terça-feira, 18 de maio de 2010

Roraima Amazona Riquezas Cobiçadas Mozarildo e índio denunciado pelo CIR

Prezado Senador Mozarildo.  Esta postura de não respeito a etnia e aos costumes e crenças dos indígenas de todo o Brasil , está ficando a cada dia mais desrespeitosa por parte dos governantes com suas cobiças.


PLENÁRIO / Pronunciamentos
14 de maio de 2010
SENADOR MOZARILDO QUER ABERTURA DE INQUÉRITO PARA APURAR ESTUPRO DE ÍNDIA NO CONTÃO

Mozarildo: “Ninguém mais que a Justiça está acima da Lei”

-----(Nota Minha: não podemos nos esquecer da Justiça que vira a página!)

--- O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB) afirmou que não teme nenhuma ação que possa ser protocolada pelo procurador da Funai, Wilson Précoma sobre a denúncia que este fez a respeito de que índios ligados ao Conselho Indígena de Roraima (CIR) teriam estuprado uma indígena fato ocorrido na maloca do Contão. Segundo o senador esta é sua função, ou seja, é de fiscalizar, é de denunciar. Ele recebeu a denúncia de uma pessoa fidedigna e nunca tive dúvida de que o CIR ia mudar este esquema de domínio. “Apenas lamento, que o procurador da Funai ao invés de procurar averiguar a denúncia, ele vem com a história de me interpelar. ---- O procurador não tem autoridade para me interpelar” enfatizou Mozarildo.
--- O parlamentar afirmou que irá entrar com uma representação formal, junto à procuradoria da República em Roraima e outra em Brasília para que seja aberto processo investigativo no sentido de apurar o estupro cometido contra a indígena. O pai da vítima já formalizou um Boletim de Ocorrência (BO). Na visão de Mozarildo ninguém mais que a Justiça está acima da Lei. Então ninguém é permitido cometer delitos porque está numa reserva indígena, se baseando ou se escudando na questão de usos e costumes. “Na realidade, o que aconteceu lá no Contão, foi um estupro contra uma jovem índia, contra uma pessoa humana com a finalidade de amedrontar uma comunidade, para se submeter ao comando do CIR”, afirmou o senador.
Picareta
--- O parlamentar declarou que não é como o CIR quer pregar e dizer ao foco da discussão, anti indigenista. “Eu sou anti ONG picareta como o CIR. Isto eu não tenho dúvida de dizer, pois o CIR comprovadamente é uma entidade, uma instituição desonesta, comprovadamente pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Controladoria Geral da União” disse o parlamentar. Na visão do senador o pessoal do CIR está criando uma guerra de índios contra índios, em relação ao fato de que estariam procurando deixar de fora o pessoal da Sociedade dos Índios Unidos do Norte de Roraima (Sodiur), de algumas áreas da Raposa/Serra do Sol pelo fato de que eles sempre defendiam a demarcação em área não contínua.
--- Mozarildo adiantou que este fato (guerra) foi relatado na Comissão Temporária Externa do Senado Federal, que estudou uma proposta de demarcação que não fosse excludente. Em breve será feita outra Comissão Temporária Externa para ‘in loco’ verificar de comunidade em comunidade, a situação social, econômica, étnica.
Armadas
--- “É uma prepotência e uma arrogância de quem achar que estamos criando nações dentro da nação”, foi como reagiu o senador sobre o fato do pessoal do CIR não concordar com a presença das Forças Armadas e da Polícia Federal nas reservas indígenas. Este fato já tinha sido definido pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e agora foi criada uma Lei no Senado de que as Forças Armadas e a PF podem adentrar nas reservas sem pedir autorização aos indígenas. Para Mozarildo o governo Federal está criando reservas para uma ‘falsa argumentação’ de que protege a cultura e favorece portanto a vida deles.
Seres humanos
--- “O procurador da Funai, Wilson Précoma não está preocupado com a pessoa humana e sim com a defesa da instituição, ou seja, o Conselho Indígena de Roraima (CIR). Mais, eu estou preocupado em defender os seres humanos, até porque pela minha formação de médico, o ser humano vem em primeiro lugar”, concluiu o senador Mozarildo Cavalcanti.
---Da Redação / Agência Senado
---(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Roraima Amazona Riquezas Cobiçadas CNBB/CIMI, Dom Moacyr, Professor Aimberê Freitas

