terça-feira, 18 de maio de 2010

Raposa da discórdia




Interferência Externa:
— No transcorrer do ano de 1990, durante o governo de Fernando Collor de Mello, foi adotada uma política de neoliberalismo, quando a Amazônia deixou de ter a prioridade que era mantida nos governos militares, desde a década de 1970. Essa falta de atenção persiste até os dias de hoje, como pode ser comprovada pela falta da presença do governo federal e a adoção de políticas desatentas em relação à região, nos governos federais das últimas décadas.

Roraima,cobiçada...
— Ainda, em 1990, o presidente americano, George Bush, “o pai”, por carta roraima,cobiçada endereçada ao presidente do Brasil, exigiu a demarcação da área dos índios Ianomâmis, assim como, fosse tapado o poço destinado a futuras experiências nucleares na Serra do Cachimbo. Esse buraco que era destinado ao começo das experiências nucleares subterrâneas, em cumprimento ao Projeto Nuclear Brasileiro, já existia desde o início do governo de José Sarney, ou melhor, desde os governos militares. Consta que este presidente, Sarney, foi quem mandou tapá-lo e que Collor de Mello apenas fez a publicidade como o tapa-buraco, com foto e tudo, nos veículos de comunicação. Como resultado dessas intromissões americanas, em 1991, baseado na Portaria 580 de 15 de novembro do mesmo ano, do então Ministro da Justiça Jarbas Passarinho, a despeito das opiniões do Conselho de Segurança Nacional, dos Ministros Militares e dos Governos da Região Amazônica, Collor criou a área destinada aos indígenas Ianomâmis.
Criaram uma Reserva de Não Indígenas ou "mercenários EUA" para Expropria-la?

— Para o médico, pesquisador e escritor, Rui Nogueira, há uma farsa sustentada, como ele próprio denomina, de "rótulo Ianomâmi". O Dr. Rui faz questão de frisar que "existem em Roraima pequenos grupos remanescentes de índios de várias tribos com línguas, costumes, aspectos físicos diferentes que, por motivos inconfessáveis, estão relacionados sob o mesmo rótulo de "Ianomâmi". Ampara a sua afirmativa no livro "A Farsa Ianomâmi" de autoria do Coronel Menna Barreto, resultado de muitos anos de experiência do militar na Amazônia e em Roraima. Menciona ainda que, no livro "Índios do Brasil" de autoria do Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon não há qualquer menção aos índios Ianomâmis.
O Governo Collor Aceitou e endossou
Rui Nogueira esclarece que durante a realização da Eco-92, na II Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, das Nações Unidas, em 1992, no Rio de Janeiro, o Presidente Collor sucumbiu aos interesses internacionais, inclusive às pressões de senadores americanos, a despeito da Carta Magna do BRASIL de 1988, das leis das fronteiras e demais orientações, destinando uma área que hoje equivale a 96.649Km2 – maior do que o Estado de Santa Catarina (95.443Km2) e pouco menor do que Pernambuco (98.938Km2), onde cabem folgadamente os seguintes países da Europa: Dinamarca (43.092Km2) + Holanda (33.936Km2) + Eslovênia (20.251Km2) + Andorra (467Km2) + Liechtenstein (160Km2) + Malta (316Km2) + Mônaco (1,81Km2) e ainda sobram 714,19Km2 – no chifre ou orelha esquerda do Estado de Roraima, fronteira com a Venezuela, à essa tribo fantasma denominada Ianomâmi, constituída de menos de 5.000 índios.
Estudos:
— Por determinação expressa do "Grande Oriente do Brasil", foi efetuado um estudo denominado "Amazônia, Soberania Nacional" durante os anos de 2006 e 2007, elaborados por Grupos de Trabalho formados por Irmãos da Loja Maçônica Dous de Dezembro. Em 28 de setembro de 2006 foi apresentado o relatório e em 22 de novembro de 2007 foi apresentado um relatório complementar.
— Nos relatórios é realçada a necessidade da tomada de "Ações Concretas" por parte do governo brasileiro. Há chamada de atenção para a gravidade da situação visando alertar que o Brasil se encontra em imenso perigo de perder parte do seu território. Alerta ainda o documento, sobre a urgência da tomada de consciência e mobilização da sociedade brasileira, uma vez que a mesma é sempre mantida desinformada e quando recebe alguma informação é deturpada.
Organizações Não-Governamentais (ONGs)

Roraima,cobiça...
— As Organizações Não-Governamentais (ONGs), alicerçadas em abundância de recursos financeiros externos, vêm obtendo francas vitórias diante da ineficiência, omissão e cumplicidade de traidores do governo e colaboracionistas. O golpe contra o Brasil se desenrola no campo virtual, desdobrado de maneira ampla, cujo passo inicial consiste em reservar para número pequeno de indígenas extensas áreas territoriais contínuas nas faixas de fronteiras ricas em jazidas minerais, inclusive os estratégicos, para no seguinte dermarcar
— Enquanto isso, nos organismos internacionais se processava a mudança da denominação internacional de tribos para povos e nações, a revelia da existência de pequeno ou grande número de indígenas ou de jamais terem ocupado as terras em questão.
— Os grupos de Trabalho, durante as pesquisas realizadas, detectaram que foram concedidos direitos ilimitados aos silvícolas e apenas obrigações para o Estado brasileiro.


