| CBMM em Araxá MG |
O contra-almirante reformado Roberto Gama e Silva, sugeriu, a criação pelo governo do Brasil da Organização dos Produtores e Exportadores de Nióbio (OPEN), nos moldes da Organização dos Produtores de Petróleo (OPEP), a fim de retirar da "London Metal Exchange (LME) o poder de determinar os preços de comercialização de todos os produtos que contenham o Nióbio. O mínério é vendido no Brasil isento de imposto ICM pela Lei Kandir, e sem aprovação do modelo econômico que beneficie o Brasil.
sábado, 15 de janeiro de 2011
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Amazônia – PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO
Adendo 02/01/2012:
http://xa.yimg.com/kq/groups/15930296/1477287790/name/EXPEDIENTE%20NOBRE%20DA%20CAMARA%20DE%20VEREADORES%20DESANTAMARIA.pdf
Amazônia
PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO
Um paraíso verde, permeado pela abundância de rios caudalosos, que esconde riquezas ainda desconhecidas dos estudiosos. Suas florestas com árvores gigantescas localizadas em áreas ainda não exploradas pelo homem espicaçam a curiosidade estimulando a imaginação das mentes mais férteis originando as populares crendices.
Exploradores estrangeiros disfarçados de turistas e ambientalistas levam para os seus países, frutos, sementes, vegetais, insetos, animais, pássaros, répteis e diversidades biológicas, onde princípios medicamentosos e essências para cosméticos dão origem a novos remédios, produtos de beleza e de aplicação diversas. (No futuro água será causa de guerras http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/no-futuro-agua-sera-causa-de-guerras/)http://xa.yimg.com/kq/groups/15930296/1477287790/name/EXPEDIENTE%20NOBRE%20DA%20CAMARA%20DE%20VEREADORES%20DESANTAMARIA.pdf
Amazônia
PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO
Um paraíso verde, permeado pela abundância de rios caudalosos, que esconde riquezas ainda desconhecidas dos estudiosos. Suas florestas com árvores gigantescas localizadas em áreas ainda não exploradas pelo homem espicaçam a curiosidade estimulando a imaginação das mentes mais férteis originando as populares crendices.
A marcha para o oeste
Orlando Villas Boas e os irmãos Leonardo e Cláudio encetaram uma marcha para o oeste do Brasil desbravando durante quatro anos mais de 1.000 quilômetros de rios e florestas. A aventura teve início em Aragarças, margens do rio Araguaia, em janeiro de 1946. Parti rumo ao desconhecido, o temido oeste do território brasileiro, porta de entrada para o inferno verde – Amazônia.
Os irmãos aventureiros foram os primeiros a atravessar as serras do Roncador e Cachimbo, descobrindo o rio Xingu onde mantiveram contato com povos indígenas. Não foi fácil a conquista dessa terra desbravada com a cara e a coragem. Com apenas facões e enxadas, os heróicos exploradores abriram pistas de pouso para os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB), que levavam mantimentos e comunicações para aquela região isolada do resto do mundo. Orlando, Leonardo e Cláudio marcaram as suas passagens no rio Xingu, Rio das Mortes e demais rios amazônicos. Em seis de outubro de 1946 fizeram os primeiros contatos pacíficos com os temidos indígenas calapalos.
A tomada de conhecimento e posse da conquista do inferno verde pelo povo brasileiro, que se acostumara a viver, curtir o conforto, beleza e vida fútil do litoral, desconhecendo toda imensidão e riquezas escondidas no interior deste gigantesco país, foi um presente que somente os verdadeiros e despojados heróis podem oferecer sem nada exigir para si em troca.
(Ameaça à Amazônia – Perigo que alguns insistem em não ver http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/ameaca-a-amazonia-perigo-que-alguns-insistem-em-nao-ver/)
(Ameaça à Amazônia – Perigo que alguns insistem em não ver http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/ameaca-a-amazonia-perigo-que-alguns-insistem-em-nao-ver/)
Origem do nome do rio Amazonas
Em 1541, o espanhol Francisco de Orellana navegando pelos rios a leste dos Andes com a missão de avaliar a dimensão das terras pertencentes a coroa espanhola, foi surpreendido por rios e mais rios que aumentavam a distância entre as suas margens, densas florestas e grande diversidade de animais.
Durante a navegação pelos rios amazônicos, Francisco Orellana e a sua tripulação são atacados por silvícolas que disparam flechas envenenadas. O navegante e seus homens conseguem se livrar do ataque indígena. Entretanto, impressionado com a aparência dos nativos, que julga serem mulheres, por analogia com a mitologia grega – as mulheres guerreiras, amazonas – batiza o imenso rio com o nome Rio das Amazonas.
