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terça-feira, 18 de outubro de 2011

cobiça pelas "Terras Raras" ricas em minérios em MS causa genocídio entre índios

MPF considera genocídio ataque a índios no Mato Grosso do Sul


A pedido do Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal investiga como genocídio o ataque sofrido por indígenas da etnia guarani-kaiowá, ocorrido há duas semanas no município de Iguatemi (MS), onde adultos e crianças estavam acampados às margens de uma estrada vicinal.

  •  Mais de 70 mil índios de diversas etnias aguardam a demarcação das terras tradicionalmente ocupadas por eles, em cumprimento a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelo MPF e Funai, em 2007, mas que não foi cumprido. O MPF relata dois outros eventos violentos envolvendo a comunidade. Em setembro de 2003, um grupo tentou retornar à área, mas homens armados invadiram o acampamento e expulsaram os indígenas com violência.
Genocídio entre os índios na disputa pelas "Terras Raras"


Um dos líderes guarani-kaiowá relatou ao MPF que os índios estavam rezando quando chegaram dois caminhões com homens atirando. Eles queimaram barracas e roupas e ameaçaram amarrar todos os índios.
- Saímos correndo, em direção diferente. A 300 metros do local vimos as barracas queimando e muito choro. Faroletes e lanternas estão focando pra lá e cá, as crianças e idosos não conseguiram correr. Os meus olhos enlagrimando (sic) escrevi este fato. Quase não temos mais chance de sobreviver neste Brasil - relatou o índigena.
O ataque causou a destruição de barracos e pertences dos índios. O estoque de alimento foi queimado. Os mais atingidos pela violência foram idosos e crianças, que não conseguiram correr e ficaram feridos. O acampamento ocupa área pública.
O MPF em Dourados (MS) pediu abertura de inquérito na Polícia Federal para investigar o crime. Foram encontrados dezenas de cartuchos de munição calibre 12 anti-tumulto (balas de borracha) e há indício de formação de milícia armada.
Em vista da insegurança, os indígenas se valem de um meio precário para atravessar o rio que os separa do acampamento. São 50 metros entre as margens, dois metros de profundidade  e forte correnteza, vencidos por mulheres, idosos e crianças através de um fio de arame (fotos da travessia).  Na outra margem, sentem-se mais seguros contra ataques.
O MPF trata o caso como genocídio porque foi cometida violência motivada por questões étnicas contra uma coletividade indígena.
A área reivindicada pelo grupo guarani-kaiowá é conhecida como Puelito Kue e já foi estudada pelos antropólogos da Fundação Nacional do Índio. O relatório, cuja publicação é uma das fases da demarcação de terras indígenas, está em fase final de redação. Como não têm para onde ir, os indígenas retornaram ao mesmo acampamento após o ataque.
Os indígenas se valem de um meio precário para atravessar o rio que os separa do acampamento. São 50 metros entre as margens, dois metros de profundidade  e forte correnteza, vencidos por mulheres, idosos e crianças através de um fio de arame.  Na outra margem, sentem-se mais seguros contra ataques.
O Mato Grosso do Sul, que abriga a segunda maior população indígena do País, tem sido palco de violência étnica. Mais de 70 mil índios de diversas etnias aguardam a demarcação das terras tradicionalmente ocupadas por eles, em cumprimento a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelo MPF e Funai, em 2007, mas que não foi cumprido.
O MPF relata dois outros eventos violentos envolvendo a comunidade. Em setembro de 2003, um grupo tentou retornar à área, mas homens armados invadiram o acampamento e expulsaram os indígenas com violência.
Em dezembro de 2009, os índios foram amarrados, espancados e colocados num caminhão, sendo deixados em local distante do acampamento. O indígena Arcelino Oliveira Teixeira desapareceu sem deixar pistas. O corpo nunca foi encontrado.
Fonte/foto: MPF via blog do Altino Machado

