quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Corredor estratégico da Amazônas: Bacia Tacutu tem petróleo; seis lagos a maior reserva de nióbio do planeta. A quem interessa isso? "

Adendo abril/2017Corredor estratégico da Amazônia no descaminho, é causa de cobiça. Hoje, os partidos juntos, estão apoiando o Foro de São Paulo, querem todo o Rio Tacutu inclusive a Guiana para eles, e não se enganem, a Venezuela está junto nessa empreitada. Surgindo a 3a. guerra mundial, esses ladrões do erário ficarão tranquilhos. Para eles, a humanidade que exploda, eles não querem os impostos não! querem o solo e sub solo da América do Sul toda. 

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Roraima concentra minérios nobres e até petróleo, e essa riqueza atrai a cobiça internacional.

RIO — O jornal inglês The Economist, no dia 1º de outubro de 2007, publicou nota sobre uma decisão da Organização das Nações Unidas (ONU,) de 20 de setembro daquele ano, que determinara como pertencente à Guiana uma área marinha que estava em disputa com o Suriname. O jornal dizia que “o Serviço Geológico dos EUA (USGS) acredita que as águas turvas da Bacia Guiana-Suriname podem conter mais petróleo não descoberto do que as reservas comprovadas no Mar do Norte (...)”.





Pois é, a Guiana tem petróleo. Ela tem petróleo não só no mar, mas também no interior. Nos dias de hoje, por exemplo, a empresa de exploração de petróleo Groundstar aposta nesta potencialidade da Guiana e fechou um pacote de contratos, dentro dos quais estabeleceu 3 pontos para as primeiras perfurações: nas regiões dos rios Karanambo, Rewa e Pirara. Toda esta predisposição petrolífera na vizinha Guiana concentra-se num tipo de terreno geológico-ambiental classificado como bacia sedimentar. Consultem Takutu Basin e Groundstar.
Bacia petrolífera no Brasil
Voltando à Guiana, a exploração do petróleo/gás naquele país acontece na bacia sedimentar do Tacutu, que tem cerca de 30.000 km². Parte dessa bacia, cerca de 12.000 km², está no Brasil, dentro do estado de Roraima. A Bacia de Tacutu originou-se do mesmo movimento tectônico (separação dos continentes) que produziu as bacias cretácicas produtoras de petróleo da costa do Brasil, como a a do Recôncavo, na Bahia, e a Potiguar, no Espírito Santo. A Bacia do Recôncavo tem um terço do tamanho da bacia do Tacutu, produz há mais de 50 anos e, mesmo assim, ainda hoje se descobrem novos campos produtores de óleo.




Entretanto, o que já se fez na bacia do Tacutu, aqui no Brasil, até hoje? Muito pouco. Na década de 80, a Petrobrás realizou levantamentos sísmicos de reconhecimento, mas com tecnologia de baixa capacidade e que hoje já está ultrapassada. Foram perfurados apenas dois poços na área, os quais comprovaram a existência de camadas geradoras e de rochas acumuladoras, mas que não mostraram (nos locais furados) indícios de óleo e gás.

Acontece que, ainda hoje, apesar do enorme progresso obtido nos variados métodos de pesquisa, mais de 80% dos poços pioneiros (os primeiros a serem perfurados em uma bacia sedimentar) não resultam, nem aqui no Brasil e nem no mundo, em descobertas aproveitáveis, oferecendo, porém, valiosas informações quanto às possibilidades petrolíferas da área, permitindo refinar a pesquisa e redirecionar os próximos furos, os quais passam a ter melhores condições de acerto. Na bacia de Campos (Rio de Janeiro), por exemplo, os 10 primeiros poços foram negativos, mas forneceram valiosas informações para localizar o primeiro poço positivo, furado em 1974.
O mapa acima, copiado do site da Groundstar, mostra a posição da Bacia do Tacutu na região de fronteira entre o Brasil e a Guiana. Mostra também a localização dos principais alvos de pesquisa da companhia. Na Guiana já houve produção de petróleo.
Bacia Tacutu tem petróleo
Segundo artigos dos geólogos Jaime Fernandes Eiras e Joaquim Ribeiro Wanderley Filho, que já trabalharam para a Petrobrás, “houve produção inicial (1982) de 409 barris de óleo/dia, em basalto atravessado no fundo do poço Karanambo 1. Após a completação, o poço passou a depletar, chegando a produzir por pistoneio, água salgada e apenas 60 barris de óleo/dia. Como o poço foi perfurado sobre um amplo arco regional, acredita-se que situações geológicas mais favoráveis poderiam ser encontradas em zonas mais tectonizadas".