— Graças às atrapalhadas do governo federal em Roraima, que prosseguem sem controle, mais de 40% do território do Estado de Roraima se encontra sob a jurisdição, de fato, não de direito, do Conselho Indigenista de Roraima (CIR); da Agência Católica para o Desenvolvimento (CAFOD) - Igreja Católica da Inglaterra e do País de Gales; da Coordenadoria Ecumênica de Serviços (CESE) - Conselho Mundial de Igrejas; do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); da Comissão Pró-Yanomami (CCPY); da Agência Norueguesa de Cooperação para o Desenvolvimento (NORAD) - Ministério de Negócios Estrangeiros; do Greenpeace; do Instituto Socio-ambiental (ISA); da Oxfam e a Survival International dentre outras.
— A demarcação de Terras "Indígenas" localizadas em áreas de fronteira e, coincidentemente, sobre enormes jazidas minerais, trazem à tona novamente a questão da criação e o reconhecimento das ‘nações indígenas’, defendida por diversas organizações e países estrangeiros. Sem sombra de dúvida, o nosso primeiro ‘Kosovo indígena’ iniciará por Roraima e se estenderá pelo Amazonas, resultando da união da TI Raposa-Serra do Sol, da TI Ianomâmi e ‘Cabeça do Cachorro’. Seria o coroamento de todo este imbróglio de ações nefastas de ONGs, da adoção do ‘Estado Plurinacional’, da ausência do estado nas terras indígenas, da total falta de ações coerentes por parte do governo ‘companheiro’ e de sua anuência à Convenção sobre os Direitos dos Povos Indígenas.


OS PROTEGIDOS DAS ONGS EM RORAIMA
Descrevemos abaixo, os principais protegidos das ONGs estrangeiras em Roraima:

- Índio NIÓBIO e TÂNTALO - Sem os quais é impossível a indústria aero-espacial, e só o Brasil o possui (98%).

- Índio OURO - A maior jazida do planeta se encontra em Roraima.

- Índios URÂNIO E TÓRIO: Enorme quantidade em Roraima, para combustível e armas nucleares, que em breve retomaremos o que foi sabotado na década de 80.

- Índia DIAMANTE: Roraima é riquíssima nessas jóias.

- Índios ALUMINIO E TITÂNIO: Sem os quais a metalurgia atual volta para a idade do ferro.

Os demais índios existentes por lá, são inúteis para as ONGs estrangeiras, servindo apenas de camuflagem para os seus reais interesses no Brasil.
 Email:: cnavarro@pop.com.br Por Cesar Navarro 11/05/2008 às 17:02

http://www.mp.rr.gov.br/imgs/gifs/roraima.jpg     
http://www.amazonia.org.br/noticias/noticia.cfm?id=264024

Roraima Amazona Riquezas Cobiçadas Mozarildo e Regina Kokama da COIAMA

Mozarildo Senador por Roraima e "Arruda?"...

Tese postada por Regina Kokama da COIAMA
Dia 07 de maio/2010, o Senador Mozarildo Cavalcante (RR), pronunciou um discurso no Senado Federal dizendo ,que; ‘’ Os índios representam 0,3% ( seria melhor aguardar o senso do IBGE, para dizer a quantidade certa, nobre Senador), da população brasileira e ONGs estão revivendo etnias que já eram consideradas extintas’’, o que chega a ser uma falta de respeito para com esse povo, que foram os primeiros habitantes deste país ao qual muitos políticos tem sua procedência indígena . Não dá para entender e parece até que ele gostaria que não existissem mais descendentes indígenas e, que com o passar do tempo fossem capazes de tentar salvar o pouco que lhes deixam de um país que repito antes era seu?

No entanto, ao ler uma matéria num jornal local na qual o chefe dos Caiapós, cacique Raoní, saiu pelo mundo a fora para obter recursos para proteger a selva, Raoní Metukire representa 6,3 mil membros do povo Caiapó e quando começou sua campanha em 1989 pela defesa da Amazônia ,obteve êxito pois permitiu delimitar as fronteiras da reserva de 195 mil km2, e atravessa pelo Rio Xingu, agora aparecem novas ameaças, além do desmatamento a criação desta nova hidrelétrica de Belo Monte, e uma proposta ridícula que vai militarizar terras indígenas denominada “assistência e proteção “, de forças militares nas áreas indígenas.
saibam que a maioria das populações indígenas, vivem em estado de miséria quase absoluta, não existe nenhum projeto de desenvolvimento sustentável como os existentes para agricultores ou sem terras e trabalhadores brasileiros.
No nosso entender o perigo nas fronteira sempre existiu e naqueles tempos sem essa ajuda , os índios sempre souberam se defender e proteger o país. A proposta que tramita na Comissão de Relações Exteriores do Senado , que tem como relatora uma senadora do PT, autoriza dentre outros pontos a liberdade de trânsito, acesso e poder de polícia e demais operações por via aquática , aérea ou terrestre com militares e policiais federais nas terras indígenas. Vocês acham que os índios merecem esta invasão de privacidade em suas terras?