Semanário da Arquidiocese de São Paulo - Ano 52 • nº 2637 • 13 de março de 2007
Notícias
Será que procede?
Estado de Roraima tem 50 mil índios divididos em 11 etnias.
Rafael Alberto/O ESTADO DE SÃO PAULO
Roraima pertence à Província Eclesiástica de Manaus, no Regional Norte 1 da CNBB. Com área em torno de 225 mil quilômetros quadrados, o Estado possui cerca de 324 mil habitantes, dos quais quase 50 mil são indígenas. Diante dessa realidade, está entre os Estados brasileiros em cujo território moram as tribos indígenas mais tradicionais do país, mantendo suas culturas de auto-sustentação.
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Crianças Yanomami, uma das 11 etnias presentes no Estado de Roráima, que tem 50 mil !! índios.
Parecer do Professor  da Universidade de Roraima Aimberê Freitas em Protógenes contra a Corrupção:






Vejam: O Brasil tem uma visão distorcida de Roraima. Aqui há índios há mais de 10.000 anos. Os não-indios aqui chegaram por volta de 1741. Só há 250 anos Roraima foi "descoberto" por eles (Nós) os não índios. Ocorre que a partir daí veio a inevitável miscigenação. Quando se fala em 50.000 índios está se ignorando os não índios que tem sangue indígena pela processo da miscigenação. Não há rigorosamente uma notável diferença entre um pobre roraimense e um índio. Pois os pobres de Roraima também tem sangue indígena. A não ser os recém chegados mas que caminham nessa mesma direção. Em Roraima não há ricos (muito ricos). Ë uma terra de funcionários públicos e de uma economia de contra-cheque. Todos dependem do governo. Não há fazendeiros ricos, nem comnerciantes, nem industriais. O Brasil tem uma dívida enorme com Roraima e com os roraimenses. Poucos no Brasil não confundem Roraima com Rondonia. A ignorância nacional é muito grande nesse ponto. O Seminário da Diocese de São paulo precisa de abrir para os brasileiros de outros estados, mas ouvindo e procurando conhecer e a realidade roraimense.
Estou sempre disposto a mostrar e discutir Roraima com conhecimento de causa. Recomendo que entrem no Blog do Aimbere www.aimberefreitas.com.br e discutam os temas lá existentes. Comprem meu livro Geografia e História de Roraima. Ele está até no Mercado Livre. Um abraço. Aimbere Freitas

Dom Moacyr

Em defesa da Terra Indígena Raposa Serra do Sol!
Data: 25/08/2008 - 14:00H

Os povos indígenas da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, protagonizam uma luta de mais de 34 anos em busca do reconhecimento e demarcação de suas terras tradicionais. Durante esse período contaram com o decidido apoio da Igreja local, notadamente seus bispos, a Missão Consolata e os missionários do Cimi. No dia 2 de julho último, o próprio Papa Bento XVI afirmou a representantes indígenas: "faremos o possível para manter a sua terra", prometendo apoio à sua reivindicação para que a demarcação seja mantida sob a forma de terra contínua. A Terra Indígena Raposa Serra do Sol passou por todo o processo de estudo antropológico e histórico, teve os questionamentos dos invasores devidamente respondidos durante o processo de demarcação, foi finalmente demarcada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002, e homologada pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva em abril de 2005. Os invasores de boa fé, pequenos e médios, foram retirados e reassentados em outras áreas de Roraima, devidamente indenizados por suas benfeitorias. Quem se recusa a deixar a área é o grupo de cinco (os indígenas falam em seis) grandes arrozeiros, apoiados por políticos, militares e pelo governador do estado. Em abril deste ano, o Supremo Tribunal Federal mandou suspender a Operação da Polícia Federal que visava retirar os grandes invasores daquela terra indígena e irá decidir nesta semana a respeito da constitucionalidade da homologação feita. É de grande importância este julgamento porque, como o caso ganhou notoriedade nacional e internacional, uma eventual anulação da homologação faria retroceder décadas de lutas dos povos indígenas e abriria um sério precedente, levando a insegurança a todas as terras indígenas já demarcadas e homologadas no país, com repercussão também nas terras quilombolas, de outras comunidades tradicionais, de agricultores familiares e, inclusive, em áreas de proteção ambiental, já reconhecidas (Pedro A. Ribeiro, Pe.Antonio Abreu, Bernard Lestienne, J.Ernanne Pinheiro, P. Maldos e Thierry Linard, na Analise de Conjuntura desse mês).
A decisão sobre a homologação da terra indígena Raposa Serra do Sol, está prevista para o dia 27 de agosto; os ministros do Supremo Tribunal Federal devem decidir se irão seguir o que está definido no Decreto de Homologação, publicado em 2005, que determina a demarcação contínua da área; a decisão do STF sobre a retomada da operação da Polícia Federal chamada de Upatakon 3, que retirava não-indígenas da reserva, também é aguardada. A ação foi suspensa no dia 9 de abril deste ano após o governo e senadores de Roraima terem movido uma Ação Popular pedindo a nulidade da Portaria nº 534, de abril de 2005, que definiu os limites da terra indígena.