A maioria da população brasileira e das demais partes do mundo tem a idéia errônea de que a internacionalização da Amazônia é para conservá-la como patrimônio da humanidade. É um engano pensar que os países mais poderosos estejam preocupados com o futuro bem-estar do ser humano. Por trás desse falso interesse humanitário que pretende impedir a destruição da Amazônia por meio da desapropriação dos países que a têm, existe uma cobiça irrefreável de passar por cima dessas soberanias e explorar desde a biodiversidade florestal, os recursos hídricos, os minerais preciosos e principalmente os estratégicos que jazem no solo e subsolo da região.
(Heranças Malditas http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/herancas-malditas/)
(Heranças Malditas http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/herancas-malditas/)
Países ricos querem o domínio do bioma amazônico
Esmagadora maioria dos países, mais de 80% da humanidade, é indiferente à existência da Amazônia e não se manifesta em relação a sua conservação. A pressão contra o Brasil, no que se refere às áreas florestadas amazônicas, é exercida por países reconhecidos como colonizadores, ricos, em estado de reconhecida decadência, que esgotaram as suas riquezas, destruíram as suas florestas, poluíram o mundo, com tendências hegemônicas.
A Amazônia é uma extensa planície localizada entre a curvatura formada pelas terras baixas da Cordilheira dos Andes a oeste, o Planalto das Guianas ao norte e ao sul o Planalto Brasileiro. Corresponde a 42% do território brasileiro com rica hidrografia e vasta floresta pluvial equatorial que se estende por 3,7 milhões de quilômetros quadrados. A Amazônia brasileira com 4.871.487 Km² compreende toda a Região Norte, englobando os Estados do Amazonas, Pará, Acre, Rondônia, Roraima e Amapá. Abrange também o oeste do Estado do Maranhão, o Estado do Tocantins e norte do Estado do Mato Grosso.
O bioma amazônico, sistema constituído do solo, relevo, clima, fauna, floresta e outros componentes, há séculos visto com cobiça por países economicamente ricos, poderosos e desenvolvidos, que no passado destruíram suas coberturas florestais e hoje a pretexto de preservar as áreas florestais brasileiras exercem fortes pressões para a internacionalização da Amazônia.
Devido à inacessibilidade e à precariedade da preservação da saúde resultante ao alto índice de insalubridade, a exploração econômica da Região Amazônica representa um desafio a ser enfrentado.
Os motivos para a internacionalização
Os Estados Unidos da América do Norte (EUA) e Inglaterra, França e Holanda (Países Baixos) estão na vanguarda da cobiça da Região Amazônica.
MAIOR RESERVA DE NIÓBIO DO PLANETA – MORRO DOS SEIS LAGOS (São Gabriel da Cachoeira na Cabeça do cachorro, norte da Amazônia)
Não existe intenção alguma de preservação do patrimônio florestal tropical para a humanidade.(Amazônia em perigo http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/amazonia-em-perigo/)
Com o assustador crescimento da população mundial – atualmente 6,5 bilhões e em 2050 poderão ser nove bilhões –, superpovoamento em determinados países com cidades abarrotas de gente, desaparecimento de diversos países que serão engolidos pelo aumento do nível dos mares e oceanos, países constantemente assolados por abalos sísmicos e tsunamis, diminuição da água potável do planeta, esgotamento de recursos minerais e biodiversidade, e, por outro lado, a existência de gigantescos vazios territoriais desprezados na Amazônia brasileira é um irrecusável convite para que países hegemônicos empreguem ardilosas estratégias para ocupação desse abandonado bem territorial que os brasileiros estão menosprezando. E, para piorar a situação, devido à incompetência dos últimos governantes brasileiros estão obtendo resultados. (Perderemos o norte de Roraima e do Amazonas até a Cabeça do cachorro? http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/perderemos-o-norte-de-roraima-e-do-amazonas-ate-a-cabeca-do-cachorro/)
A verdade que o povo precisa saber
A opinião de inocentes brasileiros, favoráveis à entrega da Região Amazônica para garantia da preservação do bioma para países que tenham mais capacidade, retrata a profunda ignorância reinante no seio do povo. Esses países reconhecidamente escravagistas, arrogantes, solapadores das riquezas de nações ansiosas por desenvolvimento, enrustidos inimigos do Brasil, uma vez detendo o direito internacional de posse da Amazônia brasileira, rapidinho a devastarão para a extração de minerais preciosos, energéticos, estratégicos e demais riquezas, com fúria maior do que a dos maus brasileiros. (Nióbio – Riqueza desprezada pelo Brasil http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/niobio-riqueza-desprezada-pelo-brasil/)
