quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Nióbio China fecha outra compra milhionária no Brasil


Un grupo de cinco empresas estatales pagó 1.950 millones de dólares por el 15% del líder mundial en la producción de niobio, mineral clave para la industria del acero
Crédito foto: AFP


 El acuerdo valora a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineracao (CBMM), el principal productor mundial de niobio, en 13.000 millones de dólares y enfrenta al grupo chino con compañías japonesas y sudcoreanas que compraron una participación similar en la firma brasileña a comienzos de año.

La familia brasileña Moreira Salles, que controla a Itau Unibanco, posee el 70 por ciento restante de CBMM y bajo los términos del acuerdo se mantendría por el momento un status quo, dijo una fuente.

El niobio se usa para fortalecer al acero y para producir superaleaciones usadas en autos, petróleo y gasoductos, puentes y motores de aviones y para fabricar acero inoxidable.

La mina propiedad de CBMM controla el 80 por ciento del
suministro mundial de niobio
, agregó la fuente, por lo que el acuerdo ayudaría a China a asegurar el futuro de su industria del acero.

El consorcio comprador está compuesto por Baoshan Iron & Steel Co Ltd (Baosteel), CITIC Group, Anshan Iron & Steel Group Corp, Shougang Corp y Taiyuan Iron & Steel Group Co Ltd, dijo Baosteel en un comunicado el viernes.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

CASO NIÓBIO - imenso prejuízo para o progresso social do Brasil


Colunistas - Luiz Otávio da Rosa Borges
SERÁ QUE O  CASO NIÓBIO  CAUSA UM IMENSO PREJUÍZO PARA O PROGRESSO ECONÔMICO E SOCIAL DO BRASIL? SE ACHAR QUE A PERGUNTA É RELEVANTE, ENVIE ESTE TEXTO AOS SERVIDORES - DO MINISTÉRIO PÚBLICO E DA RECEITA FEDERAL - QUE VOCÊ CONHECE.
Bom dia!
O link abaixo aponta para manifestação recente, concernente ao CASO NIÓBIO, do Advogado Ribas Paiva.http://www.alertatotal.net/2011/02/carta-aos-generais-sobre-o-niobio.html
Seguem alguns trechos cuja gravidade mostra, de forma incontestável, a essencialidade de as denúncias serem investigadas e esclarecidas.
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... O Brasil é um país agrícola e mineral. Essas vocações... poderiam propiciar imediatamente melhor qualidade de vida para a nação brasileira. Todavia, em razão de evidente traição de governantes, o nosso povo é mantido artificialmente na miséria...
... diversos governos brasileiros têm negligenciado, ostensiva e criminosamente, o poderoso instrumento de autodeterminação e projeção do poder nacional, representado pelas nossas reservas de minérios estratégicos...
... Desde 1996, temos procurado informar o nosso EXÉRCITO sobre a negligência criminosa com esses minérios. Sua Excelência, o Ministro Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena, considerando nossas análises, bloqueou a "privatização" das Reservas de Nióbio de São Gabriel da Cachoeira (AM), avaliadas em 1 trilhão de dólares, (que Fernando Henrique Cardoso queria "doar" por R$ 600.000,00)...
... o nosso Nióbio de Araxá é essencial... tem sido desdenhado pelos nossos governos, que nunca coibiram o subfaturamento nas exportações de Nióbio. O prejuízo anual médio, para a economia brasileira, é de 100 bilhões de dólares...
... O objetivo do poder internacional, com a fraude do subfaturamento de exportações, é limitar as potencialidades do Brasil, usurpando o poder da Nação, através da ação criminosa de governantes, que na verdade, são simples prepostos de seus interesses...
... Diante desses crimes continuados de traição, praticados por vários governos, "a nação espera que cada um cumpra o seu dever", principalmente, as Forças Armadas, que sabem, podem e devem proteger a Soberania Nacional...
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Aquele abraço,

Luiz Otávio

sábado, 15 de janeiro de 2011

Nióbio: Correia Transportadora CBMM Araxá


Reservas de nióbio em Araxá podem ser dobradas
O nióbio é nosso?
Via RedeBrasilAtual Cida de Oliveira
De acordo com a Codemig, atualmente a cidade tem nióbio para ser explorado por mais de 400 anos.
Correia transportadora de minérios    (foto: Beatriz Olivon  )