De acordo com estes mesmos geólogos, o tipo de acumulação da Bacia do Tacutu é similar ao da Bacia do Solimões e, por isto, tem grandes chances de também conter petróleo, já que na do Solimões “a Petrobrás produz diariamente cerca de 57 mil barris de óleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás".

Essa questão da necessidade de se voltar a pesquisar petróleo/gás na bacia do Tacutu é tão séria que foi, inclusive, tema de tese de dourado no Instituto de Geociências da UFRJ: “Análise Tectono-estratigrágica da Bacia do Tacutu em Território Brasileiro”, do geólogo Renato Lopes Silveira. De acordo com seus estudos, Silveira conclui que o “potencial petrolífero da Bacia do Tacutu não foi adequadamente avaliado e que a aquisição de novos dados geofísicos e a aplicação de parâmetros de aquisição e de processamento mais adequados propiciariam avaliar convenientemente a referida bacia”. Para o geólogo “a ausência de reservatórios convencionais arenosos na bacia do Tacutu, propícios à acumulação de hidrocarbonetos, não seria compatível com a maioria das bacias do tipo rifte que ocorrem no mundo”.

Já em 2001, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) publicava um mapa com as reservas brasileiras de hidrocarbonetos no qual marcava a bacia do Tacutu entre essas reservas (figura ao lado). Ou seja, o fato de haver reservas de petróleo e de gás na região não é desconhecido por autoridades ligadas à área petrolífera e nem por parte do governo, que, em novembro de 2006, por meio do Ministério da Ciência e Tecnologia, empregou recursos da ordem de R$ 1,5 milhão, através de emenda parlamentar, na Universidade Federal de Roraima, para a implementação do Núcleo de Pesquisas Energéticas (Nupenerg) com propostas de pesquisar petróleo na bacia do Tacutu, e na Bacia Sedimentar do Amazonas, na região sul de Roraima.

Grande parte da porção brasileira da Bacia do Tacutu está dentro da área da reserva indígena Raposa Serra do Sol. Ou seja, como se não bastasse haver nióbio, tântalo, ouro e diamantes, na Raposa Serra do Sol também tem petróleo e/ou gás.

Além disso, há outra coisa muito importante que precisa ser observada. Esta semana, o escritor Félix Maier publicou um artigo sobre uma nova demarcação de reserva indígena pretendida pela FUNAI e pelo Instituto Sócio Ambiental (ISA): a dos Cué-Cué Marabitanas, no Amazonas. A descrição geográfica da posição desta Terra Indígena (TI) feita por Maier impressiona:
“Na extremidade sul da TI Cué-Cué Marabitanas fica a cidade de São Gabriel da Cachoeira... Entre a TI Balaio, a leste (que, por sua vez, já faz fronteira com a TI Ianomâmi); a TI Alto Rio Negro, a oeste; a TI Médio Rio Negro I, ao sul; e a Venezuela, ao norte. Abaixo da TI Alto Rio Negro, existe ainda a TI Rio Apapóris (próximo à Vila Bittencourt). E a leste da TI Médio Rio Negro existem as TI Médio Rio Negro II e TI Rio Tea. Abaixo da TI Médio Rio Negro I - depois de uma faixa de terra ainda não pleiteada pela Funai para os indígenas - existe a TI Uneiuxi. Todas estas TI ficam no Amazonas. Com as demarcações de Balaio e Cué-Cué Marabitanas, o município de São Gabriel da Cachoeira terá 90% de suas terras destinadas aos índios!"


Maior reserva de nióbio

A criação da Reserva Indígena Balaio foi feita depois que o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), órgão do Ministério de Minas e Energia, identificou Seis Lagos, um imenso depósito de nióbio logo a norte de São Gabriel da Cachoeira. Esse depósito pode ser até maior que o maior depósito de nióbio hoje conhecido no mundo, que é o de Araxá, em Minas Gerais, que produz 95% do nióbio consumido no mundo.


