não mais poderá contar com o mesmo percentual advindo das receitas derivadas (aquelas originadas dos tributos que tanto oneram o setor produtivo e o bolso do contribuinte brasileiro).
Apesar da receita originária do nióbio estar monopolizada constitucionalmente, porque, é minério nuclear de extrema importância –- na prática, e sem uma fiscalização eficaz, os que detêm o poder de gerir tais recursos podem ignorar o monopólio constitucional, como vêm ocorrendo de tempos em tempos.
E ao ignorarem o monopólio, realizam grandes negócios privados com bens públicos brasileiros esgotáveis, apoiados, justamente, pela ausência de fiscalização da receita originária da qual se trata e pela ausência de informação-divulgação desta receita – originada da exploração do minério nuclear nióbio (tão importante quanto o urânio, que, devidamente, enriquecido, é o Combustível do Século).
Haja vista, em passado recente, uma das maiores reservas de nióbio haver sido oferecida para licitação (felizmente, abortada) a um preço infinitamente vil, à revelia do conhecimento da população brasileira (os nacionais e estrangeiros residentes no país).
Marcos Valério (um dos principais investigados e interrogados, na Comissão Parlamentar de Inquérito dos Correios) declarou na CPI: … “O grosso do dinheiro vem do nióbio” (A informação está registrada nos Anais da CPI). No Brasil, todo mundo sabe o que todo mundo sabe. Não há como aceitar que a exploração do nióbio continue em “segredo” quando o apelo presidencial é para que tragam receitas para o desenvolvimento do Brasil.
Assim, em atendimento ao apelo presidencial, a receita advinda da exploração do nióbio (constitucionalmente assegurada) deve ser de direito e de fato, diretamente canalizada para o Caixa do Tesouro Nacional.
A maior aplicação do nióbio está no por vir, razão pela qual, a pressão tem sido para transferir para o exterior, a maior quantidade possível do metal, a preço vil.
O jornal Folha de São Paulo, já, em 28/06/05, publicava que Delegação da Comissão Européia visitaria o Brasil em breve para estudar alternativas de inclusão no projeto (ITER). O Brasil pode se envolver com o Projeto ITER – Reator Experimental Termonuclear Internacional. E a participação brasileira seria graças à reserva de nióbio localizada em Minas Gerais. A maior do mundo.
O nióbio, metal condutor poderoso, será usado para construir molas (bobinas) gigantes e gerar um campo magnético para conduzir o processo de fusão nuclear dentro do reator.
Assim, as usinas termonucleares limpas e muito mais seguras que as atuais nucleares – geradoras de energia farta e barata – se multiplicarão sem restrições pelo planeta exigindo milhares de toneladas de nióbio puro para mantê-las acesas.
Daí o entendimento, corretíssimo, de não haver argumento justificador da entrega in natura, de nenhum tipo de mineral nuclear: eles serão imprescindíveis ao desenvolvimento do país, tecnológica e industrialmente.
“Com este magnífico feito o homem passará a dominar também o fogo termonuclear, aquele que ocorre no interior das estrelas pela fusão de átomos de hidrogênio a uma temperatura de 15 milhões de graus centígrados, gerando hélio e uma brutal quantidade de energia limpa, barata e inesgotável, pois, o trítio isótopo pesado do hidrogênio usado como combustível é abundante na face da Terra na forma de água pesada”. (in “Serão Mesmo Nossos, os Nossos Minérios?”, de Roberto Gama e Silva). Com esse entendimento, os Ministérios da Fazenda, de Minas e Energia, do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior e o Poder Legislativo Federal terão, por dever de oficio, que cuidar das nossa reservas de nióbio a ferro e fogo por diversas razões inquestionáveis, entre elas:
1) o preço do metal nióbio, num futuro próximo, deverá subir ao espaço na Bolsa de Metais de Londres e isto significará cada vez mais receitas para a Caixa do Tesouro Nacional;
2) porque entender o contrário seria o caso de se instalar Comissão Parlamentar de Inquérito, imputando aos diretamente envolvidos, vale dizer, imputando aqueles que insistem no conluio do silêncio sobre o nióbio, com o devido processo legal penal, pelo crime de conivência com o desvio de minerais nucleares energéticos constitucionalmente assegurados.
Receita do NIÓBIO diretamente para atendimento do apelo presidencial, já!  O apelo presidencial – de uma ex-ministra das Minas e Energia do Brasil – não pode ser ignorado, porque, o apelo presidencial não ignora que é das minas de nióbio que advirá o grosso das receitas objeto do apelo.
(Guilhermina Coimbra é profa. adjunao de Direito Público e Privado, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, e membro do Conselho da Federação Interamericana de Advogados/FIA, Washington, D.C.)