Maior produtora mundial de nióbio, metal usado em superligas de aço nas indústrias de petróleo e gás e aeroespacial, Araxá receberá este ano novos investimentos que podem revelar uma reserva adicional tão promissora quanto a atual, explorada desde os anos 50. Por causa do metal, a região ganhou destaque há pouco mais de um mês em uma lista de locais considerados estratégicos pelo governo dos Estados Unidos que foi publicado no site WikiLeaks.
A empresa mineira Gema Verde Comércio e Exportação de Minerais, com sede em Ouro Preto, está acertando os planos para iniciar no próximo mês os trabalhos de perfuração e sondagem numa área de mil hectares do lugarejo de Argenita, entre Ibiá e Araxá. No novo alvo de pesquisas, a Gema Verde encontrou uma grande anomalia no local, possível indicação de ocorrência de minério.
Em entrevista concedida ao jornal Estado de Minas, o geólogo Júlio César Mendes, sócio da empresa e professor da Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), diz que a mina de nióbio que pode ter proporções semelhantes às das reservas de Araxá ou até superiores. A descoberta teve como referência os resultados dos levantamentos aerogeofísicos realizados por aeronave com equipamentos de última geração embarcados e conduzidos pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), empresa de economia mista que tem o governo de Minas como acionista majoritário.
O nióbio de Araxá, de acordo com a Codemig, detentora do título da mina em atividade, tem reservas para serem exploradas por mais de 400 anos. Para realizar a nova bateria de pesquisas que vão definir as características de rochas a profundidade de até 50 metros, a Gema Verde se associou a um grupo de mineração do Espírito Santo, num contrato mantido sob sigilo.
“As sondagens já foram contratadas e esperamos uma boa notícia em maio ou junho, mas sabemos que se trata de uma pesquisa de altíssimo risco”, destaca Mendes, há 30 anos no ramo da geologia. O orçamento previsto nas sondagens é de R$ 1,5 milhão.
Números
De acordo com os relatórios mais recentes do Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM) relativos a 2008, o Brasil se mantém na liderança das reservas mundiais de nióbio, concentrando 97,9% delas. A produção, que aumentou 11,6% frente a 2007, está concentrada em Minas (91%) e Goiás (9%). A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), do grupo Moreira Salles, opera uma reserva de 482,5 milhões de toneladas em Araxá, respondendo por 91,3% do total das divisas geradas na exportação de produtos à base de nióbio que totalizaram US$ 1,485 bilhão em 2008.
O governo de Minas recebe 25% de participação nos lucros operacionais da CBMM. Desde os anos 50, a empresa explora as reservas de Araxá, depois de um esforço de desenvolvimento para retirada do nióbio do minério de pirocloro, até então conhecido como uma raridade mineralógica, recorda Mendes. Segundo documentos das embaixadas americanas, tornados públicos no WikiLeaks, as reservas de Araxá são estratégicas para o país. Quase 18% das exportações de ferro-nióbio da CBMM em 2008 tiveram como destino a América do Norte/Nafta.
“Os EUA chamam o nióbio de estratégico, principalmente, por ser uma substância básica nas indústrias de guerra, nuclear e aeroespacial”, afirma Mendes. publicado em 13/jan/2011 às 00h00

NIÓBIO: CBMM amplia inversões em extração em Minas

Recursos destinados à expansão.

CBMM elabora projetos de novas unidades de Concentração e de Refino


A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), que explora uma jazida de ferro-nióbio em Araxá, no Alto Paranaíba, decidiu ampliar seu plano de investimentos em Minas Gerais. Os aportes destinados à expansão da capacidade de produção do nióbio passaram de R$ 250 milhões para R$ 800 milhões nos próximos cinco anos, conforme a empresa.
Os investimentos serão destinados à construção de novas unidades que permitirão elevar a atual capacidade produtiva de 90 mil toneladas anuais de ferro-nióbio, para 150 mil toneladas/ano até 2015. Atualmente, a produção do metal no Estado representa quase 80% do total mundial. No momento, os investimentos estão sendo destinados à modernização da fase de sinterização da unidade.

