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sábado, 14 de julho de 2012

Nióbio novela da Record governo sonega informações à pesquisa

Exclusivo - O mafioso de comercialização do nióbio, que redunda em perdas anuais estimadas de US$ 100 bilhões ao Brasil, pode virar assunto da novela “Máscaras”, da Rede Record. O escritor Lauro César Muniz, que cuida da trama, deseja colocar o polêmico e pouco conhecido assunto na ficção. O novelista tem tudo para sofrer retaliações por mexer no vespeiro do nióbio, tentando popularizar um tema conhecido por poucos brasileiros.


O governo já boicota oficialmente o assunto que é um tabu econômico. Existe até o risco de alguém ligado à presidenta Dilma Rousseff procurar a direção da Record ou da Igreja Universal do Reino de Deus, para “aconselhar” que o assunto não entre na trama da novela. O primeiro sinal disso é que o Departamento Nacional de Pesquisas Minerais, órgão do governo que guarda e sonega todas as informações sobre nióbio, se recusa a falar com a produção da emissora. 


Carolina Agabiti, que faz produção para filmes e telenovelas, realiza uma pesquisa sobre o explosivo tema, cujas informações servirão para alimentar a trama da novela "Máscaras", da Rede Record. Segundo a pesquisadora, “a novela tem um enredo policial que prima por um enfoque realista. Por isso aprofundamos as pesquisas ao máximo porque queremos que as histórias tenham verdade”. Carolina fez uma pesquisa vasta pela internet, leu artigos científicos, e conversou com geólogos. “Tentei entrar em contato com o pessoal do DNPM (que não quis falar comigo)”.


A pesquisadora faz contato com especialistas em Nióbio. Já procurou o engenheiro Ronaldo Schlichting. Pretende falar também com o Almirante Roberto Gama e Silva. Se quiser aprofundar a pesquisa, pode ouvir também o economista Adriano Benayon do Amaral e o advogado Antônio Ribas Paiva. Todos explicam, didaticamente, como funciona o esquema de subfaturamento da exportação do nióbio promovido por transnacionais comandadas a partir da City de Londres, bolsa que dita as cotações mundiais do minério.


O Nióbio é estratégico por vários motivos. O Brasil detém 98% das reservas mundiais e a exploração do raro mineral está associada a terras raras, urânio e tório – matéria-prima fundamental para a indústria de ponta. Os chamados óxidos de terras-raras compreendem um grupo de 17 elementos químicos, utilizados principalmente em aplicações de alta tecnologia. O mercado mundial é atualmente controlado pela China, responsável por mais de 90% do fornecimento mundial. Mas os chineses, espertamente, restringem a exportação dos minerais de alto valor agregado.


Se “novela do nióbio” for mesmo para a telinha da televisão, sem censura, os brasileiros começarão a desvendar mais um mecanismo oculto de como a Oligarquia Financeira Transnacional atua para nos explorar e manter nosso País permanentemente na miséria.


Novidades em Araxá


Uma pesquisa independente, encomendada pela MbAC Fertilizantes, confirmaram a existência de altos teores de terras-raras, nióbio e fosfatos em Araxá – Minas Gerais.


Verificou-se a existência no local de 6,34 milhões de toneladas de minérios, com 5,01% de óxidos totais de terras-raras, 8,40% de P2O5, matéria-prima para fertilizantes, e 1,02% de Nb2O5, o óxido de nióbio.


Os recursos inferidos são de 21,94 milhões de toneladas, com 3,99% de óxidos de terras-raras totais, 7,86% de P2O5 e 0,64% de Nb2O5.


Os óxidos pesados de terras-raras (HREO), somados ao óxido de ítrio (Y2O3), representam 2,48% dos óxidos de terras raras totais.


Exploração programada


A MbAC Fertilizantes, que tem a propriedade total do projeto na área de 214 hectares, vai instalar uma planta-piloto no local.


"Os resultados confirmaram nossas expectativas de que a jazida de Araxá tem uma base significativa de recursos de óxidos de terras-raras com altos teores, quando comparada a outros depósitos no mundo".