CNBB!!! SAIBAM QUEM É A CNBB [1]

A Igreja Católica CNBB/CIMI???, apoiando os povos indígenas da Terra Raposa Serra do Sol ??, publicou no dia seguinte, 10 de abril, a seguinte Nota: “Reunidos na 46ª Assembléia Geral da CNBB, solidarizamo-nos, mais uma vez, com a Diocese de Roraima e os povos da Terra Indígena Raposa Serra do Sol. No último dia 4, através da “Nota de Esperança”, tornamos público nosso apoio à Operação Upatakon 3, que estava sendo realizada pelo Governo Federal para a retirada dos ocupantes não indígenas da referida terra. Na tarde de ontem, 9 de abril, por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal, concedeu medida liminar na Ação Cautelar proposta pelo Governo de Roraima. Desta forma, ficam suspensos todos os atos de desocupação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol até o julgamento do mérito da primeira ação contra a demarcação desta terra, que também tramita no STF. Em nosso entendimento, a demora na retirada definitiva dos não índios que insistem em permanecer na terra homologada tem contribuído para o agravamento do quadro de violência a que estão submetidos os povos Ingarikó, Macuxi, Wapixana, Patamona e Taurepang. Não podem ser premiados os que violam sistemática e impunemente a Constituição, invadindo e ocupando de maneira ilegal terras que não lhes pertencem a nenhum título, promovendo ali o garimpo, a extração ilegal de madeira, a pecuária e plantações de arroz, ao arrepio da lei, e afrontando a Constituição Federal. No aguardo de que o STF possa julgar em breve o mérito da primeira ação contra a demarcação, pedimos ao Deus da Vida que oriente os caminhos a serem trilhados pelos povos habitantes do Estado de Roraima, para que não percam a esperança e possam alcançar a Paz e Justiça”.

Na “Nota de Esperança” afirmamos que “em nosso País, já temos feito uma caminhada muito significativa no reconhecimento e conquista dos direitos. Precisamos pagar essa dívida histórica que temos com os povos indígenas, os mais sofridos ao longo da nossa história. É hora de vislumbrarmos um novo horizonte, onde a pluralidade dos povos indígenas e seus direitos originários sejam definitivamente reconhecidos. Com a Diocese de Roraima, queremos manifestar nosso respeito, solidariedade e apoio aos Povos Indígenas que habitam a terra demarcada e homologada. O Evangelho anunciado e acolhido por estes povos faz deles, cada vez mais, sujeitos da sua própria história”.