A intenção dos países hegemônicos é impedir o desenvolvimento, difundir a noção de incapacidade e instauração de pleno domínio das regiões mais ricas dos estados nacionais que querem evoluir para o estágio de nações desenvolvidas. O tipo de política intervencionista aplicada por meio de organizações não-governamentais (ONGs), nacionais e estrangeiras, a ação de organizações religiosas comprometidas com os seus propósitos, aproveitando a ignorância do povo e de autoridades, seviciando os corruptos e colaboracionistas, é presenciada atualmente na questão da retirada da população não-indígena da RIRSS – Reserva Indígena Raposa/Serra do Sol. A esse tipo de guerra, identificada como assimétrica ou irregular classificada como de 4ª Geração, está sendo contraposta um tipo novo de resistência que poderia muito bem ser denominada de “Defesa de 4ª Geração” – tem-se mostrado eficaz e já apresenta vitórias. (190 milhões de brasileiros poderão ser despejados do Brasil http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/190-milhoes-de-brasileiros-poderao-ser-despejados-do-brasi/)
Autor:
Edvaldo Tavares – Médico, Diretor Executivo do Sistema Raiz da Vida www.raizdavida.com.br. Projeto Rondon I (1969) – acadêmico de medicina em Iauaretê/AM (Cabeça do cachorro). Projeto Rondon II (1970) – acadêmico de medicina em Parintins/AM. Projeto Rondon III (1971) – Chefe de Equipe em Dourados/MS. Foi membro da equipe precursora da instalação do Campus Avançado da UEG (Universidade do Estado da Guanabara em 1970) em Parintins/AM. Foi 1º Ten e Cap Médico do glorioso Exército Brasileiro na Colônia Militar do Oiapoque, Clevelândia do Norte/AP e Maj Médico Diretor do Hospital de Guarnição de Tabatinga, Tabatinga/AM.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Minério no Nordeste a próxima fronteira brasileira
Historicamente, o território brasileiro já deu origem a várias províncias minerais, do Tapajós, ao norte, ao Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, para não falar das gigantescas reservas de petróleo do pré-sal. E agora o país pode estar diante de mais uma fronteira para o setor mineral, com as descobertas de jazidas de vários minerais na região Nordeste.
O geólogo baiano João Carlos Cavalcanti, o JC, acabou de comprar o 38º carro da sua frota pessoal. Também está na lista de espera de uma Mercedes SR McLaren, de US$ 1,2 milhão - modelo que só existe na garagem de outros três brasileiros - e de um jato Hawker 900, para viagens internacionais. Será seu segundo avião. Ao mesmo tempo, reforma uma mansão em Salvador, uma casa de campo no interior de São Paulo e um resort em Itacaré. Pensa em abrir uma escola de elite, comprar um hangar e montar um banco de investimentos. JC, ainda um anônimo, é o mais novo sócio do clube dos bilionários do Brasil.
Enquanto a Rio Tinto Alcan prospecta alumínio em Jaguaquara, cidade de 50 mil habitantes no sul da Bahia, a Bamin começa a produzir minério de ferro no Recôncavo Baiano em 2014, a um ritmo de 20 milhões de toneladas anuais e mediante US$ 2,5 bilhões em investimentos.
Outros estados do Nordeste, como o Rio Grande do Norte e o Ceará, também vem sendo alvo das empresas, com minerais ferrosos, potassa e diamantes, dentre outros, despertando a cobiça de mineradoras.
Caetité - O geólogo que virou bilionário

O geólogo baiano João Carlos Cavalcanti, o JC, acabou de comprar o 38º carro da sua frota pessoal. Também está na lista de espera de uma Mercedes SR McLaren, de US$ 1,2 milhão - modelo que só existe na garagem de outros três brasileiros - e de um jato Hawker 900, para viagens internacionais. Será seu segundo avião. Ao mesmo tempo, reforma uma mansão em Salvador, uma casa de campo no interior de São Paulo e um resort em Itacaré. Pensa em abrir uma escola de elite, comprar um hangar e montar um banco de investimentos. JC, ainda um anônimo, é o mais novo sócio do clube dos bilionários do Brasil.
A fortuna do geólogo cresceu praticamente da noite para o dia, após uma grande descoberta de minério de ferro na Bahia. Desde que vendeu a jazida para o investidor indiano Pramod Agarwal, há dois anos, JC fala mais de cifras do que de pedras.
Segundo fontes de mercado, ele recebeu US$ 210 milhões por 70% da reserva e, mais tarde, outros US$ 150 milhões pelos outros 30%. Agarwal é tido como o representante de Lakshimi Mittal, dono do maior grupo siderúrgico do mundo. Bancos europeus batizaram o projeto de Bahia Mittal, numa clara referência ao grupo. O geólogo está proibido por contrato de falar sobre o assunto. Ele diz que Mittal é seu amigo, de quem ganhou uma estátua de Ganesha (um deus hindu), que hoje habita o jardim de uma de suas mansões em Salvador.
Depois da venda, JC tornou-se um descobridor em série de jazidas. Encontrou níquel em Tocantins e zinco em Minas Gerais e vendeu parte das minas para a Votorantim. Ainda continua sócio do grupo. Seu novo negócio é a GME4, uma espécie de banco de jazidas avaliado internamente em R$ 2 bilhões, em sociedade com o banco Opportunity, de Daniel Dantas. JC calcula que seu patrimônio vai atingir US$ 1 bilhão neste ano, incluindo aplicações financeiras, imóveis e participações em empresas. “Se eu for fazer as contas de Eike, já tenho mais de US$ 1 bilhão”, diz o geólogo.