sábado, 13 de agosto de 2011

ÍNDIOS, FANTOCHES, FACÕES E OS MALANDROS INTERNACIONAIS

Posted by Arthurius Maximus

Todo esse episódio envolvendo os índios brasileiros e as ONGs estrangeiras que os usam como massa de manobra para conseguir penetração e a posterior internacionalização da Amazônia; tem o único intuito de abocanhar nossos recursos minerais e biológicos na região. E traz a tona à questão da manipulação dos índios, e dos que se dizem índios; mas que, na verdade, apenas descobriram no apoio as ONGs uma forma rápida e eficaz de enriquecerem.
Agora parece claro que essas ONGs desejam apenas criar, incentivar e propagar o ódio e o repúdio a ordem e ao povo brasileiro entre os índios. Estes que sempre foram considerados como importantes guardiões da selva amazônica, hoje se reduziram a gananciosos “playboys” motorizados e recheados de recursos estrangeiros para fomentar confusões e violência na região.
As investigações da Polícia Federal em torno do ataque realizado ao engenheiro da Eletronorte, mostraram claramente como agem essas ONGs e esses malandros estrangeiros que posam de bons moços. Mas, na verdade, querem mesmo é meter a mão em nossas riquezas naturais.
O fato do líder da ONG que realizava o evento e um padre da pastoral associada terem sido filmados comprando os facões para os índios, é gravíssimo. E, muito além disso, é a prova cabal e inquestionável do que está acontecendo na Amazônia. A ingerência e a interferência estrangeira em nosso território.
Mesmo com as imagens; o padre e o “indigenista” negaram terem comprado os facões. Contudo, a simples verificação das notas fiscais emitidas pela loja, mostrou que foram eles mesmos os compradores dos facões e a própria ONG pagou por eles.
Por mais que neguem; foram filmados e a compra está documentada. Como negar o fato? Chegou a hora de dar um basta e eliminar esses aproveitadores escroques de nosso território. Da mesma forma, punir severamente com o rigor da lei, tanto os índios quanto o padre e o “indigenista”. Pois, ao contrário do que muitos pensam, pela legislação atual esses índios são considerados “integrados” e portanto, podem responder por seus atos criminalmente. É chegada a hora de botar ordem na casa e colocar os “pingos nos is”. As punições deveriam começar com o banimento e a expulsão dessas ONGs e seus integrantes; bem como a apreensão de todo o armamento em poder dos índios.
Infelizmente, a tradição brasileira reza que tudo será minimizado e ninguém será punido. Já há um advogado disposto a defender os acusados e afirma que não há ligação entre a compra dos facões e o ataque ao engenheiro.
Essa é o tipo de afirmação absurda que não convence ninguém que tenha mais de dois neurônios e que beiram o ridículo. Os índios, o indigenista e o padre foram até a loja; foram filmados e há uma nota fiscal que comprova a compra dos facões e o pagamento dos mesmos pela ONG NO MESMO DIA DO EVENTO. Logo depois, o engenheiro é atacado com esses facões pelos índios.
Se não há ligação entre esses fatos; o que há então: Coincidências? Apenas uma frase pode definir isso tudo:
Poupe-me caro “doutor”; esses índios são, na verdade, apenas meros fantoches.
E você leitor, o que pensa disso?  Posted by Arthurius Maximus on maio 23rd, 2008   http://www.visaopanoramica.com/2008/05/23/indios-fantoches-facoes-e-os-malandros-internacionais/

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Roraima e a Serra da Lua: A união indissolúvel do Brasil e as homologações das reservas


O dono de Roraima?

Guilhermina Coimbra(*)

