sábado, 29 de setembro de 2012

Direitos indígenas? Oras bolas, índio não é gente tal qual um polaco ou um afro-descendente?

190 MILHÕES DE BRASILEIROS PODERÃO SER DESPEJADOS DO BRASIL.

190 milhões de brasileiros poderão ser despejados do Brasil.

A presidente Dilma Rousseff  está segurando o tratado da ONU na gaveta. Se o governo brasileiro já tivesse cumprindo integralmente os termos da Declaração da ONU, nem estaria em discussão o contrato assinado por índios do Pará, que venderam por US$ 120 milhões os direitos sobre uma área no Estado. O contrato foi firmado com a empresa irlandesa Celestial Green Ventures, que o Ministério Público abriu inquérito para investigar: 

Se o tratado da ONU for cumprido, as tribos nem precisam reivindicar o direito de mineração em suas respectivas reservas, porque serão países independentes, segundo os incisivos termos da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, que está disponível a todos na internet, mas poucos se interessam em ler.
Os locais que devem ser ocupados nas demarcações foram, são ou serão integrantes das ONGs e assemelhados. Inclusive, alguns financiados por governos estrangeiros. O G-7 e até potências emergentes que estão carentes de nióbio, petróleo, bauxita, urânio e outras riquezas encontradas em abundância exatamente nas áreas que estão sendo entregues. Por isto, eles querem a Serra da região Raposa/Serra do Sol. O argumento falacioso de que a propriedade da terra (solo e subsolo) é da União, possuindo os indígenas apenas o usufruto não se sustenta, quando observamos a prática nas regiões já demarcadas. 


O pior é que, mesmo se o governo brasileiro continuar sem cumprir o mandato, poderá ser obrigado a fazê-lo, porque as tribos indígenas já estão procurando os tribunais internacionais da OEA e da própria ONU, para exigir a "autonomia política, econômica e social" que os diplomatas brasileiros gentilmente lhes concederam.

Será que os diplomatas não perceberam que estavam concedendo autonomia a 216 nações indígenas, que já detém mas de 10% do território nacional ? É difícil de acreditar, porque durante os anos de negociações o Itamaraty sempre repudiou o tratado, que foi assinado pelo Brasil no Governo Lula, quando Celso Amorim era ministro das Relações Exteriores.O fato do Brasil ter aceitado sem ressalvas o acordo internacional, que foi rejeitado ou assinado com ressalvas por vários países com Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Rússia e Argentina, é um dos motivos do baixo prestígio de Celso Amorim junto à cúpula das Forças Armadas.


ALERTA CIDADÃO BRASILEIRO!!!!!

O que quer o índio?

  • Como os índios vão se defender de oponentes tiranicamente superiores, Londres, a comunidade global contra brasileiros... estes, que passaram a ser  acusados como “destruidores da flora e da fauna”.
E o que faz as governanças, autoridades, para orientá-los?NADA! 

O índio de hoje quer 90 milhões de dólares pelos créditos de carbono das matas nativas  espalhadas pelo Brasil  e propriedade da União...

As tribos indígenas da chamada Amazônia Legal, que detêm cerca de 25% do território brasileiro de reserva ambiental, onde é proibida atividade econômica, estão mobilizadas para defender a mineração nessas áreas de preservação. 
E não se trata de um movimento brasileiro, mas de caráter internacional, uma ofensiva vermelha por dentro, mas verde por fora, para enganar incautos...

As governanças usam os índios isolados, para usufruir dos bens da união, e atender ao jogo das nações hegemônicas,com o papo de nação independente...

As governanças não cumpriram e não cumprem o dever de cobrar da Funai orientar o  verdadeiro índio brasileiro no dever cívico, os deveres de cidadão brasileiro, em respeito a pátria em que vivem.

Índio é gente igual a polaco, preto e japa.

Índio deve ser tratado como qualquer outro branco, marrom ou amarelo, como qualquer outro cidadão brasileiro.

Direitos indígenas? Oras bolas, índio não é gente tal qual um polaco ou um afro-descendente? 


A importância do índio brasileiro saber sobre educação moral social e cívica... gritou ela na reunião da Câmara, lembrando a tradição guerreira da etnia. GRITO EU, CADÊ A FUNAI,  AS GOVERNANÇAS, AS AUTORIDADES?  OMISSAS A QUEM?