Temos o compromisso de defender a vida em todas as suas manifestações, especialmente a vida humana (CF 2008). Fiéis à nossa missão, não fiquemos surdos nem sejamos indiferentes aos gritos de nossos irmãos indígenas da Raposa Serra do Sol: “Nossa Terra-Mãe, Raposa Serra do Sol, está situada no estado de Roraima, ao norte do Brasil, na fronteira com Venezuela e Guiana. Nela vivem 18.992 indígenas dos povos Macuxi, Wapixana, Taurepang, Patamona e Ingarikó, distribuídos em 194 comunidades. Nossa terra ocupa 7% da extensão do estado; antigamente era 100% habitada pelos povos indígenas. As comunidades da Terra Indígena Raposa Serra do Sol e nossas organizações pedem o apoio e a solidariedade frente à invasão de nossas terras e violação de nossos direitos fundamentais conquistados, ao longo destes anos, com muito sofrimento e sangue, com 21 indígenas assassinatos. Solicitamos urgentemente que apóiem nosso pedido ao Supremo Tribunal Federal, para que ratifique e faça cumprir o decreto de Homologação de nossa terra, assinado em abril de 2005, e determine a retirada dos invasores da Nossa Terra Mãe. A luta pela Terra Indígena Raposa Serra do Sol é emblemática para todo o Brasil. Por isso, é importante destacar que se a decisão do Supremo Tribunal Federal for a favor dos invasores, abre-se um precedente gravíssimo na legislação brasileira. Todas as terras indígenas do Brasil, já demarcadas, homologadas e registradas, poderão ser contestadas e revisadas. Isto seria um grande retrocesso nos direitos indígenas, conquistados e consagrados pela Constituição Federal, direito internacional: Convenção 169 da OIT e declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas” (trecho da Carta das Comunidades Indígenas da Raposa Serra do Sol).

Conscientes de que a situação em Roraima não é apenas um conflito entre invasores de terras indígenas e povos indígenas que requerem a demarcação das terras que tradicionalmente ocupam (terras, aliás, reconhecidas pelo Estado brasileiro como “terras indígenas”), mas se configura como uma situação flagrante de agressão aos Direitos Humanos, portanto, crime contra os direitos dos povos indígenas, crime contra a humanidade, apelamos ao Supremo Tribunal Federal, que ratifique o decreto de homologação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, retirando os invasores e fazendo assim a justiça esperada pelos povos indígenas há 34 anos de luta e de sofrimento.

A ratificação do decreto de homologação da Terra indígena Raposa Serra do Sol, é fundamental para os povos indígenas de Roraima e do Brasil, uma vez que já harmonizou vários interesses públicos nacionais.

Fonte: PASTORAL DA COMUNICAÇÃO ARQUIDIOCESANA


NOTA MINHA: O Brasil com toda a sua riqueza foi expropriado, pela falta de cidadania dos  governantes entreguistas PROVANDO A PLUTOCRACIA, que gerenciaram o património público nos últimos cinquenta anos de maneira vergonhosa; será que agora que "dizem" estar o país em situação estável, temos nós, povo brasileiro a nos sujeitar a mais esta vergonha? Vendo os povos desrespeitados em suas etnias, e perdendo ainda mais as reservas minerais que sobrou das expropriações vergonhosas? Querem tirar ainda mais? Essa gente vai limpar aquele belo lugar sagrado, que  é do povo brasileiro. Vou pedir aos mentores espirituais deste lugar sagrado Roraima, que seja tudo sómente intenção, que nada foi sacramentado ou destinado sem o conhecimento do seu legítimo dono  e soberano, e para o usurpador o destino a que merecer... Mentores: 
PAABA, Macunaíma, Curumin, Roro-imã, Salve!.

[1] http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2014/07/a-agenda-secreta-do-cmi-conselho.html

RESERVAS DANDO LIVRE ACESSO LEGAL AO PAÍS.



EM VERMELHO:RESERVAS DANDO LIVRE ACESSO LEGAL AO PAÍS.  
Há pouco tempo, e segundo orgãos de Inteligência, teria sido sob pressão de Hugo Chavez, que Lula decretou a imensa e despropositada reserva Raposa-Serra do Sol em Roraima, tomando descabidamente grande parte do estado, contrariando toda a população lesada, a orientação estratégica de nossos militares e até dos próprios ambientalistas.   Resultou numa verdadeira invasão de estrangeiros na área da reserva.
Texto completo
Lula teria permitido que se divulgasse livremente o conceito de Nação Yanomami, ou seja, um Estado dentro do Estado, sob pressão da Venezuela e de ONGs suspeitas infiltradas.