Os brasileiros não podem aceitar que Roraima esteja em fase de extinção como entidade Estado-membro - parte federativa, do Brasil.
Como a Constituição Federal do Brasil, Artigo 60, parágrafo 4º proíbe, no artigo que trata das Emendas constitucionais, objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir a forma federativa de Estado, estão violando e atentando contra a Constituição Federal do Brasil, através do uso indevido de homologações.
A homologação é a aprovação por autoridade administrativa ou judicial.
Tanto a homologação administrativa quanto a homologação judicial, estão vinculadas à Constituição Federal, pelo princípio da hierarquia das leis.
O poder discricionário, que é aquele poder que permite às autoridades administrativas agirem de acordo com os seus respectivos critérios de conveniência e oportunidade desde que, sem violar, sem contrariar sem confrontar e sem tentar burlar a Constituição Federal.
De um modo geral, as homologações judiciais são utilizadas em ações homologatórias de decisões, sentenças estrangeiras das quais não caibam mais recursos nos Estados de onde se originaram.
Ultimamente, as homologações judiciais estão sendo utilizadas para homologar decisões administrativas que extrapolam o poder discricionário de autoridades administrativas governamentais.
Isto é um absurdo, principalmente quando se trata de um dos elementos constitutivo do Estado (território, solo, subsolo) e da forma do Estado.
O Brasil tem a forma federativa.
A forma federativa é a melhor forma de Estado com grande base territorial, porque, cada um dos Estados-membros têm autonomia (Poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e Constituição Estadual independentes entre si, porém, subordinados à Constituição Federal) mas, não têm soberania, porque, a soberania é federal, expressamente disposta na Constituição Federal.
Os EUA formaram-se como Confederação, mas mudaram quase que imediatamente para Federação, porque é a melhor forma de Estado, onde a Constituição Federal é a suprema Lei, a Lei Maior.
A União Européia é uma Confederação de Estados, porque, cada Estado Membro tem a sua autonomia e soberania asseguradas: disseram não à proposta de Constituição Única e fizeram muito bem. É a união que faz a força e no caso da Confederação Européia todos estão unidos, somente, por motivação bélica e econômica. Os interesses peculiares a cada um dos Estados Unitários (pequena base territorial) são distintos.
A mais conhecida alienação de terras em Roraima foi a “homologação” da Raposa Serra do Sol, com 1.700.000 hectares, quase do tamanho de Sergipe, referendada pelo STF.
No momento, estão tentando assinar a homologação da Reserva Indígena do Anaro, no Município de Amajari, Norte de Roraima.
A área indígena, da qual se trata, objeto de futura “homologação” tem 30.474 hectares para abrigar apenas e tão somente 54 índios wapixanas; não são 54 famílias, e sim, apenas 54 indivíduos (não interessa se são indígenas, ou, não: o que interessa é que é um absurdo total reservar apenas, para esses 54 indivíduos, a quantidade de terras que estão pretendendo reservar.
É, também, um atentado contra o Artigo 1º, Caput da Constituição Federal – que trata da união indissolúvel do Brasil.
Convém saber que esses 30.474 ha. são mais ou menos o total da área urbana de Boa Vista - RR, que tem cerca de 200.000 habitantes. São índios completamente aculturados, onde existe escola de 1º grau.
Estava em andamento secreto mais uma venda de terras brasileiras no Estado de Roraima, na Serra da Lua e suas vizinhanças. Uma ONG supostamente “ambiental” chamada ICMBIO - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, está fazendo o levantamento geodésico da área.
A ICMBIO é estreitamente ligada a ONG chamada ISA – Instituto Sócio-Ambiental, um dos propugnadores e ativo participante da criação do mega latifúndio ianomâmi, homologado pelo então Presidente Fernando Collor.
O projeto foi descoberto pela jornalista Andrezza Trajano, da Folha de Boa Vista (RR), página 08, edição do dia 2 de dezembro/09, mas a sua origem é de 2006.
A nova área será o Parque Nacional do Lavrado, com um tamanho inicial de “apenas” 155.000 hectares. Os trabalhos estão sob a responsabilidade da técnica ambiental Larissa Diehl, e essa área ficará fazendo parte do programa da ARPA - Áreas Protegidas da Amazônia.
Para se ter um parâmetro, são “apenas” 155.000 hectares. A área urbana da capital paulista é de mais ou menos 90.000 hectares de terras de Roraima, Estado da Federação do Brasil.