“Tudo o que tenho eu agradeço ao invisível”, diz JC, que é monge leigo, flerta com o Budismo e acredita em numerologia e astrologia. “Eike também é assim, Bill Gates é assim, Antonio Ermírio de Moraes é assim, Warren Buffett é assim”, diz, sem modéstia. “Toda vez que chego ao campo, entro em silêncio. Aí as coisas vêm.”
As “coisas” não vieram fácil para JC. Quem conversa com ele percebe a necessidade que o empresário tem de ser reconhecido. Embora diga que ganhou o primeiro milhão antes dos 30 anos, trabalhando como consultor, o geólogo não foi levado a sério pelos seus pares. Por ser polêmico, exibicionista, ter fama de brigão e de exagerar nas histórias que conta, o mercado não lhe deu credibilidade. “Eles têm inveja de mim. É um bando de geólogos de sapato de bico fino”, diz JC.
CONFLITO
A sua primeira descoberta de minério de ferro, a norte de Caetité, foi derrubada publicamente em um seminário de mineração em Ouro Preto (MG). “Muitos o chamaram de maluco. Mas quem legitimou foi quem comprou”, diz o diretor-adjunto do Departamento Nacional de Produção Mineral da Bahia (DNPM), o geólogo João César Freitas Pinheiro.
O empresário Eike Batista comprou a reserva e criou a IRX, da qual JC ainda detém 5% das ações. A relação entre os dois é conflituosa. Procurado, Eike não quis dar entrevista. A reserva foi avaliada por João Carlos Müller, consultor contratado pelo Rio Tinto, parceira de Eike no negócio. Ele viajou até Caetité e não encontrou nada, segundo a Rio Tinto. “Esse sujeito é um destruidor de jazidas”, defende-se JC.
Até vender a primeira mina de ferro, JC gastou mais de US$ 1 milhão do bolso para começar as pesquisas. O geólogo já era rico, mas teve de vender casas de praia, carros e raspar a poupança. Trocou o terno e a gravata por bota e chapéu. Dormiu no mato, subiu serra. “Nunca tive e não pretendo ter relação pessoal com ele, mas é preciso reconhecer o mérito de JC. Ele chegou primeiro”, afirma o diretor-geral do DNPM, Teobaldo Rodrigues de Oliveira Júnior. “O ferro existia, mas o preço era tão baixo que ninguém ligava.”
Pouco antes de JC começar a perfurar o solo baiano, o ferro estava cotado a US$ 10. Hoje vale pelo menos dez vezes mais. O geólogo diz que foi desafiado a pesquisar ferro por um grupo siderúrgico espanhol e por um banco de investimentos. “Só se falava de ferro em dois lugares no Brasil: Minas Gerais e Pará. Mas geologia não tem fronteira”, diz JC.
O geólogo não saiu a campo aleatoriamente. O mapa da mina foi um artigo publicado numa revista de mineração em 1937. Nele, o engenheiro de minas Otto Henry Leonardo Júnior já falava das ocorrências de minério de ferro em Caetité. “Parece que essa coisa estava guardada para mim”, diz.
Na geologia, é mais ou menos assim. No Brasil, quase tudo já foi estudado e catalogado de alguma maneira. “A descoberta é muito mais da oportunidade de mercado de minério de ferro do que da mina propriamente dita, que já estava mapeada”, diz Pinheiro. “Mas o caso do JC é raro. No Brasil, a geologia rendeu mais políticos do que empreendedores.”
16/06/2008 - Por: iGuanambi/ Com informações da Folha de São Paulo
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Catalão de Goiás Nióbio
http://www.angloamerican.com/aal/business/other_mining/products/products_06/ Niobium
Our wholly-owned niobium mine, Mineração Catalão de Goiás, in Brazil is one of the three principle producers of niobium in the world.
Our wholly-owned niobium mine, Mineração Catalão de Goiás, in Brazil is one of the three principle producers of niobium in the world.
- Tradução: Nossa [deles?] mina de nióbio subsidiária integral, a Mineração Catalão de Goiás, no Brasil é um dos três produtores princípio de nióbio do mundo.
- - Vista aérea de Catalão, Brasil
- - Mineração Catalão de Goiás produz e exporta ferronióbio. O minério é extraído do poço de Boa Vista abertos e processados em Ouvidor, no estado de Goiás, a 800 quilômetros a noroeste do porto de Santos.
- - Catalão é um dos três principais produtores de nióbio do mundo, com toda a sua produção ser exportada para indústrias de aços especiais na Europa, América do Norte, Ásia, Austrália, África e Oriente Médio.