Esse fato possibilita em tese, que haja uma intervenção militar estrangeira legal em Roraima, sob alegação fictícia de ajuda humanitária ou de defesa da floresta, com o apoio de toda comunidade internacional.

Para se ter uma idéia, a "Nação Yanomami" já possui bandeira própria, hino nacional e escritório em Paris  (a Guiana Francesa é vizinha, com professores franceses ensinando a sua língua aos índios brasileiros, dentro de nosso país).

Lula não permitiu a existência de uma faixa de exclusão que salvaguardasse nossa fronteira, conforme solicitado por nossas FFAA.

Por quê ?   Hoje articula-se claramente o motivo.

Hugo Chavez, companheiro vermelho de Lula, tem todo o interesse em que Roraima seja terra de ninguém, pois é conhecida a sua pretensão de anexação daquelas terras e as da Guiana, ao território venezuelano.

- Agora começamos a entender, o porque das crescentes e descaradas invasões da nossa "ainda" Roraima, por militares da Venezuela, e, ordenando que nossas tropas naquela área nada fizessem para coibir o abuso.

Órgãos militares brasileiros e da Interpol, já divulgaram informes sobre as doações de milhões de dólares feitas por Chavez ao PT, apoiando as eleições de Lula, bem como, de 3 milhões de dólares também doados pelas FARC, em apoio nas últimas eleições presidenciais.    Cujos representantes guerrilheiros circulam livremente no Brasil, no Foro de S. Paulo, sob apoio e assistência de representantes de nosso governo, como o "MAG", o homem do "top-top" no acidente da TAM, que ocupa hoje uma sala ao lado do gabinete de Lula, em Brasília.

- Agora entendemos o porque da inércia e da submissão desse governo aos abusos de Chavez e Evo Morales, e o porque da negativa de Lula em aprovar o aumento de tropas brasileiras em Roraima, pedido pelo nosso Exército.

Quem teria recebido dinheiro ilegal do exterior, teria o rabo prêso para sempre, e quem doou esses recursos, sabidamente elimina os que não cumprem sua parte no trato.
É o modus operandi de Chavez e das FARC.

Ou alguém acha que todo esse dinheiro veio só pela falida ideologia, e não há cobrança sobre o mesmo?

- Agora entendemos o grande esforço desse governo, no desarmamento dos cidadãos brasileiros, como que obedecendo ordens do exterior.

- Agora entendemos o porque do atraso no rearmamento geral do Brasil, e melhoria salarial de nossos militares.   Ambos são odiados pelos esquerdistas, que não toleram que um país não tenha um governo e sistema totalitários como o cubano, chinês ou albanês.

- Agora enxergamos uma possível origem do dinheiro do Mensalão, que pretendia corroer e sabotar as Instituições do Estado brasileiro, e perpetuar a elite marxista no poder.    E também da malograda manobra de Lula, em tentar subverter e sindicalizar os sargentos do Contrôle de Tráfego Aéreo, quebrando a hierarquia militar de um setor estratégico à defesa nacional.

-E também dá para entender o porque de Lula nunca ter expressado uma mensagem oficial de condolências às famílias dos policiais mortos pelo PCC, sabidamente uma organização de orientação socialista e com relações com as FARC narcotraficante.

Diante disso, ainda poderemos passar a sentir o maior dos medos, além de perdermos Roraima :

O da eventual possibilidade de oficiais superiores em nossas forças armadas e policiais, estarem gradualmente sendo corrompidos por dinheiro e favores escusos; sob ameaças pessoais e familiares, ou, sendo substituidos por elementos sabotadores, comprometidos com a malfadada causa vermelha, disseminando-a aos escalões inferiores.