As terras cobiçadas ficam no município de Bonfim, que tem petróleo confirmado e, também por outra pura “coincidência”, fica na fronteira com a República da Guiana (ex-inglesa) e que, também por absoluta “coincidência”,  beirando a margem direita do Rio Tacutu, que tem na margem oposta e bem em frente (na Guiana), uma área também de “preservação ambiental” com mais de 400.000 hectares, a qual tem como “patrono”, nada menos que o diligente Príncipe Charles, da Inglaterra, apoiado pelo ISA-Instituto Sócio-Ambiental, sócio dos ingleses.
A homologação está prevista para o dia 30 de abril de 2010 .
São 261 famílias, perfazendo 794 pessoas muitas, tal como as da Raposa / Serra do Sol, nasceram, criaram seus filhos e vivem até hoje na região, com suas famílias! Várias das fazendas tem título definitivo e registro, datado de 1914.
A FUNAI não conseguiu reassentar todos os que foram expulsos da Raposa/ Serra do Sol, porque, as terras públicas de Roraima estão “sumindo”.
Os brasileiros não admitem ver centenas de famílias de brasileiros perambulando, fugindo pelas estradas, como os refugiados da Iugoslávia, do Afeganistão e outras tantas infelizes populações ao redor do mundo – em razão da divisão de seus territórios através de acordos de executivos ou de “homologações”.
Não há como aceitar, a luz do Direito, que ínfimas indenizações, pagas muitos anos depois e com precatórios, possam garantir o patrimônio dos prejudicados.
Apanhado de surpresa, o prefeito de Bonfim informou que a Prefeitura e os fazendeiros entrarão na Justiça contra essa decisão absurda, perpetrada contra Roraima.
A demarcação está marcada para 30 abril 2010 próximo. Um desmentido minimiza e “garante” que nada vai ser feito sem consulta prévia, em audiência pública, para que “a sociedade” manifeste-se.
Roraima tem três parques nacionais, três estações ecológicas e duas florestas nacionais, totalizando oito unidades de conservação.
Sabe-se que outras áreas já estão demarcadas, faltando apenas a assinatura da homologação. São elas: Trombetas/Mapuera, envolvendo terras do Pará e Roraima, abrigando uma mistura de ONZE etnias (!), totalizando mesmo assim, apenas 8.470 índios, sendo que a maioria está no Pará.
Essa ínfima quantidade de índios receberam nada menos que 558.502 hectares (!) quase a metade da Serra da Raposa/Serra do Sol, QUASE SEIS VEZES O TAMANHO URBANO DA CAPITAL PAULISTA PARA 8.470 ÍNDIOS, sendo que, 10% dessa área está dentro de Roraima (municípios de Caroebe e São João da Baliza). O Estado de Roraima ficará, apenas com 25% de suas terras.
Os que tentam desesperadamente, dividir o território fértil do Brasil, alienando o seu solo e subsolo – são perseverantes. Já sentiram que o Brasil não é nenhuma Iugoslávia, nenhum Afeganistão, nenhum dos Estados africanos – com todo o respeito que todos eles merecem.
Daí que inventaram o instituto da homologação para dividir o Brasil. ABIN, Polícia Federal, quebra de sigilos bancários em todos os que se propuserem a defender o constitucionalmente indefensável!
De homologação em homologação estão tentando acabar com a forma federativa do Brasil, dividindo o Brasil, vendendo terras de Estado da Federação do Brasil, passando por cima, violando, contrariando as disposições do Artigo 60, § 4º, inciso I, da Constituição Federal de 1988!
A República Federativa do Brasil, cuja união é garantida pelo artigo constitucional supra, merece respeito!
(*) Guilhermina Coimbra é professora-adjunta de Direito Constitucional, Teoria Geral do Estado, Direito Internacional, Instituições de Direito Público e Privado, Legislação Profissional e Social, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro-UFRRJ, Brasil, ufrrj@gov.br ; www.ufrrj.gov.br  ; Presidente do Instituto Brasileiro de Integração das Nações-IBIN, Advogada, Escritório: Rua Debret, n.23 - grupo 801-802, Castelo, Rio de Janeiro, Brasil - CEP 20030-080 - /RJ, Brasil; Mestrado em Direito e desenvolvimento/Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro/PUC/RJ, Brasil; Doutorado em Direito e Economia/UGF/Rio de Janeiro, Brasil; Membro Coordenadora da Comissão Permanente de Direito Internacional e Membro da Comissão Permanente de Direito Ambiental, ambas do Instituto dos Advogados Brasileiros/CPDI/CPDA/IAB, RJ, Brasil; Membro da International Nuclear Law Association/INLA/Bruxelas, Bélgica, E.mail: info@aidn-inla.be ;Web site: www.aidn-inla.be ; Membro do Conselho da Federação Interamericana Web Site: www.inderscience.com/papers ; E.mail: info@inderscience.com ; E.mail: coimbra@ibin.com.br. Home page: www.ibin. de Advogados desde 1997, Washington, D.C., E.mail: iaba@iaba.org ; Web site: www.iaba.org ; Membro do Conselho Editorial do International Journal of Nuclear Law, Index British Library.