- - O nióbio é usado como elemento de micro-liga de aço para criar uma liga que é mais forte, mais durável e também proporciona maior facilidade de moldagem e soldagem. Misturas de aço e nióbio têm sido utilizados na construção de tubos para água e esgoto, componentes em diversos tipos de automóveis e na criação de varas de soldagem. O elemento é também usado em uma série de produtos de aço inoxidável,especialmente os itens para o lar.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Nióbio de MG é chave
07/12/2010
Thobias Almeida
InternacionalAs riquezas do subsolo de Minas Gerais são consideradas vitais para a segurança dos Estados Unidos. A informação surgiu ontem em mais um turno de vazamentos de documentos sigilosos norte-americanos promovido pelo site Wikileaks. A lista de locais estratégicos ao redor do globo, elaborada em 2009 a pedido do Departamento de Estado dos EUA, não surpreende especialistas em relações internacionais, dado o histórico da diplomacia americana e o cuidado redobrado com a segurança nacional presenciado na última década.
Os documentos revelam que o nióbio e o minério de ferro presentes em Minas chamam a atenção do radar americano. “Recursos como esses são estratégicos e se tornam preocupação tanto pela questão do fornecimento em caso de conflito quanto pelo destino comercial dado a eles ”, explica o professor do Departamento de Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), Onofre dos Santos.
O professor aponta a crescente importância de alguns minerais no atual cenário de escassez de matrizes energéticas. “Há uma corrida pelo controle de fonte de recursos que todos sabem que são estratégicas para o futuro. O nióbio é um exemplo”, aponta Santos.
O Brasil detém 90% das reservas mundiais do minério e Minas é o principal produtor. A maior mina do mundo está em Araxá, no Alto Paranaíba. O minério apresenta propriedades muito valorizadas, como a resistência à corrosão e a temperaturas extremas, o que expande o uso para variadas cadeias produtivas, desde a automobilística até a fabricação de tubos condutores, como os usados no transporte do petróleo. No entanto, é seu uso na fabricação de armas e o uso na indústria aeroespacial que é considerada mais estratégica.
Onofre dos Santos não prevê abalos na relação Brasil-EUA a partir da divulgação e acredita que a atenção americana a recursos naturais brasileiros já era de conhecimento do Itamaraty. “A política internacional tem duas faces, a oficial e a oculta. Todos sabem que há espionagem, a questão é vir a público”, avalia o professor. Segundo ele, os EUA sempre usaram as embaixadas não somente para a prática diplomática, mas também para obter informações preciosas e vigiar amigos e inimigos.
Santos diz que, além do pano de fundo da segurança, como a possibilidade de fontes de recursos essenciais virem a se tornar alvos de ataques terroristas, a questão econômica também fala alto. “Países de economia avançada estão nessa corrida, eles necessitam destes produtos. Assim, Minas pode sim ser visto como interessante, mas nada que chegue a preocupar” , opina o especialista, afastando a hipótese de um domínio concreto dos americanos sobre riquezas naturais brasileiros.
Além dos minérios presentes em Minas, reservas em Goiás e cabos de telecomunicações submarinos com ramificações em Fortaleza (CE) e no Rio de Janeiro (RJ) também são apontados como vitais, de acordo com os documentos publicados pelo Wikileaks. “Os americanos até hoje estão paranóicos com a segurança. O problema é que, devido a posição brasileira de se relacionar compaíses considerados párias pela diplomacia americana, como Irã e Venezuela, há a desconfiança sobre o destino de produtos estratégicos”, esclarece o professor.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Índios são jogo de manobra dos governantes entreguistas, leiloar o Brasil para enriquecerem.
adendo: agosto 2018.
A CIMI, a FUNAI, as
ONGs, a CNBB atua no norte do Brasil, com aval do governo entreguista brasileiro, com
aval do Vaticano gerenciado pela igreja católica/anglicana(o lúcifer via Inglaterra), com apoio dos exércitos infiltrados envolvidos no lesa-pátria. No norte do Brasil são poucos os
verdadeiros índios (inocentes) envolvidos com a NWO maçônica, a maioria são os mercenários nacionais e
internacionais infiltrados como falsos índios. No entanto, em Roraima, no norte
do Brasil, não apenas os índios ficaram cegos pela ideologia maçônica, os
políticos e muito da população 70% funcionários públicos, também, “sem saberem verdadeiramente o significado
dessa crença e qual o objetivo dela dentro do Brasil porque a verdade acima do
grau 33, jamais aos pedreiros
subordinados, será revelada. NO ENTANTO, HOJE, esses ocupantes do norte do
Brasil estão desesperados com os mercenários venezuelanos e outros infiltrados e
ainda não perceberam(espero que acordem), que
apoiados pelas leis maçônicas dentro do Brasil, estão a aterrorizar os
brasileiros instalados com história
milenar dentro dessas regiões, esses moradores ligados as leis maçônicas não sabem ainda o que de pior está
por vir, e o pior é que defendem a maçonaria dizendo: existem várias divisões
da maçonaria! Não existe não! A maçonaria é única e doutrinada pelos mesmos
senhores, que querem o norte do Brasil para a NOW deles e o povo roraimense e redor perderá seu habitar, acordando para a verdadeira ideologia da crença tarde demais. https://agroemdia.com.br/2018/08/24/maconaria-chega-a-indigenas-da-amazonia/
adendo: junho/2016.