Aliás, antes mesmo de criar a reserva indígena foi criado um parque nacional sobre o depósito, para impedir seu estudo. A quem interessa isso?




Mas, as ambições não param por aí. A pretensão da Fundação Nacional Do Índio (Funai) e do Instituto Sócio-Ambiental (ISA) é juntar todas estas terras indígenas numa única, que receberia o nome de TI Balaio (veja mapa ao lado), na qual São Gabriel da Cachoeira estaria completamente inserida.



Acompanhando todas as demarcações de TI(s) e de reservas ambientais na região da Amazônia Legal e até nas suas redondezas, pode-se observar a formação de um corredor de riquezas com importância estratégico-geográfica impressionante. Uniria o Oceano Atlântico ao Pacífico, partindo da Guiana e passando pelo Brasil e Colômbia.


Olhando o mundo a partir da suposição de uma Terceira Guerra Mundial, quem tiver o domínio sobre esta região do ‘corredor’ estará muito bem arranjado. Sobre isso, leiam Coloquem os óculos, senhoras e senhores: enxerguem!. O importante é começar a pensar sobre quais seriam as razões por trás da construção deste corredor...

Matéria completa: TOA - Teatro de Operações da Amazônia - DEFESANET 


  
"Aliás, antes mesmo de criar a reserva indígena foi criado um parque nacional sobre o depósito, para impedir seu estudo. A quem interessa isso? "


Talvez eles¹³ saibam!!!


PT mobiliza militância em defesa de reserva indígena

Diretórios, parlamentares e militantes petistas de todo o país continuam mobilizados na campanha em defesa da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, cuja homologação está sendo questionada judicialmente. A decisão final deve ser tomada pelo STF no final de novembro.

Orientação nesse sentido foi dada pelo presidente nacional do PT, em carta também assinada pelos secretários de Mobilização e Movimentos Populares do PT, respectivamente Marinete Merss e Renato Simões

Related Protected Areas:

Raposa Serra do Sol

Corredor estratégico da Amazônia é causa de cobiça. 
(*) A autora é jornalista e editora do blog Rebecca Santoro 
E-mail: rebeccasantoro@gmail.com 

Agência Amazônia, 24/10/2008


Amazônia:Petróleo e Gás

NIÓBIO NO PROCESSO ITER DE FUSÃO NUCLEAR

A França vai precisar de MUITO NIÓBIO "LIGA LEVE" 
que o Brasil detém 98% do estoque mundial.

Termonuclear ITER sendo criado em Cadarache no sudeste da França. 


FUSÃO TERMONUCLEAR
O processo termonuclear se baseia na fusão nuclear - o mesmo processo que ocorre no interior do sol e em algumas estrelas-no qual os núcleos de dois isótopos de hidrogênio se fundem para formar Helio, ,gerando grandes quantidades de energia, o que oferece a humanidade uma fonte potencialmente inesgotável de energia.Este processo descontrolado já foi obtido na bomba de hidrogênio,mas o que se deseja é um processo controlado de fusão nuclear.
O processo de o fusão nuclear controlado se baseia no conceito de TOKAMAT, desenvolvido por cientistas russos no qual bobinas magnéticas super condutoras, colocadas em torno de um vaso toroidal, confinam e controlam o fluxo do plasma, um estado da matéria em elevada temperatura. induzindo a formação de uma corrente elétrica.Um modelo deste dispositivo foi mostrado pela URSS numa exposição no Rio de Janeiro ainda no Governo Jango.