A avaliação é do CEO e vice chairman da MbAC Fertilizantes, Antenor Silva, que discute “acordos com terceiros” para a exploração comercial de tamanha riqueza.


Te cuida, Eike


O famoso bilionário, que vem amargando perdas no valor de mercado de suas empresas, deve ficar cada vez mais esperto com a concorrência – que pode até destroná-lo.


O BTG Pactual, de André Esteves, e a AGN Participações, de Roger Agnelli, acabam de criar a B&A Mineração, que começa a operar daqui a dois meses.


Criada para atuar no ramo de mineração no Brasil, no restante da América Latina e na África, a empresa terá braços de logística e de bioenergia – com atuação bem semelhante ao sistema de Eike Batista.
Fonte:www.alertatotal.net 
Por Jorge Serrão


Créditos de: Manoel Soriano Neto
http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com.br/2011/12/abrindo-caixa-preta-do-niobio.html

domingo, 25 de janeiro de 2009

CONSPIRAÇÕES, ÍNDIOS E A GANÂNCIA INTERNACIONAL


Posted by Arthurius Maximu
Posted by Arthurius Maximu
Recentemente, escrevi um artigo (Generais, Índios e a Burrice) sobre as declarações do General Augusto Heleno comandante militar da Amazônia, onde ele demonstrava a temeridade e a burrice de nossas autoridades ao demarcarem a extensa reserva indígena Raposa Terra do Sol. Tal reserva, que será maior que muitos países, fica em uma região de fronteira, se constituirá em um tremendo risco a soberania do Brasil e facilitará a ação nefasta de estrangeiros na Amazônia.
Vários leitores comentaram aqui defendendo a demarcação e achando um absurdo que houvesse opiniões contrárias. Afirmaram ainda que tal demarcação nada traria de problemático a nossa soberania e integralidade territorial; pois nosso exército e nossas autoridades poderiam entrar na reserva sempre que detectassem algo anormal.
A verdade, no entanto, é bem outra. Lendo alguns artigos na Internet é facilmente percebível que tal demarcação é apenas o início da internacionalização da Amazônia; um sonho antigo das potências internacionais. Em especial dos americanos. Como? Um absurdo? Uma sandice?
Não caro leitor, a verdade. E eu explico.
Há um documento nas Nações Unidas (ONU) intitulado “Declaração dos Povos Indígenas”. Essa declaração prevê uma série de medidas para que os povos indígenas sejam protegidos e ressarcidos por seus países tendo em vista a usurpação de suas terras nativas. Até aí, nada contra. Acho justo que o verdadeiro índio seja protegido, assistido e mantido pelo governo. E acho justo que ele seja obrigado a manter-se em suas características culturais para que continue a receber essa ajuda. Contudo, esse documento prevê a demarcação de reservas indígenas autônomas; ou seja, seriam países com autonomia política e administrativa próprias. São as chamadas “Nações Indígenas”. Na prática, isso dá aos habitantes dessas áreas demarcadas, o direito de não permitir a entrada de forças de segurança dos países que as abrigam. Bem como o de recusar a entrada ou a presença de elementos não-índios.
Para a Amazônia, estão previstas sessenta e uma áreas de reserva. Serão sessenta e uma nações indígenas autônomas e independentes que nascerão em plena floresta amazônica. E aí, estará determinado o início da perda de controle do Brasil das imensas riquezas guardadas na selva e cobiçadas, descaradamente, pelas potências internacionais.
Leiam alguns artigos retirados da tal declaração e percebam se minha opinião, e a do general não procedem:
Posted by Arthurius Maximu