Por que será que os índios brasileiros podem firmar contratos tão vantajosos para empresas estrangeiras, 

enquanto os brasileiros brancos são expulsos dos territórios indígenas a pauladas?  Na década de 70, em Roraima  foi ali que os arrozeiros se estabeleceram. Pacificamente, sem matar um só índio, até porque sobra terra para pouco índioEsse pioneiros, se fossem do MST, teriam toda proteção do governo petista, porque seriam ‘sem-terra ocupando uma área abandonada’, de acordo com o direito de posse garantido pela Constituição.


De maneira insana obedecendo ordens da esquerda, o MST acusa o impedimento da reforma agrária.

 Foto: Reuters 

Mas os arrozeiros expulsos pelos índios não são do MST. Não vivem sustentados pelas bolsas-esmolas nem comem o que lhes é enviado pelo governo em cestas básicas. Os arrozeiros prosperam com seu trabalho e sua coragem, o que é um crime aos olhos da esquerda.


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Portanto, o índio que se reboca, veste, dança, curandeia, trapaceia e mutila, tem que ser classificado na mesmíssima categoria evolutiva, como qualquer punk ou torcedor de time de bolinha de gude, ou letrado ladrão, ou pregador de esoterismos milagreiros.
O mundo precisa saber: em Rondônia índio é rico. Dirige carros importados, usa Global Star, anda com notebook, frequenta cursos em faculdades particulares, negocia com estrangeiros, e também gosta de navegar na internet.Os índios  de Rondônia não dançam mais para fazer chover, não usam penas ou andam desnudos; o chefe Almir Narayamoga, da terra indígena Sete de Setembro, na divisa de Rondônia com Mato Grosso, aposta no mercado de crédito de carbono diz que cada tonelada de CO2 que uma entidade deixa de emitir na atmosfera dá direito a um crédito em dólares, que pode ser negociado com outras empresas ou na bolsa de valores. A revista online Fast Company incluiu Almir ao lado de Eike Batista, em sua lista dos 100 empresários mais criativos de 2011.


Não existe gente mais ou menos gente, como afirma o chefe do mensalão Lula da Silva, ao dizer que seu semelhante Sarney é gente especial, diferente de alguém normal do povo.

A diferença é apenas crendice, idiotice. Serve para encobrir atos obscenos de ladroagens explícitas. Imoralidades agudas praticadas pelos poderosos assassinos impostores.

Só mesmo religiosos, políticos e ongueiros, canalhas, para classificar as pessoas em várias categorias de "gente"; uns mais sagrados, outros mais "iguais", e alguns mais eco falastrões... passando uma esponja na realidade nua e crua, e maquiando os fétidos cadáveres ainda vivos dos chefetes, com títulos e qualidades de fachada.

Assim um jovenzinho puxa-saco hitlerista encobridor de pedofilia, vira pastor alemão, digo papa, e uma terrorista  e guerrilheira é catapultada a presidAnta, sob tutela e diretrizes da onu, do cfr, clube dos bilderberguers, donos de fato, do planeta dos primitivos macacos amestrados e alienados.

Aliás, não é à toa que até o papa dá sermão sobre mudança climática, sobre os créditos de carbono. 

ALERTA CIDADÃO BRASILEIRO!!!!!

Créditos:
Professor Fundamental Fendel - www.fendel.com.br
Carlos Newton
Visão Panorâmica
Jadson Marques/R7
http://m.g1.globo.com/brasil/noticia/2012/08/mp-vai-investigar-venda-de-credito-de-carbono-por-indios.html
http://contrapontofortaleza.blogspot.com.br/2012/01/contraponto-5064-indio-desbanca-eike.html

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Descaminho do Urânio brasileiro!


16/09/2012 - 15h15min - Atualizado em 16/09/2012 - 15h15min

Minério de Guajará Mirim pode estar sendo usado em construção de bomba atômica no Irã

Foi montada uma força-tarefa entre a PF, Agência Brasileira de Inteligência e Exército. Já se sabe que o minério encontrado em La Paz é proveniente de Guajará Mirim, em Rondônia.
 