Em 26 de junho, um consórcio internacional que reúne a Rússia, EUA, Comunidade Européia,China, Japão e Coréia do Sul decidiu montar um reator de fusão nuclear experimental em Cadarache na França. Estima-se que a versão comercial levara uns trinta anos para ser operacional.O modelo proposto deverá operar em ciclos de décimos de segundo e gerar 500 MW de potencia, isto significa que suas bobinas serão de alta amperagem e portanto altas temperaturas daí a necessidade do nióbio. Em ciclos tão curtos, o gerador poderá produzir hidrogênio que operaria em células de combustível [1].
Sinal verde para o projeto de fusão nuclear
Um consórcio internacional de sete países assinou  acordo para construir um multibilionário reator experimental de fusão nuclear que irá replicar os processos nucleares do Sol.
O projeto tem por objetivo pesquisar uma alternativa limpa e sem limites para as cada vez menores reservas de combustíveis fósseis, embora a fusão nuclear permaneça como uma tecnologia ainda não comprovada. 
Representantes da China, União Européia, Índia, Japão, Rússia, Coréia do Sul e Estados Unidos assinaram o pacto, selando uma década de negociações.
O reator de US$15 bilhões (€10 bilhões) sendo construído em Cadarache, sudoeste da França por suas iniciais ITER (que, em latim, significa "o caminho").O projeto irá tentar fundir núcleos atômicos.
O engenheiro japonês Kaname Ikeda foi nomeado  como coordenador do projeto.O mundo precisa da energia nuclear, disse  o Presidente francês Nicolas Sarkozy, numa visita ao Japão
Fonte: NewScientist news service - 27/11/2006
França e as armas de destruição em massa - Wikiwand
NIÓBIO NO PROCESSO DE FUSÃO NUCLEAR
Mas por que o nióbio desperta tanta polêmica? O que significa, na prática, deter a posse de tamanhas jazidas desse mineral?  Bem, trata-se de elemento químico do grupo de transição na Tabela Periódica, número atômico 41, e massa atômica de 92,9 u.

Agora, a jóia da coroa: o uso do nióbio no processo de fusão nuclear. Pesquisadores europeus, japoneses, americanos, russos e chineses estão construindo na cidade francesa de Cadarache, um reator de fusão termonuclear, que, quando em operação e se obtiver sucesso, vai apresentar um passo gigantesco no sentido da busca de energia limpa, barata e inesgotável.  http://www.anovademocracia.com.br/no-28/546-opinioes-28

Bem, e onde entra o nióbio nessa história toda? 
Como resistir a tais temperaturas? 
http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=17801
A ideia é que o reator multiplique em dez vezes a energia que recebe mistura de deutério e trítio, dois isótopos de hidrogênio, é aquecida até 150 milhões de graus, transformando-se em um plasma quente o suficiente para fundir o hidrogênio em hélio e liberar energia;  requer o domínio de uma temperatura de 100 milhões de graus. Cientificamente, trata-se de algo realmente fascinante. Os pesquisadores então criaram um supercampo magnético (um imã gigante), que resiste a altíssimas temperaturas e faz com que o processo de liberação dessa energia se dê a uma distância controlada das paredes do reator. É bom salientar que, conforme as pesquisas, somente um elemento químico consegue criar esse supercampo magnético: o nióbio.Fonte: ABN NEWS
http://www.uipi.com.br/geral/55-geral/3875-custos-adicionais-e-morosidade-comprometem-reator-termonuclear-internacional


Em 2018, o Iter deve entrar em funcionamento. O Brasil foi convidado oficialmente a participar plenamente do projeto, mas a cota financeira exigida foi considerada muito elevada. A participação brasileira é então indireta, em parceria com pesquisadores portugueses que integram o grupo da União Européia.


http://www.rfi.fr/actubr/articles/083/article_10022.asp

Pesquisem: Ponte Brasil Oiapoque/Amapá Guiana Francesa e as Chatas que transportam o Nióbio do Oiapoque para a Guiana Francesa.


O projeto ITER se baseia no conceito do tokamak desenvolvido por cientistas russos, no qual bobinas magnéticas supercondutoras colocadas em torno de um vaso toroidal (em forma de rosca) confinam e controlam fluxos de plasma, induzindo a formação de uma corrente elétrica através do plasma. As reações de fusão ocorrem quando o plasma está suficientemente quente, denso e confinado para que os núcleos atômicos no plasma comecem a se fundir entre si. Os idealizadores do ITER esperam que ele possa gerar até 500 MW de eletricidade durante algumas centenas de segundos. A construção do primeiro reator experimental deverá estar concluída em 2012, e estima-se que a sua versão comercial ainda levaria uns 30 anos para ser operacionalizada.http://www.ibercivis.pt/index.php?module=public&section=channels&action=view&id_channel=3&id_subchannel=33&id_page=9

Outros países poderão participar do projeto, como o Brasil e a China. O Brasil, por exemplo, pode se envolver no projeto por possuir a maior reserva de nióbio do mundo. O metal, um poderoso condutor, será usado para construir molas gigantes e gerar um campo magnético para conduzir o processo de fusão nuclear dentro do reator. 