senadora do PT, autoriza dentre outros pontos a liberdade de trânsito, acesso e poder de polícia e demais operações por via aquática , aérea ou terrestre com militares e policiais federais nas terras indígenas. Vocês acham que os índios merecem esta invasão de privacidade em suas terras?
A verdade é que voltamos a lembrar o que citei no início, ou seja, existem e muitos descendentes indígenas e ao que nos parece com armas atuais, que é a internet, que é uma flecha com alcance ilimitado e desta vez o Cacique Raoni não estará sozinho em sua jornada para informar ao mundo as pretensões do Governo Federal e de alguns políticos, em relação as populações indígenas brasileira.

Aqui em Manaus continua aquela história, ano eleitoral, com pré-candidatos e políticos tentando a reeleição buscando persuadir os índios visando os seus interesses e com isto, interferindo na vida indígena, oferecendo vantagens e prometendo mundos e fundos com o objetivo de ter o domínio sobre o eleitorado indígena, ou alguém duvida?

Parece até que os índios estão representando alguma ameaça aos poderes constituído, haja vista que desde o julgamento da terra indígena Raposa Serra do Sol em Roraima, muitas decisões tem sido tomadas contra os interesses indígenas, como por exemplo, as 18 condições imposta pelo Supremo tribunal Federal no julgamento sobre aquela demarcação, que impõe condições aos índios até de caçarem para comer ou as exigências imposta por órgãos governamentais com relação a sustentabilidade dos povos indígenas ou até mesmo a falta de projetos de desenvolvimento sustentável que possa tirar os índios desta situação de abandono em que se encontram.

Ao contrário daqueles que pensam que os índios são ricos por causa das terras demarcadas pelo Governo Federal, apenas para a sua sobrevivência e criticam os índios por isto, não querendo até que eles existam, saibam que a maioria das populações indígenas, vivem em estado de miséria quase absoluta, não existe nenhum projeto de desenvolvimento sustentável como os existentes para agricultores ou sem terras e trabalhadores brasileiros.

Os índios brasileiros tem apenas o direito de viver em uma terra que não lhes pertence é apenas demarcada para sinalizar que ali ainda sobrevive alguns descendentes de índios brasileiros que de proprietários passaram a ser apenas hóspedes e vigias do Governo Federal, que agora não satisfeitos com esta situação, querem alguns, que não conhecem a realidade indígena brasileira, colocar os índios em uma determinada situação na qual sua privacidade seja violada a qualquer momento por tropas militares e federais que a qualquer momento ou por qualquer motivo, como forma de mostrar a superioridade e a pretexto de proteção e segurança, levar os povos indígenas ao constrangimento por ter que aceitar a qualquer momento visitas armadas que vão interferir de alguma forma nos costumes e cultura que tanto a Constituição de 1988, tentou preservar através dos artigos 231 e 232 da Constituição Federal do Brasil.

Deixe o seu comentário sobre isto.
Postado por Regina Kokama da COIAMA

GENERAL HELENO ALERTA PARA A PERDA DE RORAIMA

Atenção, Forças Armadas: Corram para Roraima e Aumentem os Efetivos Militares, Já!

?Não vou entrar para a história como o comandante que foi  
conivente com a perda de parte do território nacional. Para 
mim, soberania e integridade do patrimônio nacional não 
têm discussão?.


"As ONGs internacionais usam os índios como fachada, para 
dominarem nossas imensas jazidas de Urânio, Nióbio e 
Ouro, confirmadas naquela área, porque elas não se instalam 
onde não há jazidas minerais?"


Este foi o duro e direto recado dado pelo Comandante Militar 
da Amazônia, anteontem de manhã, a um auditório de 
variado na FIESP, sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. A 
mensagem do militar contraria o pensamento da cúpula do desgoverno Lula sobre 
o assunto.


General de quatro estrelas, membro do Alto Comando do Exército e comandante com 
experiência real em combate (comandou tropas da ONU no Haiti), Augusto Heleno 
Pereira aproveitou a abertura de um curso sobre segurança internacional e defesa 
para atacar, duramente, a política de criação de ?nações indígenas? em nosso País.


Heleno criticou a política indigenista, que ?está na contramão da sociedade, conduzida
à luz de pessoas e ONGs estrangeiras?. O general também denunciou que o Brasil 
caminha para perder parte de Roraima por causa da demarcação de terras indígenas.