Da redação do Tudorondonia com informações da revista Veja
Porto Velho, Rondônia - Com o título “Chávez, o laranja atômico ?”, a revista Veja desta semana publica reportagem assinada por Leonardo Coutinho onde informa que a Polícia Federal está investigando uma possível importação clandestina de minério do Brasil para o Irã com o objetivo de implementar o programar nuclear daquele país. O minério, segundo a reportagem, saiu de Guajará Mirim, em Rondônia, e foi apreendido na Bolívia.
“As rochas em estado bruto foram encontradas em sacos na garagem de um prédio em La Paz onde funciona o escritório do adido militar da Venezuela”, informa a revista.
De acordo coma reportagem da Veja, o governo boliviano disse tratar-se de urânio, matéria-prima para a bomba nuclear.
Ainda segundo a reportagem da Veja, “no dia seguinte um ministro boliviano disse que o que havia sido apreendido era tantalita, mineral usado na produção de ligas metálicas de alta resistência ao calor, à abrasão e à corrosão por substâncias ácidas, cararcterísticas ideais para a fabricação de peças para reatores nucleares e motores de foguetes e mísseis”.
Foi montada uma força-tarefa entre a PF, Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Exército. Já se sabe que o minério encontrado em La Paz é proveniente de Guajará Mirim, em Rondônia, segundo a revista.
A tantalita de Guajará estaria saindo do Brasil clandestinamente para alimentar o programa nuclear iraniano. O minério seria importado  pela Venezuela do presidente Hugo Chavez para depois repassá-lo ao Irã. “Outras 18 tolenadas de tantalita já estavam sendo encaminhadas para a Bolívia”, diz a reportagem.
Fonte:

Você está no caderno - Rondônia
COMBUSTÍVEL DA BOMBA ATÔMICA
Minério que saiu do garimpo de Guajará-Mirim pode ter sido exportado para o Irã
já sabe que o minério encontrado em La Paz é proveniente de garimpos de Guajará-Mirim, em Rondônia. Outras 18 toneladas de tantalita já estavam sendo encaminhadas para a Bolívia.
Publicado Quarta-Feira, 19 de Setembro de 2012, às 09:25 | Fonte REVISTA VEJA0
  
   
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arquivo / internet
QUESTAO NUCLEAR
 
Chávez, o laranja atômico?
 
Uma investigação da Polícia Federal está tentando, desde a semana passada, confirmar os indícios de que o Irã está importando do Brasil, clandestinamente, matéria-prima para o seu programa nuclear. A suspeita surgiu depois da apreensão em agosto, na Bolívia, de 2 toneladas de um minério estratégico. As rochas em estado bruto foram encontradas em sacos na garagem de um prédio em La Paz onde funciona o escritório do adido militar da Venezuela. Prontamente, o governo boliviano declarou tratar-se de urânio, um material que, em elevado grau de pureza, serve como combustível da bomba atômica.
No dia seguinte, um ministro boliviano disse que o que havia sido apreendido era tantalita, mineral usado na produção de ligas metálicas de alta resistência ao calor, à abrasão e à corrosão por substâncias ácidas, características ideais para a fabricação de peças para reatores nucleares e motores de foguetes e mísseis. A tantalita está desde 2008 na lista de produtos que não podem ser exportados para o Irã, como parte das sanções impostas pela ONU ao programa nuclear dos aiatolás. A Polícia Federal, que montou uma força-tarefa com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e o Exército para elucidar o caso, já sabe que o minério encontrado em La Paz é proveniente de garimpos de Guajará-Mirim, em Rondônia. Outras 18 toneladas de tantalita já estavam sendo encaminhadas para a Bolívia. De lá, as rochas seriam transportadas ao Chile por terra e, depois, de navio até a Venezuela. Se a carga contrabandeada for realmente de tantalita - ainda há dúvidas, pois os investigadores brasileiros não puderam fazer uma análise independente a Venezuela terá de responder por que usou um caminho clandestino para obtê-la. Toda exportação de tantalita do Brasil precisa ser aprovada pela Comissão Nacional de Energia Nuclear. Integrantes da equipe de investigação ouvidos por VEJA acreditam que os venezuelanos planejavam enviar o minério ao Irã sem despertar suspeitas da comunidade internacional.
 