A CBMM informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que a unidade metalúrgica já tem capacidade para atender o volume mais elevado de produção (150 mil toneladas/ano). E que está sendo construída uma nova unidade de sinterização, em fase de montagem.

A empresa comunicou, anteriormente, que a existência de gargalos na fase de sinterização impossibilitavam que a unidade atingisse sua capacidade produtiva total. Com os investimentos, o problema será solucionado.

Além disso, está sendo elaborado os projetos das novas unidades de Concentração e de Refino. Além disso, a CBMM também irá ampliar o pátio de homogeneização de minério, de acordo com a assessoria. 

Cronograma - As inversões estavam previstas para ter início em 2009, mas foram postergadas em virtude da crise financeira mundial, que impactou as vendas externas da companhia ao longo do ano passado. A empresa já desembolsou parte dos recursos na aquisição de estruturas metálicas para modernizar a etapa metalúrgica. O nível de produção da unidade já atinge 80% dos patamares produtivos do pré-crise.

A durabilidade estimada da reservas da CBMM em Araxá está estimada em 200 anos. Até 2015, a empresa prevê crescimento de 60% nas vendas de ferro-nióbio. Atualmente o volume comercializado está em 62 mil toneladas.
A CBMM chegou a sair de uma produção de 6,8 mil toneladas ao mês de ferro-nióbio no pré-crise, em 2008, caindo para 2,1 mil toneladas mensais durante o ano passado, quando o mercado externo reduziu as encomendas. A estimativa da CBMM é que este ano a receita líquida da empresa atinja R$ 3 bilhões e o lucro líqüido chegue a R$ 1 bilhão.

Mercado - Conforme dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), a CBMM está em segundo lugar de principais empresas exportações de Minas e tem como principal mercado a China. Além do país asiático, a empresa também faz negócios com outros 50 países, sendo que cerca de 94% da produção da CBMM são destinadas ao mercado externo.

Segundo a empresa, os demais destinos importantes são: Europa, sudeste asiático (Japão) e Estados Unidos. A CBMM foi responsável por US$ 1,147 bilhão em exportações e deteve 5,27% do total comercializado fora do país pelas empresas mineiras no período. A indústria avançou 94,05% em relação ao resultado registrado nos primeiros nove meses de 2009 (US$ 591.121 milhões).

De acordo com a CBMM, o ritmo das exportações em 2010 mantém-se em torno de 5 mil toneladas por mês de ferro-nióbio. 

A CBMM faz parte do grupo Moreira Salles e possui 49% de participação na Companhia Mineradora Pirocloro de Araxá. Os outros 51% são controlados pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig). A empresa possui uma subsidiária na Europa, a Niobium Products Company GMBH, em Dusseldorf, e outra nos EUA, a Reference Metals Company Inc.
In 
Link; www.diariodocomercio.com.br 19/10/2010 
LUCIANE LISBOA.


Leiam: http://niobiomineriobrasileiro.blogspot.com/2011/09/desnacionalizacao-do-niobio-brasileiro.html

NIÓBIO: CBMM quer expandir capacidade para 150 mil toneladas anuais


CBMM em Araxá MG

RIO - A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) pretende expandir a capacidade de produção anual de nióbio de sua unidade na cidade mineria de Araxá para 150 mil toneladas em 2015, uma alta de 66% em relação à atual capacidade de 90 mil toneladas anuais. Este ano, a produção estimada é de 62 mil toneladas, dos quais 5% são suficientes para suprir toda a demanda nacional para o produto."Hoje somos responsáveis por cerca de 75% do mercado mundial de nióbio", afirmou o presidente da companhia, Tadeu Carneiro, que participou do 14º Americas School of Mines, no Rio de Janeiro. Apesar da expansão, Carneiro acredita que a capacidade plena de produção só será atingida em 2020, enquanto em 2015 a demanda mundial deverá elevar a produção da companhia a 110 mil toneladas anuais do nióbio, utilizado na produção de aço para aumentar a resistência e tenacidade do metal. (Rafael Rosas | Valor) 22/09/2010 - 16h33

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Amazônia – PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO


Amazônia – PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO
    Adendo 02/01/2012:
    http://xa.yimg.com/kq/groups/15930296/1477287790/name/EXPEDIENTE%20NOBRE%20DA%20CAMARA%20DE%20VEREADORES%20DESANTAMARIA.pdf
    Amazônia
    PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO  

    Um paraíso verde, permeado pela abundância de rios caudalosos, que esconde riquezas ainda desconhecidas dos estudiosos. Suas florestas com árvores gigantescas localizadas em áreas ainda não exploradas pelo homem espicaçam a curiosidade estimulando a imaginação das mentes mais férteis originando as populares crendices.  
    Exploradores estrangeiros disfarçados de turistas e ambientalistas levam para os seus países, frutos, sementes, vegetais, insetos, animais, pássaros, répteis e diversidades biológicas, onde princípios medicamentosos e essências para cosméticos dão origem a novos remédios, produtos de beleza e de aplicação diversas. (No futuro água será causa de guerras  http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/no-futuro-agua-sera-causa-de-guerras/)

    A marcha para o oeste

    Orlando Villas Boas e os irmãos Leonardo e Cláudio encetaram uma marcha para o oeste do Brasil desbravando durante quatro anos mais de 1.000 quilômetros de rios e florestas. A aventura teve início em Aragarças, margens do rio Araguaia, em janeiro de 1946.  Parti rumo ao desconhecido, o temido oeste do território brasileiro, porta de entrada para o inferno verde – Amazônia.
    Os irmãos aventureiros foram os primeiros a atravessar as serras do Roncador e Cachimbo, descobrindo o rio Xingu onde mantiveram contato com povos indígenas.  Não foi fácil a conquista dessa terra desbravada com a cara e a coragem. Com apenas facões e enxadas, os heróicos exploradores abriram pistas de pouso para os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB), que levavam mantimentos e comunicações para aquela região isolada do resto do mundo. Orlando, Leonardo e Cláudio marcaram as suas passagens no rio Xingu, Rio das Mortes e demais rios amazônicos. Em seis de outubro de 1946 fizeram os primeiros contatos pacíficos com os temidos indígenas calapalos.
    A tomada de conhecimento e posse da conquista do inferno verde pelo povo brasileiro, que se acostumara a viver, curtir o conforto, beleza e vida fútil do litoral, desconhecendo toda imensidão e riquezas escondidas no interior deste gigantesco país, foi um presente que somente os verdadeiros e despojados heróis podem oferecer sem nada exigir para si em troca.
    (Ameaça à Amazônia – Perigo que alguns insistem em não ver http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/ameaca-a-amazonia-perigo-que-alguns-insistem-em-nao-ver/)

    Origem do nome do rio Amazonas
    Em 1541, o espanhol Francisco de Orellana navegando pelos rios a leste dos Andes com a missão de avaliar a dimensão das terras pertencentes a coroa espanhola, foi surpreendido por rios e mais rios que aumentavam a distância entre as suas margens, densas florestas e grande diversidade de animais.
    Durante a navegação pelos rios amazônicos, Francisco Orellana e a sua tripulação são atacados por silvícolas que disparam flechas envenenadas. O navegante e seus homens conseguem se livrar do ataque indígena. Entretanto, impressionado com a aparência dos nativos, que julga serem mulheres, por analogia com a mitologia grega – as mulheres guerreiras, amazonas – batiza o imenso rio com o nome Rio das Amazonas. 

    A maioria da população brasileira e das demais partes do mundo tem a idéia errônea de que a internacionalização da Amazônia é para conservá-la como patrimônio da humanidade. É um engano pensar que os países mais poderosos estejam preocupados com o futuro bem-estar do ser humano. Por trás desse falso interesse humanitário que pretende impedir a destruição da Amazônia por meio da desapropriação dos países que a têm, existe uma cobiça irrefreável de passar por cima dessas soberanias e explorar desde a biodiversidade florestal, os recursos hídricos, os minerais preciosos e principalmente os estratégicos que jazem no solo e subsolo da região.                                                                                                         
    (Heranças Malditas http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/herancas-malditas/)