O pensamento do general Heleno ecoou no Supremo Tribunal Federal ? que ontem 
suspendeu a operação de retirada dos não-índios da Reserva Raposa Serra do Sol, 
até o julgamento de ação do governo de Roraima, apontando irregularidades na 
demarcação da área.


A decisão do STF obrigou a Polícia Federal a cancelar a desocupação da res
A polêmica Operação Upatakon 3 (da qual o Exército discordava) fica suspensa 
até que a primeira ação sobre o assunto seja julgada. Mas o julgamento não tem
qualquer prazo para ocorrer.


Na ação pedindo uma decisão liminar, o governo de Roraima argumentou ao STF 
que a retirada dos não-índios da reserva afetaria a economia do Estado. Também
ressaltou que essas pessoas não ocupam mais que 1% do total da área demarcada, 
que abrange 46% do território do Estado; uma área do tamanho da Inglaterra,
nação que tem 60 milhões de habitantes.


O ministro Carlos Ayres de Britto foi direto em seu julgamento: ?É fácil perceber 
que essa porção de 1% não compromete substancialmente a finalidade da demarcação. 
Mas pode comprometer a economia, a segurança e a ordem pública?. O ministro 
Carlos Ayres Britto lembrou que a região é próxima da fronteira brasileira e deve 
ser tratada como estratégica.


Outro recado duro - ?Enquanto eu for comandante militar, minha tropa vai entrar
onde for necessário?. O general Heleno deixou claro ontem que não aceita restrições
à ação dos militares em terras indígenas (que, na verdade, são brasileiras). Foi o recado 
direto do Comandante Militar da Amazônia contra a Declaração dos Direitos dos
Povos Indígenas, aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com voto 
favorável do Brasil. (!!!) A regra garante aos índios a posse e controle autônomo de 
territórios por eles ocupados.


Defesa do Brasil - Nesta sexta-feira, o general Heleno será o lider de uma comitiva de 
empresários paulistas que vai passar uns dias conhecendo, em campo, o trabalho 
do Exército na Amazônia. O grupo tem interesse em saber como será o combate aos 
criminosos da Liga dos Camponeses Pobres, em Rondônia.


Detalhe: Os bandidos, travestidos de ?revolucionários? já estão cercados por tropas do
Exército Brasileiro na região.


Respeito é bom... - O vice-presidente da Sociedade dos Índios em Defesa de Roraima
(Sodiur), o macuxi Sílvio da Silva, exigiu respeito dos agentes federais aos fazendeiros.
A Sodiur é uma entidade aliada aos arrozeiros e defende a permanência deles na área.


?Não é só o Lula que é autoridade. Nós que temos nossa terra também somos autoridade. 
Queremos respeito. Eles (policiais federais) chegaram e já foram entrando nas áreas 
indígenas sem conversar. Chegaram abusando, querendo assustar. Lá é nossa área 
e nós deixa quem nós quer?.


O superintendente da PF em Roraima, José Maria Fonseca, informou que prosseguem 
as investigações sobre os responsáveis por atos como a destruição de pontes e 
abertura de escavações em estradas que dão acesso à reserva indígena.


A partir dessas declarações do general Heleno, dignas de um chefe militar honrado 
e patriota, passamos a ter receio inclusive por sua integridade física, pois esse
atual governo se caracteriza pela disseminação de bandos de meliantes simpatizantes 
armados pelo País afora, travestidos de movimentos sociais. 
Postado Por Paulo Cesar Magnani 14/04/2008 às 12:13

Roraima Amazona Riquezas Cobiçadas Mozarildo e índio denunciado pelo CIR

Prezado Senador Mozarildo.  Esta postura de não respeito a etnia e aos costumes e crenças dos indígenas de todo o Brasil , está ficando a cada dia mais desrespeitosa por parte dos governantes com suas cobiças.


PLENÁRIO / Pronunciamentos
14 de maio de 2010
SENADOR MOZARILDO QUER ABERTURA DE INQUÉRITO PARA APURAR ESTUPRO DE ÍNDIA NO CONTÃO

Mozarildo: “Ninguém mais que a Justiça está acima da Lei”

-----(Nota Minha: não podemos nos esquecer da Justiça que vira a página!)