Os presidentes Hugo Chávez, da Venezuela, e Mahmoud Ahmadinejad, do Irã, têm estreita colaboração, que já se traduziu em investimentos no país sul-americano, entre elas a construção de uma fábrica de automóveis ociosa. Se as suspeitas da PF forem confirmadas, ficará claro que a Venezuela não só apoia como também contribui ativamente para o programa nuclear secreto do Irã.
Fonte: 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

A conquista da Amazônia

Reindustrialização do Brasil


A conquista da Amazônia está sendo iniciada com a construção de usinas hidroelétricas, cuja necessidade energética é imperiosa para o País. Assim, haverá aumento inexorável da densidade demográfica, mesmo que seja aos trancos e barrancos (expressão do DarcyRibeiro) com a ocupação efetiva do 
nosso território. 
Se podemos [mas não devemos] exportar petróleo, isso não será possível com os MWatts e  teremos eletricidade abundante para reindustrialização do Brasil.
Mas precisamos também esclarecer as mentes, hoje seduzidas por falsas utopias indigenistas e ambientalista, insufladas do exterior.



A Corrida por Megawatts:

30  hidrelétricas na Amazônia Legal

Introdução

É urgente uma discussão mais aprofundada sobre os impactos em escala que advirão das hidrelétricas em construção ou planejadas na Amazônia Legal. No balanço do 1. ano do PAC II, divulgado em março de 2012, é apresentado um conjunto de 27 Hidrelétricas – UHE, entre obras em avançado estágio de construção e obras que ainda não saíram do papel. Além destas já estão em fase inicial de licenciamento outras 03 hidrelétricas: UHE Santa Isabel entre Pará e Tocantins; UHE Bem Querer e UHE Paredão, ambas em Roraima. 

São, até agora, nada menos que 30 hidrelétricas com potencias e impactos variados, mas que em conjunto trarão uma nova configuração ambiental, social e territorial para a Amazônia. 


O objetivo desta Nota é reunir informações sobre estas obras e discutir as dificuldades  que o Estado brasileiro demonstra em avaliar, evitar e mitigar os impactos gerados por este conjunto de obras.


A lista, que poderia estender-se por páginas, indica um quadro de fragilidade da presença do governo federal na Amazônia que se torna ainda mais complexo e desani mador diante da crescente  pressão por mais bens e serviços públicos gerado pelos investimentos hidrelétricos.


Parte do problema da baixa presença  do governo federal deve-se ao fato de que boa parte dos programas e ações do governo federal endereçados para enfrentar os problemas acima mencionados é executada de forma indireta, ou seja é preciso que o estado e os municípios estejam aptos para propor e executar as ações com os recursos do orçamento federal.


Sobreposto a isto, nos parece  não existir de  parte do governo um compromisso - expresso, mensurável e passível de monitoramento pela sociedade - com a ampliação destas ações nos territórios afetados. Diante disso, embora frágil, insuficiente e pouco transparente, o planejamento das ações de compensação social presente nos Projetos Básicos Ambientais apresentados pelas empresas e aprovados e monitorados pelo Ibama aparece como algo “mais avançado”. Nesses, pelo menos do ponto de vista formal, é possível identificar metas, recursos, responsabilidades e prazos para execução dos planos que são orientados, aprovados e monitorados, com muitas dificuldades e lacunas, pelo órgão licenciador.


De outro lado, o governo federal impõe aos seus órgãos ambiental e indigenista um mandato que eles não podem cumprir: o de garantir sob as condições legais  hoje postas que esta grande quantidade de empreendimentos hidrelétricos sejam conciliáveis com a proteção ambiental e com direitos sociais e territoriais.

O grande número de ações judiciais envolvendo estas obras é um reflexo e expressão desta incongruência.


Beira ao absurdo que depois de tantas lições aprendidas no Brasil, ao longo de décadas, sobre os custos sociais, ambientais e econômicos de planejamentos “capengas e autoritários” , que miraram o crescimento a qualquer custo, o governo federal continue a reproduzir os mesmos paradigmas de planejamento e de crescimento. 


É urgente que se abra o debate sobre o atualplanejamento de investimentos hidrelétricos do governo federal na Amazônia. 



Trata-se de um debate que diz respeito não somente às populações e territórios diretamente atingidos, mas a toda a sociedade brasileira. 