Segundo o principal conselheiro científico da Grã-Bretanha, sir David King, quando o projeto for posto em prática, haverá um grande mercado para o nióbio. King também lembra que há cerca de cem pesquisadores brasileiros com doutorado trabalhando no campo da fusão nuclear, que "podem dar uma grande contribuição ao projeto".Uma delegação da Comissão Européia pode visitar o Brasil em breve para estudar alternativas de inclusão no projeto. Hoje, o país que deseja tornar-se parceiro necessita contribuir com no mínimo 10% dos custos por dez anos. http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2005/06/29/19801-brasil-pode-fazer-parte-de-projeto-do-reator-internacional.html

A rede francesa Sortir du Nucleaire, que reúne 718 ONGs antinucleares, o qualificou como "um buraco-negro financeiro" (orçamento de 10 bilhões de euros em 30 anos) e perigoso, afirmando que a manipulação que se pretende realizar com o hidrogênio ainda é desconhecida. Não tarda, os obscurantistas estarão invocando o famigerado "Princípio da Precaução" para obstaculizar o ITER. http://ibps.com.br/2005/06/28/
[1] João Alfredo Medeiros
Pesquisador IV, aposentado pelo Instituto de Engenharia Nuclear da CNEN (1981 a 1995)

2006: Prof Enéas fala sobre Nióbio; ONGs+reservas indígenas

"Questão do Nióbio"

Ronaldo Schlichting, administrador de empresas e membro da Liga da Defesa Nacional, em seu excelente artigo, que jamais deveria ser do desconhecimento do povo brasileiro, chama a atenção sobre a "Questão do Nióbio" e convoca todos os brasileiros para que diga não à doutrina da subjugação nacional.

Menciona que a história do Brasil foi pautada pela escravidão das sucessivas gerações de cidadãos submetidos à vergonhosa doutrina de servidão.
Schlichting, de forma oportunista, desperta na consciência de todos que "qualquer tipo de riqueza nacional, pública ou privada, de natureza tecnológica, científica, humana, industrial, mineral, agrícola, energética, de comunicação, de transporte, biológica, assim que desponta e se torna importante, é imediatamente destruída, passa por um inexorável processo de transferência para outras mãos ou para seus 'testas de ferro' locais".

Identificam-se, nos dizeres do membro da Liga de Defesa Nacional, as estratégias atualmente aplicadas contra o Brasil nesta guerra dissimulada com ataques transversais, característicos dos combates desfechados durante a assimetria de "4ª. Geração". Os brasileiros têm que ser convencidos que o Brasil está em guerra e que de nada adianta ser um país pacífico. 

A HISTÓRIA DO NIOBIO E DA CBMM EM ARAXÁ..


Por: Morador de Araxá

Estimado amigo Antuérpio Pettersen, sabendo que tens um grande amigo aqui em Araxá (MG), cuja a casa se encontra de portas abertas e a disposição do nobre amigo, reitero votos de elevada estima a você e família, bem como a conceituada ABDIC. 

Caro amigo, a respeito da matéria veiculada no Jornal da ABDIC sobre o Contrabando do nosso Nióbio (Brasileiro), esclareço que como araxaense e morador desta linda e bela cidade, cabe-me endossar o comentário da matéria supra, bem como fazer algumas pequenas correções.