--- O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB) afirmou que não teme nenhuma ação que possa ser protocolada pelo procurador da Funai, Wilson Précoma sobre a denúncia que este fez a respeito de que índios ligados ao Conselho Indígena de Roraima (CIR) teriam estuprado uma indígena fato ocorrido na maloca do Contão. Segundo o senador esta é sua função, ou seja, é de fiscalizar, é de denunciar. Ele recebeu a denúncia de uma pessoa fidedigna e nunca tive dúvida de que o CIR ia mudar este esquema de domínio. “Apenas lamento, que o procurador da Funai ao invés de procurar averiguar a denúncia, ele vem com a história de me interpelar. ---- O procurador não tem autoridade para me interpelar” enfatizou Mozarildo.
--- O parlamentar afirmou que irá entrar com uma representação formal, junto à procuradoria da República em Roraima e outra em Brasília para que seja aberto processo investigativo no sentido de apurar o estupro cometido contra a indígena. O pai da vítima já formalizou um Boletim de Ocorrência (BO). Na visão de Mozarildo ninguém mais que a Justiça está acima da Lei. Então ninguém é permitido cometer delitos porque está numa reserva indígena, se baseando ou se escudando na questão de usos e costumes. “Na realidade, o que aconteceu lá no Contão, foi um estupro contra uma jovem índia, contra uma pessoa humana com a finalidade de amedrontar uma comunidade, para se submeter ao comando do CIR”, afirmou o senador.
Picareta
--- O parlamentar declarou que não é como o CIR quer pregar e dizer ao foco da discussão, anti indigenista. “Eu sou anti ONG picareta como o CIR. Isto eu não tenho dúvida de dizer, pois o CIR comprovadamente é uma entidade, uma instituição desonesta, comprovadamente pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Controladoria Geral da União” disse o parlamentar. Na visão do senador o pessoal do CIR está criando uma guerra de índios contra índios, em relação ao fato de que estariam procurando deixar de fora o pessoal da Sociedade dos Índios Unidos do Norte de Roraima (Sodiur), de algumas áreas da Raposa/Serra do Sol pelo fato de que eles sempre defendiam a demarcação em área não contínua.
--- Mozarildo adiantou que este fato (guerra) foi relatado na Comissão Temporária Externa do Senado Federal, que estudou uma proposta de demarcação que não fosse excludente. Em breve será feita outra Comissão Temporária Externa para ‘in loco’ verificar de comunidade em comunidade, a situação social, econômica, étnica.
Armadas
--- “É uma prepotência e uma arrogância de quem achar que estamos criando nações dentro da nação”, foi como reagiu o senador sobre o fato do pessoal do CIR não concordar com a presença das Forças Armadas e da Polícia Federal nas reservas indígenas. Este fato já tinha sido definido pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e agora foi criada uma Lei no Senado de que as Forças Armadas e a PF podem adentrar nas reservas sem pedir autorização aos indígenas. Para Mozarildo o governo Federal está criando reservas para uma ‘falsa argumentação’ de que protege a cultura e favorece portanto a vida deles.
Seres humanos
--- “O procurador da Funai, Wilson Précoma não está preocupado com a pessoa humana e sim com a defesa da instituição, ou seja, o Conselho Indígena de Roraima (CIR). Mais, eu estou preocupado em defender os seres humanos, até porque pela minha formação de médico, o ser humano vem em primeiro lugar”, concluiu o senador Mozarildo Cavalcanti.
---Da Redação / Agência Senado
---(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Roraima Amazona Riquezas Cobiçadas CNBB/CIMI, Dom Moacyr, Professor Aimberê Freitas

Semanário da Arquidiocese de São Paulo - Ano 52 • nº 2637 • 13 de março de 2007
Notícias
Será que procede?
Estado de Roraima tem 50 mil índios divididos em 11 etnias.
Rafael Alberto/O ESTADO DE SÃO PAULO
Roraima pertence à Província Eclesiástica de Manaus, no Regional Norte 1 da CNBB. Com área em torno de 225 mil quilômetros quadrados, o Estado possui cerca de 324 mil habitantes, dos quais quase 50 mil são indígenas. Diante dessa realidade, está entre os Estados brasileiros em cujo território moram as tribos indígenas mais tradicionais do país, mantendo suas culturas de auto-sustentação.
Resultado de imagem para Crianças Yanomami, uma das 11 etnias presentes no Estado de Roráima, que tem 50 mil índios.
Crianças Yanomami, uma das 11 etnias presentes no Estado de Roráima, que tem 50 mil !! índios.
Parecer do Professor  da Universidade de Roraima Aimberê Freitas em Protógenes contra a Corrupção:






Vejam: O Brasil tem uma visão distorcida de Roraima. Aqui há índios há mais de 10.000 anos. Os não-indios aqui chegaram por volta de 1741. Só há 250 anos Roraima foi "descoberto" por eles (Nós) os não índios. Ocorre que a partir daí veio a inevitável miscigenação. Quando se fala em 50.000 índios está se ignorando os não índios que tem sangue indígena pela processo da miscigenação. Não há rigorosamente uma notável diferença entre um pobre roraimense e um índio. Pois os pobres de Roraima também tem sangue indígena. A não ser os recém chegados mas que caminham nessa mesma direção. Em Roraima não há ricos (muito ricos). Ë uma terra de funcionários públicos e de uma economia de contra-cheque. Todos dependem do governo. Não há fazendeiros ricos, nem comnerciantes, nem industriais. O Brasil tem uma dívida enorme com Roraima e com os roraimenses. Poucos no Brasil não confundem Roraima com Rondonia. A ignorância nacional é muito grande nesse ponto. O Seminário da Diocese de São paulo precisa de abrir para os brasileiros de outros estados, mas ouvindo e procurando conhecer e a realidade roraimense.
Estou sempre disposto a mostrar e discutir Roraima com conhecimento de causa. Recomendo que entrem no Blog do Aimbere www.aimberefreitas.com.br e discutam os temas lá existentes. Comprem meu livro Geografia e História de Roraima. Ele está até no Mercado Livre. Um abraço. Aimbere Freitas