domingo, 25 de janeiro de 2009

ÍNDIOS, MÁFIAS E A INOCÊNCIA ESTÚPIDA.



Triste realidade...

Na série de artigos que escrevi aqui recentemente sobre a influência perniciosa e a manipulação de índios pelas ONGs estrangeiras na Amazônia, fui crucificado por alguns leitores e até índios se manifestaram aqui se dizendo ofendidos pelas minhas colocações em relação a minha desconfiança sobre a idoneidade dos “caciques” e do que chamo de pseudoindigenistas.
Pois é, mas nada como um dia após o outro para que, aos poucos, a verdade e a realidade cuidarem de esmagarem com sua força e seus argumentos irrefutáveis, os inocentes estúpidos que acham que o simples fato de um indivíduo ser um índio ou um descendente das honradas tribos dos antepassados que, orgulhosamente, protegiam nossa selva dos estrangeiros e dos aproveitadores; lhes conferiria automaticamente um status de confiáveis, honestos e incorruptíveis. Dotados de pureza de intenções digna de Tupã e de todos os seres da rica mitologia dos povos da floresta.
Contudo, uma operação da Polícia Federal que leva o nome de uma dessas entidades protetoras da floresta; O Caipora mostrou que não basta ser índio ou ser descendente de índios para ser honesto e protetor da floresta. Eu iria mais longe; e perguntaria o que vocês acham da recente onda de manifestações dos “índios” que, agindo organizadamente invadiram vários prédios públicos e estradas? O que vocês acham de vê-los exigindo pedágio e chantageando empresas em troca de suborno para que permitam a passagem dos veículos? O que acham de vê-los com seus óculos escuros, calças jeans, carros importados e pick-ups?
Desbaratada pela operação, uma quadrilha de madeireiros do Mato Grosso que era composta por funcionários da FUNAI, Policiais Rodoviários Federais, Funcionários Públicos do Estado e, pasmem, um índio. Aliciavam as tribos da Reserva do Vale do Guaporé para que em troca de carros e de dinheiro, permitissem o desmatamento da reserva e a retirada ilegal da madeira. Pois os “honestos e puros” índios permitiram que 5% da reserva sob sua guarda fossem totalmente destruídos. Uma área correspondente a 5.888 hectares.
Essa operação mostra claramente como pode ser perniciosa a atuação que os grupos de “falsos índios” podem ter quando se confiam a eles vastas extensões de terras ricas em recursos naturais. Diferentemente dos verdadeiros índios, como os da tribo dos Ashaninka que ao se depararem com madeireiros em sua reserva, convocaram a Polícia Federal e o Exército e prenderam todo mundo.
A conclusão é muito clara: Pelo simples fato de um indivíduo pertencer ao grupo étnico indígena, tal condição genética não o transforma em santo e nem em protetor abençoado da floresta. Entregar as riquezas da Amazônia aos grupos de índios que já abandonaram seus laços com a selva; é entregar um tesouro imenso nas mãos de pessoas ambiciosas e gananciosas. Prontas a destruir a floresta num piscar de olhos; desde que recebem algo que lhes seja aprazível. Enquanto o verdadeiro índio preserva, guarda e vigia o seu (e nosso) patrimônio; os que se fazem de índios querem se apoderar dele apenas para o torrarem o mais rápido possível para que possam viver com o que julgam riqueza.
Formando verdadeiras máfias e aliando-se a madeireiros e usurpadores nacionais e estrangeiros, esses aproveitadores traem o solo que os abrigou e criou por tanto tempo e que foi defendido com unhas e dentes por seus ancestrais. E, em alguns casos, cospem no solo que bebeu muito do sangue dos que vieram antes deles e que preferiram morrer lutando a entregarem as riquezas da floresta aos invasores. Hoje, aproveitam-se da inocência estúpida dos que são enganados e iludidos por eles para, simplesmente, darem vazão a uma ganância e uma sordidez aprendida e assimilada do homem branco. Longe das tradições honradas de seus antepassados, esses verdadeiros parasitas sociais querem apenas aproveitar-se de uma situação e de uma condição genética e cultural que, eles mesmos, já abandonaram faz tempo. São apenas “índios de conveniência”.
Pense nisso. Posted by Arthurius Maximus on maio 29th, 2008 http://www.visaopanoramica.com/2008/05/29/indios-mafias-e-a-inocencia-estupida/