Eis que o nome correto da "empresa detentora da Jazida da maior reserva de Nióbio do mundo" é CBMM - Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, e ela situa-se á apenas 5 Kms do centro da cidade de Araxá (Como pode ver, ela fica praticamente dentro da cidade). E as os problemas causados por essa empresa em solo araxaense vão muito além do exposto pelo Jornal da ABDIC, pois devido a extração deste minério ela coloca a mercê do ambiente onde é extraída uma gama muito grande no mineral de nome "BÁRIO", que devido a terra ser revolvida, a sua oxidação é levada a efeito quando o mesmo entra em contato com oxigênio.e uma vez que isso ocorre ele assim que chove é levado para o lençol freático de água, contaminando-o com esse metal pesado (Bário) numa proporção de que o permitido de Bário na água potável pela Fundação Mundial de saúde é de 0,07 e aqui esse montante chega a 8.7, e 8.9 .
Varias foram as famílias que tiveram seus parentes falecidos com câncer devido beberem por anos água do solo e dos rios que abastecem a nossa cidade com esta água contaminada; a maioria da cidade aqui hoje bebe água de garrafões que vem de outras cidades da região, por se tratarem de água pura e sem Bário.
A empresa Superagua (Do Grupo SuperGásBras) comprou os direitos para envasar e vender aos incautos e desavisados pelo país a fora, esta água contaminada pelas empresas CBMM e a hoje Vale Fertilizantes (ex-Arafértil e posteriormente ex-Bunge).
Vale ressaltar que a empresa "CBMM" de instalou na cidade de Araxá a cerca de 50 anos atrás com o nome de "DEMA", e anos depois recebeu a nova denominação de CBMM. Esta empresa pertence ao Grupo Moreira Sales (Donos do Unibanco) e ao Grupo Molicorp dos E.U.A., este ultimo, quando da descoberta da Jazida de Nióbio em Araxá a décadas atrás não podia ser dono majoritário de uma empresa em solo brasileiro, pois a lei do país na época assim não os permitia, então como o negôcio era muito lucrativo, eles ofereceram e deram de graça (mão beijada) o domínio majoritário ao então embaixador brasileiro nos E.U.A. na época, Dr. Walther Moreira Salles.

Um pouco da história do Nióbio e da CBMM: 
O elemento 41 foi descoberto na Inglaterra em 1801, por Charles Hatchett, que na época o denominou de colúmbio. Posteriormente, o químico alemão Heinrich Rose, pensando haver encontrado um novo elemento ao separá-lo do metal tântalo, deu-lhe o nome de nióbio em homenagem a Níobe, filha do mitológico rei Tântalo. 

As informações mais antigas sobre o uso de nióbio datam de 1925, referindo-se à substituição do tungstênio na produção de ferramentas de aço. No início da década de 1930, o nióbio passou a ser utilizado na prevenção de corrosão intergranular em aços inoxidáveis.

Até a descoberta quase simultânea de depósitos de pirocloro no Canadá (em Oka) e da maior jazida do mundo no Brasil (em Araxá-MG), na década de 1950, o uso do nióbio era limitado pela oferta limitada (era um subproduto do tântalo) e custo elevado. Com a produção primária de nióbio, o metal tornou-se abundante e ganhou importância no desenvolvimento de materiais de engenharia.

Na década de 1950, com o início da corrida espacial, aumentou muito o interesse pelo nióbio, o mais leve dos metais refratários. Ligas de nióbio, como Nb-Ti, Nb-Zr, Nb-Ta-Zr, foram desenvolvidas para utilização nas indústrias espacial e nuclear, e também para fins relacionados à supercondutividade. Os tomógrafos de ressonância magnética para diagnóstico por imagem, utilizam magnetos supercondutores feitos com a liga NbTi.

As superligas aeronáuticas também utilizam nióbio. Destas, a mais importante é o IN718, introduzida em 1966 e cujo aperfeiçoamento resultou numa família de superligas utilizadas nas turbinas aeronáuticas e estacionárias mais modernas.

Outro desenvolvimento importante da década de 1950 foi o aço microligado. Estudos conduzidos na Inglaterra -na Universidade de Sheffield e na British Steel - e também nos Estados Unidos, tornaram o aço microligado uma realidade industrial quando a Great Lakes Steel entrou no mercado, em 1958, com uma série de aços contendo cerca de 400 gramas de nióbio por tonelada, exibindo características (resistência mecânica e tenacidade) que até então somente podiam ser obtidas com aços ligados muito mais caros.

A descoberta de que a adição de uma pequena quantidade de nióbio ao aço carbono comum melhorava consideravelmente as propriedades deste, levou à utilização em grande escala do conceito de microliga, com grandes vantagens econômicas para a engenharia estrutural, para a exploração de óleo e gás e para a fabricação de automóveis.