    Países ricos querem o domínio do bioma amazônico
    Esmagadora maioria dos países, mais de 80% da humanidade, é indiferente à existência da Amazônia e não se manifesta em relação a sua conservação. A pressão contra o Brasil, no que se refere às áreas florestadas amazônicas, é exercida por países reconhecidos como colonizadores, ricos, em estado de reconhecida decadência, que esgotaram as suas riquezas, destruíram as suas florestas, poluíram o mundo, com tendências hegemônicas.
    A Amazônia é uma extensa planície localizada entre a curvatura formada pelas terras baixas da Cordilheira dos Andes a oeste, o Planalto das Guianas ao norte e ao sul o Planalto Brasileiro. Corresponde a 42% do território brasileiro com rica hidrografia e vasta floresta pluvial equatorial que se estende por 3,7 milhões de quilômetros quadrados. A Amazônia brasileira com 4.871.487 Km² compreende toda a Região Norte, englobando os Estados do Amazonas, Pará, Acre, Rondônia, Roraima e Amapá. Abrange também o oeste do Estado do Maranhão, o Estado do Tocantins e norte do Estado do Mato Grosso.
    O bioma amazônico, sistema constituído do solo, relevo, clima, fauna, floresta e outros componentes, há séculos visto com cobiça por países economicamente ricos, poderosos e desenvolvidos, que no passado destruíram suas coberturas florestais e hoje a pretexto de preservar as áreas florestais brasileiras exercem fortes pressões para a internacionalização da Amazônia.
    Devido à inacessibilidade e à precariedade da preservação da saúde resultante ao alto índice de insalubridade, a exploração econômica da Região Amazônica representa um desafio a ser enfrentado.

    Os motivos para a internacionalização
    Os Estados Unidos da América do Norte (EUA) e Inglaterra, França e Holanda (Países Baixos) estão na vanguarda da cobiça da Região Amazônica. 
    MAIOR RESERVA DE NIÓBIO DO PLANETA – MORRO DOS SEIS LAGOS (São Gabriel da Cachoeira na Cabeça do cachorro, norte da Amazônia) 
    Não existe intenção alguma de preservação do patrimônio florestal tropical para a humanidade.(Amazônia em perigo http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/amazonia-em-perigo/)
    Com o assustador crescimento da população mundial – atualmente 6,5 bilhões e em 2050 poderão ser nove bilhões –, superpovoamento em determinados países com cidades abarrotas de gente, desaparecimento de diversos países que serão engolidos pelo aumento do nível dos mares e oceanos, países constantemente assolados por abalos sísmicos e tsunamis, diminuição da água potável do planeta, esgotamento de recursos minerais e biodiversidade, e, por outro lado, a existência de gigantescos vazios territoriais desprezados na Amazônia brasileira é um irrecusável convite para que países hegemônicos empreguem ardilosas estratégias para ocupação desse abandonado bem territorial que os brasileiros estão menosprezando. E, para piorar a situação, devido à incompetência dos últimos governantes brasileiros estão obtendo resultados. (Perderemos o norte de Roraima e do Amazonas até a Cabeça do cachorro? http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/perderemos-o-norte-de-roraima-e-do-amazonas-ate-a-cabeca-do-cachorro/)

    A verdade que o povo precisa saber
    A opinião de inocentes brasileiros, favoráveis à entrega da Região Amazônica para garantia da preservação do bioma para países que tenham mais capacidade, retrata a profunda ignorância reinante no seio do povo. Esses países reconhecidamente escravagistas, arrogantes, solapadores das riquezas de nações ansiosas por desenvolvimento, enrustidos inimigos do Brasil, uma vez detendo o direito internacional de posse da Amazônia brasileira, rapidinho a devastarão para a extração de minerais preciosos, energéticos, estratégicos e demais riquezas, com fúria maior do que a dos maus brasileiros. (Nióbio – Riqueza desprezada pelo Brasil http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/niobio-riqueza-desprezada-pelo-brasil/)
    A intenção dos países hegemônicos é impedir o desenvolvimento, difundir a noção de incapacidade e instauração de pleno domínio das regiões mais ricas dos estados nacionais que querem evoluir para o estágio de nações desenvolvidas. O tipo de política intervencionista aplicada por meio de organizações não-governamentais (ONGs), nacionais e estrangeiras, a ação de organizações religiosas comprometidas com os seus propósitos, aproveitando a ignorância do povo e de autoridades, seviciando os corruptos e colaboracionistas, é presenciada atualmente na questão da retirada da população não-indígena da RIRSS – Reserva Indígena Raposa/Serra do Sol. A esse tipo de guerra, identificada como assimétrica ou irregular classificada como de 4ª Geração, está sendo contraposta um tipo novo de resistência que poderia muito bem ser denominada de “Defesa de 4ª Geração” – tem-se mostrado eficaz e já apresenta vitórias. (190 milhões de brasileiros poderão ser despejados do Brasil http://www.raizdavida.com.br/site/portugues/190-milhoes-de-brasileiros-poderao-ser-despejados-do-brasi/) 