Artigo 3
Os povos indígenas têm direito à livre determinação. Em virtude desse direito, determinam livremente a sua condição política e perseguem livremente seu desenvolvimento econômico, social e cultural.
Artigo 4
Os povos indígenas no exercício do seu direito a livre determinação, têm direito à autonomia ou ao auto-governo nas questões relacionadas com seus assuntos internos e locais, assim como os meios para financiar suas funções autônomas.
Artigo 5
Os povos indígenas têm direito a conservar e reforçar suas próprias instituições políticas, jurídicas, econômicas, sociais e culturais, mantendo por sua vez, seus direitos em participar plenamente, se o desejam, na vida política, econômica, social e cultural do Estado.
Artigo 6
Toda a pessoa indígena tem direito a uma nacionalidade.
O Brasil já é um signatário da declaração. Porém, para a o país seja obrigado a acatar os artigos, é necessário que o parlamento vote e aprove a incorporação dessa declaração à constituição local. Assim, se aprovada por nossos senadores e deputados, a declaração virará norma constitucional e deverá ser cumprida a risca.
Conclusão será o fim do domínio brasileiro na Amazônia e a abertura do solo e dos recursos milionários que a floresta encerra para todas as nações estrangeiras que obtiverem “aprovação” dos índios.
Da forma como assunto está sendo tratado (“na calada”) por nossas autoridades, fica claro o desconhecimento do perigo e dos problemas enormes que a adoção de “nações indígenas” na Amazônia trará ao futuro promissor que nosso país possui. A coisa piora muito, quando os responsáveis pela aprovação e adoção da declaração sequer conhecem seu conteúdo e os riscos envolvidos para nossa soberania.
Essa seria a hora de exigirmos a não aprovação da declaração dos povos indígenas contendo esses quatro artigos “estrategicamente” criados para nos prejudicar. Tendo em vista que o Brasil será o país mais afetado pela medida. Será tudo uma coincidência?
E você leitor o que pensa disso? (  Posted by Arthurius Maximus on abril 30th, 2008)
http://www.visaopanoramica.com/2008/04/30/conspiracoes-indios-e-a-ganancia-internacional/

domingo, 28 de dezembro de 2008

Amazônia Guiana Shield o Escudo Brasileiro

É fantástico o que está acontecendo no Brasil frente a omissão, conivência, ingerência, entreguismo dos governantes; Vemos o patrimônio público a cada dia mais delapidado, os recursos estratégicos pelo estelionato empresarial desviados para contas de laranjas representando na cara dura os angloamericanos  dentro do Brasil; políticos entreguistas milionários da noite para o dia, a sociedade brasileira atada, impensante, herança da mídia enganosa, dos métodos de ensino marxista, a impunidade, corrupção, desvio do erário, das ONGs ditas ambientalistas que por detrás da capa protetora aos índios demarcam criminosamente áreas como contínuas não para proteger os índios que após  as máquinas dos angloamericanos expropriar o solo e o sub solo os índios serão descartados; A finalidade é incorporar as goianas como fizeram com o Pirara. Ligarão o Andes ao Atlântico formando o grande Caribe. ROGAMOS aos Espíritos do Bem em especial aos guardiões da floresta, que intercedam em nossos Países contendo os desmandos DO MAIS FORTE SOBRE O MAIS FRACO

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No final de 1970, o governo militar do Brasil realizou uma pesquisa abrangente aérea da região, que ajudaram a confirmar a presença do Escudo da Guiana, uma enorme formação de dois bilião anos de idade geológica (discutido pelo Discovery como o Escudo Brasileiro em sua NI 43-101 Técnica relatório), que é historicamente conhecido por conter recursos de ouro prolífico. Amazônia Guiana Shield é a outra metade da Guiana África do Shield, que é responsável pela riqueza de ouro e platina da África do Sul e outros países da África sub-saariana. Jim O'Neill, economista da Goldman Sachs, sugere o potencial econômico do Brasil, Rússia, Índia e China é tal que eles podem tornar-se entre as quatro economias mais dominante até o ano de 2050.