Atualmente, os aços microligados respondem por 75% do consumo de nióbio. São materiais sofisticados, desenvolvidos a partir de princípios de metalurgia física que refletem o esforço conjunto da pesquisa e desenvolvimento conduzidos na indústria e nos laboratórios de universidades.
O conhecimento científico se revelou essencial para o elemento 41. Os avanços conseguidos até aqui ampliaram o raio de aplicação do nióbio em aços, superligas, materiais intermetálicos e ligas de Nb, bem como em compostos, revestimentos, nanomateriais, dispositivos optoeletrônicos e catalisadores.

Parte importante desses esforços está presente nos projetos agraciados com o Prêmio Charles Hatchett, organizado pela CBMM.

A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, do Grupo Moreira Salles, é uma empresa nacional que extrai, processa, fabrica e comercializa produtos à base de nióbio.

Uma Conta de Participação nos Lucros entre a estatal CODEMIG e a CBMM garante a exploração racional do depósito de nióbio localizado próximo à cidade de Araxá, em Minas Gerais. O contrato concede 25% de participação nos lucros operacionais da CBMM ao Governo do Estado de Minas Gerais.

A CBMM é a única produtora de nióbio com presença em todos os segmentos de mercado. Com subsidiárias na Europa (CBMM Europe BV - Amsterdam), Asia (CBMM Asia Pte - Cingapura) e na América do Norte (Reference Metals Company Inc. - Pittsburgh), a CBMM dedica atenção especial aos consumidores, onde quer que estejam no mapa-mundi.

OBS: O Autor do Artigo, por questões de Segurança, Cidadão de araxá, pede Privacidade, portanto: Anonimato.

http://www.abdic.org.br/historia_niobio.htm

Nióbio, Eneas,Villas Bôas



 nióbio: o mais leve dos metais refratários
http://en.wikipedia.org/wiki/Niobium


Orlando Villas Boas disse: E a ONU vai dar a nação, sem saber na época, que os governantes entreguistas ratificariam junto a ONU, a OIT/169 doando a Amazônia que futuramente poderá ser dividida em 216 Estados independentes do Brasil e o povo brasileiro poderá perder sua nacionalidade.

Pouco antes de morrer, Orlando Villas Boas denunciou interesses estrangeiros na Amazônia e fez uma profecia sobre o futuro de terras indígenas na região. Veja na reportagem de Fábio Pannuzio, que em uma reportagem anterior já denunciava a presença ostensiva de estrangeiros na região. http://www.youtube.com/watch?v=dA2AcSNHR6U&feature=related


A verdade sobre a Demarcação como contínua da Raposa/Terra do Sol 

em Roraima

https://www.youtube.com/watch?v=XpYsvQnfAFY

ONU quer a Amazônia 
Funcionário graduado da ONU afirmou que o Brasil pode ser punido se a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol for alterada.
https://www.youtube.com/watch?v=VUJHK-bMi6k&feature=related
2006: Prof Enéas fala sobre Nióbio; ONGs+reservas indígenas
https://www.youtube.com/watch?v=WQhR0Dvtnn8



Nióbio


Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV
para todo o Brasil, dizendo: "O dinheiro do mensalão
não é nada, o grosso do dinheiro vem do 
contrabando do nióbio “ e ainda “O Ministro José
Dirceu estava negociando com bancos, uma Mina de
Nióbio na Amazônia”.                             

Tudo isso comprova, irrefutavelmente, que existe uma conspiração internacional antiga, para espoliar o Brasil de seus minérios, que impede o acesso da Nação Brasileira às riquezas do seu território. É o paradoxo do povo pobre de país riquíssimo.
A maior reserva de nióbio do mundo - O governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente.                                                                         
A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente(?), deixando assim o contrabando fluir livremente. Um acordo entre a presidência da república e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil, que vai para contas numeradas em paraísos fiscais. Será que o ideário socialista apátrida vê nessa possibilidade, a criação de futuras nações independentes do Brasil na Amazônia, que possam vir a ser governadas por socialistas brasileiros ou venezuelanos em acordos com os principais sócios beneficiários do G8 daquela riquíssima província mineral, por hora ainda brasileira?