TODOS OS GOVERNANTES CIVIS ESTÃO COMPROMISSADOS COM A
VENDA DO BRASIL, A DESTRUIÇÃO DA SOBERANIA BRASILEIRA. INCLUINDO A USURPADORA ONU A SERVIÇO DA NOVA ORDEM GLOBALISTA.
NÃO SÃO OS ÍNDIOS OS CAUSADORES, OS VERDADEIROS ÍNDIOS SÃO ÀS VÍTIMAS, OS ÍNDIOS SÃO JOGO DE MANOBRA, SÃO OS GOVERNANTES ENTREGUISTAS QUE ESTÃO LEILOANDO O BRASIL PARA ENRIQUECEREM. NÃO EXISTE TRANSPARÊNCIA ENTRE OS GOVERNANTES BRASILEIROS.
E AS FFAA, O ALTO ESCALÃO, O EXÉRCITO BRASILEIRO SE CALA. >>>>>>><<<<<<<<<
18/10/2010:
Índios querem criar Estado independente em Roraima, diz Abin
MENTIRA! NÃO SÃO OS ÍNDIOS, É A FUNAI A SERVIÇO DA NWO. Relatório à Presidência diz que conselho indígena quer formar "cinturão" de reservas MENTIRA! O conselho indigenista quer a Amazônia toda vejam as Diretrizes N. 4 feita por eles: https://mudancaedivergencia.blogspot.com/2014/05/diretrizes-no-4-ano-0-do-conselho.html
MATHEUS LEITÃO
LEONARDO SOUZA
DE BRASÍLIA
Um relatório da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) revela preocupação com a criação de um Estado indígena independente em Roraima, "com apoio de governos estrangeiros e ONGs".
O documento, ao qual a Folha teve acesso, foi enviado pelo serviço secreto para o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência em 2010. O texto diz que índios de RR teriam o desejo de "autonomia política, administrativa e judiciária".
Em nota, o GSI afirmou que "não se pronuncia sobre atividades de inteligência".
O relatório diz que o CIR (Conselho Indígena de Roraima) "passou a defender abertamente a ampliação e demarcação de outras terras indígenas" após o julgamento da reserva Raposa/Serra do Sol pelo STF em 2008.
A preocupação da Abin é que o CIR forme "um cinturão de reservas indígenas". Segundo a Funai, as 32 terras indígenas de Roraima ocupam 46% da área do Estado.
MILÍCIAS ARMADAS
Apesar das rivalidades entre as nove etnias indígenas de RR -o que dificulta a criação de um Estado independente- a Abin acredita na existência de milícias armadas. "Revólveres e espingardas foram encontrados e teriam sido contrabandeadas da Venezuela e da Guiana."
A Abin diz ainda que a advogada licenciada do CIR, Joênia Batista de Carvalho, confidenciou um desejo dos índios junto ao Congresso: a transformação da Raposa/ Serra do Sol no primeiro território autônomo indígena.
A advogada nega e diz que "é absurda a intenção da Abin em procurar o afastamento geral da sociedade contra os índios".
A agência também se mostra preocupada com a ratificação do Brasil à Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, assinada em 2007 na ONU. Para a Abin, se confirmado pelo Congresso, torna ineficaz "as restrições elaboradas pelo STF ao usufruto da terra pelos índios".
As ressalvas impostas pela corte são o marco constitucional para terras indígenas e em futuras demarcações. Elas dão usufruto das terras para os índios, mas as mantêm sob as rédeas da União.
"Nós já fizemos a nossa parte. Que o governo seja digno ao fazer a parte dele", afirma o ministro Ayres Britto, relator do processo.
OUTRO LADO
Por e-mail, o CIR informou que "nunca propugnou a criação de uma nação independente" e"sempre atuou no sentido de promover a cidadania plena dos povos indígenas como membros do Estado brasileiro", ajudando "na inclusão de nossos povos como determina a Constituição Federal".
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
INDIO CARLOS PANKARARUÀ CARTA-RESPOSTA À REVISTA "CAROS AMIGOS"

Nós, indígenas, se não nos cuidarmos, ficaremos sem terras, sem rios, sem matas e jogados à própria sorte.
A edição especial desse mês de outubro da "Caros Amigos" publicou muitas mentiras para denegrir a imagem do Movimento Indígena Revolucionário, na intenção de melhorar a situação do Partido dos Trabalhadores (PT), que fez muitas cagadas contra a população indígena. Um dos maiores crimes foi colocar um incompetente, Márcio Meira, como presidente da FUNAI, o qual já tinha sido expulso do Ministério da Cultura pelo ministro Gilberto Gil.