Dom Moacyr

Em defesa da Terra Indígena Raposa Serra do Sol!
Data: 25/08/2008 - 14:00H

Os povos indígenas da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, protagonizam uma luta de mais de 34 anos em busca do reconhecimento e demarcação de suas terras tradicionais. Durante esse período contaram com o decidido apoio da Igreja local, notadamente seus bispos, a Missão Consolata e os missionários do Cimi. No dia 2 de julho último, o próprio Papa Bento XVI afirmou a representantes indígenas: "faremos o possível para manter a sua terra", prometendo apoio à sua reivindicação para que a demarcação seja mantida sob a forma de terra contínua. A Terra Indígena Raposa Serra do Sol passou por todo o processo de estudo antropológico e histórico, teve os questionamentos dos invasores devidamente respondidos durante o processo de demarcação, foi finalmente demarcada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002, e homologada pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva em abril de 2005. Os invasores de boa fé, pequenos e médios, foram retirados e reassentados em outras áreas de Roraima, devidamente indenizados por suas benfeitorias. Quem se recusa a deixar a área é o grupo de cinco (os indígenas falam em seis) grandes arrozeiros, apoiados por políticos, militares e pelo governador do estado. Em abril deste ano, o Supremo Tribunal Federal mandou suspender a Operação da Polícia Federal que visava retirar os grandes invasores daquela terra indígena e irá decidir nesta semana a respeito da constitucionalidade da homologação feita. É de grande importância este julgamento porque, como o caso ganhou notoriedade nacional e internacional, uma eventual anulação da homologação faria retroceder décadas de lutas dos povos indígenas e abriria um sério precedente, levando a insegurança a todas as terras indígenas já demarcadas e homologadas no país, com repercussão também nas terras quilombolas, de outras comunidades tradicionais, de agricultores familiares e, inclusive, em áreas de proteção ambiental, já reconhecidas (Pedro A. Ribeiro, Pe.Antonio Abreu, Bernard Lestienne, J.Ernanne Pinheiro, P. Maldos e Thierry Linard, na Analise de Conjuntura desse mês).
A decisão sobre a homologação da terra indígena Raposa Serra do Sol, está prevista para o dia 27 de agosto; os ministros do Supremo Tribunal Federal devem decidir se irão seguir o que está definido no Decreto de Homologação, publicado em 2005, que determina a demarcação contínua da área; a decisão do STF sobre a retomada da operação da Polícia Federal chamada de Upatakon 3, que retirava não-indígenas da reserva, também é aguardada. A ação foi suspensa no dia 9 de abril deste ano após o governo e senadores de Roraima terem movido uma Ação Popular pedindo a nulidade da Portaria nº 534, de abril de 2005, que definiu os limites da terra indígena.

CNBB!!! SAIBAM QUEM É A CNBB [1]

A Igreja Católica CNBB/CIMI???, apoiando os povos indígenas da Terra Raposa Serra do Sol ??, publicou no dia seguinte, 10 de abril, a seguinte Nota: “Reunidos na 46ª Assembléia Geral da CNBB, solidarizamo-nos, mais uma vez, com a Diocese de Roraima e os povos da Terra Indígena Raposa Serra do Sol. No último dia 4, através da “Nota de Esperança”, tornamos público nosso apoio à Operação Upatakon 3, que estava sendo realizada pelo Governo Federal para a retirada dos ocupantes não indígenas da referida terra. Na tarde de ontem, 9 de abril, por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal, concedeu medida liminar na Ação Cautelar proposta pelo Governo de Roraima. Desta forma, ficam suspensos todos os atos de desocupação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol até o julgamento do mérito da primeira ação contra a demarcação desta terra, que também tramita no STF. Em nosso entendimento, a demora na retirada definitiva dos não índios que insistem em permanecer na terra homologada tem contribuído para o agravamento do quadro de violência a que estão submetidos os povos Ingarikó, Macuxi, Wapixana, Patamona e Taurepang. Não podem ser premiados os que violam sistemática e impunemente a Constituição, invadindo e ocupando de maneira ilegal terras que não lhes pertencem a nenhum título, promovendo ali o garimpo, a extração ilegal de madeira, a pecuária e plantações de arroz, ao arrepio da lei, e afrontando a Constituição Federal. No aguardo de que o STF possa julgar em breve o mérito da primeira ação contra a demarcação, pedimos ao Deus da Vida que oriente os caminhos a serem trilhados pelos povos habitantes do Estado de Roraima, para que não percam a esperança e possam alcançar a Paz e Justiça”.