Aí sim, nosso destino estará somente em nossas mãos...
Fonte: http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=651

Nióbio Banco Mundial quer investir em Roraima



Banco Mundial (privativista) quer investir em Roraima, diz diretor - 15/03/2008 
Local: Boa Vista - RR
Fonte: Folha de Boa Vista




 Documentário "Let's make money" 

O documentário mostra as chamadas "economias emergentes".  Mostra também as idéias do Consenso de Washington os mecanismos de colonização moderna como o FMI e Banco Mundial,  perpetuando a injusta dívida dos países mais pobres em troca de suas riquezas.  

Roraima Amazona Riquezas Cobiçadas turismo internacional

TURISMO EM RORAIMA BRASIL

Nota: A Europa e E.U. fazem turismo em Roraima inclusive a Venezuela, aonde gozam de livre acesso. Os brasileiros são proibidos de entrar em Roraima sem autorização prévia... Porque Será? lá existe fiscalização constante chefiadas pelas ONGS. estrangeiras que dominam o território roraimense; ninguém faz nada! E as Forças Armadas? Enfim...que mistério se esconde por tráz de tudo isso?


O convite de turismo abaixo foi colhido de site estrangeiro:
An Island lost in time
Roraima Brazil

What most gets your attention in the Gran Sabana is the “Tepui”, great mountain with flan summit and vertical walls. This higher of all is the Roraima, with a height of 2700 meters, where the time stopped thousand of years ago, leaving us it´s legacy to enjoy it.
Here the land is bristled with tepuis. They are outcrops of Guyanese Massif, the oldest rocks on earth. Roraima has to be the only goal. It ist waiting for 300 billions years to amaze us.
Resultado de imagem para An Island lost in time  Roraima Brazil
lindo... força espíritual
We will take you to the summit of a place where the time stopped thousands of years ago. You will feel like going back in the time and being part of the exclusive group of people that have known this rocky formation of characteristics that can´t be find in any place of the planet.
The Roraima settles in the borders of Venezuela, Guyana and Brazil. The spectacular Tepui whose name means in Pemon “The Mother of the Waters” is dramatic, enigmatic and mysterious. Black rocks wrapped in fog and covered with lichen and moss dominate the land, quartz glasses, stone pools and a paradisiacal landscape of anotherworld. The fascinating environment and the relative easiness to climb it transform it into an experience that you could not omit to visit at least once in your life.
Imagem relacionada
água de pedra rosa é a mais pura do mundo
The Roraima inspired Sir Arthur Conen Doyle to write his famous book “The Lost World”.

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domingo, 2 de maio de 2010

Extração de Nióbio em Araxá deixa rios contaminados


Produtores rurais de Araxá denunciam  poluição em rios na região são freqüentes

Produtores rurais de Araxá denunciam poluição nas águas do Capivara, rio que abastece as propriedades da região. A Polícia de Meio Ambiente esteve no local e investiga se alguma empresa teria despejado no rio rejeitos químicos sem tratamento. 

O desafio da polícia é descobrir a origem do problema. Todos os afluentes do rio Capivara na região são checados e fotografados. Os policiais também visitam áreas de mineração e lavadores de batata. Dois dias depois das primeiras denuncias a água continua bastante amarelada. A situação fica ainda mais evidente no encontro do rio com o Ribeirão do Marmelo.

Amostras de água já foram enviadas para a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). O laudo que vai apontar que tipo de substancia foi jogada no rio ainda não ficou pronto. O Capivara abastece quase todas as fazendas da região e deságua na represa de Nova Ponte.

Os casos de poluição na região são frequentes, segundo os produtores. Em novembro do ano passado o MGTV mostrou a mortandade de peixes no leito do rio. Na época a suspeita era de contaminação por algum produto químico. Por isso, quem pesca na região e utiliza a água em casa ou para o consumo dos animais está sempre em alerta. 

E a origem da poluição já foi constatada. De acordo com a Polícia de Meio Ambiente, os rejeitos são da barragem de uma empresa de extração de fosfato. A polícia informou que a mineradora se comprometeu a tomar providências para conter o problema. Por telefone, a Funasa informou que enviará técnicos à cidade na semana que vem para avaliar a extensão do problema e tomar as medidas necessárias. 
http://megaminas.globo.com/2010/04/30/produtores-rurais-de-araxa-denunciam-poluicao-em-rio-que-abastece-a-regiao

quarta-feira, 28 de abril de 2010

NIÓBIO "O minério não dá duas safras."