Um “espaço” potencial para isto seria o “Macro Zoneamento da Amazônia Legal”. Aprovado pelo Decreto N°7.378 de 1° de Dezembro de 2010, este plano tem o suposto desafio de planejar e ordenar o desenvolvimento sustentável na Amazônia, mas sua elaboração e seus instrumentos não refletem e não dão conta da realidade.  Além de pouco objetivo nas suas estratégias e agendas, mas parecendo uma peça de marketing socioambiental, este planejamento passou distante de discutir com a sociedade qual deve ser o projeto de governo para a Amazônia e quais os riscos e impactos que este projeto implica.


O debate sobre hidrelétricas na Amazônia precisa ser devidamente suportado por informações seguras e relevantes sobre a dimensão dos impactos envolvidos, agregando não só as informações já produzidas pelos órgãos envolvidos no processo (ICMBIO, IBAMA, SFB, IPHAM, FUNAI, INCRA, MMA, MDS, MDA) mas também informações e reflexões trazidas por pesquisadores e cientistas. 

Não é demais dizer que tão fundamental quanto a Ciência,  é trazer para o debate as vozes e realidades vivenciadas pelas populações afetadas por tais obras. 

O exemplo recente do Código Florestal evidencia a importância do debate aprofundado. Mesmo que não gostemos do resultado final, a experiência do debate público envolvendo o Código Florestal nos mostra que é no debate e embate que se produzem o esclarecimento e a tomada de posição da sociedade diante de temas tão complexos e caros como estes.





Julho, 2012  - 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Nióbio na novela da TV Record Máscaras Capítulo 86 07/08/2012 - Parte 06 HD




https://www.youtube.com/watch?v=YxY5cS8STyU

A novela Máscara  apresentada  pela TV Record pelo roteirista  Lauro Cézar Muniz, aborda o assunto  Nióbio Minério Brasileiro.


A sociedade brasileira deve assistir esta novela que aborda na forma de drama, o assunto Nióbio que é importante para o conhecimento de todos.

O Nióbio mineral estratégico que a sociedade brasileira desconhece porque o governo omisso esconde,  levaria o Brasil  a sua auto-independência como Nação próspera e rica... porém,  os especuladores internacionais não permitem, para tanto, se apoderam das terras raras brasileiras subornando, sequestrando, matando, usurpando, praticam as maiores barbaridades contra quem intervir, tomando suas terras e  fazendas a preço de banana, para dali extraírem o minério mais cobiçado do mundo aonde 98% da extração mundial é brasileira.  E tem mais, os mega-especuladores internacionais,  pagam a preço de ouro os infiltrados, para minarem qualquer tentativa deste precioso mineral permanecer nas mãos dos patriotas brasileiros, de chegar ao conhecimento do povo, e no mesmo tempo, impedir  manifestações populares  de chegar as governanças  O BASTA AO DESCAMINHO E AO CONTRABANDO DO NIÓBIO

domingo, 19 de agosto de 2012

Nióbio o rico minério brasileiro expropriado, e a pá matará Araxá a cidade roubada

O resultado do trabalho de uma mineradora. Onde está o benefício?

Este artigo é uma homenagem à  Maria Teresa de Paiva, natural de Araxá/MG.