Na “Nota de Esperança” afirmamos que “em nosso País, já temos feito uma caminhada muito significativa no reconhecimento e conquista dos direitos. Precisamos pagar essa dívida histórica que temos com os povos indígenas, os mais sofridos ao longo da nossa história. É hora de vislumbrarmos um novo horizonte, onde a pluralidade dos povos indígenas e seus direitos originários sejam definitivamente reconhecidos. Com a Diocese de Roraima, queremos manifestar nosso respeito, solidariedade e apoio aos Povos Indígenas que habitam a terra demarcada e homologada. O Evangelho anunciado e acolhido por estes povos faz deles, cada vez mais, sujeitos da sua própria história”.

Temos o compromisso de defender a vida em todas as suas manifestações, especialmente a vida humana (CF 2008). Fiéis à nossa missão, não fiquemos surdos nem sejamos indiferentes aos gritos de nossos irmãos indígenas da Raposa Serra do Sol: “Nossa Terra-Mãe, Raposa Serra do Sol, está situada no estado de Roraima, ao norte do Brasil, na fronteira com Venezuela e Guiana. Nela vivem 18.992 indígenas dos povos Macuxi, Wapixana, Taurepang, Patamona e Ingarikó, distribuídos em 194 comunidades. Nossa terra ocupa 7% da extensão do estado; antigamente era 100% habitada pelos povos indígenas. As comunidades da Terra Indígena Raposa Serra do Sol e nossas organizações pedem o apoio e a solidariedade frente à invasão de nossas terras e violação de nossos direitos fundamentais conquistados, ao longo destes anos, com muito sofrimento e sangue, com 21 indígenas assassinatos. Solicitamos urgentemente que apóiem nosso pedido ao Supremo Tribunal Federal, para que ratifique e faça cumprir o decreto de Homologação de nossa terra, assinado em abril de 2005, e determine a retirada dos invasores da Nossa Terra Mãe. A luta pela Terra Indígena Raposa Serra do Sol é emblemática para todo o Brasil. Por isso, é importante destacar que se a decisão do Supremo Tribunal Federal for a favor dos invasores, abre-se um precedente gravíssimo na legislação brasileira. Todas as terras indígenas do Brasil, já demarcadas, homologadas e registradas, poderão ser contestadas e revisadas. Isto seria um grande retrocesso nos direitos indígenas, conquistados e consagrados pela Constituição Federal, direito internacional: Convenção 169 da OIT e declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas” (trecho da Carta das Comunidades Indígenas da Raposa Serra do Sol).

Conscientes de que a situação em Roraima não é apenas um conflito entre invasores de terras indígenas e povos indígenas que requerem a demarcação das terras que tradicionalmente ocupam (terras, aliás, reconhecidas pelo Estado brasileiro como “terras indígenas”), mas se configura como uma situação flagrante de agressão aos Direitos Humanos, portanto, crime contra os direitos dos povos indígenas, crime contra a humanidade, apelamos ao Supremo Tribunal Federal, que ratifique o decreto de homologação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, retirando os invasores e fazendo assim a justiça esperada pelos povos indígenas há 34 anos de luta e de sofrimento.

A ratificação do decreto de homologação da Terra indígena Raposa Serra do Sol, é fundamental para os povos indígenas de Roraima e do Brasil, uma vez que já harmonizou vários interesses públicos nacionais.

Fonte: PASTORAL DA COMUNICAÇÃO ARQUIDIOCESANA


NOTA MINHA: O Brasil com toda a sua riqueza foi expropriado, pela falta de cidadania dos  governantes entreguistas PROVANDO A PLUTOCRACIA, que gerenciaram o património público nos últimos cinquenta anos de maneira vergonhosa; será que agora que "dizem" estar o país em situação estável, temos nós, povo brasileiro a nos sujeitar a mais esta vergonha? Vendo os povos desrespeitados em suas etnias, e perdendo ainda mais as reservas minerais que sobrou das expropriações vergonhosas? Querem tirar ainda mais? Essa gente vai limpar aquele belo lugar sagrado, que  é do povo brasileiro. Vou pedir aos mentores espirituais deste lugar sagrado Roraima, que seja tudo sómente intenção, que nada foi sacramentado ou destinado sem o conhecimento do seu legítimo dono  e soberano, e para o usurpador o destino a que merecer... Mentores: 
PAABA, Macunaíma, Curumin, Roro-imã, Salve!.

[1] http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2014/07/a-agenda-secreta-do-cmi-conselho.html

RESERVAS DANDO LIVRE ACESSO LEGAL AO PAÍS.