    Autor:
    Edvaldo Tavares – Médico, Diretor Executivo do Sistema Raiz da Vida www.raizdavida.com.br. Projeto Rondon I (1969) – acadêmico de medicina em Iauaretê/AM (Cabeça do cachorro). Projeto Rondon II (1970) – acadêmico de medicina em Parintins/AM. Projeto Rondon III (1971) – Chefe de Equipe em Dourados/MS. Foi membro da equipe precursora da instalação do Campus Avançado da UEG (Universidade do Estado da Guanabara em 1970) em Parintins/AM. Foi 1º Ten e Cap Médico do glorioso Exército Brasileiro na Colônia Militar do Oiapoque, Clevelândia do Norte/AP e Maj Médico Diretor do Hospital de Guarnição de Tabatinga, Tabatinga/AM.

    sábado, 18 de dezembro de 2010

    Minério no Nordeste a próxima fronteira brasileira

    Historicamente, o território brasileiro já deu origem a várias províncias minerais, do Tapajós, ao norte, ao Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, para não falar das gigantescas reservas de petróleo do pré-sal. E agora o país pode estar diante de mais uma fronteira para o setor mineral, com as descobertas de jazidas de vários minerais na região Nordeste. 

    Enquanto a Rio Tinto Alcan prospecta alumínio em Jaguaquara, cidade de 50 mil habitantes no sul da Bahia, a Bamin começa a produzir minério de ferro no Recôncavo Baiano em 2014, a um ritmo de 20 milhões de toneladas anuais e mediante US$ 2,5 bilhões em investimentos. 

    Outros estados do Nordeste, como o Rio Grande do Norte e o Ceará, também vem sendo alvo das empresas, com minerais ferrosos, potassa e diamantes, dentre outros, despertando a cobiça de mineradoras.




    Caetité - O geólogo que virou bilionário
    Resultado de imagem para O GEÓLOGO BAIANO JOÃO CARLOS CAVALCANTI

    O geólogo baiano João Carlos Cavalcanti, o JC, acabou de comprar o 38º carro da sua frota pessoal. Também está na lista de espera de uma Mercedes SR McLaren, de US$ 1,2 milhão - modelo que só existe na garagem de outros três brasileiros - e de um jato Hawker 900, para viagens internacionais. Será seu segundo avião. Ao mesmo tempo, reforma uma mansão em Salvador, uma casa de campo no interior de São Paulo e um resort em Itacaré. Pensa em abrir uma escola de elite, comprar um hangar e montar um banco de investimentos. JC, ainda um anônimo, é o mais novo sócio do clube dos bilionários do Brasil. 

    A fortuna do geólogo cresceu praticamente da noite para o dia, após uma grande descoberta de minério de ferro na Bahia. Desde que vendeu a jazida para o investidor indiano Pramod Agarwal, há dois anos, JC fala mais de cifras do que de pedras.

    Segundo fontes de mercado, ele recebeu US$ 210 milhões por 70% da reserva e, mais tarde, outros US$ 150 milhões pelos outros 30%. Agarwal é tido como o representante de Lakshimi Mittal, dono do maior grupo siderúrgico do mundo. Bancos europeus batizaram o projeto de Bahia Mittal, numa clara referência ao grupo. O geólogo está proibido por contrato de falar sobre o assunto. Ele diz que Mittal é seu amigo, de quem ganhou uma estátua de Ganesha (um deus hindu), que hoje habita o jardim de uma de suas mansões em Salvador.