Mineração sufoca e depreda patrimônio natural e histórico de MG

Exploração de minério modifica topografia do estado, depredando montanhas importantes como a da Moeda e da Piedade. Encardidas, cidades afetadas convivem com inchaço e pobreza
Os 12 Profetas, famosa obra de Aleijadinho, cercada por serras como a da Moeda. Mineração estraga um dos mais notórios cenários de Minas
Se por um momento os 12 profetas de Aleijadinho, postados há mais dois séculos no adro da Basílica Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, no fim da Serra da Moeda, ganhassem vida e pudessem fazer um pedido, não seria improvável que quisessem ter os seus olhos vendados. As estátuas, parte de um conjunto histórico formado pela igreja e por 12 capelas que reconstituem os passos da Paixão de Cristo na cidade, reconhecido pela Unesco como patrimônio cultural da humanidade, são testemunhas passivas da devastação do meio ambiente e do inchaço descontrolado de um município embaçados pelas nuvens de pó vermelho provenientes da exploração de minério de ferro. Mas eles não estão sozinhos. Se também ganhassem vida, as serras mineiras mostrariam um semblante tão ou mais angustiado do que os profetas de pedra sabão do mestre do barroco brasileiro.


A baixa arrecadação é fruto da exportação de minério bruto, que sai direto da mineradora para o porto, sem beneficiamento no estado

Esburacadas como queijo suíço pela mineração, as serras da Moeda, do Itatiaiuçu, da Piedade, do Rola Moça, do Gandarela e da Ferrugem abrigam cidades encardidas.
Ao contrário da expectativa de melhoria de qualidade de vida, alimentada pelo anúncio de cifras bilionárias de investimentos, a maior parte das cidades que abrigam esse tipo de atividade continua pobre. Entre os 306 municípios mineradores no estado, apenas 40 concentram 80% da arrecadação com a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem). Municípios como Jeceaba, na Região Central, vizinho de Congonhas, recebem R$ 20,58 ao ano a título de royalty do minério. No fim de 2009, um abaixo assinado por 600 habitantes da cidade protestava contra a construção de duas barragens de rejeitos no município. Elas integram o projeto da Ferrous, em Congonhas, para a produção de 15 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano.

Em fevereiro, a arrecadação total de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) em Minas Gerais foi de R$ 1,87 bilhão. A mineração ficou em 10º lugar, com R$ 7,2 milhões. A baixa arrecadação é fruto da exportação de minério bruto, que sai direto da mineradora para o porto, sem beneficiamento no estado. No primeiro trimestre, a extração de minério respondeu por 26,71% do total exportado pelo estado. No que diz respeito à criação de empregos, a situação não é muito mais animadora. Levantamento feito pela Fundação João Pinheiro (FJP) a partir de dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostra que em fevereiro deste ano a mineração respondia por 1,09% do total de empregos no estado. O dado não leva em conta os empregos indiretos da cadeia mineral.

A situação tende a piorar ainda mais por causa da elevação da demanda pelo minério no mercado global, o que aumenta o apetite de empresas de capital nacional e internacional

Em muitos casos, além disso, a população mal vê a cor do dinheiro porque faltam políticas públicas adequadas e fiscalização na hora de aplicá-las. A expectativa de desenvolvimento rápido tropeça na falta de infra-estrutura básica para receber os investimentos do setor. O resultado são problemas de trânsito semelhantes aos das grandes metrópoles, aumento vultuoso da violência, chegada da prostituição, favelização, doenças, colapso no sistema de saúde, disparada dos preços dos aluguéis, destruição do patrimônio ambiental, histórico e artístico. Para não falar da mudança radical de sua vocação econômica. A situação tende a piorar ainda mais por causa da elevação da demanda pelo minério no mercado global, o que aumenta o apetite de empresas de capital nacional e internacional no segmento.