EM VERMELHO:RESERVAS DANDO LIVRE ACESSO LEGAL AO PAÍS.  
Há pouco tempo, e segundo orgãos de Inteligência, teria sido sob pressão de Hugo Chavez, que Lula decretou a imensa e despropositada reserva Raposa-Serra do Sol em Roraima, tomando descabidamente grande parte do estado, contrariando toda a população lesada, a orientação estratégica de nossos militares e até dos próprios ambientalistas.   Resultou numa verdadeira invasão de estrangeiros na área da reserva.
Texto completo
Lula teria permitido que se divulgasse livremente o conceito de Nação Yanomami, ou seja, um Estado dentro do Estado, sob pressão da Venezuela e de ONGs suspeitas infiltradas.

Esse fato possibilita em tese, que haja uma intervenção militar estrangeira legal em Roraima, sob alegação fictícia de ajuda humanitária ou de defesa da floresta, com o apoio de toda comunidade internacional.

Para se ter uma idéia, a "Nação Yanomami" já possui bandeira própria, hino nacional e escritório em Paris  (a Guiana Francesa é vizinha, com professores franceses ensinando a sua língua aos índios brasileiros, dentro de nosso país).

Lula não permitiu a existência de uma faixa de exclusão que salvaguardasse nossa fronteira, conforme solicitado por nossas FFAA.

Por quê ?   Hoje articula-se claramente o motivo.

Hugo Chavez, companheiro vermelho de Lula, tem todo o interesse em que Roraima seja terra de ninguém, pois é conhecida a sua pretensão de anexação daquelas terras e as da Guiana, ao território venezuelano.

- Agora começamos a entender, o porque das crescentes e descaradas invasões da nossa "ainda" Roraima, por militares da Venezuela, e, ordenando que nossas tropas naquela área nada fizessem para coibir o abuso.

Órgãos militares brasileiros e da Interpol, já divulgaram informes sobre as doações de milhões de dólares feitas por Chavez ao PT, apoiando as eleições de Lula, bem como, de 3 milhões de dólares também doados pelas FARC, em apoio nas últimas eleições presidenciais.    Cujos representantes guerrilheiros circulam livremente no Brasil, no Foro de S. Paulo, sob apoio e assistência de representantes de nosso governo, como o "MAG", o homem do "top-top" no acidente da TAM, que ocupa hoje uma sala ao lado do gabinete de Lula, em Brasília.

- Agora entendemos o porque da inércia e da submissão desse governo aos abusos de Chavez e Evo Morales, e o porque da negativa de Lula em aprovar o aumento de tropas brasileiras em Roraima, pedido pelo nosso Exército.

Quem teria recebido dinheiro ilegal do exterior, teria o rabo prêso para sempre, e quem doou esses recursos, sabidamente elimina os que não cumprem sua parte no trato.
É o modus operandi de Chavez e das FARC.

Ou alguém acha que todo esse dinheiro veio só pela falida ideologia, e não há cobrança sobre o mesmo?

- Agora entendemos o grande esforço desse governo, no desarmamento dos cidadãos brasileiros, como que obedecendo ordens do exterior.

- Agora entendemos o porque do atraso no rearmamento geral do Brasil, e melhoria salarial de nossos militares.   Ambos são odiados pelos esquerdistas, que não toleram que um país não tenha um governo e sistema totalitários como o cubano, chinês ou albanês.

- Agora enxergamos uma possível origem do dinheiro do Mensalão, que pretendia corroer e sabotar as Instituições do Estado brasileiro, e perpetuar a elite marxista no poder.    E também da malograda manobra de Lula, em tentar subverter e sindicalizar os sargentos do Contrôle de Tráfego Aéreo, quebrando a hierarquia militar de um setor estratégico à defesa nacional.

-E também dá para entender o porque de Lula nunca ter expressado uma mensagem oficial de condolências às famílias dos policiais mortos pelo PCC, sabidamente uma organização de orientação socialista e com relações com as FARC narcotraficante.

Diante disso, ainda poderemos passar a sentir o maior dos medos, além de perdermos Roraima :

O da eventual possibilidade de oficiais superiores em nossas forças armadas e policiais, estarem gradualmente sendo corrompidos por dinheiro e favores escusos; sob ameaças pessoais e familiares, ou, sendo substituidos por elementos sabotadores, comprometidos com a malfadada causa vermelha, disseminando-a aos escalões inferiores.

Aí sim, nosso destino estará somente em nossas mãos...
Fonte: http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=651

Nióbio Banco Mundial quer investir em Roraima



Banco Mundial (privativista) quer investir em Roraima, diz diretor - 15/03/2008 
Local: Boa Vista - RR
Fonte: Folha de Boa Vista




 Documentário "Let's make money" 

O documentário mostra as chamadas "economias emergentes".  Mostra também as idéias do Consenso de Washington os mecanismos de colonização moderna como o FMI e Banco Mundial,  perpetuando a injusta dívida dos países mais pobres em troca de suas riquezas.