    Depois da venda, JC tornou-se um descobridor em série de jazidas. Encontrou níquel em Tocantins e zinco em Minas Gerais e vendeu parte das minas para a Votorantim. Ainda continua sócio do grupo. Seu novo negócio é a GME4, uma espécie de banco de jazidas avaliado internamente em R$ 2 bilhões, em sociedade com o banco Opportunity, de Daniel Dantas. JC calcula que seu patrimônio vai atingir US$ 1 bilhão neste ano, incluindo aplicações financeiras, imóveis e participações em empresas. “Se eu for fazer as contas de Eike, já tenho mais de US$ 1 bilhão”, diz o geólogo.

    “Tudo o que tenho eu agradeço ao invisível”, diz JC, que é monge leigo, flerta com o Budismo e acredita em numerologia e astrologia. “Eike também é assim, Bill Gates é assim, Antonio Ermírio de Moraes é assim, Warren Buffett é assim”, diz, sem modéstia. “Toda vez que chego ao campo, entro em silêncio. Aí as coisas vêm.”

    As “coisas” não vieram fácil para JC. Quem conversa com ele percebe a necessidade que o empresário tem de ser reconhecido. Embora diga que ganhou o primeiro milhão antes dos 30 anos, trabalhando como consultor, o geólogo não foi levado a sério pelos seus pares. Por ser polêmico, exibicionista, ter fama de brigão e de exagerar nas histórias que conta, o mercado não lhe deu credibilidade. “Eles têm inveja de mim. É um bando de geólogos de sapato de bico fino”, diz JC. 

    CONFLITO

    A sua primeira descoberta de minério de ferro, a norte de Caetité, foi derrubada publicamente em um seminário de mineração em Ouro Preto (MG). “Muitos o chamaram de maluco. Mas quem legitimou foi quem comprou”, diz o diretor-adjunto do Departamento Nacional de Produção Mineral da Bahia (DNPM), o geólogo João César Freitas Pinheiro. 

    O empresário Eike Batista comprou a reserva e criou a IRX, da qual JC ainda detém 5% das ações. A relação entre os dois é conflituosa. Procurado, Eike não quis dar entrevista. A reserva foi avaliada por João Carlos Müller, consultor contratado pelo Rio Tinto, parceira de Eike no negócio. Ele viajou até Caetité e não encontrou nada, segundo a Rio Tinto. “Esse sujeito é um destruidor de jazidas”, defende-se JC.

    Até vender a primeira mina de ferro, JC gastou mais de US$ 1 milhão do bolso para começar as pesquisas. O geólogo já era rico, mas teve de vender casas de praia, carros e raspar a poupança. Trocou o terno e a gravata por bota e chapéu. Dormiu no mato, subiu serra. “Nunca tive e não pretendo ter relação pessoal com ele, mas é preciso reconhecer o mérito de JC. Ele chegou primeiro”, afirma o diretor-geral do DNPM, Teobaldo Rodrigues de Oliveira Júnior. “O ferro existia, mas o preço era tão baixo que ninguém ligava.”

    Pouco antes de JC começar a perfurar o solo baiano, o ferro estava cotado a US$ 10. Hoje vale pelo menos dez vezes mais. O geólogo diz que foi desafiado a pesquisar ferro por um grupo siderúrgico espanhol e por um banco de investimentos. “Só se falava de ferro em dois lugares no Brasil: Minas Gerais e Pará. Mas geologia não tem fronteira”, diz JC. 

    O geólogo não saiu a campo aleatoriamente. O mapa da mina foi um artigo publicado numa revista de mineração em 1937. Nele, o engenheiro de minas Otto Henry Leonardo Júnior já falava das ocorrências de minério de ferro em Caetité. “Parece que essa coisa estava guardada para mim”, diz. 

    Na geologia, é mais ou menos assim. No Brasil, quase tudo já foi estudado e catalogado de alguma maneira. “A descoberta é muito mais da oportunidade de mercado de minério de ferro do que da mina propriamente dita, que já estava mapeada”, diz Pinheiro. “Mas o caso do JC é raro. No Brasil, a geologia rendeu mais políticos do que empreendedores.”

    16/06/2008 - Por: iGuanambi/ Com informações da Folha de São Paulo