Em Congonhas, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), única entre as grandes a ter capital exclusivamente nacional, vai investir R$ 9,5 bilhões na ampliação da produção da mina Casa de Pedra – de 16 milhões para 55 milhões de toneladas dentro de cinco anos –, na instalação de uma unidade de transformação do minério de ferro em pelotas de minério (pelotização) e na construção de uma nova siderúrgica. Em 2009, a população estimada da cidade eram de 48 mil habitantes, mas a expectativa é que irá dobrar de volume nos próximos cinco anos em razão dos investimentos anunciados. Estima-se que, hoje, os habitantes flutuantes do município já somam cerca de 15 mil pessoas.




Mineração em Morro Vermelho, Caeté

É entre 6h e 7h da manhã que um dos efeitos danosos do aumento populacional começa a se fazer sentir na cidade. “Nesse horário, é impossível trafegar na Avenida Júlia Kubitschek (a principal de Congonhas). Às 18h, quem chega gasta uma hora para percorrer um trecho de 2 quilômetros que vai do trevo ao centro ”, reclama Gualter Monteiro, dono da imobiliária Imgel e ex-prefeito da cidade por três mandatos. O disparate entre o valor anunciado dos investimentos e seus efeitos negativos para o município podem ser resumidos numa frase do promotor Luciano Badini, coordenador do centro de apoio do meio ambiente do Ministério Público Estadual. “Só a expansão da mina e a construção da planta de pelotização já são suficientes para transformar Congonhas numa nova Cubatão”, sustenta, referindo-se à cidade paulista que era símbolo de poluição.

Na chuva, lama.Na seca, poeira

A caminho de Belo Vale, também na Serra da Moeda, as montanhas estão entrecortadas por uma paisagem lunar devido à exploração do minério. Há cerca de dois anos, um trecho do rodovia 442, que liga a cidade à BR -040, foi assoreado pelos rejeitos de minério da empresa Minas do Itacolomi e a estrada foi interrompida. A construção de um desvio, de terra batida, não devolveu a normalidade ao trecho, por onde carretas e caminhões pesados trafegam incessantemente. Hoje, duas grandes mineradoras atuam na região Vale e CSN. Sem contar as de menor porte, que produzem minério para vender para as gigantes. A 442 é uma rodovia íngreme e cheia de curvas perigosas.

“Quando chove tem lama, quando está seco, tem muita poeira. As carretas de minério trafegam mal enlonadas. Isso quando há lona. E a maior parte dos carros que passam frequentemente por aqui têm os parabrisas trincados pelas pedrinhas de minério”, diz Glória Maia, da Associação do Patrimônio Histórico, Ambiental e Artístico de Belo Vale.

Em Caeté, na Serra do Gandarela, o projeto Apolo, da Vale, mexe com as expectativas da comunidade, principalmente por causa da perspectiva de desenvolvimento econômico. A cidade ficou marcada pela decadência, depois que a antiga Ferro Brasileira fechou as portas na cidade, no início dos anos 1990. Agora, o comércio já registra aumento de vendas como efeito da chegada da companhia. E no setor de serviços, alguns restaurantes comemoram o movimento maior por causa dos empregados das empreiteiras contratadas pela Vale. No restaurante Fogão a Lenha, de três meses para cá o movimento aumentou 40% e o número de pessoas atendidas nas firmas que prestam serviço à companhia aumentou de 300 para 500. Mas esse é só um lado da moeda.

“A empresa está chegando, mas Caeté, como todos os municípios do estado, não tem planejamento urbano ou rural”, diz Ademir Martins Bento, representante do Movimento Artístico, Cultural e Ambiental de Caeté (Macaca). A cidade tem 40 mil habitantes e espera receber cerca de 4 mil trabalhadores indiretos durante a construção da planta da mina. “Isso pressiona os preços da moradia. Além disso, a estrutura de saúde em Caeté andou delicadíssima nos últimos anos. A Santa Casa está fecha não fecha.” De acordo com ele, o poder público municipal aposta na chegada da Vale como uma espécie de salvação. “Mas isso não está escrito no papel”, observa. (ZF)

Fonte:
Zulmira Furbino - Estado de Minas
Publicação: 25/04/2010 08:17 Atualização: 25/04/2010 09:24

http://www.uai.com.br/htmls/app/noti...CO+DE+MG.shtml