Nióbio e Eike Projeto Phosphate-Araxá desenvolvido pelos canadenses da MBac.
Em 1816, o tenente-coronel do Real Corpo de Engenheiros, o Barão de Eschwege, esteve pela primeira vez na área do Barreiro de Araxá/MG a fim de analisar as características hidrotermais de suas já famosas fontes. Por sua posição geográfica de difícil acesso naqueles tempos coloniais, um complexo de exploração das águas minerais araxaenses só começou a se viabilizar pelo Estado brasileiro republicano dos anos 1920.
O Barreiro de Araxá faz parte da bacia do Córrego do Sal, localizada numa região de origem vulcânica. Por esta razão, suas águas são ricas em sais minerais de grande valor medicinal. Resolveu-se assim construir ali uma estrutura que pudesse receber todos os interessados em usufruir das águas de Araxá. Embora a pedra fundamental de um hotel tenha sido colocada em 1925, suas obras só foram de fato iniciadas em 1938, no Estado Novo de Getulio Vargas. Quando o mesmo presidente veio do Rio de Janeiro para inaugurar o Grande Hotel de Araxá em 1944, a população local se deslumbrou com os projetos paisagístico de Roberto Burle Marx e arquitetônico de Luiz Signorelli. No interior do hotel, havia, além dos famosos cassinos, fechados nacionalmente pelo presidente Eurico Gaspar Dutra dois anos depois, bares, restaurantes e até um cinema. O complexo hidrotermal do Grande Hotel tornou-se a joia da cidade. Quase 70 anos após sua inauguração, todo o turismo local é fundado na mesma obra.
Tudo ia muito bem até o momento em que se descobriu no Barreiro traços de nióbio. Não por coincidência, foi no mesmo período que o Grande Hotel entrou em completa decadência. O glamour dos velhos tempos havia definitivamente partido e a população araxaense, triste em ver seu grande tesouro se esvair em completo abandono, culpava a proibição do jogo no Brasil pelo desprezo generalizado ao hotel. Quem se tornou a menina dos olhos da cidade foi o setor da mineração, que ali aportou para trazer riqueza e bem-estar. Foi a versão oficialmente divulgada. Todos infelizmente acreditaram.
O mineral NIóbio é utilizado industrialmente para a produção de aço de alta resistência. No planeta inteiro, só há três minas de nióbio, sendo a do Barreiro a segunda maior, atrás somente da goiana Catalão. As reservas minerais do Barreiro de Araxá são exploradas desde 1995 pela Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) cujo capital pertence a metade aos estadunidenses da Molybdenum Corp, 20% aos Moreira Salles, 15% a um consórcio nipo-coreano e os outros 15% a um grupo chinês.
Desde esta época, os moradores do Barreiro sofrem diariamente com a poeira produzida pela exploração intermitente das mineradoras. Além disso, as famosas águas de Araxá estão cada vez mais contaminadas por bário, um elemento químico tóxico, pertencente à família dos metais alcalinos terrosos. Na Justiça Estadual de Araxá, já foram protocoladas centenas de ações cíveis contra a CBMM e a Bunge Fertilizantes por causa da contaminação da água do Barreiro por bário.
A presença de bário no organismo pode causar derrames e acidentes vasculares, pois sua deposição nos órgãos provoca forte vasoconstrição. Nas crianças ele causa retardamento mental e pouco desenvolvimento físico. Nos idosos, o problema é a demência senil.
No fim de 2011, o prefeito Jeová Moreira da Costa, anunciou em entrevista coletiva a descoberta de uma mina de ouro no Barreiro de Araxá. “Uma mineradora chinesa vem para Araxá para explorar esta mina de ouro encontrada no Barreiro. Esta notícia é um verdadeiro presente de Natal para todos os araxaenses, uma vez que a cidade vai ganhar muito com a geração de emprego e renda”, disse Jeová. Presente de Natal ou presente de Grego?
Parece que a entrevista de Jeová chegou longe, pois, dias depois, veio a Araxá o empresário Eike Batista, proprietário da mineradora MMX. Com a ameaça dos chineses, esta empresa estaria disposta a acelerar o andamento do projeto Phosphate-Araxá desenvolvido há alguns anos pelos canadenses da MBac. O prefeito de Araxá foi prudente ao declarar que “não houve reunião” com Eike. Mas, como escreveria Gustavo Machado do Brasil Econômico*, “sem que a cidade tenha grandes atrativos visuais, além da sede da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) e de uma mina de exploração da Vale, a prefeitura não possui grandes dúvidas sobre o interesse do voo panorâmico feito por Eike.”
Não há necessidade de nem mais uma linha. A máscara caiu.
Quer dizer então que para os “modernos” a grande atração visual de Araxá é a sede da CBMM e uma mina da Vale? Nem uma mínima menção ao complexo hidrotermal do Barreiro? Nada sobre o sexagenário Grande Hotel, onde ficará hospedada uma seleção de futebol durante a Copa do Mundo de 2014?
Não precisa ser um gênio para saber aonde vão as riquezas culturais, hídricas e biológicas daquele belo lugar no coração do Brasil. Em breve tudo aquilo será terra arrasada em que as ruínas de uma imensa construção dos anos 1940 velarão por todos os mortos.
Enquanto vivermos numa sociedade em que o dinheiro está acima de qualquer outro bem, teremos de nos acostumar a ver as riquezas naturais pagarem o preço. Tudo por que o Dutra proibiu o jogo no Brasil em 1946, né?http://arespublica.wordpress.com/2012/02/02/a-pa-matara-araxa/#comment-95

adendo:

Por trás do contrabando do Nióbio, os Barões da Imprensa. Araxá cidade roubada

(Transcrito do Novo Jornal, Minas Gerais)
Esta rede criada desde Tancredo Neves, primeiro-ministro, isto é, Chefe do Governo do Brasil, no então sistema parlamentarista imposto pelos militares, foi fortalecida pelo neto Aécio Neves, candidato do nióbio e da Globo a presidente.