Analisem que máfia miserável que está mantendo este presidente da FUNAI, o padrinho de Márcio Meira é o deputado Paulo Rocha do PT, super conhecido por estar envolvido no mensalão. O ministro da Justiça também é do PT, um anti-índio que publica uma portaria dando poderes à Força Nacional para atirar em índios dentro da sua própria casa, a FUNAI.
Somos obrigados a aceitar um presidente da FUNAI corrupto, que não está na FUNAI para defender os índios, mas sim para abrir as portas do PAC dentro dos Territórios Indígenas, assim como Belo Monte e assim como o Decreto 7.056/09, como também Portarias de polícias dentro dos órgãos da FUNAI.
Além disso, muitas coisas ruins virão pela frente se esse miserável presidente continuar. Se Dilma Roussef ganhar, nós índios brasileiros, estaremos com processo acelerado de extermínio.
Queremos dizer para os governos, principalmente, para o Presidente da República, que o AIR não teve vínculo ou incentivo do ex-presidente da FUNAI, Mércio Gomes: o Acampamento Indígena Revolucionário nasceu espontaneamente, criado por indígenas que têm a visão de águia e conseguem ver o perigo à distância.
Este movimento iniciou-se em janeiro, basicamente com 700 índios ou mais, inclusive índios que fazem ou faziam parte da CNPI, como é o caso de Caboclinho, Kretã Kaingang, Neguinho Truká e outros. Isto comprova que a insatisfação veio por parte também de membros do conselho dirigido pelo PT.
É uma pena que no decorrer do tempo alguns desses indígenas se corromperam para este governo do PAC, mas quero deixar claro que o AIR lutou contra estes projetos que são ameaças à população indígena em todas as nossas audiências.
Nós fomos contra a Usina de Belo Monte, contra a mineração em Territórios Indígenas e contra bases militares dentro de TIs. Nós fomos e ainda somos contra tudo aquilo que é ruim para nós, principalmente, quando querem fazer na marra, na raça, sem negociação justa. Assim como o governo Lula quer fazer, com abuso de poder.
Nas marchas que estavam o CIMI e a COIAB, quem estava com quantidade de índios era o AIR.
Hoje, a FUNAI não é mais do índio, pois ela virou uma agência de ong’s com um presidente que pertence ao ISA (Instituto Sócioambiental), chamado Márcio Meira.
A CNPI também é presidida por esse tal de Márcio Meira. E o que é CNPI? É o CIMI, COIAB, ISA, CTI, APIME, APIB, CIR, CESE, APOIME, Missão Kaiowá, entre outras tantas ONGs. Essas, sim, vivem de ganhar fortunas às custas dos índios e nada de bom têm mostrado às comunidades.
Quando fazem um movimento é de 4 ou 5 dias, chorando misérias. Nós, do AIR, nos mantemos por nove meses sem ganhar um centavo do governo, simplesmente vivendo de doações. Todas as organizações sabem disso e nunca tiveram coragem de nos ajudar com nada. Ao contrário, fizeram foi nos ofender, como no caso de Paulo Maldos, assessor do Presidente da República Luís Inácio Lula da Silva, que junto do vice-presidente da FUNAI, Aluysio Guapindaia, e da assessora do Ministério da Justiça, Ana Patrícia, ofereceram hotéis de luxo e a mais descarada propina disfarçada sob o eufemismo de “reposição de gastos” para que encerrássemos o protesto. Mas não aceitamos, porque temos objetivos puros e bons para o nosso povo. Faríamos uma fogueira com esse dinheiro, caso tivesse chegado em nossas mãos e chamaríamos a imprensa para mostrar um pouco do que é chamada “política indigenista” do Governo Lula.
Tudo o que nessa carta citamos, temos provas nas mãos, tanto impressas quanto audiovisuais. O que aqui estou falando não é nem 10% do que o governo tem feito de malefício aos povos indígenas, não é nem 1% do que sabemos. Um dos exemplos: ataques policiais sem ordem judicial, crianças indígenas agredidas, mulheres e idosos indígenas arrastados, gestantes indígenas perdendo filhos, prisões ilegais de indígenas - tudo isso defronte ao Ministério da Justiça e do Congresso Nacional, a mando do governo Lula.
Estamos à disposição da justiça e da opinião pública para provar o que dizemos e, nós, do Movimento Revolucionário Indígena exigimos DIREITO DE RESPOSTA da revista Caros Amigos, publicação da Editora Casa Amarela. Assim como, exigimos provas judiciais de que no AIR não tinha lideranças – até mesmo porque o Acampamento Indígena Revolucionário era apenas uma mera base na Esplanada dos Ministérios e o Movimento Indígena Revolucionário é nacional, capilarizado em vários Estados da Federação.Também exigimos judicialmente provas de que o ex-presidente da FUNAI, Mércio Gomes, algum dia deu suporte ou dirigiu, de alguma forma, o Movimento Indígena Revolucionário.
Atenciosamente,
Carlos Pankararu, Lúcia Munduruku e Korubo,
fundadores do Acampamento Indígena Revolucionário (AIR).