Nosso judiciário, nossas Forças Armadas, Conselho de Defesa Nacional, órgão assessor da Presidência que zela o solo brasileiro sem entreguismos, precisam impedir esse negócio escuso entre um governo corrupto e traído e seus clientes ou patrões externos. 
O Brasil está pagando para ter todo o seu nióbio roubado... roubado...? ou já doado a troco de conveniências  pelos governantes entreguistas que até hoje com ganância direcionaram este País?

sábado, 28 de novembro de 2009

Minério Cavalcanti e Daniel Dantas bilionários naturais da Bahia, enquanto no norte/nordeste a pobreza e contaminação aumentando

Porto do Pecém vai escoar minério do Piauí em 2012,


PORQUE OS ESPECULADORES, CENTRALIZADORES,  EXPLORAM O SOLO BRASILEIRO DEIXANDO NA REGIÃO EXPLORADA BURACOS NA EXTRAÇÃO DO MINÉRIO,  E NA CONSTRUÇÃO DOS MINERODUTOS COLOCAM EM RISCO  SEU ENTORNO NO PERIGO DE ROMPER SOTERRANDO CIDADES INTEIRAS, DEIXAM A POBREZA, À ÁGUA CONTAMINADA, E AS GOVERNANÇAS OMITEM, NADA FAZEM PARA LEGALIZAR A EXPLORAÇÃO DOS MINÉRIOS NO BRASIL, SERÁ  CONIVÊNCIA, SERÁ OMISSÃO, SERÁ PARTICIPAÇÃO EM TUDO ISSO?

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DANIEL DANTAS e João Carlos Cavancanti: 
o banqueiro  Daniel Dantas criou a GME4 para investir em vários metais e prevê que a empresa valerá US$ 1,2 bilhão


É escoando a produção de minério de ferro por um porto cearense que o vizinho Piauí vai se tornar um dos gigantes da mineração do Brasil e do mundo. Isso de acordo com investimentos feitos pela empresa brasileira de mineração Global Mining Exploration, ou GME4.

Segundo o geólogo João Carlos Cavalcanti, um dos sócios da GME4, o projeto do Piauí está em fase final, sendo que a exportação deve acorrer a partir de 2012. "O minério do Piauí vai escoar pelo Porto do Pecém. Isso é uma realidade. O projeto está bem avançado, estamos calculando reservas, vendo convênios e em 2012 a mina já deve estar operando``, afirmou Cavalcanti, ontem, antes de ministrar palestra sobre empreendedorismo e geologia durante a abertura do GeoCeará 2009, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).
Pelos cálculos do empresário, a exploração de minério de ferro vai proporcionar o importante impacto na economia piauiense, estimada em 20% do Produto Interni Bruto (PIB).
Ceará
Cavalcanti destacou o potencial geológico do Ceará para a exploração de metais básicos, como cobre, níquel e platina, e para as chamadas ``terras raras``, com capacidade para a exploração de metais utilizados pela indústria automobilística e, portanto, de grande demanda mundial.
O empresário afirmou que existem estudos de interesse da GME4 para prospecção e exploração de cobre na região norte do Ceará. "Mas parece que não existe vontade política por parte do Governo do Estado", disse Cavalcanti complementando que o interesse está "em fase embrionária", precisando de mais estudos no local.
Para Cavalcanti, falta ao Estado uma política voltada para a prospecção e exploração de metais. "Existem realmente um potencial para exploração de minério no Ceará, mas tem que haver vontade política, como aconteceu na Bahia, que hoje tem muitas empresas internacionais buscando áreas para pesquisar", disse.
O geólogo explicou que para que empresas internacionais tenham interesse em investir no Ceará é necessário que antes haja uma base já estruturada. ``O Governo do Ceará ainda não acordou para isso``, finalizou Cavalcanti lembrando que o Ceará já teria vantagens na exploração de minérios por ter um bom porto e não ser tão extenso.
MINÉRIOS
- O geólogo e empresário João Carlos Cavalcanti cita como exemplo países como o Canadá, que investe US$ 2 bilhões na exploração de minérios, e a Austrália, com investimentos de US$ 1,5 bilhão. O Brasil, segundo Cavalcanti, investe US$ 300 milhões.
- Cavalcante avalia que existe um amplo potencial de minérios a ser explorado no País, sendo que apenas 14% do território brasileiro está estudado em uma escala geológica precisa. (Fonte)
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