"Terras Raras" fazem Araxá (MG) ser cobiçada por mineradoras internacionais

O município de Araxá (MG), com 94,7 mil habitantes, virou o queridinho de gigantes do setor de mineração do Brasil, como Vale e CBMM, e da canadense Mbac, que começaram a ver possibilidades de novos lucros na cidade.

Veja galeria de imagens de jazida em Araxá


Jazida da Vale em Tapira, cidade da região de Araxá
Edson Silva/Folhapress
O motivo vem da China, que concentra 97% da produção de terras-raras do mundo e, em 2010, passou a restringir suas vendas.
Terras-raras são elementos químicos essenciais na fabricação de eletrônicos de alta tecnologia, como tablets, smartphones e telas de LCD.
Os minerais existem em Araxá e agora são foco de investimentos, afirmou o especialista em recursos minerais Romualdo Paes de Andrade, geólogo do DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), do Ministério de Minas e Energia.
Embora as reservas de Araxá ainda não tenham sido oficialmente medidas, a atividade é promissora, diz Andrade, pois o nióbio e o fosfato, de onde são extraídas, são abundantes na região.
A mineração já é o principal motor da economia local, que movimenta R$ 3 bilhões ao ano só da iniciativa privada, conforme a prefeitura.
O PIB araxaense em 2009 (último medido) foi de R$ 1,98 bilhão, 258,6% superior ao de uma década atrás, quando era de R$ 552 milhões.
A extração do nióbio, metal que dá mais resistência ao aço, é um dos destaques da economia local. As maiores reservas mundiais estão em Araxá e são exploradas pela CBMM, com cerca de 65 mil toneladas por ano (90% da produção global).
DIFERENCIAL DO NIÓBIO
A companhia afirma que encontrou a solução para obter as terras-raras do nióbio.
Em uma fábrica-piloto com capacidade para 1.200 toneladas/ano, produz concentrados de terras-raras e pode elevar a produção para 3.000 toneladas "sem grande esforço", afirmou em nota.
É pouco diante das 120 mil toneladas/ano de produção mundial. Mas já seria um salto consideradas as 239 toneladas produzidas pelo Brasil em 2011, segundo o DNPM.
A companhia confirma que o diferencial, em Araxá, é a possibilidade de obter as terras-raras dos resíduos.
A empresa investiu R$ 50 milhões na nova tecnologia. Outros R$ 12,5 milhões foram do governo de Minas, que tem participação de 25% nos lucros da CBMM.
A Vale não dá detalhes dos estudos para a extração das terras-raras, que se encontram em suas minas de fosfato em Araxá e na vizinha Tapira, de 4.200 habitantes.
Já a Mbac, segundo a Prefeitura de Araxá, vai investir R$ 280 milhões numa unidade. ÀFolha a empresa não revelou valores, mas confirmou que prepara a construção de uma planta-piloto em Araxá e que estudos feitos por ela mostram que as terras-raras são viáveis no município.
BENEFÍCIOS A LONGO PRAZO
Embora gigantes da mineração já vislumbrem possibilidades de ampliar seus lucros com a atividade em Araxá, alguns setores da cidade ainda são cautelosos sobre as terras-raras.
A situação lembra, em parte, a desconfiança que rodeava o pré-sal, antes de serem confirmadas sua existência e viabilidade.
O presidente da Acia (Associação Comercial, Industrial, de Turismo, Serviços e Agronegócios de Araxá), Marcio Antonio Farid, reconhece a importância da mineração para o desenvolvimento do município, mas diz que os benefícios à cidade ainda devem demorar.
Para ele, o clima de otimismo está no fato de as mineradoras já estarem trabalhando na cidade. "Mas, no caso das terras-raras, acho que os benefícios devem aparecer mais a longo prazo, e não tão imediatamente."
O corretor de imóveis Danilo de Souza afirma que o setor imobiliário já se beneficia da atividade mineradora.
"[As mineradoras] geram uma massa salarial expressiva, o que é bom para o setor imobiliário", disse.
Souza disse acreditar, porém, que é preciso esperar se consolidar o plano de novas empresas na cidade.
O PIB per capita em Araxá, conforme medição do IBGE, é de R$ 21,3 mil. Já é mais do que em BH -R$ 18,1 mil.
CENTRO INTERNACIONAL DE PESQUISA
A importância das terras-raras também já foi percebida pelo poder público.
O governo diz estimular novos projetos e incluiu o tema no Plano Nacional de Mineração, que trata de questões estratégicas do setor.
Para o subsecretário de Política Mineral e Energética do Estado de Minas, Paulo Sérgio Machado Ribeiro, a exploração dos minerais de Araxá ajudará o país a reduzir as importações da China.
Hoje, o Brasil enfrenta dificuldades, por exemplo, para comprar o lantânio, que é um elemento utilizado nos catalisadores para refino de petróleo da Petrobras.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, as empresas que detêm o direito de explorar ambientes geológicos favoráveis -como ocorre em Araxá- são estimuladas a desenvolver pesquisas ou a extração mineral propriamente dita, de acordo com a pasta.
O Serviço Geológico do Brasil, empresa pública vinculada ao ministério, iniciou levantamento em todo território nacional para identificar as áreas potenciais para a ocorrência de terras-raras.
Além de Araxá, sabe-se que em Catalão (GO) também existem jazidas importantes.
Por enquanto, segundo o DNPM, foram oficialmente dimensionadas apenas reservas nas regiões de Poços de Caldas e Vale do Sapucaí, ambas em Minas, e no norte do Estado do Rio de Janeiro, mas nesses lugares o volume de terras-raras é bem pequeno.
A Prefeitura de Araxá iniciou uma série de tratativas para atrair instituições internacionais de pesquisa.
Foram programados R$ 40 milhões na construção de um parque tecnológico para incubadoras de empresas e universidades estrangeiras.
Protocolos de intenção chegaram a ser assinados, segundo Alex Ribeiro, assessor especial para assuntos internacionais da prefeitura. O projeto, no entanto, só será continuado após as eleições de outubro.
ARARIPE CASTILHO
DE RIBEIRÃO PRETO
19/08/2012 - 06h57
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1124201-terras-raras-fazem-araxa-mg-ser-cobicada-por-mineradoras.shtml