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Escudo da Guiana
Em 2008, será a segunda vez que um Encontro Anual ATBC é realizada na América do Sul. Suriname é uma parte do Escudo da Guiana , que abrange cinco outros territórios: Guiana, Guiana Francesa, Brasil (em parte: Roraima, Norte do Amazonas, Amapá e norte do Pará), Venezuela (em parte: Amazonas, Bolívar e Delta Amacuro estados), e Colômbia (uma pequena parte, ver Hammond 2005 ). Esta região é caracterizada pela alta diversidade de espécies, os solos geralmente pobres, uma grande variedade detipos de florestas , incluindo florestas monodominantes, a presença de indígenas e outros povos tribais em ou perto de áreas protegidas, e extensas áreas de floresta intacta e selvagem do pantanal. Densidades de população humana em áreas de floresta são muito baixos, por exemplo, 3 habitantes / km ² no Suriname, os níveis de extração de recursos também são geralmente baixos, em contraste com a situação em muitas outras regiões tropicais, onde a pressão humana deixou florestas fragmentadas e "vazio" na termos de vida selvagem.
Suriname abriga uma das mais intactas da floresta na Terra: A Central Suriname Nature Reserve, um Património Mundial da Unesco .
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Declaração Paramaribo (2002)
O Escudo da Guiana
• é uma parte única e muito especial do nosso planeta;
• classifica como um do mundo o último grande lugares selvagens;
• ocupa aproximadamente terceira do nordeste da Amazônia (entre os rios Amazonas e Orinoco e do Oceano Atlântico);
• é particularmente notável por seu endemismo, ecossistemas únicos / estável e estado excepcionalmente pura, bem como pela sua diversidade cultural.
Disponível no Escudo da Guiana Iniciativas ( GSI ), ver também as prioridades de conservação para o Escudo das Guianas . Mapa (c) a Diversidade Biológica do Escudo da Guiana , Smithsonian Museum Natural de História Natural.

Suriname

Com cerca de 85% do seu território terrestre 16.000.000 ha cobertos com florestas tropicais maduras, a maior parte intactos, e uma população de menos de 500.000 pessoas, em grande parte concentrada em algumas partes da zona costeira, Suriname certamente merece a atenção dos estudantes das florestas neotropicais . Suriname também abriga zonas húmidas costeiras de importância global, tão óbvia de seus RAMSAR e status WHSRN. Razões suficientes para os membros ATBC e Gtep estar interessado no Suriname e da Guiana. Enquanto a maioria das comparações entre florestas neotropicais têm sido baseados em estudos de caso da Costa Rica, Panamá e Manaus (Brasil), que chamamos de comparações entre os locais na Guiana Shield e outras áreas neotropicais durante os simpósios do encontro ATBC 2008 no Suriname. Esperamos oradores convidados e participantes para fazer tais comparações cross-continental, bem como comparações globais, não apenas em relação às florestas, mas também em relação a outros ecossistemas, como os pântanos, mangues e savanas. Nosso objetivo é promover o intercâmbio de idéias entre cientistas das Américas, África, Ásia, Australásia, Pacífico, e em outras partes do Globo.

Ligando Biologia Tropical e Conservação


Instituições internacionais e ONGs, como a Conservation International, International Tropenbos e Willdlife Fundo Mundial, estão hoje activamente envolvidos na promoção da conservação dos ecossistemas da região do Escudo das Guianas. No entanto, a colaboração na investigação na região é relativamente desconexa, em comparação com outras regiões, apesar da clara vantagem vencidos por meio de pesquisas conjuntas e iniciativas de conservação. Há uma necessidade de maior interação eficaz entre os cientistas regionais e os seus homólogos europeus e norte-americanos.
Acreditamos firmemente que uma reunião bem atendido ATBC em 2008 irá estimular o desenvolvimento de iniciativas de colaboração investigação, formação e conservação entre os indivíduos, organizações e instituições com o compromisso de o estudo ea conservação dos ecossistemas no Escudo da Guiana.
A reunião de 2008 deverá permitir aos cientistas, estudantes e profissionais para, literalmente, sentar na mesma mesa para discutir as questões mais importantes sobre o futuro do estudo global da biologia e conservação de ecossistemas tropicais. Essas discussões vão determinar a direção de suas pesquisas e esforços de conservação e pode muito bem influenciar a direção dos esforços de outros na região do Escudo das Guianas e todo o mundo.
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Amazônia anta ( Tapirus terrestris )
AMEAÇAS AO BRASIL ELAS EXISTEM  FRONTEIRAS
http://www.defesaaereanaval.com.br/ameacas-ao-brasil-elas-existem-2/