FANTASIAS, VERDADES E O PERIGO PSEUDO-INDIGENISTA


Posted by Arthurius Maximus
Assistindo a mais um reportagem sobre os conflitos na Reserva Indígena raposa Serra do Sol, um dado me chamou a atenção. Um “índio” num escritório refrigerado e a frente de um computador, dizia com muita propriedade que “é um absurdo alegarem que queremos separar a Amazônia do Brasil através das “nações indígenas”. Isso é coisa de quem protege os interesses econômicos particulares na região”.
Nada contra a opinião do “índio”. Afinal, todos os lados podem mostrar a sua versão. Contudo, resolvi fazer uma pesquisa rápida e, durante essa pesquisa, me deparei com uma notícia interessante. Meio escondida num jornal de grande circulação; mas que pode ser encontrada com certa facilidade no site desse mesmo jornal na Internet (veja aqui).
Nessa notícia, os responsáveis por uma das ONGs mais atuantes e que incitaram os índios a invadir a fazenda de arroz de Paulo César Quartiero; o “indígena” Júlio Macuxi que anda de numa pick-up, celular e usa notebook E gerencia recursos vindos do exterior como um grande empresário carioca ou paulista faz carga contra as forças armadas brasileiras e deixa bem claro a intenção dos “índios” de banir os militares da área. Ele diz categoricamente: “- A postura do general revela não só preconceito, mas é uma demonstração de que os militares, em plena democracia, continuam perseguindo as comunidades indígenas. Por que índios não podem estar nas fronteiras? A terra é da União e não do Exército. Os militares têm dificuldade em entender isso”.
Ele referia-se ao General Eliezer Monteiro, comandante da 7ª Brigada de Infantaria de Selva (BIS) de Roraima; e uma das maiores mentes no assunto defesa da Amazônia; que se colocou contra a demarcação das vastíssimas e desnecessárias terras das reservas “indígena” em áreas de fronteira. Ele clama por democracia, mas como todo demagogo, se irrita apenas porque o general permitiu que fosse feito um ato por moradores locais contra a demarcação da reserva. Ou seja, o “índio” democrata não tolera opiniões contrárias as dele.
Esse mesmo “índio” dá declarações interessantes e mostra seu verdadeiro interesse numa entrevista muito bem feita no site “Alerta em Rede”. Lá, em suas próprias palavras, ele deixa claro que quer os minérios e as riquezas da região para si. O Brasil que compre deles ou venderão para o exterior. Em outros trechos, ele exige a autonomia administrativa e o poder de vetar a presença de quaisquer elementos que não sejam afetos aos índios e diz que quer implementar uma política de purificação racial.
Um outro detalhe interessante, é que a ONG que preside é uma verdadeira embaixada estrangeira na Amazônia. No site deles “CIR.ORG.BR” há uma lista de “parceiros”. Verificando-se esses “parceiros” vemos que todas as ONGs listadas lá são estrangeiras. As que “se passam” por brasileiras são na verdade financiadas por recursos estrangeiros também. Logo, são apenas “laranjas”. Alguns dos interessados nesses “índios” são: ”NORAD – GOVERNO DA NORUEGA”; AMAZON ALLIANCE; A EMBAIXADA DA NOVA ZELÂNDIA (?); A CCE – COMISSÃO DA COMUNIDADE ECONÔMICA EUROPÉIA (?); entre outras centenas de organizações de governos internacionais. Não é estranho, ou pelo menos; não soa estranho que o governo da Nova Zelândia e que uma agência governamental da Comunidade Econômica Européia estejam tão interessados que se demarquem terras “indígenas” enormes e riquíssimas em nossas fronteiras?
E por que apenas os “índios” já aculturados e que vivem como brancos se interessam por essas terras? Querem deixar de lado seus carrões, seus celulares, seus computadores e todo aquele dinheiro internacional para voltar a comer mandioca e andar peladões na selva?
Pode ser que sim. Mas eu prefiro que aquelas riquezas sejam de todos os brasileiros.
E você leitor, o que pensa disso?
Veja algumas declarações do “índio”; retiradas do site acima mencionado:
“Queremos que seja aprovado um Estatuto Indígena que regulamenta a exploração das [nossas] riquezas minerais, dos nossos recursos hídricos e que contempla outras áreas como educação e saúde. Não queremos ganhar migalhas de royalties, queremos vender o nosso produto ao Brasil. Também não queremos ganhar migalhas de royalties com a construção da hidrelétrica de Cotingo. Temos condição de construí-la e de vender energia ao Estado”.
“Estamos exigindo o cumprimento do artigo 5º da Portaria do MJ nº 534 de 13 de abril de 2005, que proíbe o ingresso, trânsito e a permanência de pessoas ou grupos de não-índios dentro da nossa terra sem nossa autorização”.
“Outra decisão tomada pelos tuxauas do CIR é a de controlar o casamento entre índios e ‘não-índios’. Para Jacir Macuxi, a união civil envolvendo índios passará pela análise de um comitê de tuxauas, que dará, ou não, o sinal verde. Segundo Júlio Macuxi, é necessário haver um controle sobre os casamentos inter-raciais para que a comunidade indígena não seja obrigada a conviver com ‘maus elementos’. A decisão revela que o CIR pretende promover uma autêntica ‘purificação étnica’ que, eventualmente, pode incluir até mesmo índios de outras tribos que não a dos Macuxis, que são majoritários e controlam as ações na área da Raposa-Serra do Sol”.