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

As tramas do Nióbio na novela Máscara da Record


Este vídeo foi retirado!


https://www.youtube.com/watch?v=YxY5cS8STyU
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DESISTIRAM SEUS PRODUTORES DE TENTAR ENTRAR EM CONTATO COM AUTORIDADES, ESPECIALISTAS NA ÁREA DE ESPECULAÇÃO DO MINÉRIO NIÓBIO, FOI POR DEMAIS CANSATIVO. ATÉ QUE, A NOVELA ANTECIPOU O SEU FIM.


A novela Máscara  apresentada  pela TV Record pelo roteirista  Lauro Cézar Muniz, aborda o assunto  Nióbio Minério Brasileiro.

A sociedade brasileira deve assistir esta novela que aborda na forma de drama, o assunto Nióbio que é importante para o conhecimento de todos. 


Porque tanto interesse   nas terras brasileiras, inclusive alocando falsos índios para demarcá-las???  a oligarquia internacional de olho nos minérios existentes...

O Nióbio mineral estratégico que a sociedade brasileira desconhece porque o governo omisso esconde,  levaria o Brasil  a sua auto-independência como Nação próspera e rica... porém,  os especuladores internacionais não permitem, para tanto, se apoderam das terras raras brasileiras subornando, sequestrando, matando, usurpando, praticam as maiores barbaridades contra quem intervir, tomando suas terras e  fazendas a preço de banana, para dali extraírem o minério mais cobiçado do mundo aonde 98% da extração mundial é brasileira.  E tem mais, os mega-especuladores internacionais,  pagam a preço de ouro os infiltrados, para minarem qualquer tentativa deste precioso mineral permanecer nas mãos dos patriotas brasileiros, de chegar ao conhecimento do povo, e no mesmo tempo, impedir  manifestações populares  de chegar as governanças  O BASTA AO DESCAMINHO E AO CONTRABANDO DO NIÓBIO.

É uma pena que a TV Record apresenta a novela muito tarde às 11:30.