Política Indigenista do Governo Lula para os Povos Originários Brasileiros
Postado por Acampamento Indigena às 21:09 | Marcadores: Carta do A.I.R, indígenas
(Foto por Bruno Costa)CARTA-RESPOSTA DE CARLOS PANKARARU À REVISTA “CAROS AMIGOS”
Carta-Resposta do Movimento Indígena Revolucionário à publicação burguesa Caros Amigos, que, na edição especial de outubro, supostamente financiada por Ongs indigenistas aliadas à gestão petista da Funai, vedou a participação de representantes indígenas na revista – com exceção a dois quadros dessas mesmas Ongs e um representante de conselho do Ministério da Cultura – e, ignorando a Resistência Espontânea dos Povos Originários à supressão de seus Direitos constitucionalmente garantidos pelo Decreto 7056/09 e às agendas etnocidas e genocidas do Presidente Lula e do PAC durante NOVE MESES instalada diante do Ministério da Justiça e do Congresso Nacional no Acampamento Indígena Revolucionário (AIR), com mais de sete centenas de militantes na Esplanada e dezenas de milhares em todo o Brasil, afirma que o protesto teria tido o suporte do ex-presidente da Funai, o filósofo e antropólogo Mércio Gomes, reduzindo um levante legítima e naturalmente gerado nas aldeias indígenas contra o fechamento covarde dos Postos e Administrações da Funai e um movimento indígena autêntico que levou aos Poderes da República uma pauta de reivindicações nascida das discussões entre lideranças indígenas e comunidades das mais diversas etnias brasileiras, algo completamente inusitado e inédito na História das relações entre Povos Indígenas e Estado Brasileiro, a uma “briga de brancos”pelo poder.
Em nenhum momento, durante os nove meses em que o AIR esteve instalado na Esplanada dos Ministérios (ou mesmo depois do refluxo estratégico do Movimento), nenhuma das lideranças, membros ou apoiadores do Acampamento Indígena Revolucionário foi procurado pelos repórteres Bianca Pyl ou Maurício Hashizume – ambos colaboradores do CIMI (Conselho Indigenista Missionário), entidade devoradora de recursos públicos nacionais e estrangeiros instalada no Governo Federal e formada por agentes para-eclesiásticos e eclesiásticos do Vaticano em solo brasileiro que, em 12 de junho de 2010, por meio de Paulo Maldos, do Gabinete Pessoal do Presidente Lula, do Vice-Presidente da Funai, Aluysio Guapindaia, e da representante do Gabinete do Ministro da Justiça, Ana Patrícia, assessorados por agentes à paisana, tentaram corromper as lideranças do Acampamento Indígena Revolucionário para que encerrassem protesto – para saber quem forneceu ou fornece suporte ao Movimento Indígena Revolucionário.
Deixamos claro que o suporte do professor Gomes muito nos honraria, mas a tentativa de vinculá-lo ao protesto do AIR é mais uma tentativa "chapa-branca" de deslegitimar as vozes indígenas que se ergueram espontaneamente contra a política genocida do Governo Federal, levada a cabo pelo Ministério da Justiça, Funai e Casa Civil, entre outros violadores de direitos - tão criminosa quanto a nota da Funai, distribuida à imprensa na segunda semana de julho corrente pela assessoria de comunicação (que se esconde sob anonimato), negando a condição de indígenas aos manifestantes na Esplanada dos Ministérios.
O Movimento Indígena Revolucionário exige da publicação Caros Amigos, da editora paulista Casa Amarela, DIREITO DE RESPOSTA e exigirá judicialmente provas cabais de que o pensador Mércio Gomes esteve em algum momento dando suporte ao Acampamento Indígena Revolucionário, manifestação espontaneamente nascida das bases indígenas, uma combustão espontânea deflagrada pela revolta com a traição do governo petista aos Povos Indígenas Brasileiros totalmente LIVRE, INDEPENDENTE E AUTÔNOMA, SEM APOIO DE ONGS, GOVERNOS OU DE MENTORES E/OU FINANCIADORES “BRANCOS”.
A publicação mensal Caros Amigos, publicação burguesa que simula dialogar com os movimentos sociais, nos parece ratificar o preconceito hegemônico da sociedade envolvente, expresso em entidades nocivas aos Povos Originários como o CIMI, ISA, CTI, CIR, Missão Kaiowá, entre outras que usam a questão indígena para angariar recursos, algumas dessas comprovadamente envolvidas na mais grossa corrupção, e em indivíduos escroques e venais, tais como Márcio Meira, Marcio Santilli, Aluisio Azanha, Dom Erwin Kräutler, Aluysio Guapindaia, Cristiano Navarro, Paulo Maldos, Antonio Salmeirão, Ana Patrícia, Glaucia Elaine de Paula, entre outros tantos que não acreditam no indígena como Sujeito Político capaz de construir a sua própria História.
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